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Foram encontradas 180 questões.

2380423 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CBM-RJ

TEXTO 4

No ano 3000

No ano 3000

os homens já vão ter

se cansado das máquinas

e as casas serão novamente românticas.

O tempo vai-se usando sem pressa:

gerânios enfeitarão as janelas,

amigos escreverão longas cartas.

Cientistas inventarão novamente

o bonde, a charrete.

Pianos de cauda encherão as tardes de música,

e a terra flutuará no céu

muito mais leve, muito mais leve.

(MURRAY, Roseana. Casas. Belo Horizonte:Formato, 1994)

O sentido expresso em “os homens já vão ter se cansado das máquinas” só se altera na alternativa

 

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2380422 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CBM-RJ

TEXTO 4

No ano 3000

No ano 3000

os homens já vão ter

se cansado das máquinas

e as casas serão novamente românticas.

O tempo vai-se usando sem pressa:

gerânios enfeitarão as janelas,

amigos escreverão longas cartas.

Cientistas inventarão novamente

o bonde, a charrete.

Pianos de cauda encherão as tardes de música,

e a terra flutuará no céu

muito mais leve, muito mais leve.

(MURRAY, Roseana. Casas. Belo Horizonte:Formato, 1994)

Do verso “as casas serão novamente românticas”, presume-se que as casas, um dia:

 

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2380421 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CBM-RJ

TEXTO 4

No ano 3000

No ano 3000
os homens já vão ter
se cansado das máquinas
e as casas serão novamente românticas.
O tempo vai-se usando sem pressa:
gerânios enfeitarão as janelas,
amigos escreverão longas cartas.
Cientistas inventarão novamente
o bonde, a charrete.
Pianos de cauda encherão as tardes de música,
e a terra flutuará no céu
muito mais leve, muito mais leve.

(MURRAY, Roseana. Casas. Belo Horizonte:Formato, 1994)

O poema “No ano 3000”

 

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2380420 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CBM-RJ

Papel quadriculado

Um dia é melhor somar,

no outro é subtrair.

Tem vez de multiplicar,

tem hora de dividir.

Nossa vida é uma conta

num papel quadriculado,

tem gente que fica tonta,

sem chegar ao resultado.

Se o problema é complicado,

de difícil solução,

é melhor não dar um passo

sem ouvir o coração.

(AZEVEDO, Ricardo. Livro de papel. São Paulo: Ed. do Brasil, 2001. p. 46-47.)

Dos versos "Tem vez de multiplicar,/ tem hora de dividir", entende-se que as pessoas devem saber:

 

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2380419 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CBM-RJ

Papel quadriculado

Um dia é melhor somar,
no outro é subtrair.
Tem vez de multiplicar,
tem hora de dividir.

Nossa vida é uma conta
num papel quadriculado,
tem gente que fica tonta,
sem chegar ao resultado.

Se o problema é complicado,
de difícil solução,
é melhor não dar um passo
sem ouvir o coração.

(AZEVEDO, Ricardo. Livro de papel. São Paulo: Ed. do Brasil, 2001. p. 46-47.)

Os versos "Um dia é melhor somar, no outro é subtrair" sugerem que:

 

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2380418 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CBM-RJ

PROJETO ARARA AZUL

Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua população.

Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.

O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os primeiros filhotes.

Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.

(Superinteressante, maio 2000, p. 65)

O termos FILHOTE e CATIVEIRO são igualmente obtidos pelo processo de derivação:

 

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2380417 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CBM-RJ

PROJETO ARARA AZUL

Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua população.

Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.

O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os primeiros filhotes.

Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.

(Superinteressante, maio 2000, p. 65)

O artigo “Projeto arara azul”:

 

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2380416 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CBM-RJ

PROJETO ARARA AZUL

Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua população.

Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.

O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os primeiros filhotes.

Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.

(Superinteressante, maio 2000, p. 65)

O texto trata, principalmente:

 

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2380415 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CBM-RJ

PROJETO ARARA AZUL

Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua população.

Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.

O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os primeiros filhotes.

Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.

(Superinteressante, maio 2000, p. 65)

No fragmento “Antônio Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio”, a expressão contida entre os travessões indica:

 

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2380414 Ano: 2008
Disciplina: Português
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Orgão: CBM-RJ

PROJETO ARARA AZUL

Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua população.

Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.

O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os primeiros filhotes.

Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.

(Superinteressante, maio 2000, p. 65)

O texto informa que, possivelmente:

 

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