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Almanaque
É doce aprender coisas simples; depois de uma certa idade, em que a nossa ignorância está sobrecarregada de mil noções
úteis e inúteis, certas ou erradas, acho um encanto especial em descobrir que a esmeralda não é um cristal feito com os olhos
lindos das virgens de olhos verdes que morreram de amor, mas um silicato de alumínio e glucínio, é irmã gêmea da água-marinha e do berilo, ao passo que a ametista é apenas um quartzo com seus 15 por cento de óxido de manganês.
Encho meus domingos com uma longa e vária cultura de almanaque: é uma sabença que não nos oprime, toda cômoda e
folgada como um pijama velho. Direis que não vale nada. É que não sois capaz de sentir a pequena e pura emoção intelectual
que há em saber que no estado do Espírito Santo acontecem por ano em média 30 suicídios, ou que os cocóis são cabeços de
madeira pregados nos alcatrates, e que servem de reforço às aberturas das falcas. Isso talvez não vos seja muito útil, oh leitor
ignorante, pois não fazeis ideia muito precisa do que são alcatrates e falcas. Eu também não; mas a verdade é que nos
momentos de crise íntima eu me sinto um tanto reconfortado e um pouco mais tranquilo sabendo que os cocóis, pregados nos
alcatrates, reforçam bastante as aberturas das falcas. Um dia, quando estiver mais folgado de dinheiro, hei de comprar um bom
par de cocóis: meu velho sonho era ter um barco; isso nunca pode ser; mas comecemos pelos cocóis.
Estou abusando um pouco do ponto e vírgula, o que talvez seja sinal de raciocínio cansado, que anda um pouco, para um
pouco. Não importa, visto que meu espírito se aprimora, e sinto que sou provavelmente, em todo o quarteirão, a única pessoa
conhecedora do verdadeiro nome dos tucanos, que é ramphastos. Há muita qualidade de ramphastos, mas pela beleza do
nome eu tenho uma indisfarçável preferência pelo ramphasto ariel, que as pessoas vulgares chamam de tucano do bico preto.
Dessas puras noções encho meu dia; é melhor que ler os suplementos; e à noite, quando me recolho ao duro leito, tenho
a consciência tranquila de quem fez algo de útil, e sonho que sou Fernão Dias Paes Leme, o caçador de silicatos de alumínio e
glucínio, e vejo um belo ramphastos bicando a cabeça do torvo Caliban, que me pretende separar da linda Miranda, filha de
Próspero, o verdadeiro duque de Milão. Estou munido de excelentes alcatrates. A filha do senhor duque de Milão tem os cabelos
dourados como um bife à milanesa, e... não, não devo contar meus sonhos. Fazei como eu, isto é, fazei cultura.
(BRAGA, Rubem. Almanaque. Correio da Manhã, Rio de Janeiro-RJ, 17 nov. 1954.)
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É doce aprender coisas simples; depois de uma certa idade, em que a nossa ignorância está sobrecarregada de mil noções
úteis e inúteis, certas ou erradas, acho um encanto especial em descobrir que a esmeralda não é um cristal feito com os olhos
lindos das virgens de olhos verdes que morreram de amor, mas um silicato de alumínio e glucínio, é irmã gêmea da água-marinha e do berilo, ao passo que a ametista é apenas um quartzo com seus 15 por cento de óxido de manganês.
Encho meus domingos com uma longa e vária cultura de almanaque: é uma sabença que não nos oprime, toda cômoda e
folgada como um pijama velho. Direis que não vale nada. É que não sois capaz de sentir a pequena e pura emoção intelectual
que há em saber que no estado do Espírito Santo acontecem por ano em média 30 suicídios, ou que os cocóis são cabeços de
madeira pregados nos alcatrates, e que servem de reforço às aberturas das falcas. Isso talvez não vos seja muito útil, oh leitor
ignorante, pois não fazeis ideia muito precisa do que são alcatrates e falcas. Eu também não; mas a verdade é que nos
momentos de crise íntima eu me sinto um tanto reconfortado e um pouco mais tranquilo sabendo que os cocóis, pregados nos
alcatrates, reforçam bastante as aberturas das falcas. Um dia, quando estiver mais folgado de dinheiro, hei de comprar um bom
par de cocóis: meu velho sonho era ter um barco; isso nunca pode ser; mas comecemos pelos cocóis.
Estou abusando um pouco do ponto e vírgula, o que talvez seja sinal de raciocínio cansado, que anda um pouco, para um
pouco. Não importa, visto que meu espírito se aprimora, e sinto que sou provavelmente, em todo o quarteirão, a única pessoa
conhecedora do verdadeiro nome dos tucanos, que é ramphastos. Há muita qualidade de ramphastos, mas pela beleza do
nome eu tenho uma indisfarçável preferência pelo ramphasto ariel, que as pessoas vulgares chamam de tucano do bico preto.
