Magna Concursos

Foram encontradas 220 questões.

1814951 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Marina trabalha na prefeitura de uma cidade do interior de Goiás como analista de recursos humanos. Ela já presenciou inúmeras situações de conflito interno na proposição de novos projetos para a otimização de resultados gerenciais, em geral relacionados a diferenças nas metas, competição por recursos, desacordos com padrões de desempenho e incongruências na estrutura. Marina opta por adotar a abordagem da barganha distributiva, também conhecida como negociação distributiva, para chegar a resultados organizacionais satisfatórios.
Sobre a negociação distributiva, considere as afirmativas a seguir.
I. Enfatiza aspectos de barganha e premia o uso das táticas competitivas, em detrimento das táticas cooperativas.
II. Foca a rivalidade, o relacionamento de curto prazo entre as partes conflitantes, refutando argumentos e não promovendo concessões.
III. Estimula os indivíduos a defenderem seus próprios interesses e pensar que seus ganhos são sempre conseguidos à custa de outros.
IV. Ouve os argumentos e busca criar condições de conforto emocional para que o oponente possa aceitar o acordo sem que se sinta derrotado.
Assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1814863 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Provas:
O planejamento estratégico de comunicação deve
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1814857 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Provas:
Leia a crônica a seguir e responda à questão.
Um dos traços mais significativos do pensamento moderno é a sua flexibilidade para compreender todos os aspectos da realidade, isto é, incluí-los na sua compreensão. Exemplo notável dessa abrangência, que parece desconhecer limites, é a teoria quântica que, por tão inusitada e inovadora, foi inicialmente negada pelo próprio Einstein. É que a visão de Einstein se fundava no princípio de que o Universo é regido por leis coerentes e harmoniosas, enquanto a teoria quântica introduziu no pensamento científico o “princípio da incerteza”. Noutras palavras, na mecânica quântica, não é possível prever com precisão os eventos físicos, pois nem todos os fenômenos obedecem à regularidade das leis que regem a matéria.
Na mesma linha, podemos situar a “teoria do caos”, que aceita a desordem como um outro tipo de ordem, só que mais complexa e difícil de definir. Há também uma teoria, baseada na segunda lei da termodinâmica, que prevê a morte térmica do Universo, partindo do fato de que, na transformação de energia em trabalho, dá-se uma constante perda de energia; daí a tendência de todos os sistemas para a desorganização, ou seja, para a desordem. É a isso que se chama entropia.
A necessidade de tudo explicar e compreender é sem dúvida um avanço do pensamento humano que, se estendido ao campo da política e até do simples convívio humano, evitará muito erro e até mesmo muito desastre. Quanto mais aceitamos a complexidade do mundo e da vida, menos esquemáticos somos e, por consequência, menos intolerantes.
Mas devemos tomar cuidado com esta tese, já que ela pode também conduzir à pura e simples aceitação de tudo, o que, em vez de produzir benefícios, produzirá prejuízos. E aqui, mais uma vez, aplica-se o princípio da não simplificação dos problemas.
Tomemos como exemplo a questão do que é gramaticalmente certo ou errado. Antigamente, exigia-se obediência rigorosa às regras gramaticais, mas, seguindo neste campo, as coisas mudaram: hoje, em lugar de simplesmente afirmar-se que determinada expressão está errada, leva-se em conta o fato de que existem usos diferentes do idioma, donde concluir-se que a mesma norma não vale para o uso culto e para o uso popular. Deve-se admitir então que não há mais norma alguma e que as leis gramaticais foram abolidas? Certamente, não. Mas tampouco é esta uma questão simples.
Como escritor, mantenho com o idioma uma relação um pouco diferente da que mantêm as demais pessoas. Daí talvez minha preocupação com respeito à adoção do vale-tudo em matéria gramatical. Parto do princípio de que a obediência às normas básicas do idioma preserva- lhe uma capacidade maior de expressar, com precisão, o pensamento, sem eliminar as sutilezas e as nuances que o tornam mais rico. Por exemplo, hoje em dia quase ninguém mais fala este e esta. Talvez por mero desleixo, as pessoas dizem esse ou essa, como se não houvesse qualquer distinção entre as duas palavras. Na televisão, é comum ouvir-se o locutor dizer, referindo-se ao momento presente: “a nossa programação dessa noite...” Ou: “nesse momento passamos a transmitir de nossos estúdios”. Embora não se trate de nenhum grave delito, se esse uso errado se impuser como certo, a língua ficará mais pobre. Há muitos outros casos de uso errado mas frequente de expressões como “um dos que fez” (em lugar de fizeram), ou “as milhões de pessoas” (em vez de os milhões). O perigo é que passem a dizer “dois dúzias de ovos”... A tolerância é louvável, mas tem limites.
