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Ao servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo municipal, segundo a Lei Orgânica Municipal, serão aplicadas as seguintes disposições:
I. Investido no mandato de Prefeito, será afastado do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração.
II. Investido no mandato de vereador, havendo compatibilidade de horário, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo.
III. Investido no mandato de vereador, não havendo compatibilidade de horário, ficará afastado do seu cargo emprego ou função, sem a faculdade de opção pela sua remuneração.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Imbé-RS
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Para responder à questão, considere o Regime Jurídico dos Servidores Municipais de Imbé aprovado pela Lei Municipal nº 064, de19.04.1990, e suas alterações posteriores.
Não terá direito à licença-prêmio, segundo o referido Regime, o Servidor que dentro do período aquisitivo
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Maquiavel em Porto Alegre
A Ordem dos Advogados, através da Dra. Helena Ibañez, que comanda o núcleo de literatura da entidade, prepara, para o final do mês de novembro, um evento excepcional sobre a grande política. Estudiosos e convidados especiais vão debater a vida e a obra do maior político de todos os tempos: Maquiavel – Niccolò di Bernardo dei Machiavelli, historiador, diplomata, filósofo, escritor e político memorável, nascido há 543 anos, que morreu de desgosto em 21 de junho de 1527.
No poder, adorava uma boa intriga palaciana, murmurada num mesa farta, com toalhas de linho, talheres pesados, porcelanas assinadas, vinhos de boa data servidos em copos de cristal. Demitido e exilado, cultivou em textos soberbos uma ironia discreta em relação às agruras do seu tempo. Essa ironia, carregada de desalento resignado em face da realidade, é confundida com cinismo:
“Grande é a diferença entre a maneira em que se vive e aquela em que se deveria viver ” – constatou com simplicidade e realismo em O Príncipe, advertindo a seguir: “Quem deixar de fazer o que é de costume, para fazer o que ‘deveria’ ser feito, encaminha-se mais para a ruína do que para sua salvação ”.
A obstinação de Maquiavel não eram as mulheres, como Casanova, nem a boa mesa, como Brillat Savarin, mas, sim, a política, na qual as ferramentas não deixam de ser semelhantes: também aí é indispensável o uso competente das armas da sedução e da conquista, além da capacidade de conciliar – ainda que seja o sabor dos vinhos com o aroma dos pratos. Maquiavel sempre quis ser apenas um político e, de fato, teve intensa atividade no governo florentino, dos 29 aos 43 anos de idade. A literatura foi uma fatalidade. Derrubado pelas fofocas, construiu sua glória nos 15 anos de exílio do poder.
Com o ócio forçado pelas circunstâncias, teve os vagares necessários à sua obra. Escreveu para não enlouquecer, até morrer, com apenas 58 anos. Numa dolorosa ironia, é preciso reconhecer que, graças às perseguições dos Médicis – que o levaram à solidão, ao exílio, ao último refúgio da escrita e à morte – temos hoje O príncipe, seu texto mais famoso, embora Discorsi sopra La Prima Deca di Tito Livi seja a obra-prima.
Maquiavel, na verdade, não tinha nada de amoral ou “maquiavélico”, no sentido perverso que o termo ganhou. Era franco, sincero e inovador. Os huguenotes franceses, os puritanos ingleses e os jesuítas, que tinham reduzido a atividade política a intrigas palacianas sustentadas pela força das armas, foram apanhados de surpresa pela força renovadora do pensamento de Maquiavel. A admiração (temperada com inveja ) que sua inteligência fulgurante despertou naquele tempo deriva da coragem que teve aos escrever certas verdades muito desagradáveis:
“É muito mais seguro sermos temidos do que amados. Os homens, com facilidade, ofendem aqueles que amam. Mas preferem um silêncio cauteloso diante daqueles que temem”.
