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A moeda, como hoje é conhecida, é o resultado de uma longa evolução. No início, não havia moeda, praticava-se o escambo. Algumas mercadorias, pela sua utilidade, passaram a ser mais procuradas do que outras. Aceitas por todos, assumiram a função de moeda, circulando como elemento trocado por outros produtos e servindo para avaliar-lhes o valor. Eram as moedas-mercadorias. O gado, principalmente o bovino, foi dos mais utilizados. O sal foi outra moeda-mercadoria; de difícil obtenção, era muito utilizado na conservação de alimentos. Ambas deixaram marca de sua função como instrumento de troca no vocabulário português, em palavras como pecúnia e pecúlio, capital e salário.
Com o passar do tempo, as mercadorias se tornaram inconvenientes às transações comerciais, devido à oscilação de seu valor, pelo fato de não serem fracionáveis e por serem facilmente perecíveis, o que não permitia o acúmulo de riquezas. Surgiram, então, no século VII a.C., as primeiras moedas com características semelhantes às das atuais: pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a impressão do cunho oficial, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu valor.
Os primeiros metais utilizados na cunhagem de moedas foram o ouro e a prata. O emprego desses metais se impôs, não só por sua raridade, beleza, imunidade à corrosão e por seu valor econômico, mas também por antigos costumes religiosos. Durante muitos séculos, os países cunharam em ouro suas moedas de maior valor, reservando a prata e o cobre para os valores menores. Esses sistemas se mantiveram até o final do século XIX, quando o cuproníquel e, posteriormente, outras ligas metálicas passaram a ser empregados e a moeda passou a circular pelo seu valor extrínseco, isto é, pelo valor gravado em sua face, que independe do metal nela contido.
Na Idade Média, surgiu o costume de guardar os valores com um ourives, pessoa que negociava objetos de ouro e prata e que, como garantia, entregava um recibo. Esse tipo de recibo passou a ser utilizado para efetuar pagamentos, circulando de mão em mão, e deu origem à moeda de papel. Com o tempo, da forma como ocorreu com as moedas, os governos passaram a conduzir a emissão de cédulas, controlando as falsificações e garantindo o poder de pagamento. Atualmente, quase todos os países possuem bancos centrais, encarregados das emissões de cédulas e moedas.
Internet: <www.bcb.gov.br> (com adaptações).
Julgue o próximo item, relativo às ideias expressas no texto ao lado e a aspectos linguísticos desse texto.
Seriam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso a vírgula empregada imediatamente após “centrais” fosse suprimida, embora o sentido do trecho fosse alterado.
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Empresas reclamam da falta de profissionais qualificados na área de tecnologia da informação
Enquanto aumenta o ritmo de inovação tecnológica no país e cresce a aplicação da informática nos mais diversos setores da sociedade, formam-se cerca de 30 mil profissionais por ano em áreas ligadas à tecnologia da informação e comunicação (TIC). Ainda assim, as empresas reclamam da falta de profissionais. “Temos uma janela de oportunidades em TIC no país. O que falta é gente qualificada”, alerta Pier Carlo Sola, diretor-presidente de um parque tecnológico pernambucano que abriga 68 empresas da área.
Apesar de não haver estatísticas que revelem a expansão do setor, especialistas estimam o crescimento em torno de 10% ao ano. Com isso, a não regulamentação das profissões ligadas à computação torna ainda mais acirrada a disputa por vagas e delega ao mercado a seleção do bom profissional.
“Independentemente da formação, o profissional de TIC tem de estar comprometido com o aprendizado contínuo e interessado em trabalhar com gestão de projetos, saber se comunicar e trabalhar em diversas equipes”, diz o gerente de carreiras Marcos Vono.
Essa é uma carreira multifacetada, que encontra espaço em consultorias, cooperativas, grandes empresas, locais que terceirizam mão de obra ou no empreendedorismo. “O profissional tem de ter visão do negócio e conhecer a realidade da empresa que atende, senão ficará sem emprego”, alerta Ivair Rodrigues, agente de pesquisa em tecnologia da informação (TI).
