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Foram encontradas 170 questões.

1364834 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Imbé-RS

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Maquiavel em Porto Alegre

A Ordem dos Advogados, através da Dra. Helena Ibañez, que comanda o núcleo de literatura da entidade, prepara, para o final do mês de novembro, um evento excepcional(II) sobre a grande política. Estudiosos e convidados especiais vão debater a vida e a obra do maior político de todos os tempos: Maquiavel – Niccolò di Bernardo dei Machiavelli, historiador, diplomata, filósofo, escritor e político memorável, nascido(II) há 543 anos, que morreu de desgosto em 21 de junho de 1527.

No poder, adorava uma boa intriga palaciana, murmurada num mesa farta, com toalhas de linho, talheres pesados, porcelanas assinadas, vinhos(II) de boa data servidos em copos de cristal. Demitido e exilado, cultivou em textos soberbos uma ironia discreta em relação às agruras do seu tempo. Essa ironia, carregada de desalento resignado em face da realidade, é confundida com cinismo:

“Grande é a diferença entre a maneira em que se vive e aquela em que se deveria viver” – constatou com simplicidade e realismo em O Príncipe, advertindo a seguir: “Quem deixar de fazer o que é de costume, para fazer o que ‘deveria’ ser feito, encaminha-se mais para a ruína do que para sua salvação”.

A obstinação de Maquiavel não eram as mulheres, como Casanova, nem a boa mesa, como Brillat Savarin, mas, sim, a política, na qual as ferramentas não deixam de ser semelhantes: também aí é indispensável o uso competente das armas da sedução e da conquista(III), além da capacidade de conciliar – ainda que seja o sabor dos vinhos com o aroma dos pratos. Maquiavel sempre quis ser apenas um político e, de fato, teve intensa(III) atividade no governo florentino(I), dos 29 aos 43 anos de idade. A literatura foi uma fatalidade. Derrubado pelas fofocas, construiu sua glória nos 15 anos de exílio do poder.

Com o ócio forçado pelas circunstâncias(I), teve os vagares necessários à sua obra. Escreveu para não enlouquecer, até morrer, com apenas 58 anos. Numa dolorosa ironia, é preciso reconhecer que, graças às perseguições dos Médicis – que o levaram à solidão, ao exílio, ao último refúgio da escrita e à morte – temos hoje O príncipe, seu texto mais famoso, embora Discorsi sopra La Prima Deca di Tito Livi seja a obra-prima.

Maquiavel, na verdade, não tinha nada de amoral ou “maquiavélico”, no sentido perverso que o termo ganhou. Era franco, sincero e inovador. Os huguenotes franceses, os puritanos ingleses e os jesuítas, que tinham reduzido a atividade política a intrigas palacianas sustentadas pela força das armas, foram apanhados de surpresa pela força renovadora do pensamento de Maquiavel. A admiração (temperada com inveja) que sua inteligência fulgurante despertou naquele tempo deriva da coragem que teve aos escrever certas verdades muito desagradáveis:

“É muito mais seguro sermos temidos do que amados. Os homens, com facilidade, ofendem aqueles que amam. Mas preferem um silêncio cauteloso diante daqueles que temem”.

(J.A. Pinheiro Machado - Zero Hora- 05/11/2012- página 2 - Adaptado)

Analise as assertivas abaixo:

I. Tanto em florentino quanto em circunstâncias, temos o mesmo número de letras e de fonemas.

II. Em excepcional, nascido e vinhos, encontramos dígrafos.

III. Em conquista e intensa os fonemas sublinhados representam sons diferentes.

Quais estão INCORRETAS?

 

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Nos dias de hoje, é comprovado que a prática de atividades físicas traz grandes benefícios à saúde física e mental das pessoas. Supondo que, diariamente, duas pessoas praticam corrida em uma pista circular, iniciando em um mesmo ponto de partida, constatou-se que a primeira dá uma volta completa em 4 minutos e a segunda percorre o mesmo trajeto em 5 minutos. Considerando que o ritmo de cada pessoa permanece o mesmo, em todo o trajeto da prática, essas duas pessoas voltarão a se encontrar, no mesmo ponto de partida, depois de
 

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Para responder à questão, considere as disposições do Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Imbé.
O Regimento Interno da Câmara de Vereadores estabelece que os serviços administrativos da Câmara serão regidos por regulamento próprio expedido pela Mesa Diretora e serão executados
 

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1364541 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Imbé-RS

A Constituição Federal, promulgada em 1988, estabelece em seu Art. 1º que a República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito, tendo como fundamentos, EXCETO

 

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1363959 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Imbé-RS
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Dentre os princípios orçamentários a serem observados na elaboração da proposta orçamentária, qual o princípio que determina existência de orçamento único para cada esfera de governo, tendo como fundamentação uma única política orçamentária e uma estrutura uniforme?
 