Devo dizer, porém, que não estou aqui para criminalizar esses atentados ao bom uso da língua, já que sou autor de um aforismo que diz: “quem tem frase de vidro não joga crase na frase do vizinho”.
(Adaptado de: GULLAR, Ferreira. O certo e o errado. In: Melhores crônicas. São Paulo: Global, 2004. p.182-184.)
A respeito da inversão de termos, considere as afirmativas a seguir.
I. Em “Quanto mais aceitamos a complexidade do mundo e da vida, menos esquemáticos somos e, por consequência, menos intolerantes”, o predicativo do sujeito aparece anteposto ao verbo.
II. Em “A necessidade de tudo explicar e compreender é sem dúvida um avanço do pensamento humano”, o objeto direto aparece anteposto aos verbos.
III. Em “Como escritor, mantenho com o idioma uma relação um pouco diferente da que mantêm as demais pessoas”, há um sujeito simples determinado posposto ao seu verbo.
IV. Em “Mas tampouco é esta uma questão simples”, o predicativo do sujeito aparece anteposto ao verbo.
Assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1814833 Ano: 2016
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Provas:
Em relação ao processo legislativo, a proposição acessória apresentada a um projeto de lei refere-se à
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1814770 Ano: 2016
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Provas:
Atualmente, a virtualização é uma parte importantíssima nos datacenters. A eficiência operacional oferecida pela virtualização permite à organização reduzir radicalmente o esforço e o consumo de energia nas operações.
Em relação ao recurso de virtualização do Windows Server 2008 R2, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) O Hyper-V é um hipervisor do tipo micro-kernelized que gerencia os recursos do sistema de um servidor para fornecer um ambiente virtualizado para sistemas operacionais e aplicações.
( ) Permite virtualizar apresentações ao virtualizar o ambiente de processamento e isolar o processamento dos gráficos e da E/S, de modo que se pode executar uma aplicação em um local e controlá-la em outro.
( ) Permite que as máquinas virtuais sejam movidas entre nós de cluster de failover com a momentânea interrupção dos serviços fornecidos por elas durante o processo.
( ) Nos computadores virtuais, o formato de arquivo .vhd se tornou um padrão na implantação e no intercâmbio de aplicações e sistemas operacionais pré-configurados.
( ) O número de máquinas virtuais tende a crescer muito mais rápido que o de computadores físicos, já que elas normalmente não requerem uma aquisição de hardware. Tal fato simplifica o gerenciamento de datacenters virtuais.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1814766 Ano: 2016
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Provas:
Política de desenvolvimento de coleções é um instrumento para apoiar o processo de formação e crescimento de coleções. É representada por um documento formal elaborado pela equipe responsável pelo processo (WEITZEL, 2013).
(WEITZEL, S. R. Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções
em bibliotecas universitárias. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2013.)
Com relação às funções da política de desenvolvimento de coleções, considere as afirmativas a seguir.
I. Melhorar o canal de comunicação com a comunidade usuária.
II. Evitar conflitos de interesse e obter consenso quanto ao desenvolvimento da coleção.
III. Definir o fluxo do trabalho rotineiro da aquisição.
IV. Ser um documento definitivo.
Assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1814765 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Eventos são considerados estratégias de comunicação aproximativa, uma vez que potencializam o encontro da organização com seus públicos de interesse em experiências de comunicação controladas.
Sobre a noção estratégica de eventos, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1813284 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Provas:
Leia os textos a seguir, parte integrante da Constituição Federal do Brasil, de 1988, e responda à questão.
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
I – construir uma sociedade livre, justa e solidária;
II – garantir o desenvolvimento nacional;
III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:
I – independência nacional;
II – prevalência dos direitos humanos;
III – autodeterminação dos povos;
IV – não-intervenção;
V – igualdade entre os Estados;
VI – defesa da paz;
VII – solução pacífica dos conflitos;
VIII – repúdio ao terrorismo e ao racismo;
IX – cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;
X – concessão de asilo político.
Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.
(Disponível em: <http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/Constituicoes_Brasileiras/constituicao1988.html>. Acesso em: 28 nov. 2016.)
Sobre o Art. 3º, considere as afirmativas a seguir.
I. O sintagma nominal “objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil” tem por núcleo “República”.
II. Os seus incisos são construídos somente com verbos transitivos diretos.
III. No inciso III, a primeira ocorrência da conjunção “e” coordena elementos de mesma classe gramatical, os quais diferem, também em termos gramaticais, dos elementos coordenados pelo terceiro emprego dessa conjunção.
IV. As palavras “todos”, “quaisquer” e “outras”, no inciso IV, pertencem à mesma classe gramatical.
Assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1751931 Ano: 2016
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Provas:
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a denominação da metodologia de estudo do comportamento informacional, segundo a qual as pessoas dão significado ao mundo e ao uso da informação nesse processo, caracterizada pelo trinômio situação, lacuna e resultado.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1751627 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Provas:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Pode parecer à primeira vista que exposição oral, dada a natureza espontânea da linguagem falada, deva ser um improviso, em sentido absoluto, para causar uma boa impressão no auditório. E, com efeito, é fácil perceber como a sensação do improviso é estimulante e capta uma simpatia geral para o orador. Ao contrário, o discurso lido, ou evidentemente decorado, tem a vencer, de início, uma instintiva má vontade; e só é bem aceito em casos muito definidos em que a convenção social o impõe.
A linguagem falada está de tal modo integrada no ambiente de uma situação concreta, que nos comprazemos em imaginar a exposição ideal como sendo aquela que espontaneamente emerge da situação em que se manifesta.
Esse sentimento do auditório deve ser levado cuidadosamente em conta pelos expositores, mas nunca desgarrá-los a ponto de se pautarem literalmente por ele. Nenhum grande orador jamais procedeu de tal forma, desde a Antiguidade Clássica, quando a fala em público tinha primacial importância para o político na ágora e para o general no campo de batalha; do gênio da oratória grega, que foi Demóstenes, se disse, ainda em seu tempo, que todos os seus discursos cheiravam a azeite de candeia, e ele próprio admitiu o que aí se insinuava, retrucando ao crítico malevolente, que tinha fama de ladrão: “Para coisa muito diversa te serve a luz da candeia”.
A rigor, o improviso deve restringir-se à formulação verbal dos pensamentos. À frase de antemão preparada, em todos os seus detalhes, falta o calor e a vida que queremos sentir na enunciação oral. Para ter uma e outra é preciso que ela seja um produto do momento, determinada pelo estímulo da atenção e do interesse que o expositor apreende em volta de si e orientada pelas reações dos indivíduos em cujo meio ele se acha. Há um processo de elaboração formal condicionada pela receptividade mais ou menos cambiante que se entremostra nos ouvintes, e só assim a exposição se torna impressiva e eficiente. É o que não se verifica no discurso lido, e esta circunstância é uma das várias inconveniências que ele oferece.
Já no âmbito da composição, isto é, do plano em que a exposição se vai desenvolver, o improviso só pode ser desastroso. Temos de saber, de antemão, o pensamento central que vamos expor e temos de construir, de antemão, esse pensamento num todo orgânico e lógico.
Daí decorre a necessidade de um cuidadoso trabalho mental preliminar, que podemos dividir em dois itens:
1º) determinar o que vamos dizer e consolidar o nosso conhecimento a respeito, através de reflexões e pesquisas;
2º) organizar a distribuição do assunto da maneira que nos parece mais interessante, clara e impressiva.
O primeiro item abrange uma série de atividades, que constituem os prolegômenos da exposição; o segundo é a afincada “vigília à luz da candeia”, que se atribuiu a Demóstenes, a fim de ficar nitidamente elaborado um roteiro e prevista a marcha a seguir.
(CÂMARA JÚNIOR, Joaquim Mattoso. A exposição oral. Cap.V. In:
Manual de Expressão Oral e Escrita. 16.ed. Petrópolis: Vozes, 1998. p.45-46.)
Assinale a alternativa que corretamente justifica a ocorrência ou a ausência da crase nos trechos apresentados.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas