Foram encontradas 220 questões.
1628985
Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Sobre as condutas de realização de despesas pela administração pública ou de assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários ou adicionais, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Juíza diz que trabalhadores resgatados da escravidão são “viciados”
“Os trabalhadores são, em sua maioria, viciados em álcool e em drogas ilícitas, de modo que gastam todo o dinheiro do salário, perdem seus documentos e não voltam para o trabalho, quando não muitos praticam crimes.”
O comentário acima parece ter sido feito há mais de 100 anos, nos primórdios do mercado de trabalho assalariado no Brasil, mas foi proferido por uma juíza do Trabalho em Santa Catarina, neste ano. A juíza Herika Machado da Silveira Fischborn se referia a 156 trabalhadores que não recebiam salários há pelo menos dois meses e tiveram seus documentos retidos pelos donos da fazenda onde colhiam maçãs, em abril de 2010. Por lei, o empregador é obrigado a devolver a carteira de trabalho de um funcionário em até 48 horas após a assinatura do documento. Porém, segundo a juíza, a infração resultou em um suposto “benefício à sociedade”. Sem dinheiro, documentos e transporte, os trabalhadores não conseguiam voltar para suas casas no interior do Rio Grande do Sul, de onde haviam saído com promessas de emprego. Eles sequer conseguiam chegar à cidade mais próxima, São Joaquim, a 40 quilômetros da fazenda onde trabalhavam, por estrada de chão. Diante do caso, auditores fiscais do trabalho constataram o cerceamento de liberdade, suficiente para caracterizar trabalho análogo ao escravo, como define o Art. 149 do Código Penal. A juíza, porém, anulou parte dos autos de infração registrados pelos auditores. Segundo a magistrada, eles agiram “de forma cruel” ao permitir que os trabalhadores voltassem “ao ciclo vicioso de trabalho inadequado, vício, bebida, drogas, crack, crime e Estado passando a mão na cabeça”.
Juíza pede que Polícia Federal investigue auditores fiscais
A magistrada não só anulou parte da operação dos auditores fiscais do trabalho, mas também pediu que a Polícia Federal os investigasse. Segundo Fischborn, eles “praticaram crime” porque “forçaram, inventaram e criaram fatos inexistentes”. Ao negar os problemas encontrados no local, a juíza citou o procurador Marcelo D’Ambroso, que, durante a fiscalização, questionou a existência de trabalho escravo na fazenda. O procurador, hoje juiz do trabalho, teria dito que “não foi constatada a presença de barracos de lona ou choupanas para acomodação dos trabalhadores, uma das características típicas do trabalho escravo contemporâneo”. As cenas descritas pelos auditores fiscais e as fotografias tiradas na fazenda, porém, mostram que os alojamentos não se encaixam nos padrões mínimos determinados pelo Ministério do Trabalho, que devem nortear o trabalho dos auditores nessas fiscalizações.
Colchões não tinham cobertores e pregos estavam aparentes
Em uma das regiões mais frias do Brasil, os trabalhadores da fazenda moravam em um barracão de alvenaria, em camas com pregos expostos, sem lençóis ou cobertores, e em colchões de espumas desgastadas. Segundo a descrição feita à época, “os banheiros não possuíam portas e eram integrados aos quartos, fazendo com que a água do banho escorresse por debaixo das camas e aumentasse a umidade do local.” Ali, também não existiam sequer vassouras e outros equipamentos de limpeza. Lilian Rezende, a auditora fiscal que coordenou a ação, diz que não inventou fatos e que sequer foi ouvida pela juíza, que teria extrapolado as suas funções. “É um processo que desde o início me condena de pronto, sem permitir minha defesa.” Neste mês de setembro, a auditora levou o caso – cuja sentença foi proferida em março – ao Conselho Nacional da Justiça, responsável pela supervisão dos juízes em todo o país, e à Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), vinculada à Secretaria de Direitos Humanos do Ministério da Justiça.
Outra juíza já havia derrubado autos de infração
A decisão de Herika não é a primeira a favor do empregador. O trabalho de fiscalização já havia sido derrubado por outra juíza do trabalho de Santa Catarina, em 2012. Na ocasião, a magistrada anulou a caracterização de trabalho análogo ao de escravo. O caso chegou ao Tribunal Superior do Trabalho, que devolveu o processo novamente para as instâncias inferiores, em Santa Catarina. O tribunal pediu que os 24 problemas encontrados pelos auditores fossem analisados separadamente, e que os juízes não entrassem no mérito do que definia ou não o trabalho escravo. Diante dessa sequência de decisões judiciais, o empregador não responderá na Justiça pelo crime de redução de pessoas a trabalho análogo ao de escravo. Já os auditores fiscais são os únicos que continuam a ter que se defender nesse caso.
(Adaptado de: LOCATELLI, P. Carta Capital. 19 set. 2016. Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/
sociedade/juiza-diz-que-trabalhadores-resgatados-da-escravidao-sao-201cviciados201d>. Acesso em: 16 nov. 2016.)
