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Foram encontradas 165 questões.

2455361 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Trata-se de uma entidade da Administração indireta com personalidade jurídica de direito público, dotada de autonomia administrativa para o exercício descentralizado, de atividades típicas do Estado.
(BACELLAR FILHO, Romeu Felipe. Direito Administrativo. 4. ed., São Paulo: Saraiva, 2008, p. 22.)
O autor está se referindo a que entidades administrativas?
 

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2455228 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Por que pomos os pingos nos "is"?
A expressão "pôr os pingos nos is" significa organizar o que está confuso, discernir entre uma coisa e outra, definir o lugar de cada coisa etc. Mas por que, quando queremos pôr ordem no caos, dizemos que vamos colocar os pingos nos is? Originalmente(1 o "i" não tinha pingo. Na época romana, só havia as letras maiúsculas. E, como se sabe, o "I" maiúsculo não tem pingo (aliás, parece que muita gente não sabe disso). Quando, séculos depois(2, inventaram as minúsculas para facilitar a tarefa dos copistas de reproduzir centenas de páginas manuscritas, surgiu um problema: como as letras cursivas, típicas da escrita manual, são todas ligadas entre si (e é exatamente por isso que esse sistema de escrita facilitava a vida dos copistas, já que eles não precisavam levantar a pena do papel para passar de uma letra a outra), dois "ii" se assemelhavam a um "u", o que gerava ambiguidade, pois o latim tem muitas palavras com dois "ii".
A solução foi criar um sinal distintivo, no caso, o pingo do "i". É bem verdade que, posteriormente(3, com a invenção do trema, os dois "ii" passaram a se confundir com "ü", mas agora o risco era menor: as línguas que tinham "ii" não tinham "ü" e vice-versa. Logo(4, colocar um pingo no "i" foi a maneira encontrada pelos monges medievais (que passavam a vida copiando livros) para distinguir letras diferentes. Desde então(5, pôr os pingos nos is é sinônimo de distinguir, definir, determinar, e, por extensão, organizar, enquadrar, esclarecer...
(Blog - Aldo Bizzocchi, Revista Língua Portuguesa, ed. 91,
maio 2013. Disponível em: <revistalingua.uol.com.br/textos/blog-abizzocchi/por-que pomos- os-pingos-nos-is-288588-1.asp>. Acesso em 25 maio 2013).
Considere as seguintes expressões usadas no texto:
1. Originalmente
2. Séculos depois
3. Posteriormente
4. Logo
5. Desde então
Funcionam como marcadores de tempo no texto:
 

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2455077 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Boato: Sabe da última?
Luiz Weis e Maria Inês Zanchetta
É sempre tudo muito parecido: uma história que ninguém sabe exatamente de onde saiu passa de boca em boca e, em questão de horas, se tanto, com os devidos acréscimos e bordados, vira verdade verdadeira. É o boato, um dos mais assíduos frequentadores de conversas, em toda parte e de todo tipo de gente. Costuma crescer feito bola de neve em situações de tensão e ansiedade. E pode murchar como um balão furado assim que alguém se dá ao trabalho de conferir o rumor antes de passá-lo adiante, o que, porém, raramente acontece. Às vezes, sobrevive a todas as checagens – e aí vira lenda.
Um exemplo clássico(A que correu mundo(B por se referir a uma celebridade(C foi o da morte do beatle Paul McCartney(D, que chegou a ser notícia de primeira página(E nos Estados Unidos em 1967, nos anos de glória do conjunto. Paul, naturalmente, estava vivo da silva – mas nem isso iria convencer os partidários da teoria do passamento do senhor McCartney. Muitas evidências foram arranjadas para demonstrar que o boato era fato. (...) E assim a história foi sendo enriquecida com detalhes do arco-da-velha: ele teria morrido em um acidente automobilístico em novembro de 1966 e fora substituído por um dublê. (...) Mas o boateiro não é uma pessoa diferente das demais ou coisa que o valha. Não há quem, com maior ou menor convicção, não tenha sido cúmplice da difusão de uma história, geralmente envolvendo gente famosa, sem ter a menor ideia se era verdadeira ou não. Ou, o que ainda é mais comum, sem se perguntar se o boato não teria sido plantado de propósito por alguém interessado em beneficiar-se da circulação da notícia falsa. Passar adiante um boato, em suma, parece parte da condição humana. Muitos boatos nascem de um mal-entendido. Alguém tira uma conclusão errada do que vê, lê ou escuta, confunde um gesto ou uma frase, e pronto – faz brotar uma inverdade que, levada às últimas consequências, pode envenenar a reputação de pessoas inocentes antes mesmo que fiquem sabendo dos rumores em que caíram.
(Revista Superinteressante número 4, ano 2, jan. 1989,
disponível em: <http://super.abril.com.br/cotidiano/boato-sabe-ultima-438891.shtml>. Acesso em 22 maio 2013).
O pronome que, em “foi o da morte do beatle Paul McCartney, que chegou a ser notícia de primeira página nos Estados Unidos em 1967”, refere-se à expressão:
 