Dessas puras noções encho meu dia; é melhor que ler os suplementos; e à noite, quando me recolho ao duro leito, tenho
a consciência tranquila de quem fez algo de útil, e sonho que sou Fernão Dias Paes Leme, o caçador de silicatos de alumínio e
glucínio, e vejo um belo ramphastos bicando a cabeça do torvo Caliban, que me pretende separar da linda Miranda, filha de
Próspero, o verdadeiro duque de Milão. Estou munido de excelentes alcatrates. A filha do senhor duque de Milão tem os cabelos
dourados como um bife à milanesa, e... não, não devo contar meus sonhos. Fazei como eu, isto é, fazei cultura.
(BRAGA, Rubem. Almanaque. Correio da Manhã, Rio de Janeiro-RJ, 17 nov. 1954.)
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É doce aprender coisas simples; depois de uma certa idade, em que a nossa ignorância está sobrecarregada de mil noções
úteis e inúteis, certas ou erradas, acho um encanto especial em descobrir que a esmeralda não é um cristal feito com os olhos
lindos das virgens de olhos verdes que morreram de amor, mas um silicato de alumínio e glucínio, é irmã gêmea da água-marinha e do berilo, ao passo que a ametista é apenas um quartzo com seus 15 por cento de óxido de manganês.
Encho meus domingos com uma longa e vária cultura de almanaque: é uma sabença que não nos oprime, toda cômoda e
folgada como um pijama velho. Direis que não vale nada. É que não sois capaz de sentir a pequena e pura emoção intelectual
que há em saber que no estado do Espírito Santo acontecem por ano em média 30 suicídios, ou que os cocóis são cabeços de
madeira pregados nos alcatrates, e que servem de reforço às aberturas das falcas. Isso talvez não vos seja muito útil, oh leitor
ignorante, pois não fazeis ideia muito precisa do que são alcatrates e falcas. Eu também não; mas a verdade é que nos
momentos de crise íntima eu me sinto um tanto reconfortado e um pouco mais tranquilo sabendo que os cocóis, pregados nos
alcatrates, reforçam bastante as aberturas das falcas. Um dia, quando estiver mais folgado de dinheiro, hei de comprar um bom
par de cocóis: meu velho sonho era ter um barco; isso nunca pode ser; mas comecemos pelos cocóis.
Estou abusando um pouco do ponto e vírgula, o que talvez seja sinal de raciocínio cansado, que anda um pouco, para um
pouco. Não importa, visto que meu espírito se aprimora, e sinto que sou provavelmente, em todo o quarteirão, a única pessoa
conhecedora do verdadeiro nome dos tucanos, que é ramphastos. Há muita qualidade de ramphastos, mas pela beleza do
nome eu tenho uma indisfarçável preferência pelo ramphasto ariel, que as pessoas vulgares chamam de tucano do bico preto.
Dessas puras noções encho meu dia; é melhor que ler os suplementos; e à noite, quando me recolho ao duro leito, tenho
a consciência tranquila de quem fez algo de útil, e sonho que sou Fernão Dias Paes Leme, o caçador de silicatos de alumínio e
glucínio, e vejo um belo ramphastos bicando a cabeça do torvo Caliban, que me pretende separar da linda Miranda, filha de
Próspero, o verdadeiro duque de Milão. Estou munido de excelentes alcatrates. A filha do senhor duque de Milão tem os cabelos
dourados como um bife à milanesa, e... não, não devo contar meus sonhos. Fazei como eu, isto é, fazei cultura.
(BRAGA, Rubem. Almanaque. Correio da Manhã, Rio de Janeiro-RJ, 17 nov. 1954.)
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úteis e inúteis, certas ou erradas, acho um encanto especial em descobrir que a esmeralda não é um cristal feito com os olhos
lindos das virgens de olhos verdes que morreram de amor, mas um silicato de alumínio e glucínio, é irmã gêmea da água-marinha e do berilo, ao passo que a ametista é apenas um quartzo com seus 15 por cento de óxido de manganês.
Encho meus domingos com uma longa e vária cultura de almanaque: é uma sabença que não nos oprime, toda cômoda e
folgada como um pijama velho. Direis que não vale nada. É que não sois capaz de sentir a pequena e pura emoção intelectual
que há em saber que no estado do Espírito Santo acontecem por ano em média 30 suicídios, ou que os cocóis são cabeços de
madeira pregados nos alcatrates, e que servem de reforço às aberturas das falcas. Isso talvez não vos seja muito útil, oh leitor
ignorante, pois não fazeis ideia muito precisa do que são alcatrates e falcas. Eu também não; mas a verdade é que nos
momentos de crise íntima eu me sinto um tanto reconfortado e um pouco mais tranquilo sabendo que os cocóis, pregados nos
alcatrates, reforçam bastante as aberturas das falcas. Um dia, quando estiver mais folgado de dinheiro, hei de comprar um bom
par de cocóis: meu velho sonho era ter um barco; isso nunca pode ser; mas comecemos pelos cocóis.
