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Os trechos abaixo são trechos de um texto, mas estão ordenados aleatoriamente.
I Para Antonio Candido, essa liberdade estilística permite uma forma bem brasileira de investigação e descoberta do país.
II Todos eles traçaram amplos panoramas da sociedade e da cultura brasileiras com base em modelos vindos da Antropologia, da História, da Geografia e da Sociologia.
III Os Sertões, de Euclides da Cunha, insere-se em um gênero de grande presença na cultura brasileira dos últimos cem anos: o ensaio de interpretação do país.
IV Dessa aventura intelectual e cívica fazem parte autores como Joaquim Nabuco, Silvio Romero, Manuel Bonfim, Oliveira Viana, José de Alcântara Machado, Paulo Prado, Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Darcy Ribeiro.
V Esse gênero tornou-se uma forma privilegiada no Brasil, por permitir a combinação de conhecimentos ecléticos e de experiências múltiplas a partir de um estilo literário, com traços poéticos ou memorialísticos.
Roberto Ventura. In: Intérpretes do Brasil, vol. I, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2000, p. 172 (com adaptações).
Considerando que a organização de um texto pressupõe a ordenação lógica e coerente de seus fragmentos, julgue o seguinte item.
O fragmento V é subsequente ao fragmento III, porque a expressão “o ensaio de interpretação do país” é retomada pela expressão “Esse gênero”.
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Os trechos abaixo são trechos de um texto, mas estão ordenados aleatoriamente.
I Para Antonio Candido, essa liberdade estilística permite uma forma bem brasileira de investigação e descoberta do país.
II Todos eles traçaram amplos panoramas da sociedade e da cultura brasileiras com base em modelos vindos da Antropologia, da História, da Geografia e da Sociologia.
III Os Sertões, de Euclides da Cunha, insere-se em um gênero de grande presença na cultura brasileira dos últimos cem anos: o ensaio de interpretação do país.
IV Dessa aventura intelectual e cívica fazem parte autores como Joaquim Nabuco, Silvio Romero, Manuel Bonfim, Oliveira Viana, José de Alcântara Machado, Paulo Prado, Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Darcy Ribeiro.
V Esse gênero tornou-se uma forma privilegiada no Brasil, por permitir a combinação de conhecimentos ecléticos e de experiências múltiplas a partir de um estilo literário, com traços poéticos ou memorialísticos.
Roberto Ventura. In: Intérpretes do Brasil, vol. I, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2000, p. 172 (com adaptações).
Considerando que a organização de um texto pressupõe a ordenação lógica e coerente de seus fragmentos, julgue o seguinte item.
Preserva-se a coerência e a coesão do texto, pondo-se o fragmento IV após o fragmento II, pois a expressão “Dessa aventura intelectual” refere-se a “amplos panoramas da sociedade e da cultura brasileiras”.
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Os trechos abaixo são trechos de um texto, mas estão ordenados aleatoriamente.
I Para Antonio Candido, essa liberdade estilística permite uma forma bem brasileira de investigação e descoberta do país.
II Todos eles traçaram amplos panoramas da sociedade e da cultura brasileiras com base em modelos vindos da Antropologia, da História, da Geografia e da Sociologia.
III Os Sertões, de Euclides da Cunha, insere-se em um gênero de grande presença na cultura brasileira dos últimos cem anos: o ensaio de interpretação do país.
IV Dessa aventura intelectual e cívica fazem parte autores como Joaquim Nabuco, Silvio Romero, Manuel Bonfim, Oliveira Viana, José de Alcântara Machado, Paulo Prado, Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Darcy Ribeiro.
V Esse gênero tornou-se uma forma privilegiada no Brasil, por permitir a combinação de conhecimentos ecléticos e de experiências múltiplas a partir de um estilo literário, com traços poéticos ou memorialísticos.
Roberto Ventura. In: Intérpretes do Brasil, vol. I, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2000, p. 172 (com adaptações).
Considerando que a organização de um texto pressupõe a ordenação lógica e coerente de seus fragmentos, julgue o seguinte item.
O fragmento III inicia o texto, pois não faz referência a nenhuma informação textual antecedente.
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Os trechos abaixo são trechos de um texto, mas estão ordenados aleatoriamente.