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
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1628593
Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Conforme estabelecido no Art. 29-A, da Constituição Federal de 1988, o total da despesa do Poder Legislativo Municipal, incluídos os subsídios dos vereadores e excluídos os gastos com inativos, não poderá ultrapassar os seguintes percentuais, relativos ao somatório da receita tributária e das transferências previstas no !$ \S !$ 5º do Art. 153 e nos Arts. 158 e 159, efetivamente realizado no exercício anterior.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o percentual aplicável ao Município de Londrina.
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Saulo e sua equipe da área de Gestão de Pessoas realizaram uma pesquisa de clima organizacional junto aos colaboradores em uma empresa estatal utilizando-se da escala clássica de Kolb et al (1986) baseada em sete fatores: conformidade com as normas; padrões de desempenho, calor e apoio; liderança; clareza dos objetivos organizacionais; recompensa e responsabilidade.
(KOLB, D. A. et al. Psicologia Organizacional: uma abordagem vivencial. São Paulo: Atlas, 1986.)
Na tabulação dos dados, o grupo identificou um baixo nível de satisfação em relação à clareza organizacional. Com base nessas informações, a equipe de Saulo propôs algumas ações para resolver o problema.
Quanto às ações pelas quais Saulo deve optar, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Instituir um plano de carreira.
( ) Instituir um plano de cargos e salários.
( ) Propor uma redução na jornada de trabalho.
( ) Criar um restaurante e um ambulatório.
( ) Instalar um sistema eletrônico de controle de ponto do pessoal.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
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1627835
Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia a citação a seguir.
Ética é, para os jornalistas, o conjunto de normas que devem reger sua conduta no desempenho da profissão.
(ANDRÉ, A. Ética e Códigos de Comunicação Social. Porto Alegre: Editora Sagra Luzzatto, 1994. p.19.)
Sobre o Código de Ética dos jornalistas, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Permite ao jornalista sonegar informações que depreciem o assessorado, porém isso prejudica a imagem da empresa e deve ser evitado.
( ) Prevê que a prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as não governamentais, deve ser considerada uma obrigação social.
( ) Define o direito público à informação, no entanto não condena a censura e a autocensura presentes no trabalho de assessores em relação ao assessorado.
( ) Define que é conduta reprovável fazer cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas das quais seja assessor.
( ) Prevê, no que tange à responsabilidade do assessor de imprensa, que ele é responsável pela informação que divulga, mesmo que esta tenha sido alterada.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
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Leia a citação a seguir.
A principal missão da assessoria de imprensa no Governo é contribuir para que a sociedade, por meio da mídia jornalística, tenha acesso às informações de seu interesse.
(VIVEIROS, R.; EID, M. A. O Signo da Verdade: assessoria de imprensa feita por jornalistas. São Paulo: Summus, 2007. p.1.)
Em relação ao papel do assessor de imprensa na esfera pública, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) O assessor deve participar também das tomadas de decisão para formulação de medidas, caso contrário, terá dificuldade em entender o contexto e explicá-lo para a mídia.
( ) O assessor é o primeiro ponto de contato com o serviço de diplomacia e tem autoridade sobre o relacionamento da equipe com esse serviço e demais instituições relacionadas ao assessorado.
( ) O assessor deve ter um relacionamento estreito com a autoridade do Governo, com o qual exerce sua atividade, mesmo que não trabalhe diretamente no Executivo.
( ) O assessor tem a responsabilidade de promover o lobby já que essa atividade é regulamentada no Brasil.
( ) O assessor tem como obrigação exercer as funções de porta-voz do órgão assessorado para quaisquer circunstâncias, inclusive dando entrevistas frequentemente.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
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O Direito, como as demais disciplinas pertencentes ao conhecimento humano, possui uma terminologia própria que desenvolve conceitos e termos.
Com relação à terminologia jurídica, de acordo com Silva (2010) , assinale a alternativa correta.
(SILVA, A. G. Terminologia jurídica. In: SILVA, A. G. Fontes de informação jurídica: conceitos e técnicas
de leitura para o profissional da informação. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. Cap.3. p.44-45 e p.52-53.)
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1627168
Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Em relação ao protocolo OSPF, assinale a alternativa correta.
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Sobre as formas de tratamento, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
A violência que mais vitima mulheres no Brasil ocorre dentro das residências, praticada pelas mãos da pessoa com quem elas escolheram viver. Pesquisa realizada pelo Data Senado no ano passado aponta que uma em cada cinco mulheres brasileiras já foi vítima de agressão e, entre elas, 73% foram agredidas por marido, companheiro, namorado ou algum homem com quem já tiveram relacionamento. Foi apenas há dez anos, porém, que a violência praticada dentro de casa – por pessoas da própria família – passou a ser reconhecida como crime. Uma década após a promulgação da Lei Maria da Penha, o Brasil comemora o fato de ter uma das leis de proteção da mulher mais avançadas do mundo, que reconhece como violência não apenas as agressões físicas, mas também a violência física e moral. Falta de estrutura pública para realizar o atendimento às mulheres, o medo de denunciar e a falta de conhecimento das questões de gênero por parte do sistema jurídico são considerados os principais entraves para a efetivação da lei.
