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Os mergulhos em altitudes elevadas, acima de 300 metros acima do nível do mar, exigem cuidados especiais. Um importante cuidado é a correção da tabela de mergulho. Certo método de correção utilizado considera uma profundidade fictícia em metros (PF), a ser utilizada nos cálculos de descompressão em tabelas, no lugar da profundidade real do mergulho em metros (PR). Para se obter o valor de PF, se utiliza a expressão Enunciado 2989582-1, em que Alt é a altitude (elevação) em metros da superfície do local de mergulho. Em uma cidade com 1.000 metros de altitude, um mergulhador usou para consultar a tabela a profundidade fictícia de 7,6 metros.

Assim, a profundidade real do mergulho, em metros, é:

 

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Um gancho é lançado descrevendo a trajetória modelada pela função !$ h(t) = -t^2+\dfrac {7} {2}t +2 !$, em que h é a altura alcançada e t o tempo de lançamento.
A altura máxima obtida pelo gancho no lançamento é:
 

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Um equipamento importado trouxe todas as medidas registradas em polegadas (in) e em pés (ft). Com a informação de que 1 polegada é igual a 2,54 centímetros e de que um pé é igual a 12 polegadas, fez-se uma regra de conversão de pés para centímetros.
Considerando m a medida em centímetros e ft a medida em pés, assinale a alternativa que apresenta a expressão que faz essa conversão corretamente.
 

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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e, com base nele, responda a questão abaixo.
TEXTO 1
Bebida na adolescência
Pesquisas recentes constatam que o álcool é a droga mais usada por adolescentes. O pior é que o consumo vem aumentando, principalmente entre os mais novos e as meninas: quase metade dos jovens de 12 a 17 anos já usou bebida alcoólica. Nos anos 1980, o consumo iniciava-se entre os 16 e 17 anos. Atualmente, ocorre entre os 12, 14 anos, e o uso frequente tem crescido. Por que os jovens têm bebido cada vez mais e mais cedo? Vamos levantar hipóteses e refletir a respeito a fim de nos responsabilizarmos pela questão.
Em primeiro lugar, a presença de bebidas alcoólicas na vida cotidiana dos jovens é vista por eles como corriqueira e inofensiva. Muitos acham que o problema surge apenas com a ingestão em demasia, quando se tornam inconvenientes ou se aproximam do que eles chamam de “PT” (perda total) – perda dos sentidos ou coma.
Contribuem muito para essa percepção os belos comerciais de bebidas. Mais do que um produto, vendem um estilo de vida almejado pelos jovens: beleza, alegria, popularidade, azaração etc. Aliado a esse poderoso instrumento, surge outro muito eficaz: o aval dos pais.
Muitos adultos acreditam que oferecer bebida aos filhos em casa é uma atitude aconselhável e dão festas para os menores nas quais permitem que haja bebida, por exemplo.
Aliás, para muitos jovens, faz parte das festas o ritual do “esquenta”: antes do evento, reúnem-se em pequenos grupos para beber na casa de um deles – sei de casos, inclusive, em que os pais que recebem os amigos do filho participam do momento festivo introdutório – ou em locais públicos, com bebidas trazidas de casa ou compradas em supermercados.
Aí está outro fator que leva os jovens a crerem que a ingestão de bebida alcoólica é inofensiva: apesar de sua venda ser proibida a menores de 18 anos, a lei não é respeitada. Muitos estabelecimentos comerciais – notadamente supermercados – as vendem sem pedir documentos aos jovens e muitos adultos aceitam o pedido deles para passar a bebida em sua compra. Eu já fui abordada em um supermercado por três adolescentes que pediram que eu colocasse duas garrafas de vodca em minha esteira. Diante da recusa, pediram para outra pessoa e foram atendidos.
Os jovens bebem, entre outros motivos, porque o álcool provoca euforia, desinibição e destrava os mais tímidos. Mas, depois, afeta a coordenação motora, os reflexos e o sono, além de interferir na percepção do que o jovem considera certo e errado. Já conversei com garotas que tiveram a primeira experiência sexual sob efeito do álcool e se arrependeram.
Os mesmos pais que ensinam o filho a beber não o ensinam sobre os cuidados que podem reduzir seus efeitos, como alimentar-se bem antes, não misturar diferentes tipos de bebida e ingerir muita água. Os menores de 18 anos sempre encontrarão maneiras de transgredir as proibições para o uso de bebida alcoólica. Entretanto, temos ajudado para que isso não seja visto por eles como transgressão. E, talvez, esse seja nosso maior equívoco.
SAYÃO, Rosely. Bebida na adolescência. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq2602200914.htm>. Acesso em: 12 fev.2016. (Fragmento).
Leia este fragmento do texto:
Os menores de 18 anos sempre encontrarão maneiras de transgredir as proibições para o uso de bebida alcoólica. Entretanto, temos ajudado para que isso não seja visto por eles como transgressão. E, talvez, esse seja nosso maior equívoco.
Em relação à construção desse trecho, assinale a alternativa CORRETA.
 

