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Foram encontradas 540 questões.

2204798 Ano: 2017
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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A disjunção (inclusiva) entre duas proposições compostas tem valor falso se
 

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2204797 Ano: 2017
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de EPI (Equipamento de Proteção Individual) para proteção dos membros inferiores.
 

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2204796 Ano: 2017
Disciplina: Comunicação Social
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Ao gerenciar crises enfrentadas por empresas públicas ou privadas, o assessor de imprensa deve
 

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2204795 Ano: 2017
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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As formas de conservação e os cuidados tomados ao manusear os alimentos são fundamentais para garantir a higiene deles. Quanto às possíveis formas de contaminação dos alimentos, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Não lavar as mãos com água e sabão antes de manusear alimentos pode ser um meio de contaminação de origem biológica, pois pode trazer materiais estranhos para o alimento, como pedaços de metal, poeira ou madeira.
II. A lavagem das mãos com água e sabão é um meio eficiente de impedir a contaminação dos alimentos por microrganismos, quando feita antes do manuseio dos alimentos.
III. A contaminação física acontece através do toque, quando se coloca as mãos diretamente sobre o alimento.
IV. Manter os alimentos cobertos e utilizar tocas para os cabelos são meios de prevenir a contaminação física dos alimentos.
 

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2204794 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Em relação ao arranjo físico das instalações de máquinas e equipamentos, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) As vias principais de circulação nos locais de trabalho e as que conduzem às saídas devem ter, no mínimo, 1,50 m (um metro e cinquenta centímetros) de largura.
( ) Os materiais em utilização no processo produtivo devem ser alocados em áreas específicas de armazenamento, devidamente demarcadas com faixas na cor indicada pelas normas técnicas oficiais ou sinalizadas, quando se tratar de áreas internas.
( ) Os espaços ao redor das máquinas e equipamentos devem ser adequados ao seu tipo e ao tipo de operação, de forma a prevenir a ocorrência de acidentes e doenças relacionados ao trabalho.
( ) A Distância mínima entre máquinas, em conformidade com suas características e aplicações, deve garantir a segurança dos trabalhadores durante sua operação, manutenção, ajuste, limpeza e inspeção, e permitir a movimentação dos segmentos corporais, em face da natureza da tarefa.
 

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2204793 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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A cidade, a casa e os livros (Memórias)
Antonio Candido
Para mim, Poços de Caldas está associada de modo essencial à ideia do livro e da leitura. A cidade tinha 12.000 habitantes quando nela fomos morar, em janeiro de 1930. Eu ia pelos onze anos e meio e era um pequeno leitor compulsivo, atraído pelos livros de um modo um pouco maníaco. Tendo lido até então, desde os seis anos, livros infantis e já alguns para adultos, mergulhei nestes em Poços, encontrando condições favoráveis para isso.
Meu pai era médico, mas além dos livros ligados à sua profissão tinha uma biblioteca de filosofia, história e literatura. Ela ficara na maior parte guardada alguns anos no Rio de Janeiro, enquanto morávamos na cidade sulmineira de Cássia. Abrindo os caixotes, meus irmãos e eu fomos vendo sair deles centenas de volumes, nas suas brochuras leves ou em sólidas encadernações. Nossos pais nos estimulavam a lê-los, nos puxando sempre para cima, isto é, para obras destinadas a adultos, das quais meu pai costumava nos ler e comentar trechos depois do jantar, antes de ir para o escritório e seus estudos.
[...]
Além disso, Poços de Caldas proporcionou a mim e meus irmãos o acesso a uma livraria pequena, de qualidade, a Vida Social, situada na antiga Rua Bahia, atual Prefeito Chagas, onde podíamos comprar não apenas livros em português, mas em francês e inglês. Os livros brasileiros se enquadravam em maior parte no grande movimento renovador dos anos 1930 e 40, quando o Brasil estava, por assim dizer, mudando de pele. Foi o tempo da produção de obras importantes de economia, política, estudos sociais, bem como de incorporação do Modernismo e fecundação das literaturas regionais. [...]
A Vida Social tinha singularidades, a maior das quais talvez tenha sido, como percebi muitos anos depois, o fato de ter sido a única, em toda a minha vida de frequentador contumaz de livrarias, onde vi posto à venda, em 1934, o Serafim Ponte Grande, de Oswald de Andrade, magra brochura editada à custa do autor, com tiragem creio que de apenas 500 exemplares pouco distribuídos. Muito divertidos com o seu humor esfuziante e desbragado, [meu amigo] José Bonifácio e eu o folheamos malemal na própria livraria com licença do amigo João Vilela, pois não ousaríamos levá-lo para casa à vista das muitas cenas e palavras “escabrosas”, como se dizia então. O que diriam os pais? Quanto ao público, só teve acesso fácil ao Serafim na 2ª edição, de caráter regular, quase quarenta anos depois...
[...]
Meu pai morreu prematuramente em 1942 e minha mãe foi morar em São Paulo, onde já estavam os filhos, mas conservamos a casa [de Poços de Caldas] e nela íamos sempre. Minhas filhas e meus sobrinhos a frequentaram até a maturidade e depois foi a vez dos netos. Minha filha Ana Luisa contou a sua experiência caldense no livro que escreveu sobre a sua infância: O pai, a mãe e a filha. Como disse com precisão poética em um de seus livros meu irmão Roberto, “a casa era a nossa epiderme de alvenaria”, e até 1989, quando a vendemos, uma espécie de sede da família. Para mim, foi sempre um remanso onde eu ia ler e escrever, até que um dia os livros e as pessoas migraram e ela própria acabou desaparecendo fisicamente.
[...]
Fonte: https://paginacinco.blogosfera.uol.com.br/2016/04/08/ineditode-antonio-candido-cita-raridade-escabrosa-de-oswald-de-andrade/.Acesso em: Junho/2017.
Sobre o gênero textual do texto de Antonio Candido, é correto afirmar que, predominantemente, trata-se de
 

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2204792 Ano: 2017
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Em relação à topologia de redes, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Uma rede pode possuir mais de uma topologia.
II. Na topologia em estrela e na topologia em anel, todos os computadores são conectados a um equipamento central.
III. Na topologia em barramento, se um nó da rede estiver com defeito, derrubará todos os outros nós.
IV. Isolamento de rompimento e monitoramento central são algumas das vantagens da topologia em estrela.
 

