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TEXTO 4
No ano 3000
No ano 3000
os homens já vão ter
se cansado das máquinas
e as casas serão novamente românticas.
O tempo vai-se usando sem pressa:
gerânios enfeitarão as janelas,
amigos escreverão longas cartas.
Cientistas inventarão novamente
o bonde, a charrete.
Pianos de cauda encherão as tardes de música,
e a terra flutuará no céu
muito mais leve, muito mais leve.
(MURRAY, Roseana. Casas. Belo Horizonte:Formato, 1994)
O sentido expresso em “os homens já vão ter se cansado das máquinas” só se altera na alternativa
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TEXTO 4
No ano 3000
No ano 3000
os homens já vão ter
se cansado das máquinas
e as casas serão novamente românticas.
O tempo vai-se usando sem pressa:
gerânios enfeitarão as janelas,
amigos escreverão longas cartas.
Cientistas inventarão novamente
o bonde, a charrete.
Pianos de cauda encherão as tardes de música,
e a terra flutuará no céu
muito mais leve, muito mais leve.
(MURRAY, Roseana. Casas. Belo Horizonte:Formato, 1994)
Do verso “as casas serão novamente românticas”, presume-se que as casas, um dia:
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TEXTO 4
No ano 3000
No ano 3000
os homens já vão ter
se cansado das máquinas
e as casas serão novamente românticas.
O tempo vai-se usando sem pressa:
gerânios enfeitarão as janelas,
amigos escreverão longas cartas.
Cientistas inventarão novamente
o bonde, a charrete.
Pianos de cauda encherão as tardes de música,
e a terra flutuará no céu
muito mais leve, muito mais leve.
(MURRAY, Roseana. Casas. Belo Horizonte:Formato, 1994)
O poema “No ano 3000”
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Papel quadriculado
Um dia é melhor somar,
no outro é subtrair.
Tem vez de multiplicar,
tem hora de dividir.
Nossa vida é uma conta
num papel quadriculado,
tem gente que fica tonta,
sem chegar ao resultado.
Se o problema é complicado,
de difícil solução,
é melhor não dar um passo
sem ouvir o coração.
(AZEVEDO, Ricardo. Livro de papel. São Paulo: Ed. do Brasil, 2001. p. 46-47.)
Dos versos "Tem vez de multiplicar,/ tem hora de dividir", entende-se que as pessoas devem saber:
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Papel quadriculado
Um dia é melhor somar,
no outro é subtrair.
Tem vez de multiplicar,
tem hora de dividir.
Nossa vida é uma conta
num papel quadriculado,
tem gente que fica tonta,
sem chegar ao resultado.
Se o problema é complicado,
de difícil solução,
é melhor não dar um passo
sem ouvir o coração.
(AZEVEDO, Ricardo. Livro de papel. São Paulo: Ed. do Brasil, 2001. p. 46-47.)
Os versos "Um dia é melhor somar, no outro é subtrair" sugerem que:
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PROJETO ARARA AZUL
Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua população.
Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.
O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os primeiros filhotes.
Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.
(Superinteressante, maio 2000, p. 65)
O termos FILHOTE e CATIVEIRO são igualmente obtidos pelo processo de derivação:
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PROJETO ARARA AZUL
Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua população.
Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.
O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os primeiros filhotes.
Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.
(Superinteressante, maio 2000, p. 65)
O artigo “Projeto arara azul”:
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PROJETO ARARA AZUL
Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua população.
Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.
O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os primeiros filhotes.
Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.
(Superinteressante, maio 2000, p. 65)
O texto trata, principalmente:
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PROJETO ARARA AZUL
Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua população.
Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.
O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os primeiros filhotes.
Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.
(Superinteressante, maio 2000, p. 65)
No fragmento “Antônio Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio”, a expressão contida entre os travessões indica:
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PROJETO ARARA AZUL
Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua população.
Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.
O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os primeiros filhotes.
Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.
(Superinteressante, maio 2000, p. 65)
O texto informa que, possivelmente:
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