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Foi José Veríssimo quem publicou o primeiro artigo de análise de Os Sertões, no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. Veríssimo abordou o livro de Euclides da Cunha como obra de literatura, história e ciência e estabeleceu um padrão de leitura que seria seguido por muitos intérpretes. Apesar dos elogios à qualidade de poeta, romancista e artista do autor, fazia reparos ao abuso dos termos técnicos, das palavras antigas e inventadas e das frases rebuscadas, julgando o seu estilo muito artificial e gongórico.
Euclides respondeu a Veríssimo, em carta do mesmo dia. Agradecia a crítica, mas defendia o emprego de termos técnicos e a aliança entre ciência e arte, que considerava a tendência mais elevada do pensamento. Convencido de que a expressão artística exige notação científica, achava necessário criar uma “tecnografia própria”, capaz de unir as diversas áreas do saber: “o escritor do futuro será forçosamente um polígrafo”.
Idem, ibidem, p. 172.
Com relação às idéias do texto IV, julgue o seguinte item.
Infere-se do texto que Euclides da Cunha usou o neologismo ‘polígrafo’ com o sentido de autor que escreve uma multiplicidade de gêneros de textos.
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Foi José Veríssimo quem publicou o primeiro artigo de análise de Os Sertões, no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. Veríssimo abordou o livro de Euclides da Cunha como obra de literatura, história e ciência e estabeleceu um padrão de leitura que seria seguido por muitos intérpretes. Apesar dos elogios à qualidade de poeta, romancista e artista do autor, fazia reparos ao abuso dos termos técnicos, das palavras antigas e inventadas e das frases rebuscadas, julgando o seu estilo muito artificial e gongórico.
Euclides respondeu a Veríssimo, em carta do mesmo dia. Agradecia a crítica, mas defendia o emprego de termos técnicos e a aliança entre ciência e arte, que considerava a tendência mais elevada do pensamento. Convencido de que a expressão artística exige notação científica, achava necessário criar uma “tecnografia própria”, capaz de unir as diversas áreas do saber: “o escritor do futuro será forçosamente um polígrafo”.
Idem, ibidem, p. 172.
Com relação às idéias do texto IV, julgue o seguinte item.
A expressão ‘tecnografia’ tem como sentido denotativo o estudo dos processos de elaboração e transformação dos objetos para se adequarem ao uso a que se destinam, e no texto está associada à idéia de adaptação da língua aos interesses temáticos e estilísticos.
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Foi José Veríssimo quem publicou o primeiro artigo de análise de Os Sertões, no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. Veríssimo abordou o livro de Euclides da Cunha como obra de literatura, história e ciência e estabeleceu um padrão de leitura que seria seguido por muitos intérpretes. Apesar dos elogios à qualidade de poeta, romancista e artista do autor, fazia reparos ao abuso dos termos técnicos, das palavras antigas e inventadas e das frases rebuscadas, julgando o seu estilo muito artificial e gongórico.
Euclides respondeu a Veríssimo, em carta do mesmo dia. Agradecia a crítica, mas defendia o emprego de termos técnicos e a aliança entre ciência e arte, que considerava a tendência mais elevada do pensamento. Convencido de que a expressão artística exige notação científica, achava necessário criar uma “tecnografia própria”, capaz de unir as diversas áreas do saber: “o escritor do futuro será forçosamente um polígrafo”.
Idem, ibidem, p. 172.
Com relação às idéias do texto IV, julgue o seguinte item.
As restrições que Veríssimo apresentou à obra de Euclides dizem respeito à macroestrutura do texto, principalmente à estruturação das informações em termos de sequências narrativas articuladas entre si.
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Foi José Veríssimo quem publicou o primeiro artigo de análise de Os Sertões, no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. Veríssimo abordou o livro de Euclides da Cunha como obra de literatura, história e ciência e estabeleceu um padrão de leitura que seria seguido por muitos intérpretes. Apesar dos elogios à qualidade de poeta, romancista e artista do autor, fazia reparos ao abuso dos termos técnicos, das palavras antigas e inventadas e das frases rebuscadas, julgando o seu estilo muito artificial e gongórico.
Euclides respondeu a Veríssimo, em carta do mesmo dia. Agradecia a crítica, mas defendia o emprego de termos técnicos e a aliança entre ciência e arte, que considerava a tendência mais elevada do pensamento. Convencido de que a expressão artística exige notação científica, achava necessário criar uma “tecnografia própria”, capaz de unir as diversas áreas do saber: “o escritor do futuro será forçosamente um polígrafo”.
Idem, ibidem, p. 172.
Com relação às idéias do texto IV, julgue o seguinte item.
A expressão “padrão de leitura” diz respeito à amplitude de abordagem adotada por Veríssimo.
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Foi José Veríssimo quem publicou o primeiro artigo de análise de Os Sertões, no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. Veríssimo abordou o livro de Euclides da Cunha como obra de literatura, história e ciência e estabeleceu um padrão de leitura que seria seguido por muitos intérpretes. Apesar dos elogios à qualidade de poeta, romancista e artista do autor, fazia reparos ao abuso dos termos técnicos, das palavras antigas e inventadas e das frases rebuscadas, julgando o seu estilo muito artificial e gongórico.
Euclides respondeu a Veríssimo, em carta do mesmo dia. Agradecia a crítica, mas defendia o emprego de termos técnicos e a aliança entre ciência e arte, que considerava a tendência mais elevada do pensamento. Convencido de que a expressão artística exige notação científica, achava necessário criar uma “tecnografia própria”, capaz de unir as diversas áreas do saber: “o escritor do futuro será forçosamente um polígrafo”.
Idem, ibidem, p. 172.
Com relação às idéias do texto IV, julgue o seguinte item.