Estou abusando um pouco do ponto e vírgula, o que talvez seja sinal de raciocínio cansado, que anda um pouco, para um
pouco. Não importa, visto que meu espírito se aprimora, e sinto que sou provavelmente, em todo o quarteirão, a única pessoa
conhecedora do verdadeiro nome dos tucanos, que é ramphastos. Há muita qualidade de ramphastos, mas pela beleza do
nome eu tenho uma indisfarçável preferência pelo ramphasto ariel, que as pessoas vulgares chamam de tucano do bico preto.
Dessas puras noções encho meu dia; é melhor que ler os suplementos; e à noite, quando me recolho ao duro leito, tenho
a consciência tranquila de quem fez algo de útil, e sonho que sou Fernão Dias Paes Leme, o caçador de silicatos de alumínio e
glucínio, e vejo um belo ramphastos bicando a cabeça do torvo Caliban, que me pretende separar da linda Miranda, filha de
Próspero, o verdadeiro duque de Milão. Estou munido de excelentes alcatrates. A filha do senhor duque de Milão tem os cabelos
dourados como um bife à milanesa, e... não, não devo contar meus sonhos. Fazei como eu, isto é, fazei cultura.
(BRAGA, Rubem. Almanaque. Correio da Manhã, Rio de Janeiro-RJ, 17 nov. 1954.)
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É doce aprender coisas simples; depois de uma certa idade, em que a nossa ignorância está sobrecarregada de mil noções
úteis e inúteis, certas ou erradas, acho um encanto especial em descobrir que a esmeralda não é um cristal feito com os olhos
lindos das virgens de olhos verdes que morreram de amor, mas um silicato de alumínio e glucínio, é irmã gêmea da água-marinha e do berilo, ao passo que a ametista é apenas um quartzo com seus 15 por cento de óxido de manganês.
Encho meus domingos com uma longa e vária cultura de almanaque: é uma sabença que não nos oprime, toda cômoda e
folgada como um pijama velho. Direis que não vale nada. É que não sois capaz de sentir a pequena e pura emoção intelectual
que há em saber que no estado do Espírito Santo acontecem por ano em média 30 suicídios, ou que os cocóis são cabeços de
madeira pregados nos alcatrates, e que servem de reforço às aberturas das falcas. Isso talvez não vos seja muito útil, oh leitor
ignorante, pois não fazeis ideia muito precisa do que são alcatrates e falcas. Eu também não; mas a verdade é que nos
momentos de crise íntima eu me sinto um tanto reconfortado e um pouco mais tranquilo sabendo que os cocóis, pregados nos
alcatrates, reforçam bastante as aberturas das falcas. Um dia, quando estiver mais folgado de dinheiro, hei de comprar um bom
par de cocóis: meu velho sonho era ter um barco; isso nunca pode ser; mas comecemos pelos cocóis.
Estou abusando um pouco do ponto e vírgula, o que talvez seja sinal de raciocínio cansado, que anda um pouco, para um
pouco. Não importa, visto que meu espírito se aprimora, e sinto que sou provavelmente, em todo o quarteirão, a única pessoa
conhecedora do verdadeiro nome dos tucanos, que é ramphastos. Há muita qualidade de ramphastos, mas pela beleza do
nome eu tenho uma indisfarçável preferência pelo ramphasto ariel, que as pessoas vulgares chamam de tucano do bico preto.
Dessas puras noções encho meu dia; é melhor que ler os suplementos; e à noite, quando me recolho ao duro leito, tenho
a consciência tranquila de quem fez algo de útil, e sonho que sou Fernão Dias Paes Leme, o caçador de silicatos de alumínio e
glucínio, e vejo um belo ramphastos bicando a cabeça do torvo Caliban, que me pretende separar da linda Miranda, filha de
Próspero, o verdadeiro duque de Milão. Estou munido de excelentes alcatrates. A filha do senhor duque de Milão tem os cabelos
dourados como um bife à milanesa, e... não, não devo contar meus sonhos. Fazei como eu, isto é, fazei cultura.
(BRAGA, Rubem. Almanaque. Correio da Manhã, Rio de Janeiro-RJ, 17 nov. 1954.)
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Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas
Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater
ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando
sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers
militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26
de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais
resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às
infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que
isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do
evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo
pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos
detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra
à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos
podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida
como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia
de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada
pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças
cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a
agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
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Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas
Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater
ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando
sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers
militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26
de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais
resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às
infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que
isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do
evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo
pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos
detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra
à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos
podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida
como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia
de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada
pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças
cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a
agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
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Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas
Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater
ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando
sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers
militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26
de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais
resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às
infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que
isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do
evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo
pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos
detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra
à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos
podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida
como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia
de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada
pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças
cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a
agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
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Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas
Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater
ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando
sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers
militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26
de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais
resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às
infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que
isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do
evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo
pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos
detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra
à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos
podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida
como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia
de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada
pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças
cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a
agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
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Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas
Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater
ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando
sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers
militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26
de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais
resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às
infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que
isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do
evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo
pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos
detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra
à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos
podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida
como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia
de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada
pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças
cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a
agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
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