(J.A. Pinheiro Machado - Zero Hora- 05/11/2012- página 2 - Adaptado)
Sobre a pontuação do texto, analise as afirmações a seguir, assinalando C , se correto, ou E, se errado.
( ) As aspas da linha 8 estão sendo utilizadas com a mesma função daquelas das linhas 9 a 10.
( ) Os parênteses da linha 22 poderiam ser substituídos por travessões sem incorrer em erro gramatical.
( ) Desconsiderando o uso de maiúsculas ou minúsculas, o ponto final depois de amam (linha 24) poderia ser substituído por uma vírgula, mantendo-se o sentido e a correção do período.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Instrução: A questão se refere ao texto abaixo.
Com quantas árvores se faz uma cidade
No fim de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou uma pesquisa extraída do Censo Demográfico 2010, Características Urbanísticas do Entorno dos Domicílios, que revela dados sobre a infraestrutura dos 5.565 municípios do país. O levantamento, que registra a existência de itens específicos do entorno dos domicílios como calçada, iluminação pública, coleta de lixo e arborização, abriu uma polêmica entre pesquisadores preocupados com a situação das árvores nas cidades brasileiras.
O ____________ é firme. As árvores são importantes no meio urbano por amenizar as altas temperaturas, umedecer o ambiente e reduzir os poluentes atmosféricos, além de diminuir a poluição sonora. Seu pleno potencial se ______________ em espécies de grande porte - com oito metros de altura e copa de 25 metros de diâmetro ou mais. Elas também absorvem dióxido de carbono, propriedade crucial em tempos de mudança climática. E são imprescindíveis por sua beleza natural.
Entre as cidades com mais de um milhão de habitantes, Goiânia (GO) aparece em primeiro lugar no estudo do IBGE, com quase 90% dos domicílios contemplados por árvores ao seu redor. A seguir ..................... Campinas (SP) e Belo Horizonte (MG), com 88,4% e 83%, respectivamente. O problema é a pesquisa considerar que uma quadra é arborizada se abrigar uma única árvore. "Além de não servir para o diagnóstico do verde urbano, esse estudo divulga dados imprecisos ou incorretos", critica o biólogo João Carlos Nucci, professor no Departamento de Geografia da Universidade Federal do Paraná.
Segundo Nucci, tanto as universidades quanto a Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (Sbau) ainda discutem qual é a melhor forma de coletar índices de arborização em uma cidade. Não há acordo sequer sobre a definição do que são as áreas verdes urbanas, o que acaba gerando índices discrepantes entre os municípios, a depender do conceito adotado. Entre os termos em debate estão cobertura vegetal, floresta urbana, espaço livre e outros.
Maria Luisa Castello Branco, coordenadora de geografia no IBGE, defende a pesquisa e explica que o objetivo não era fazer um levantamento das árvores encontradas, mas sim fornecer um panorama geral dos ______________. "É uma pesquisa que tem de ser analisada em seu conjunto", diz. "Mas não tenho dúvida de que os locais onde há pelo menos uma árvore são melhores do que onde não há
nenhuma."
(Fonte:< http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/480/com-quantas-arvores-se-faz-uma-cidade-um-estudo-267796-1.htm> 09/2012 – texto adaptado)
Considerando a correta grafia das palavras, as lacunas tracejadas das linhas 05, 06 e 19 ficam correta e respectivamente preenchidas por:
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O segredo do sucesso – tem que lutar, não se abater.