Infere-se do texto que, caso Veríssimo não estabelecesse um amplo horizonte de interpretação, haveria possibilidade de que o texto de Euclides tivesse tido uma abordagem parcial, apenas relativa à história, ou à ciência ou somente à literatura.
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Foi José Veríssimo quem publicou o primeiro artigo de análise de Os Sertões, no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. Veríssimo abordou o livro de Euclides da Cunha como obra de literatura, história e ciência e estabeleceu um padrão de leitura que seria seguido por muitos intérpretes. Apesar dos elogios à qualidade de poeta, romancista e artista do autor, fazia reparos ao abuso dos termos técnicos, das palavras antigas e inventadas e das frases rebuscadas, julgando o seu estilo muito artificial e gongórico.
Euclides respondeu a Veríssimo, em carta do mesmo dia. Agradecia a crítica, mas defendia o emprego de termos técnicos e a aliança entre ciência e arte, que considerava a tendência mais elevada do pensamento. Convencido de que a expressão artística exige notação científica, achava necessário criar uma “tecnografia própria”, capaz de unir as diversas áreas do saber: “o escritor do futuro será forçosamente um polígrafo”.
Idem, ibidem, p. 172.
Em relação ao texto IV, julgue o item a seguir.
O emprego da preposição “de” é, gramaticalmente, opcional; por isso, sua supressão preserva tanto os sentidos do texto quanto sua correção.
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Foi José Veríssimo quem publicou o primeiro artigo de análise de Os Sertões, no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. Veríssimo abordou o livro de Euclides da Cunha como obra de literatura, história e ciência e estabeleceu um padrão de leitura que seria seguido por muitos intérpretes. Apesar dos elogios à qualidade de poeta, romancista e artista do autor, fazia reparos ao abuso dos termos técnicos, das palavras antigas e inventadas e das frases rebuscadas, julgando o seu estilo muito artificial e gongórico.
Euclides respondeu a Veríssimo, em carta do mesmo dia. Agradecia a crítica, mas defendia o emprego de termos técnicos e a aliança entre ciência e arte, que considerava a tendência mais elevada do pensamento. Convencido de que a expressão artística exige notação científica, achava necessário criar uma “tecnografia própria”, capaz de unir as diversas áreas do saber: “o escritor do futuro será forçosamente um polígrafo”.
Idem, ibidem, p. 172.
Em relação ao texto IV, julgue o item a seguir.
O agente da forma verbal “ fazia” é “Euclides da Cunha”, a que o pronome “seu” também se refere.
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Foi José Veríssimo quem publicou o primeiro artigo de análise de Os Sertões, no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. Veríssimo abordou o livro de Euclides da Cunha como obra de literatura, história e ciência e estabeleceu um padrão de leitura que seria seguido por muitos intérpretes. Apesar dos elogios à qualidade de poeta, romancista e artista do autor, fazia reparos ao abuso dos termos técnicos, das palavras antigas e inventadas e das frases rebuscadas, julgando o seu estilo muito artificial e gongórico.
Euclides respondeu a Veríssimo, em carta do mesmo dia. Agradecia a crítica, mas defendia o emprego de termos técnicos e a aliança entre ciência e arte, que considerava a tendência mais elevada do pensamento. Convencido de que a expressão artística exige notação científica, achava necessário criar uma “tecnografia própria”, capaz de unir as diversas áreas do saber: “o escritor do futuro será forçosamente um polígrafo”.
Idem, ibidem, p. 172.
Em relação ao texto IV, julgue o item a seguir.
A expressão “do autor” tem como referente “Veríssimo”.
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Foi José Veríssimo quem publicou o primeiro artigo de análise de Os Sertões, no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. Veríssimo abordou o livro de Euclides da Cunha como obra de literatura, história e ciência e estabeleceu um padrão de leitura que seria seguido por muitos intérpretes. Apesar dos elogios à qualidade de poeta, romancista e artista do autor, fazia reparos ao abuso dos termos técnicos, das palavras antigas e inventadas e das frases rebuscadas, julgando o seu estilo muito artificial e gongórico.
Euclides respondeu a Veríssimo, em carta do mesmo dia. Agradecia a crítica, mas defendia o emprego de termos técnicos e a aliança entre ciência e arte, que considerava a tendência mais elevada do pensamento. Convencido de que a expressão artística exige notação científica, achava necessário criar uma “tecnografia própria”, capaz de unir as diversas áreas do saber: “o escritor do futuro será forçosamente um polígrafo”.
Idem, ibidem, p. 172.
Em relação ao texto IV, julgue o item a seguir.
O emprego de “Apesar” antes de uma informação positiva antecipa para o leitor que está por vir, subsequentemente, uma informação negativa.
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Foi José Veríssimo quem publicou o primeiro artigo de análise de Os Sertões, no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. Veríssimo abordou o livro de Euclides da Cunha como obra de literatura, história e ciência e estabeleceu um padrão de leitura que seria seguido por muitos intérpretes. Apesar dos elogios à qualidade de poeta, romancista e artista do autor, fazia reparos ao abuso dos termos técnicos, das palavras antigas e inventadas e das frases rebuscadas, julgando o seu estilo muito artificial e gongórico.
Euclides respondeu a Veríssimo, em carta do mesmo dia. Agradecia a crítica, mas defendia o emprego de termos técnicos e a aliança entre ciência e arte, que considerava a tendência mais elevada do pensamento. Convencido de que a expressão artística exige notação científica, achava necessário criar uma “tecnografia própria”, capaz de unir as diversas áreas do saber: “o escritor do futuro será forçosamente um polígrafo”.
Idem, ibidem, p. 172.
Em relação ao texto IV, julgue o item a seguir.
A vírgula após a palavra “literatura” justifica-se para separar termos que exercem a mesma função sintática e constituem uma enumeração.
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