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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e, com base nele, responda a questão abaixo.
TEXTO 1
Bebida na adolescência
Pesquisas recentes constatam que o álcool é a droga mais usada por adolescentes. O pior é que o consumo vem aumentando, principalmente entre os mais novos e as meninas: quase metade dos jovens de 12 a 17 anos já usou bebida alcoólica. Nos anos 1980, o consumo iniciava-se entre os 16 e 17 anos. Atualmente, ocorre entre os 12, 14 anos, e o uso frequente tem crescido. Por que os jovens têm bebido cada vez mais e mais cedo? Vamos levantar hipóteses e refletir a respeito a fim de nos responsabilizarmos pela questão.
Em primeiro lugar, a presença de bebidas alcoólicas na vida cotidiana dos jovens é vista por eles como corriqueira e inofensiva. Muitos acham que o problema surge apenas com a ingestão em demasia, quando se tornam inconvenientes ou se aproximam do que eles chamam de “PT” (perda total) – perda dos sentidos ou coma.
Contribuem muito para essa percepção os belos comerciais de bebidas. Mais do que um produto, vendem um estilo de vida almejado pelos jovens: beleza, alegria, popularidade, azaração etc. Aliado a esse poderoso instrumento, surge outro muito eficaz: o aval dos pais.
Muitos adultos acreditam que oferecer bebida aos filhos em casa é uma atitude aconselhável e dão festas para os menores nas quais permitem que haja bebida, por exemplo.
Aliás, para muitos jovens, faz parte das festas o ritual do “esquenta”: antes do evento, reúnem-se em pequenos grupos para beber na casa de um deles – sei de casos, inclusive, em que os pais que recebem os amigos do filho participam do momento festivo introdutório – ou em locais públicos, com bebidas trazidas de casa ou compradas em supermercados.
Aí está outro fator que leva os jovens a crerem que a ingestão de bebida alcoólica é inofensiva: apesar de sua venda ser proibida a menores de 18 anos, a lei não é respeitada. Muitos estabelecimentos comerciais – notadamente supermercados – as vendem sem pedir documentos aos jovens e muitos adultos aceitam o pedido deles para passar a bebida em sua compra. Eu já fui abordada em um supermercado por três adolescentes que pediram que eu colocasse duas garrafas de vodca em minha esteira. Diante da recusa, pediram para outra pessoa e foram atendidos.
Os jovens bebem, entre outros motivos, porque o álcool provoca euforia, desinibição e destrava os mais tímidos. Mas, depois, afeta a coordenação motora, os reflexos e o sono, além de interferir na percepção do que o jovem considera certo e errado. Já conversei com garotas que tiveram a primeira experiência sexual sob efeito do álcool e se arrependeram.
Os mesmos pais que ensinam o filho a beber não o ensinam sobre os cuidados que podem reduzir seus efeitos, como alimentar-se bem antes, não misturar diferentes tipos de bebida e ingerir muita água. Os menores de 18 anos sempre encontrarão maneiras de transgredir as proibições para o uso de bebida alcoólica. Entretanto, temos ajudado para que isso não seja visto por eles como transgressão. E, talvez, esse seja nosso maior equívoco.
SAYÃO, Rosely. Bebida na adolescência. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq2602200914.htm>. Acesso em: 12 fev.2016. (Fragmento).
De acordo com o texto, são causas que conduzem os jovens a considerarem a presença de álcool em suas vidas como algo trivial e inócuo:
I. a crença de que é aconselhável permitir a ingestão de álcool apenas em festas.
II. o apoio dos pais que oferecem bebida alcóolica aos filhos dentro de suas casas.
III. o respeito à lei que proíbe a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.
IV. os anúncios de bebidas alcoólicas associadas a gostos e desejos da juventude.
Estão corretas as afirmativas
 

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310171 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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Leia o trecho a seguir.