Se treino é responsável por boa parte do sucesso das pessoas que chegaram ao ponto mais alto do pódio (outros fatores virão), é preciso entender o que as levou a se esforçar tanto. Quem passa 10 mil horas da vida se dedicando a qualquer coisa que seja tem pelo menos uma característica muito ressaltada: o autocontrole. O autocontrole permite que a pessoa não se lembre que seria muito mais legal dormir ou estar no bar do que trabalhando. O teste do marshmallow, feito na Universidade Stanford na década de 1960, é o melhor exemplo que se tem sobre a ocorrência de autocontrole. Psicólogos ofereciam a crianças um grande marshmallow e davam a elas a opção de comê-lo imediatamente ou esperar um tempinho enquanto os psicólogos saíssem da sala. Se as crianças esperassem, ganhariam de recompensa um segundo marshmallow. Apenas um terço das crianças aguentava esperar, o resto comia o doce afoitamente. (Há um vídeo na internet desse teste feito nos dias de hoje. As imagens das crianças tentando resistir à tentação são de partir o coração.) Depois, os pesquisadores acompanharam o desempenho dessas crianças nas décadas seguintes. Aquelas que haviam esperado pelo segundo doce tinham tirado notas mais altas no vestibular e tinham mais amigos. Depois de anos estudando esse grupo de voluntários, concluiu-se que a capacidade de manter o autocontrole previa com muito mais precisão a ocorrência de sucesso e ajustamento - era mais eficiente do que QI ou condição social, por exemplo. Por isso, tente sempre atrasar as gratificações - passe vontade e não faça sempre o que der na telha: o segredo para o sucesso pode estar aí.
A questão agora é entender por que algumas pessoas abrem mão do prazer imediato em troca do trabalho duro, e por que outras preferem sempre sair mais cedo do escritório. O processo mental, na verdade, é muito simples: para ter autocontrole, é preciso não ficar pensando na tentação e focar naquilo que é realmente importante no momento - por exemplo, terminar o serviço. É possível que esses traços tenham uma origem genética, mas é mais provável que a diferença esteja em outro ponto importante para entender o sucesso: motivação. Quem está motivado para ganhar uma medalha olímpica ou fazer um bom trabalho também abre mão da soneca da tarde com mais facilidade.
Motivação e ambição são um negócio meio misterioso, na verdade. Não funciona para todos da mesma maneira. "A maioria das pessoas sonha com um emprego estável, um salário aceitável, um chefe legal. Nem todo mundo tem ambição e quer crescer o tempo todo", diz Marcelo Ribeiro, professor do departamento de psicologia social e do trabalho da USP. Evolucionariamente, isso também faz todo o sentido. Durante séculos de seleção natural, alguns poucos ambiciosos foram escolhidos para conquistar os melhores pares, os maiores pedaços de comida e os cargos de liderança. Infelizmente, toda essa fartura não pode ir para todos - e a maioria teve de aprender a se satisfazer com o pouco que sobrou.
Dinheiro também não é a solução para todos os problemas. Nem sempre ele funciona como um bom motivador. (Não deixe seu chefe ler isso, se você estiver querendo um aumento.) Num estudo da Universidade Clark, nos EUA, que testava a capacidade de voluntários de resolver problemas de lógica, o dinheiro só atrapalhou. Aqueles que eram recompensados financeiramente para chegar à solução levavam muito mais tempo para resolver o problema. Os outros, sem a pressão do dinheiro, se deram melhor. Em muitos casos, acreditar que você está fazendo algo relevante é mais eficiente para motivação do que um salário mais rechonchudo. Não é à toa, então, que empresas que esperam resultados inovadores têm horários e cobranças flexíveis - para esses funcionários, fazer a diferença e a ilusão de independência valem mais do que ganhar bem. "O desejo de atribuir significado ao nosso trabalho é uma parte inata e inflexível da nossa composição. É pelo fato de sermos animais concentrados no significado que podemos pensar em nos render a uma carreira ajudando a levar água potável à Malaui rural", escreve o filósofo pop francês Alain de Botton, em seu livro Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho.
(Revista Superinteressante – julho/2012 – disponível em http://super.abril.com.br – adaptação)
Considere o vocábulo “Evolucionariamente” (l. 21) e as afirmações que se fazem acerca de seu processo de formação.