“É a primeira legislação que fala efetivamente de violência de gênero no Brasil. Antes disso, em pleno século 21, não existia previsão legal de reconhecimento dos direitos humanos das mulheres e principalmente destinada à proteção daquelas submetidas à violência. Não existia diferenciação entre as demais políticas públicas que combatem violência e as violências de gênero”, opina a promotora de Justiça Mariana Seifert Bazzo, coordenadora do Núcleo de Promoção da Igualdade de Gênero (Nupige). Uma das mais importantes determinações desta legislação é a possibilidade de pedir uma medida protetiva judicial que ordena o afastamento imediato do homem agressor. “Antes da lei, a mulher agredida continuava à mercê do responsável pela violência”, comenta.
Segundo dados consolidados pelo Nupige, foram registrados no Estado 17.639 casos de violência doméstica contra a mulher entre o segundo semestre de 2014 e o primeiro de 2015. Além disso, comunicaram-se à instituição 187 feminicídios ocorridos entre 10 de março de 2015 (quando a Lei do Feminicídio entrou em vigor) e 29 de julho de 2016. O feminicídio, segundo a promotora, é o fim de um processo que pode durar anos e submeter a mulher a torturas físicas e psicológicas. Por isso, ela reforça que um dos avanços trazidos pela lei é o reconhecimento das violências que antecipam a prática das graves agressões, como a violência psicológica e agressões que não caracterizam tentativa de homicídio. “Atualmente essas condutas são consideradas crimes, mas antes da lei eram entendidas como episódios de menor importância. A violência que a mulher sofre dentro de casa não é um irrelevante penal, é um crime gravíssimo que toda a sociedade tem o dever de combater”, diz, lembrando que 80% dos casos de violência praticada contra as mulheres ocorrem dentro de casa. “As mulheres são assassinadas por pessoas conhecidas”, lamenta.
Apesar da Lei Maria da Penha ser considerada avançada em relação ao resto do mundo, a promotora explica que muitas mulheres ainda temem buscar proteção. A pesquisa do Data Senado mostra que as vítimas que optaram por não denunciar alegaram, como principais motivos: a preocupação com a criação dos filhos (24%), o medo de vingança do agressor (21%) e acreditar que seria a última vez (16%). A crença na impunidade do agressor e a vergonha da agressão foram citadas por 10% e 7%, respectivamente. “Elas não denunciam porque tentam refazer a relação afetiva com a pessoa com quem têm filhos e também sentem medo do agressor, temem que fiquem ainda mais perigosos, mas a lei tem desconstruído essa ideia. As mulheres estão entendendo que não vão perder a casa, a guarda dos filhos ou bens se denunciarem”, avalia.
Apesar da violência doméstica ocorrer em todas as classes sociais, Mariana Seifert Bazzo pontua que nas classes mais altas o constrangimento de denunciar é maior. “Um caso como o da Luiza Brunet, que denunciou na mídia ter sido agredida pelo marido, jamais seria de conhecimento público há um tempo atrás, porque a sociedade tende a culpabilizar a mulher pela violência sofrida. Por isso defendo que a aplicação da lei deve ser um comprometimento de todos, não é mera briga de marido e mulher”, lamenta.
Outro motivo de preocupação é a perpetuação da violência através das gerações. “A maioria das agressões é presenciada por filhos, ainda crianças, que podem começar a achar a violência natural. É um problema social que afeta toda a infância e juventude”, denuncia. Para mudar essa realidade, a promotora afirma que são necessários agentes públicos sensibilizados e capazes de atender rapidamente as demandas das vítimas, com encaminhamento para exames de lesão corporal, agilidade na medida protetiva e rápida intimação do agressor. “Para isso, é necessário orçamento e mobilização do poder público. Muitas políticas públicas ainda não foram realizadas para garantir a implementação da lei, como número suficiente de promotorias e delegacias especializadas. A violência contra a mulher tem um aspecto cultural, por isso a desconstrução dessa cultura é importante”, pede.
(Adaptado de: AVANSINI, C. Combate à violência doméstica é dever de toda a
sociedade. Folha de Londrina. 21 ago. 2016. Reportagem: Problema Social. p.6.)
Em relação ao terceiro parágrafo do texto, considere as afirmativas a seguir.
I. O complemento do verbo “comunicaram-se” é “187 feminicídios”.
II. O sujeito da locução verbal “foram registrados” é “17.639 casos”.
III. A expressão “Além disso” tem sentido de adição de argumentos.
IV. Os parênteses podem ser substituídos por vírgulas.
Assinale a alternativa correta.
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