”Os filósofos do século XVIII só concordavam em um único ponto: podiam discordar publicamente, usando a razão.”

ELIAS, Rodrigo, Dossiê Iluminismo. Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 9. Nº 104, maio 2014. p. 17.

Durante o século XVIII, conhecido como Século das Luzes, desenvolveu-se um movimento intelectual denominado Iluminismo, que buscou combater práticas até então aceitas.

São práticas combatidas pelo movimento Iluminista, EXCETO:

 

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310170 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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Leia o trecho a seguir.

“No dia 10 de novembro de 1937, Vargas ordenou o cerco militar ao Congresso Nacional, impôs o fechamento do legislativo e outorgou uma nova Constituição para o país, substituindo a Constituição de 1934. Iniciava-se, desse modo, o governo ditatorial, que ficou conhecido como Estado Novo.”

COTRIM, Gilberto. História Global Brasil e Geral. Volume único. São Paulo: Saraiva, 2008. p. 488.

Vargas governou ditatorialmente até 1945, quando a Guerra contra o nazifascismo na Europa foi, de certo modo, aproveitada pelos grupos liberais brasileiros para combater o “fascismo varguistas”. Assim, Vargas se antecipou aos adversários e tomou diversas ações que garantiram a abertura democrática, assim como marcaram as eleições para presidente.

Vargas estimulava um movimento popular que ficou conhecido como:

 

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310169 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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Leia o trecho a seguir.

“Utilizando o Plano Real, o político, sociólogo e professor Fernando Henrique Cardoso, foi eleito e reeleito pela primeira vez na história do Brasil, e em primeiro turno, presidente do país. Assumiu a presidência da República apoiado por uma confortável maioria no Congresso [...] Graças ao apoio do Congresso, FHC conseguiu a aprovação para inúmeras emendas constitucionais.”

SCHMIDT, Mario. Nova História Crítica. São Paulo: Nova Geração, 2008. p. 791.

Assinale a alternativa que apresenta uma das emendas constitucionais que foram aprovadas no governo de FHC.

 

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Questão presente nas seguintes provas
310168 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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Leia o trecho a seguir.

“Em 1972, ano do Sesquicentenário da Independência, quando os restos mortais de D. Pedro I foram trasladados de Portugal para o Brasil, o povo pernambucano, tendo à frente o Instituto Histórico e Arqueológico, pediu que o navio passasse ao largo. O desejo foi atendido. Pelo menos nesse pedaço do Brasil, não havia motivos para prestar homenagens ao imperador.”

GOMES, Laurentino. 1822. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 2010. p. 234.

A Confederação do Equador, liderada pela província de Pernambuco, é uma das maiores demonstrações de insatisfação com o governo imperial de D. Pedro I.

A esse respeito, são atitudes tomadas por D. Pedro I, EXCETO:

 

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310167 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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Leia o trecho a seguir.

“A historiografia dedicou páginas e páginas à investigação das causas e das responsabilidades da guerra: enfatizando a agressividade alemã, frisando o desejo de revanche dos franceses, apontando para os interesses das potências europeias nos Balcãs, ou dando ênfase à competitividade exacerbada entre Inglaterra e Alemanha para a conquista e o controle dos mercados. [...] numa Europa onde ninguém talvez a deseje realmente, mas onde todos, sem dúvida, estão se preparando para uma possível eclosão.

SCARRONE, Marcelo. Aniversário de uma tragédia anunciada. Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 9. Nº 106, jul. 2014. p. 19.

Na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), ambos os lados acreditavam que a Guerra acabaria rapidamente, e os alemães depositaram grandes esperanças em seu Plano Schlieffen.

Esse plano consistia em:

 

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