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1363075 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Imbé-RS

Com base na Constituição Federal, analise as seguintes afirmativas:

I. O Poder Legislativo é exercido pelo Congresso Nacional, que se compõe da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

II. O número total de Deputados, bem como a representação por Estado e pelo Distrito Federal, será estabelecido por lei complementar, observadas as disposições da referida Constituição.

III. Cada legislatura terá a duração de quatro anos.

IV. Cada Estado e o Distrito Federal elegerão quatro Senadores.

Quais estão corretas?

 

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1362146 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Imbé-RS
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A Câmara Municipal terá Comissões Permanentes e Temporárias, constituídas na forma e com as atribuições previstas na Lei Orgânica
Municipal, no Regimento Interno ou no ato de que resultar sua criação. Segundo as disposições da Lei Orgânica Municipal, de acordo com a matéria de sua competência, cabe às comissões:

I. Convocar Secretários Municipais para prestar informações sobre assuntos inerentes as suas atribuições.

II. Apreciar e emitir parecer sobre programas de obras e planos de desenvolvimento.

III. Realizar audiências públicas com entidades da sociedade civil.

IV. Solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidadão.

Quais estão corretas?

 

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1361631 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Imbé-RS

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Maquiavel em Porto Alegre

A Ordem dos Advogados, através da Dra. Helena Ibañez, que comanda o núcleo de literatura da entidade, prepara, para o final do mês de novembro, um evento excepcional sobre a grande política. Estudiosos e convidados especiais vão debater a vida e a obra do maior político de todos os tempos: Maquiavel – Niccolò di Bernardo dei Machiavelli, historiador, diplomata, filósofo, escritor e político memorável, nascido há 543 anos, que morreu de desgosto em 21 de junho de 1527.

No poder, adorava uma boa intriga palaciana, murmurada num mesa farta, com toalhas de linho, talheres pesados, porcelanas assinadas, vinhos de boa data servidos em copos de cristal. Demitido e exilado, cultivou em textos soberbos uma ironia discreta em relação às agruras do seu tempo. Essa ironia, carregada de desalento resignado em face da realidade, é confundida com cinismo:

“Grande é a diferença entre a maneira em que se vive e aquela em que se deveria viver” – constatou com simplicidade e realismo em O Príncipe, advertindo a seguir: “Quem deixar de fazer o que é de costume, para fazer o que ‘deveria’ ser feito, encaminha-se mais para a ruína do que para sua salvação”.

A obstinação de Maquiavel não eram as mulheres, como Casanova, nem a boa mesa, como Brillat Savarin, mas, sim, a política, na qual as ferramentas não deixam de ser semelhantes: também aí é indispensável o uso competente das armas da sedução e da conquista, além da capacidade de conciliar – ainda que seja o sabor dos vinhos com o aroma dos pratos. Maquiavel sempre quis ser apenas um político e, de fato, teve intensa atividade no governo florentino, dos 29 aos 43 anos de idade. A literatura foi uma fatalidade. Derrubado pelas fofocas, construiu sua glória nos 15 anos de exílio do poder.

Com o ócio forçado pelas circunstâncias, teve os vagares necessários à sua obra. Escreveu para não enlouquecer, até morrer, com apenas 58 anos. Numa dolorosa ironia, é preciso reconhecer que, graças às perseguições dos Médicis – que o levaram à solidão, ao exílio, ao último refúgio da escrita e à morte – temos hoje O príncipe, seu texto mais famoso, embora Discorsi sopra La Prima Deca di Tito Livi seja a obra-prima.

Maquiavel, na verdade, não tinha nada de amoral ou “maquiavélico”, no sentido perverso que o termo ganhou. Era franco, sincero e inovador. Os huguenotes franceses, os puritanos ingleses e os jesuítas, que tinham reduzido a atividade política a intrigas palacianas sustentadas pela força das armas, foram apanhados de surpresa pela força renovadora do pensamento de Maquiavel. A admiração (temperada com inveja) que sua inteligência fulgurante despertou naquele tempo deriva da coragem que teve aos escrever certas verdades muito desagradáveis:

“É muito mais seguro sermos temidos do que amados. Os homens, com facilidade, ofendem aqueles que amam. Mas preferem um silêncio cauteloso diante daqueles que temem”.

(J.A. Pinheiro Machado - Zero Hora- 05/11/2012- página 2 - Adaptado)

Analise as afirmativas abaixo, assinalando C, se correto, ou E, se errado.

( ) O trecho (Maquiavel) “teve os vagares necessários à sua obra” (linha 16) pode ser passado para a voz passiva.

( ) Na frase “Era franco, sincero e inovador(linha 20), os termos sublinhados referem-se a Maquiavel (linha 20), caracterizando-o.

( ) Se a última frase do texto (linha 24) fosse passada para a voz passiva, a forma verbal encontrada no lugar da que aparece no texto seria “é preferido”.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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1360616 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Imbé-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

O segredo do sucesso – tem que lutar, não se abater.