I. Trata-se de neologismo não dicionarizado, empregado como advérbio de modo.
II. A palavra que lhe deu origem é o adjetivo evolucionário.
III. Foi formado a partir de um processo de composição.
Quais estão corretas?
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quais 486 foram para o cargo de auxiliar administrativo. Nessa situação, o número de candidatos inscritos para o cargo de auxiliar administrativo equivale, em percentual a
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O segredo do sucesso – tem que lutar, não se abater.
Se treino é responsável por boa parte do sucesso das pessoas que chegaram ao ponto mais alto do pódio (outros fatores virão), é preciso entender o que as levou a se esforçar tanto. Quem passa 10 mil horas da vida se dedicando a qualquer coisa que seja tem pelo menos uma característica muito ressaltada: o autocontrole. O autocontrole permite que a pessoa não se lembre que seria muito mais legal dormir ou estar no bar do que trabalhando. O teste do marshmallow, feito na Universidade Stanford na década de 1960, é o melhor exemplo que se tem sobre a ocorrência de autocontrole. Psicólogos ofereciam a crianças um grande marshmallow e davam a elas a opção de comê-lo imediatamente ou esperar um tempinho enquanto os psicólogos saíssem da sala. Se as crianças esperassem, ganhariam de recompensa um segundo marshmallow. Apenas um terço das crianças aguentava esperar, o resto comia o doce afoitamente. (Há um vídeo na internet desse teste feito nos dias de hoje. As imagens das crianças tentando resistir à tentação são de partir o coração.) Depois, os pesquisadores acompanharam o desempenho dessas crianças nas décadas seguintes. Aquelas que haviam esperado pelo segundo doce tinham tirado notas mais altas no vestibular e tinham mais amigos. Depois de anos estudando esse grupo de voluntários, concluiu-se que a capacidade de manter o autocontrole previa com muito mais precisão a ocorrência de sucesso e ajustamento - era mais eficiente do que QI ou condição social, por exemplo. Por isso, tente sempre atrasar as gratificações - passe vontade e não faça sempre o que der na telha: o segredo para o sucesso pode estar aí.
A questão agora é entender por que algumas pessoas abrem mão do prazer imediato em troca do trabalho duro, e por que outras preferem sempre sair mais cedo do escritório. O processo mental, na verdade, é muito simples: para ter autocontrole, é preciso não ficar pensando na tentação e focar naquilo que é realmente importante no momento - por exemplo, terminar o serviço. É possível que esses traços tenham uma origem genética, mas é mais provável que a diferença esteja em outro ponto importante para entender o sucesso: motivação. Quem está motivado para ganhar uma medalha olímpica ou fazer um bom trabalho também abre mão da soneca da tarde com mais facilidade.
Motivação e ambição são um negócio meio misterioso, na verdade. Não funciona para todos da mesma maneira. "A maioria das pessoas sonha com um emprego estável, um salário aceitável, um chefe legal. Nem todo mundo tem ambição e quer crescer o tempo todo", diz Marcelo Ribeiro, professor do departamento de psicologia social e do trabalho da USP. Evolucionariamente, isso também faz todo o sentido. Durante séculos de seleção natural, alguns poucos ambiciosos foram escolhidos para conquistar os melhores pares, os maiores pedaços de comida e os cargos de liderança. Infelizmente, toda essa fartura não pode ir para todos - e a maioria teve de aprender a se satisfazer com o pouco que sobrou.
