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Um número elevado de pacientes permanece apresentando sintomas por meses após quadros de COVID-19, a chamada “COVID longa”. Até 2.5% dos pacientes recuperados de COVID-19 apresentam sintomas relacionados à disfunção do sistema nervoso autônomo. Nas síndromes de disautonomia, um tilt test com incremento superior a 30 bpm da frequência cardíaca, acompanhado de queda de PAS em mais de 20 mmHg, sugere o diagnóstico da síndrome de
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Fibrilação atrial (FA) é uma arritmia frequente e de tratamento, por vezes, complexo. Avaliar e reduzir o risco de acidente vascular encefálico (AVE) é um dos componentes principais da terapia da FA. Em pacientes portadores de fibrilação atrial
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No atendimento de pacientes em parada cardiorrespiratória, a realização de manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) com alta qualidade são fundamentais para que se alcance o retorno à circulação espontânea sem déficit neurológico. Constitui-se um indicador de alta qualidade de RCP:
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Paciente de 56 anos, portador de cardiopatia isquêmica com FEVE reduzida e cardiodesfibrilador implantável (CDI), comparece ao pronto atendimento relatando ter apresentado mal-estar inespecífico e, pelo menos, 6 choques do dispositivo nas últimas 2 horas. O CDI foi interrogado, evidenciando o seguinte traçado no primeiro choque.

Na abordagem desse paciente, o cardiologista deve
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A medida convencional da pressão arterial (PA) em consultório é a base da maior parte dos dados epidemiológicos que orientam as condutas dos médicos. Entretanto, outros métodos para a medida da pressão arterial vêm ganhando importância clínica. A medida da pressão arterial
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Os sintomas musculares relacionados às estatinas (SMRE) respondem por mais de 60% da perda da adesão a esses fármacos. Enquanto, nos ensaios clínicos randomizados, as queixas musculares que levam à descontinuação da terapia são inferiores a 1%, em estudos observacionais, a frequência de sintomas, levando à interrupção do tratamento, se eleva para 7% a 29%. De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemia e Prevenção da Aterosclerose (2017), pacientes com sintomas musculares toleráveis, relacionados à sinvastatina sem elevação de creatinofosfoquinase, podem ser orientados a
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A Cardiologia Nuclear compreende diversas técnicas em uma modalidade de imagem fisiológica obtida por meio do emprego de substâncias radioativas ou radiofármacos. Ela é capaz de fornecer contribuições ao diagnóstico para diversas doenças cardiovasculares. De acordo com a Atualização da Diretriz Brasileira de Cardiologia Nuclear (2020), a cintilografia
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A estenose aórtica apresenta prevalência crescente em razão do aumento de expectativa de vida e envelhecimento da população. O primeiro passo para indicação de intervenção é a definição da gravidade anatômica da valvopatia. Em um homem com estenose aórtica baixo fluxo e baixo gradiente (área valvar menor ou igual a 1.0 cm² e gradiente médio menor que 40 mmHg), a presença de valvopatia anatomicamente importante é reforçada por
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Homem de 37 anos, médico, comparece à consulta médica com o objetivo de ser avaliado, pois pretende participar de uma meia-maratona daqui a três meses, durante uma viagem ao exterior. Iniciou, há 2 anos, a prática de corrida de rua, com 5 a 7 treinos de uma a duas horas por semana. Nunca participou desse tipo de competição. Nega comorbidades e histórico familiar de doença cardíaca ou morte súbita. O exame físico realizado não apresentou alterações. De acordo com a Atualização da Diretriz em Cardiologia do Esporte da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2019, esse paciente deve ser considerado
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Métodos de avaliações coronárias intravasculares estão sendo, cada vez mais, utilizados nas síndromes coronarianas aguda e crônica, pois permitem obter informações funcionais e anatômicas que não são possíveis pela cinecoronariografia convencional. A avaliação por método intravascular com
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