Se treino é responsável por boa parte do sucesso das pessoas que(I) chegaram ao ponto mais alto do pódio (outros fatores virão), é preciso entender o que as levou a se esforçar tanto. Quem passa 10 mil horas da vida se dedicando a qualquer coisa que seja tem pelo menos uma característica muito ressaltada: o autocontrole. O autocontrole permite que(II) a pessoa não se lembre que seria muito mais legal dormir ou estar no bar do que trabalhando. O teste do marshmallow, feito na Universidade Stanford na década de 1960, é o melhor exemplo que se tem sobre a ocorrência de autocontrole. Psicólogos ofereciam a crianças um grande marshmallow e davam a elas a opção de comê-lo imediatamente ou esperar um tempinho enquanto os psicólogos saíssem da sala. Se as crianças esperassem, ganhariam de recompensa um segundo marshmallow. Apenas um terço das crianças aguentava esperar, o resto comia o doce afoitamente. (Há um vídeo na internet desse teste feito nos dias de hoje. As imagens das crianças tentando resistir à tentação são de partir o coração.) Depois, os pesquisadores acompanharam o desempenho dessas crianças nas décadas seguintes. Aquelas que haviam esperado pelo segundo doce tinham tirado notas mais altas no vestibular e tinham mais amigos. Depois de anos estudando esse grupo de voluntários, concluiu-se que a capacidade de manter o autocontrole previa com muito mais precisão a ocorrência de sucesso e ajustamento - era mais eficiente do que(III) QI ou condição social, por exemplo. Por isso, tente sempre atrasar as gratificações - passe vontade e não faça sempre o que der na telha: o segredo para o sucesso pode estar aí.

A questão agora é entender por que algumas pessoas abrem mão do prazer imediato em troca do trabalho duro, e por que outras preferem sempre sair mais cedo do escritório. O processo mental, na verdade, é muito simples: para ter autocontrole, é preciso não ficar pensando na tentação e focar naquilo que é realmente importante no momento - por exemplo, terminar o serviço. É possível que esses traços tenham uma origem genética, mas é mais provável que a diferença esteja em outro ponto importante para entender o sucesso: motivação. Quem está motivado para ganhar uma medalha olímpica ou fazer um bom trabalho também abre mão da soneca da tarde com mais facilidade.

Motivação e ambição são um negócio meio misterioso, na verdade. Não funciona para todos da mesma maneira. "A maioria das pessoas sonha com um emprego estável, um salário aceitável, um chefe legal. Nem todo mundo tem ambição e quer crescer o tempo todo", diz Marcelo Ribeiro, professor do departamento de psicologia social e do trabalho da USP. Evolucionariamente, isso também faz todo o sentido. Durante séculos de seleção natural, alguns poucos ambiciosos foram escolhidos para conquistar os melhores pares, os maiores pedaços de comida e os cargos de liderança. Infelizmente, toda essa fartura não pode ir para todos - e a maioria teve de aprender a se satisfazer com o pouco que sobrou.

Dinheiro também não é a solução para todos os problemas. Nem sempre ele funciona como um bom motivador. (Não deixe seu chefe ler isso, se você estiver querendo um aumento.) Num estudo da Universidade Clark, nos EUA, que testava a capacidade de voluntários de resolver problemas de lógica, o dinheiro só atrapalhou. Aqueles que eram recompensados financeiramente para chegar à solução levavam muito mais tempo para resolver o problema. Os outros, sem a pressão do dinheiro, se deram melhor. Em muitos casos, acreditar que você está fazendo algo relevante é mais eficiente para motivação do que um salário mais rechonchudo. Não é à toa, então, que empresas que esperam resultados inovadores têm horários e cobranças flexíveis - para esses funcionários, fazer a diferença e a ilusão de independência valem mais do que ganhar bem. "O desejo de atribuir significado ao nosso trabalho é uma parte inata e inflexível da nossa composição. É pelo fato de sermos animais concentrados no significado que podemos pensar em nos render a uma carreira ajudando a levar água potável à Malaui rural", escreve o filósofo pop francês Alain de Botton, em seu livro Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho.

(Revista Superinteressante – julho/2012 – disponível em http://super.abril.com.br – adaptação)

Analise as assertivas a seguir a respeito do emprego do vocábulo “que”.

I. Na linha 01, trata-se de uma conjunção integrante cujo referente é o substantivo “pessoas”, inserido em uma oração subordinada adjetiva.

II. Na linha 03, as duas ocorrências do “que” não são idênticas, sendo que somente a segunda e a terceira ocorrência são conjunções integrantes, introduzindo orações subordinadas substantivas.

III. Na linha 11, o “que” faz parte da conjunção subordinativa comparativa “mais... do que”, ocorrendo em uma oração subordinada adverbial.

Quais estão corretas?

 

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Para responder à questão, considere as disposições do Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Imbé.
Segundo as disposições do referido Regimento, a Mesa Diretora da Câmara é composta pelos seguintes cargos:
I. Presidente.
II. Primeiro e Segundo Vice-Presidentes.
III. Primeiro e Segundo Secretários.
IV. Primeiro e Segundo Relatores.
Quais estão corretas?
 

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