I Para Antonio Candido, essa liberdade estilística permite uma forma bem brasileira de investigação e descoberta do país.
II Todos eles traçaram amplos panoramas da sociedade e da cultura brasileiras com base em modelos vindos da Antropologia, da História, da Geografia e da Sociologia.
III Os Sertões, de Euclides da Cunha, insere-se em um gênero de grande presença na cultura brasileira dos últimos cem anos: o ensaio de interpretação do país.
IV Dessa aventura intelectual e cívica fazem parte autores como Joaquim Nabuco, Silvio Romero, Manuel Bonfim, Oliveira Viana, José de Alcântara Machado, Paulo Prado, Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Darcy Ribeiro.
V Esse gênero tornou-se uma forma privilegiada no Brasil, por permitir a combinação de conhecimentos ecléticos e de experiências múltiplas a partir de um estilo literário, com traços poéticos ou memorialísticos.
Roberto Ventura. In: Intérpretes do Brasil, vol. I, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2000, p. 172 (com adaptações).
Considerando que a organização de um texto pressupõe a ordenação lógica e coerente de seus fragmentos, julgue o seguinte item.
O fragmento II deve seguir-se imediatamente ao fragmento III, já que “Todos eles” refere-se a “ensaio de interpretação do país”.
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Os trechos abaixo são trechos de um texto, mas estão ordenados aleatoriamente.
I Para Antonio Candido, essa liberdade estilística permite uma forma bem brasileira de investigação e descoberta do país.
II Todos eles traçaram amplos panoramas da sociedade e da cultura brasileiras com base em modelos vindos da Antropologia, da História, da Geografia e da Sociologia.
III Os Sertões, de Euclides da Cunha, insere-se em um gênero de grande presença na cultura brasileira dos últimos cem anos: o ensaio de interpretação do país.
IV Dessa aventura intelectual e cívica fazem parte autores como Joaquim Nabuco, Silvio Romero, Manuel Bonfim, Oliveira Viana, José de Alcântara Machado, Paulo Prado, Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Darcy Ribeiro.
V Esse gênero tornou-se uma forma privilegiada no Brasil, por permitir a combinação de conhecimentos ecléticos e de experiências múltiplas a partir de um estilo literário, com traços poéticos ou memorialísticos.
Roberto Ventura. In: Intérpretes do Brasil, vol. I, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2000, p. 172 (com adaptações).
Considerando que a organização de um texto pressupõe a ordenação lógica e coerente de seus fragmentos, julgue o seguinte item.
O fragmento I é subsequente ao fragmento II, porque “essa liberdade estilística” refere-se a “modelos vindos da Antropologia, da História, da Geografia e da Sociologia.”
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Para melhor compreenderem a nação e os cidadãos — nas suas origens, no seu devir colonial e, finalmente, soberano —, nossos pensadores avançam os olhos por todo o mapa do país, tomam emprestado lunetas e alcançam outras épocas e outras civilizações. Chamam a atenção para as grandes conquistas que foram feitas desde sempre, pelo mais anônimo dos índios e dos escravos, passando pelos lavradores, faiscadores, trabalhadores, funcionários públicos, profissionais liberais, latifundiários, capitães de indústria, e que tornaram o país uma das nações mais adiantadas da América Latina. Entretanto, também querem acercar-se das causas das injustiças sociais, combatê-las pelas armas da palavra, saber o porquê de tanta miséria e sofrimento por parte de um povo, apesar de tudo, trabalhador e sempre disposto a buscar a prosperidade e o progresso moral seja dos seus, seja da Nação. Brasil, o nosso “claro enigma”.
Idem, ibidem, p. XLVIII (com adaptações).
Em relação ao texto II, julgue o item que se segue.
As regras de regência da norma culta admitem, alternativamente, que o verbo combater tanto seja empregado como no texto, “combatê-las”, quanto como combater-lhes.