Dinheiro também não é a solução para todos os problemas. Nem sempre ele funciona como um bom motivador. (Não deixe seu chefe ler isso, se você estiver querendo um aumento.) Num estudo da Universidade Clark, nos EUA, que testava a capacidade de voluntários de resolver problemas de lógica, o dinheiro só atrapalhou. Aqueles que eram recompensados financeiramente para chegar à solução levavam muito mais tempo para resolver o problema. Os outros, sem a pressão do dinheiro, se deram melhor. Em muitos casos, acreditar que você está fazendo algo relevante é mais eficiente para motivação do que um salário mais rechonchudo. Não é à toa, então, que empresas que esperam resultados inovadores têm horários e cobranças flexíveis - para esses funcionários, fazer a diferença e a ilusão de independência valem mais do que ganhar bem. "O desejo de atribuir significado ao nosso trabalho é uma parte inata e inflexível da nossa composição. É pelo fato de sermos animais concentrados no significado que podemos pensar em nos render a uma carreira ajudando a levar água potável à Malaui rural", escreve o filósofo pop francês Alain de Botton, em seu livro Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho.
(Revista Superinteressante – julho/2012 – disponível em http://super.abril.com.br – adaptação)
Analise as assertivas a seguir a respeito do emprego da função sujeito nas orações, assinalando a alternativa que expressa a relação INCORRETA entre o verbo sublinhado e seu sujeito.
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Instrução: A questão se refere ao texto abaixo.
Com quantas árvores se faz uma cidade
No fim de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou uma pesquisa extraída do Censo Demográfico 2010, Características Urbanísticas do Entorno dos Domicílios, que revela dados sobre a infraestrutura dos 5.565 municípios do país. O levantamento, que registra a existência de itens específicos do entorno dos domicílios como calçada, iluminação pública, coleta de lixo e arborização, abriu uma polêmica entre pesquisadores preocupados com a situação das árvores nas cidades brasileiras.
O consenso é firme. As árvores são importantes no meio urbano por amenizar as altas temperaturas, umedecer o ambiente e reduzir os poluentes atmosféricos, além de diminuir a poluição sonora. Seu pleno potencial se expressa em espécies de grande porte - com oito metros de altura e copa de 25 metros de diâmetro ou mais. Elas também absorvem dióxido de carbono, propriedade crucial em tempos de mudança climática. E são imprescindíveis por sua beleza natural.
Entre as cidades com mais de um milhão de habitantes, Goiânia (GO) aparece em primeiro lugar no estudo do IBGE, com quase 90% dos domicílios contemplados por árvores ao seu redor. A seguir vêm Campinas (SP) e Belo Horizonte (MG), com 88,4% e 83%, respectivamente. O problema é a pesquisa considerar que uma quadra é arborizada se abrigar uma única árvore. "Além de não servir para o diagnóstico do verde urbano, esse estudo divulga dados imprecisos ou incorretos", critica o biólogo João Carlos Nucci, professor no Departamento de Geografia da Universidade Federal do Paraná.
Segundo Nucci, tanto as universidades quanto a Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (Sbau) ainda discutem qual é a melhor forma de coletar índices de arborização em uma cidade. Não há acordo sequer sobre a definição do que são as áreas verdes urbanas, o que acaba gerando índices discrepantes entre os municípios, a depender do conceito adotado. Entre os termos em debate estão cobertura vegetal, floresta urbana, espaço livre e outros.
Maria Luisa Castello Branco, coordenadora de geografia no IBGE, defende a pesquisa e explica que o objetivo não era fazer um levantamento das árvores encontradas, mas sim fornecer um panorama geral dos logradouros. "É uma pesquisa que tem de ser analisada em seu conjunto", diz. "Mas não tenho dúvida de que os locais onde há pelo menos uma árvore são melhores do que onde não há
nenhuma."
(Fonte:< http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/480/com-quantas-arvores-se-faz-uma-cidade-um-estudo-267796-1.htm> 09/2012 – texto adaptado)
Para responder à questão, considere o seguinte período do texto:
“Maria Luisa Castello Branco, coordenadora de geografia no IBGE, defende a pesquisa e explica que o objetivo não era fazer um levantamento das árvores encontradas” (linhas 18 e 19).
Caso, na frase acima, no lugar do fragmento sublinhado utilizássemos a expressão Pesquisadores do IBGE, quantas OUTRAS alterações seriam necessárias para manter a correção do período?
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