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2204791 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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SABER E SOFRER
Dizer que o conhecimento faz sofrer tornou-se habitual. O sofrimento foi ligado à filosofia e à literatura a ponto de que não podemos imaginar um filósofo, ou alguém com cara de sábio em meio a livros, pulando carnaval ou curtindo uma piscina. Isso é um mito. Os filósofos e os escritores são ainda hoje constantemente vistos como pessoas que sofrem por conhecerem a alma humana em sua profundidade inacessível aos demais. Não quer dizer que conheçam a alma, nem que haja nela uma profundidade inacessível. Isto é apenas possível. É, sobretudo, uma crença compartilhada e, como tal, organiza nossa visão de muitas coisas. Nunca saberemos se os filósofos antigos eram todos sofredores, nem se conheciam a alma humana. Sabemos apenas que deixaram seu testemunho, no qual confiamos e com os quais devemos discutir hoje para entender o nosso tempo.
Muitos dos pensadores contribuíram com esta imagem tratando o sofrimento como seu objeto de estudos, como Schopenhauer no século XIX. Outros fizeram de seu próprio sofrimento o objeto de suas filosofias, como Pascal no século XVII. Todos tentaram entender a relação entre conhecimento e sofrimento. Dos antigos, Aristóteles, por exemplo, usou um termo de Hipócrates, a melancolia, para explicar a relação do saber com o sofrimento. Tanto para o filósofo, quanto para o médico, a melancolia era um temperamento que explicava, inclusive, a inclinação intelectual de uma pessoa. Além de elucidar o pêndulo entre a loucura e genialidade que caracterizava alguns indivíduos.
Os mais interessantes, porém, são alguns dos padres filósofos da Idade Média que falavam de um certo “demônio do meio dia” que assolava os monges como um fantasma obsedante. Antes dos filósofos perderem a crença em entidades sobrenaturais devido ao longo processo de secularização que levou ao modo de se viver no ocidente sempre a crer em ciência e tecnologia, o dito demônio era considerado a causa da dispersão na leitura, da insatisfação no convívio dentro do mosteiro, do rancor, do torpor, da vontade de morrer, das fantasias de catástrofe, da preguiça, da indolência, e também da culpa por viver no mesmo lugar sem capacidade de agir e ajudar os outros, ao mesmo tempo que responsável por uma crítica geral a tudo, a todos que o cercavam em sua experiência monacal. Era o misto de maldade com desespero, de amor com ódio, de autocrítica com crítica dos outros que caracterizava o quadro melancólico que tanto fazia com que o monge se sentisse um inútil, quanto fazia com que ele se tornasse um escritor, um artista envolvido em ilustrar os livros, um filósofo em busca das verdades próximas ou distantes.
[...]
CONHECER PARA QUÊ?
Que pensar nos faz sofrer pode até ser verdade. Tanto quanto pode ser verdade que pensar pode ser um prazer imenso. Quem se ocupa em conhecer a si mesmo e ao mundo sabe que fará a experiência de prazer e desprazer nesta viagem. Os gregos tinham a ideia do phármakon, remédio e veneno ao mesmo tempo, para explicar a dialética da vida. Ela se aplica ao conhecimento. Podemos sofrer com ele e, do mesmo modo, alegrarmonos.
A melancolia antiga é ancestral direta da nossa depressão. O excesso de depressão nos dias de hoje não deixa de ter relação com a sociedade do conhecimento e da informação em que vivemos. Queremos resolver tudo pelo conhecimento, mas esquecemos de pensar que o conhecimento é uma saída que deve servir a algo mais do que o mero progresso da ciência. O conhecimento como potencial de saída da infelicidade, mesmo que tenha nascido dela. Se alguém busca conhecer a si é porque deve pretender com isso ser feliz. Ser feliz é mais ético e mais bonito do que apenas buscar a si mesmo como uma verdade absoluta. Sobre esta verdade de si ninguém tem garantia. A verdade não deve ser uma ilusão da resposta, mas a busca.
Adaptado de TIBURI, M. Disponível em: http://www.marciatiburi.com.br/textos/saberesofrer.htm. Acesso em 21 jun. 2017.
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Em “Os filósofos e os escritores são ainda hoje constantemente vistos como pessoas que sofrem [...]”, os termos destacados têm função de sujeito composto.
II. Em “Muitos dos pensadores contribuíram com esta imagem tratando o sofrimento como seu objeto de estudos, [...]”, os termos destacados exercem função de sujeito simples.
III. No excerto “Todos tentaram entender a relação entre conhecimento e sofrimento [...]”, o sujeito é classificado como sujeito indeterminado.
 

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O RAID é uma tecnologia que utiliza múltiplos discos em conjunto, com a finalidade de fornecer proteção contra falhas nos HDs e melhoria no desempenho de I/O, dependendo da implementação. Assinale a alternativa correta em relação a RAID.
 

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2204789 Ano: 2017
Disciplina: Comunicação Social
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Sobre planejamento estratégico da comunicação organizacional, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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