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2454974 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Considere as seguintes afirmativas:

1. A iniciativa dos projetos de lei cabe a qualquer membro ou comissão da Câmara Municipal, ao Prefeito e aos cidadãos, na forma e nos casos previstos na Lei Orgânica.

2. Se o Prefeito Municipal considerar o projeto de lei, no todo ou em parte, inconstitucional ou contrário ao interesse público, vetá-lo á, total ou parcialmente, no prazo de quinze dias úteis, contados da data do recebimento, e comunicará, dentro de quarenta e oito horas, ao Presidente da Câmara os motivos do veto.

3. Não será admitido aumento de despesa prevista nos projetos de iniciativa exclusiva do Prefeito.

4. A matéria constante de projeto de lei rejeitado poderá constituir objeto de novo projeto, na mesma sessão legislativa, mediante proposta da maioria simples dos membros da Câmara Municipal.

Com base no que dispõe a Lei Orgânica do Município de Piraquara sobre o processo legislativo, estão corretos os itens:

 

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2454910 Ano: 2013
Disciplina: Direito Tributário
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Com base na jurisprudência sumulada do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em matéria tributária, assinale a alternativa correta.
 

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2454830 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Com referência aos princípios fundamentais e à repartição constitucional de competências, considere as seguintes afirmativas:
1. A República Federativa do Brasil é formada pela união indissolúvel dos Estados, Municípios e do Distrito Federal, de modo que a União, enquanto pessoa jurídica, não faz parte da organização político-administrativa da República.
2. A Constituição não elenca nenhuma competência material expressa aos Estados. Estes detêm competências comuns, concorrentes e residuais, sendo que somente essas últimas são privativas.
3. Os Municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme dispuser a lei.
Assinale a alternativa correta.
 

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2454813 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Escrever à mão, um hábito em declínio
Marcelo Gonzatto
O declínio do hábito de escrever à mão, provocado pelo avanço da tecnologia digital, despertou um debate sobre que tipo de tecnologia deve prevalecer nas escolas: a velha caneta ou os novos teclados. Apesar da ofensiva crescente dos computadores, tablets e smartphones sobre o cotidiano, estudos científicos vêm apontando que a prática produz efeitos no cérebro e no aprendizado diferentes daqueles provocados pela digitação.
– Escrever à mão continuará a ter um papel decrescente na escola se cada criança tiver um computador. Nas casas onde há computador, isso já aconteceu – sustenta um dos principais especialistas mundiais no assunto, o pesquisador americano e professor da Universidade do Estado do Arizona Steve Graham.
Nos Estados Unidos, o ensino do estilo cursivo deixou de ser obrigatório na maioria dos Estados – o que desperta temores de que futuras gerações não consigam ler documentos históricos. Para Graham, o desafio atual é que “seja escrevendo à mão ou teclando, os estudantes precisam ser fluentes com ambos”. (...)
Antigamente, não se aceitava trabalho feito com garrancho. Acho que a escola descuidou um pouco disso. Em certo momento, surgiu um fascínio em relação ao tecnológico em que o importante era ter computador. O pêndulo foi de um lado para o outro, e acho que agora devemos nos situar em uma posição intermediária.
Razões para fazer isso vêm sendo sugeridas por estudos recentes, segundo os quais o ato de desenhar uma letra à mão cria uma espécie de “memória muscular” que facilita o posterior reconhecimento do alfabeto e desencadeia no cérebro reações diferentes de teclar.
Mas o uso da tecnologia também traz vantagens. Conforme a pedagoga Patrícia Camini, mestre em Educação e professora da rede municipal de Porto Alegre, suportes digitais ajudam as crianças em áreas como pontuação e acentuação. A solução é encontrar tempo e espaço para as duas formas de escrita.
(Adaptado de: Jornal Zero Hora, 11 nov. 2012. Disponível em: <http://www.clicrbs.com.br/zerohora/>. Acesso em 21/05/13.)
A palavra “ofensiva” pode ser lida como:
 

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2454739 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Um poste de 3,2 m projeta uma sombra de 70 cm ao mesmo tempo em que, ao seu lado, uma estaca vertical fincada na terra projeta uma sombra de 50 cm. Mais tarde, a sombra da estaca diminuiu 15 cm. Nesse momento, sombra do poste passou a medir:
 

