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Foram encontradas 380 questões.

1051465 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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O desenvolvimento psicossexual do ser humano proposto por Freud desenvolve-se em
 

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1049347 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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As normas brasileiras de contabilidade aplicadas às pequenas e médias empresas destacam que o objetivo das demonstrações contábeis é fornecer informações sobre o(a)
 

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1046857 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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Dentre as Métricas estáticas do produto de software, aquela que mede a extensão média das palavras e das sentenças em documentos é a
 

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1039878 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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No PCMSO - “Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional” de uma fábrica de tintas, para rastreamento anual de exposição ocupacional à substância “tolueno”, o médico do trabalho solicitou o seguinte exame:
 

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1039596 Ano: 2012
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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É caso de suspensão do contrato de trabalho:
 

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1037677 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: FADESP
Orgão: CDP
Atualmente as Lesões por esforços repetitivos, conhecidas como doenças osteomusculares relacionadas com o trabalho (LER/DORT), vêm acometendo homens e mulheres em plena fase produtiva, causando incapacidades parcial e permanente que muitas vezes levam à aposentadoria por invalidez. Sobre a LER/DOR, é correto afirmar que são afecções decorrentes de
 

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1037659 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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A Norma Técnica Brasileira NBR – 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão – estabelece que a seção mínima de condutor de cobre de aterramento enterrado no solo, não protegido contra a corrosão é de
 

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1032870 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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Os Princípios Orçamentários são regras fundamentais e norteadoras da prática orçamentária, dentre os quais se destaca
 

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1032536 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: FADESP
Orgão: CDP
Deu entrada em um pronto socorro um adulto jovem, de 25 anos, com hipertermia (T= 40,0ºC) e dores no abdômen características de infecção. Constitui assistência de enfermagem à hipertermia:
 

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1030735 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: CDP
COM BASE NO TEXTO ABAIXO, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
Outra economia:
a mensagem sombria, mas de esperança, da Rio+20
Não devemos só rever nosso padrão de consumo,
mas também o modo de produção e a relação entre os países
O desenvolvimento sustentável das nações é uma temática que se tornou central no debate a partir dos primeiros alertas de ambientalistas que associaram o uso indiscriminado dos recursos naturais com o aquecimento global. No entanto, o termo sustentável se tornou rapidamente uma panaceia, incluindo tudo – e portanto nada –, especialmente após a sua inteligente apropriação pelo marketing das grandes corporações privadas globais.
Iludidos pela propaganda, muitos consumidores se sentem aliviados em sua consciência ambiental quando encontram selos verdes ou algo do gênero em seus produtos preferidos (desde cadernos até carros com tração nas quatro rodas). A hipocrisia é tamanha que o Brasil, entre outros países emergentes, tem-se colocado como exemplo de uma estratégia de desenvolvimento pretensamente movida a energia renovável e sustentável. Alusão refutada por quaisquer dos indicadores sólidos de sustentabilidade adotados no debate científico dos climatólogos, não por acaso afastados dos palcos políticos mais importantes da Rio+20.
Na verdade, o que o governo de muitos dos países do G20 chamam de economia verde pouco tem de sustentável. O critério de avaliação de impacto ambiental mais sério da academia, mas ignorado ainda pelos políticos, é a superfície vegetal do país, pois são essas áreas que garantem a purificação da pegada humana de gás carbônico que ameaça o planeta.
Segundo esse critério, a geração de energia elétrica no Brasil e na China, por exemplo, dependente da inundação de imensas áreas ocupadas por florestas, é altamente poluente; bem como a política de substituição de combustível fóssil por etanol ou biodiesel em países como os EUA e novamente o Brasil, pois são produtos que demandam uma superfície agrícola muito grande para ser minimamente acessível para os consumidores. Nem mesmo a energia eólica, a atual campeã da sustentabilidade, escapa a uma análise de impacto ambiental mais rigorosa, por também depender de uma escala de produção com uso intensivo de recursos naturais.
A chave da nossa sobrevivência em um mundo realmente sustentável depende, portanto, do desenvolvimento de uma tecnologia de geração de energia extensiva no uso de recursos naturais, ou seja que polua pouco, sendo capaz de manter ou mesmo elevar a superfície de nossos territórios com cobertura florestal. Parece sonho, mas isso já acontece em alguns países centrais avançados, como na França, no Japão ou ainda no Canadá. Lá, pelo visto, a consciência ambiental atingiu um outro patamar, e a resposta vem imediatamente com a maior qualidade de vida da população.
Porém, em escala planetária, a realidade é bem diferente, por conta do ritmo acelerado de devastação ambiental imposto por um modelo de capitalismo extensivo em recursos naturais, aplicado principalmente nos países em desenvolvimento. O acesso às tecnologias poupadoras de recursos naturais, e intensivas em pessoal qualificado e capital, é ainda muito restrito aos países centrais, inclusive por conta da existência de mecanismos institucionais e instrumentos de poder que os mantêm no controle dessas técnicas de produção.
Neste ponto temos de reconhecer o avanço do documento final da Rio+20: a sustentabilidade do planeta depende não apenas de uma revisão no nosso padrão de consumo, mas também no nosso modo de produção e na relação entre os países. Traduzindo para uma terminologia um pouco menos utópica, isto significa reconhecer que ou agimos já, ou capitalismo estará rumando para o seu fim não tanto pelo lento desenvolvimento de suas contradições internas, mas sim pelo simples, porém voraz, desenvolvimento natural de suas forças produtivas.
Pedro Chadarevian é doutor em Economia pela Universidade de Paris, professor de Economia na Universidade
Federal de São Carlos e editor do blog Outra Economia. Escreve quinzenalmente ao Opera Mundi.
Disponível em:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/22719/outra+economia+a+mensagem
+sombria+mas+de+esperanca+da+rio%2B20.shtml>. Acesso em: 25 set. 2012. Texto adaptado.
O texto de Pedro Chadarevian gira em torno da(s)
 

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