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Para melhor compreenderem a nação e os cidadãos — nas suas origens, no seu devir colonial e, finalmente, soberano —, nossos pensadores avançam os olhos por todo o mapa do país, tomam emprestado lunetas e alcançam outras épocas e outras civilizações. Chamam a atenção para as grandes conquistas que foram feitas desde sempre, pelo mais anônimo dos índios e dos escravos, passando pelos lavradores, faiscadores, trabalhadores, funcionários públicos, profissionais liberais, latifundiários, capitães de indústria, e que tornaram o país uma das nações mais adiantadas da América Latina. Entretanto, também querem acercar-se das causas das injustiças sociais, combatê-las pelas armas da palavra, saber o porquê de tanta miséria e sofrimento por parte de um povo, apesar de tudo, trabalhador e sempre disposto a buscar a prosperidade e o progresso moral seja dos seus, seja da Nação. Brasil, o nosso “claro enigma”.
Idem, ibidem, p. XLVIII (com adaptações).
Em relação ao texto II, julgue o item que se segue.
Em registro mais formal de linguagem, a expressão “acercar-se das causas” admite a regência direta: acercar as causas.
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Para melhor compreenderem a nação e os cidadãos — nas suas origens, no seu devir colonial e, finalmente, soberano —, nossos pensadores avançam os olhos por todo o mapa do país, tomam emprestado lunetas e alcançam outras épocas e outras civilizações. Chamam a atenção para as grandes conquistas que foram feitas desde sempre, pelo mais anônimo dos índios e dos escravos, passando pelos lavradores, faiscadores, trabalhadores, funcionários públicos, profissionais liberais, latifundiários, capitães de indústria, e que tornaram o país uma das nações mais adiantadas da América Latina. Entretanto, também querem acercar-se das causas das injustiças sociais, combatê-las pelas armas da palavra, saber o porquê de tanta miséria e sofrimento por parte de um povo, apesar de tudo, trabalhador e sempre disposto a buscar a prosperidade e o progresso moral seja dos seus, seja da Nação. Brasil, o nosso “claro enigma”.
Idem, ibidem, p. XLVIII (com adaptações).
Em relação ao texto II, julgue o item que se segue.
A substituição de “e que” por os quais manteria as mesmas relações semânticas e sintáticas do período original.
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Para melhor compreenderem a nação e os cidadãos — nas suas origens, no seu devir colonial e, finalmente, soberano —, nossos pensadores avançam os olhos por todo o mapa do país, tomam emprestado lunetas e alcançam outras épocas e outras civilizações. Chamam a atenção para as grandes conquistas que foram feitas desde sempre, pelo mais anônimo dos índios e dos escravos, passando pelos lavradores, faiscadores, trabalhadores, funcionários públicos, profissionais liberais, latifundiários, capitães de indústria, e que tornaram o país uma das nações mais adiantadas da América Latina. Entretanto, também querem acercar-se das causas das injustiças sociais, combatê-las pelas armas da palavra, saber o porquê de tanta miséria e sofrimento por parte de um povo, apesar de tudo, trabalhador e sempre disposto a buscar a prosperidade e o progresso moral seja dos seus, seja da Nação. Brasil, o nosso “claro enigma”.
Idem, ibidem, p. XLVIII (com adaptações).
Em relação ao texto II, julgue o item que se segue.
O emprego não-flexionado de “emprestado” indica tratar-se aí de uma forma verbal de particípio e não de um adjetivo.
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Para melhor compreenderem a nação e os cidadãos — nas suas origens, no seu devir colonial e, finalmente, soberano —, nossos pensadores avançam os olhos por todo o mapa do país, tomam emprestado lunetas e alcançam outras épocas e outras civilizações. Chamam a atenção para as grandes conquistas que foram feitas desde sempre, pelo mais anônimo dos índios e dos escravos, passando pelos lavradores, faiscadores, trabalhadores, funcionários públicos, profissionais liberais, latifundiários, capitães de indústria, e que tornaram o país uma das nações mais adiantadas da América Latina. Entretanto, também querem acercar-se das causas das injustiças sociais, combatê-las pelas armas da palavra, saber o porquê de tanta miséria e sofrimento por parte de um povo, apesar de tudo, trabalhador e sempre disposto a buscar a prosperidade e o progresso moral seja dos seus, seja da Nação. Brasil, o nosso “claro enigma”.
Idem, ibidem, p. XLVIII (com adaptações).
Em relação ao texto II, julgue o item que se segue.
A palavra “devir” está funcionando no texto como substantivo, no sentido de vir a ser.
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