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2454731 Ano: 2013
Disciplina: Direito Tributário
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Ao se esgotar o prazo legal para lançamento do tributo, sem que a Fazenda Pública o tenha efetuado, ocorre:
 

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2454674 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Seriam os catadores heróis?
Fábio Fonseca Figueiredo
O programa Globo Repórter exibido na sexta-feira (27/04/2012) intitulou-se “ Heróis anônimos da reciclagem(C. Através de ótimas imagens e focalizando o cotidiano de um catador de São Paulo, a reportagem nos mostra que a coleta informal de lixo pode ser uma atividade produtiva, economicamente viável, prazerosa e bem divertida. Ao som de um belo tango argentino, enquanto o catador atravessa as ruas da capital paulista, a reportagem compara os passos do catador a passos de um bailarino que, com desenvoltura(B, empurra o carrinho de quase meia tonelada de materiais recicláveis.
A reportagem trata o catador como um brasileiro esforçado e que não foge à luta! Embora nunca tenha frequentado a escola, “o catador tem letra bonita e faz conta de cabeça com precisão”. Apesar de não possuir curso superior, “o catador é chamado para dar palestras sobre meio ambiente no Brasil e até no exterior”. A população, conforme a reportagem, o vê como professor de cidadania e ecologia. Elementos, portanto, que condizem com a inscrição no carrinho do catador e mostrada no início da reportagem: um catador faz mais do que um ministro do meio ambiente.
Chamado de herói anônimo das ruas, o Globo Repórter convida o catador para uma bateria de exames em um hospital universitário. Em meio ao ótimo humor daquele herói que brinca com os jovens médicos, sua pressão arterial estava em 12,5 por 8, seu teste físico considerado excelente. Diagnóstico médico: o paciente possui excelente qualidade de vida. Ao som de um conhecido techno dos anos noventa, a reportagem exalta os resultados obtidos, e nos faz pensar que trabalhar carregando materiais recicláveis nas ruas das cidades favorece a saúde humana.
Apesar das belas histórias de anônimos que, como ratazanas, catam os materiais recicláveis das poluídas avenidas brasis, não nos enganemos: os catadores não são necessários para a sociedade. O catador faz parte de um estrato social no qual, desprovido de possibilidades/oportunidades de ascensão social, migra para atividades que demandam baixa qualificação profissional e, portanto, recebe baixos salários. Estudos mostram que o catador é um sujeito que possui baixa ou nenhuma escolarização, foi expulso do meio rural devido à concentração de terras ou compõe a parte mais pobre das periferias das cidades brasileiras. O catador atua na coleta de materiais recicláveis devido à “facilidade” da ocupação, ou seja, a disponibilidade de lixo nas ruas, o que comprova a ineficiência dos serviços de coleta prestados pelas prefeituras das cidades brasileiras.
Esses sujeitos, dignos de atenção por parte dos governantes e de benevolência por parte da população, compõem a parte mais fragilizada de uma poderosa indústria de reciclagem que socializa os custos da coleta de suas matérias-primas (os materiais recicláveis) através do não pagamento do serviço de coleta aos catadores. Portanto, não serão as políticas públicas de financiamento a entidades de catadores que farão estes sujeitos se inserirem no tecido social brasileiro. O estigma de ser catador pesa como os carrinhos pilhados de recicláveis que estes sujeitos empurram... assim como pesa o estigma de ser coveiro, doméstica, gari, profissionais do sexo, flanelinha, servente de pedreiro... Inclusão social é algo mais amplo, implica o cuidado que o Estado deve ter com a população e possibilitar oportunidades semelhantes aos diferentes.
Da forma como foi mostrado na reportagem do Globo Repórter, o trabalho da coleta de recicláveis parece ser uma das profissões que se apresentam neste início de século, apesar de esconder a falta de políticas públicas direcionadas à diminuição na geração de resíduos, e de esconder também a exclusão social presente e intensa na nossa sociedade. Ouso perguntar se alguém gostaria de ver seu filho/filha como catador, mesmo com o reconhecimento formal que a atividade já possui no cadastro brasileiro de ocupações e com todos os direitos trabalhistas reconhecidos. Não nos enganemos, o trabalho deve ressignificar os sujeitos e não relegá-los à condição de necessários, heróis, como o Globo Repórter mostrou, permeado por arreganhar de dentes de felicidade.
(Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed693_seriam_os_catadores_herois. Acesso em 20 maio 2013.)
Sobre o texto, é correto afirmar:
 

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