Foram encontradas 540 questões.
Os produtos utilizados pelo(a) copeiro(a) para limpeza e desinfecção devem ser registrados no Ministério da Saúde e devem ser mantidos em suas embalagens originais, ou, quando não, devem ser identificados. Considerando o exposto, são exemplos de produtos de limpeza e desinfecção:
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O Sistema Nacional de Trânsito (SNT) é o conjunto de órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios que tem por finalidade o exercício das atividades de planejamento, administração, normatização, pesquisa, registro e licenciamento de veículos, formação, habilitação e reciclagem de condutores, educação, engenharia, operação do sistema viário, policiamento, fiscalização, julgamento de infrações e de recursos e aplicação de penalidades. Dentre as alternativas a seguir, qual é a que representa o órgão consultivo do SNT?
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A empresa X adquiriu um bem sujeito a depreciação em 01/02/XA pelo valor de R$ 5.400,00, com tempo de vida útil de 8 anos e valor residual previsto de R$ 600,00. Qual é o valor da depreciação acumulada ao final do ano XA, considerando que o bem começou a ser utilizado pela empresa em 01/03/XA e que a empresa usa o método linear para calcular a depreciação?
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- Código PenalCrimes Contra a PessoaContra a Liberdade Individual (arts. 146 ao 154-B)Inviolabilidade dos Segredos (arts. 153 a 154-B)
Revelar a alguém, sem justa causa, segredo de que tem ciência em razão de função, ministério, ofício ou profissão, e cuja revelação possa produzir dano a outrem, constitui crime previsto no Código Penal Brasileiro. Assinale a alternativa que corresponde ao tipo penal de tal ato
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Na Demonstração dos Fluxos de Caixa, os dividendos e os juros sobre o capital próprio pagos podem ser classificados como
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2204803
Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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A região de Maringá, no início de seu processo de colonização, era predominantemente ocupada por florestas de Mata Atlântica, atraindo a atenção de produtores rurais paulistas e mineiros. O solo originado da decomposição do basalto e predominantemente fértil era um dos fatores de atração. Esse solo é o
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Ao se tratar de termos de algoritmos e codificação, existem alguns conceitos que estão diretamente ligados à segurança. A forma mais simples de conceituar um dígito verificador e que se trata de uma função matemática aplicada sobre um conjunto de dados que gera outro número denomina-se
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Em determinado prédio público de um município fictício, havia duas sinalizações na parede idênticas às que estão expostas a seguir. Um zelador deparou-se com essas sinalizações e concluiu, corretamente, que a figura 1

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A necessidade da arte
É comum ouvir, até mesmo de grandes artistas, que a arte é desnecessária e, por isso mesmo, importante. Ou seja: justamente por não ter uma serventia imediata, a arte desempenha o papel de nos lembrar de que a vida é mais que trabalho e consumo, etc. e tal. Mas, embora possa entender esse tipo de conceito, acho que é pouco. A arte tem “utilidade”, sim, e a prova disso é a mudança que ela pode causar na vida de quem a considera mais que um passatempo, de quem não a confunde com chutar bola ou ir ao restaurante.
Em primeiro lugar, a arte pode ser conhecimento. Grandes escritores, pintores e músicos estavam preocupados em entender um pouco mais das sutilezas e riquezas disso que se chama “natureza humana”. Muito antes de haver psicologia, sociologia ou ciência política, as artes já tratavam de questões que até hoje essas disciplinas estudam. Que seria de Freud sem Shakespeare? De Maquiavel sem Sófocles? De Raymundo Faoro sem Machado de Assis? E é por isso que, conhecendo as artes produzidas em outros lugares e/ou épocas, podemos conhecê-las de modo muito mais íntimo, concreto, do que os historiadores até hoje nos permitem conhecer.
Em segundo lugar, a arte, tanto para quem a faz como para quem a consome, é um meio de expressão único. Basta ler as histórias do dr. Oliver Sacks para ver como uma atividade artística pode ser essencial no equilíbrio de uma mente, mesmo quando clinicamente instável. E quem tem uma vida cultural intensa – costuma ir a cinema e teatro, comprar discos e livros, visitar museus – sabe como essas coisas passam a se tornar imprescindíveis, por mais baixo que seja ou esteja seu orçamento. Pois arte, além de conhecimento do mundo em que vivemos, é autoconhecimento, é descoberta ou transformação de nossas próprias emoções e ideias, de nossas reações a esse mundo.
Como resultado, a arte nos faz mais inteligentes, mais capazes de intuições e decisões, de perceber o comportamento dos outros e administrar o nosso próprio. Ao contrário de drogas, bebidas, “adrenalina” (venha da violência, venha inclusive dos esportes) e até mesmo do amor exagerado, uma vida cultural não cria obsessões, não nos fecha para outras realidades; ao contrário, se praticada por prazer e com determinação, ela abre a cabeça – e a preenche – como nada mais. Logo, arte não rima com modismo e preconceito, apesar de tantos “moderninhos” agirem assim.
Felizmente, muitas pessoas hoje estão se cansando das cada vez mais numerosas artes falsas, diferenciando cultura e propaganda, abandonando as ideias simplistas sobre o que é “vanguarda” e o que não é. E estão entendendo que passar algumas horas da semana lendo ou consumindo arte, em vez de ver TV demais ou ir para bares e lojas sem realmente precisar, é que é necessário.
Disponível em: <www.danielpiza.com.br.> Acesso em: março de 2017.
No terceiro parágrafo, a fim de defender a ideia de que a arte é um meio de expressão ímpar, o autor
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A cidade, a casa e os livros (Memórias)
Antonio Candido
Para mim, Poços de Caldas está associada de modo essencial à ideia do livro e da leitura. A cidade tinha 12.000 habitantes quando nela fomos morar, em janeiro de 1930. Eu ia pelos onze anos e meio e era um pequeno leitor compulsivo, atraído pelos livros de um modo um pouco maníaco. Tendo lido até então, desde os seis anos, livros infantis e já alguns para adultos, mergulhei nestes em Poços, encontrando condições favoráveis para isso.
Meu pai era médico, mas além dos livros ligados à sua profissão tinha uma biblioteca de filosofia, história e literatura. Ela ficara na maior parte guardada alguns anos no Rio de Janeiro, enquanto morávamos na cidade sulmineira de Cássia. Abrindo os caixotes, meus irmãos e eu fomos vendo sair deles centenas de volumes, nas suas brochuras leves ou em sólidas encadernações. Nossos pais nos estimulavam a lê-los, nos puxando sempre para cima, isto é, para obras destinadas a adultos, das quais meu pai costumava nos ler e comentar trechos depois do jantar, antes de ir para o escritório e seus estudos.
[...]
Além disso, Poços de Caldas proporcionou a mim e meus irmãos o acesso a uma livraria pequena, de qualidade, a Vida Social, situada na antiga Rua Bahia, atual Prefeito Chagas, onde podíamos comprar não apenas livros em português, mas em francês e inglês. Os livros brasileiros se enquadravam em maior parte no grande movimento renovador dos anos 1930 e 40, quando o Brasil estava, por assim dizer, mudando de pele. Foi o tempo da produção de obras importantes de economia, política, estudos sociais, bem como de incorporação do Modernismo e fecundação das literaturas regionais. [...]
A Vida Social tinha singularidades, a maior das quais talvez tenha sido, como percebi muitos anos depois, o fato de ter sido a única, em toda a minha vida de frequentador contumaz de livrarias, onde vi posto à venda, em 1934, o Serafim Ponte Grande, de Oswald de Andrade, magra brochura editada à custa do autor, com tiragem creio que de apenas 500 exemplares pouco distribuídos. Muito divertidos com o seu humor esfuziante e desbragado, [meu amigo] José Bonifácio e eu o folheamos malemal na própria livraria com licença do amigo João Vilela, pois não ousaríamos levá-lo para casa à vista das muitas cenas e palavras “escabrosas”, como se dizia então. O que diriam os pais? Quanto ao público, só teve acesso fácil ao Serafim na 2ª edição, de caráter regular, quase quarenta anos depois...
[...]
Meu pai morreu prematuramente em 1942 e minha mãe foi morar em São Paulo, onde já estavam os filhos, mas conservamos a casa [de Poços de Caldas] e nela íamos sempre. Minhas filhas e meus sobrinhos a frequentaram até a maturidade e depois foi a vez dos netos. Minha filha Ana Luisa contou a sua experiência caldense no livro que escreveu sobre a sua infância: O pai, a mãe e a filha. Como disse com precisão poética em um de seus livros meu irmão Roberto, “a casa era a nossa epiderme de alvenaria”, e até 1989, quando a vendemos, uma espécie de sede da família. Para mim, foi sempre um remanso onde eu ia ler e escrever, até que um dia os livros e as pessoas migraram e ela própria acabou desaparecendo fisicamente.
[...]
Fonte: https://paginacinco.blogosfera.uol.com.br/2016/04/08/ineditode-antonio-candido-cita-raridade-escabrosa-de-oswald-de-andrade/.Acesso em: Junho/2017.
Considere o excerto: “A Vida Social tinha singularidades, a maior das quais talvez tenha sido, como percebi muitos anos depois, o fato de ter sido a única, em toda a minha vida de frequentador contumaz de livrarias [...]”. Tendo em vista o contexto, qual alternativa apresenta, respectivamente, o significado das expressões destacadas?
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