Segundo o cadastro das instituições de educação superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, há 1.021 cursos superiores ligados a computação, informática, TI e análise de sistemas. “Mas só metade dos alunos tem formação adequada, ou seja, de 12 mil a 16 mil novos profissionais precisam passar por uma requalificação logo que saem da universidade para poder entrar no mercado de trabalho”, diz Pier Carlo Sola.
Internet: <www1.folha.uol.com.br> (com adaptações).
Com base nas informações veiculadas no texto acima, em sua estrutura e em seus aspectos gramaticais, julgue o próximo item.
De acordo com o texto, são competências complementares de um profissional de TI a disposição para aprender continuamente e a correta percepção do ambiente profissional onde ele vai atuar.
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Tecnologia da informação
Com a popularização dos computadores e o desenvolvimento da microeletrônica, a palavra informação adquiriu um significado diferente. Até então, o seu sentido estava restrito à transmissão de dados acerca de alguém ou de algo, geralmente notícias de fatos que chegavam ao receptor com certa defasagem temporal. Na década de 50 do século passado, a comunicação entre duas pessoas, cada uma situada em um país ou estado diferente, só era possível por meio de telefone, telex ou correios; naquele tempo, ainda não existia a comunicação via satélite, nem Internet, telefone celular etc. Nos dias de hoje, informação tem um significado que está invariavelmente associado, mesmo que inconscientemente, à velocidade, à tecnologia, ao tempo e ao espaço. As noções de tempo e espaço se alteram radicalmente. Com o
aperfeiçoamento das telecomunicações e com o advento das novas tecnologias da informação, o tempo agora é tempo real e o que era distante vai tornando-se paulatinamente mais próximo.
Para ilustrar, basta lembrar que, no Brasil, quando ainda era uma novidade completa a realização de operações nos caixas automáticos dos bancos, as pessoas ficavam surpresas e um tanto quanto embaraçadas com a possibilidade de interagir diretamente com uma máquina, sem precisar recorrer a um funcionário especializado do banco. Atualmente, é algo inteiramente normal o cidadão comum sacar dinheiro com seu cartão magnético e fazer todas as suas transações bancárias em um mesmo lugar, em uma máquina que fornece automaticamente, em tempo real, toda e qualquer informação a respeito da sua movimentação financeira.
Nisso repousa o grande fascínio da tecnologia da informação (TI), ou seja, tornar acessíveis produtos e serviços de elevado conteúdo tecnológico, assimilados com relativa facilidade pelo usuário, mas cuja concepção é extremamente complexa, fruto da aplicação intensiva do saber científico em coisas que tornam mais prática e prazerosa a existência humana.
Em um ambiente tecnológico em permanente transformação, inundado por novos produtos, serviços e descobertas, ficar atualizado acerca de todos esses novos conhecimentos é praticamente impossível. Assim, existe uma intensa pressão sobre o indivíduo para que se mantenha em dia com o “ritmo geral”. A necessidade de atualização contínua é válida e indispensável, tanto no plano pessoal como no âmbito das organizações. Para estas, a TI fornece as possibilidades de permanente atualização e integração dos negócios, visto que potencializa o processo de difusão, disseminação e transferência de informações.
Benjamin de Medeiros Vale. Tecnologia da informação no contexto organizacional. In: Revista Ciência da Informação, v. 25, n.º 1, 1996 (com adaptações).
Considerando as informações veiculadas no texto acima, bem como a estrutura e aspectos gramaticais desse texto, julgue o item a seguir.
Sem prejuízo do sentido original do texto, a forma verbal “interagir” poderia ser substituída por relacionar-se ou por comunicar-se.
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Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF
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Julgue o próximo item, a respeito da arquitetura TCP/IP.
No protocolo TCP, a retransmissão de um segmento se inicia quando se excede o tempo de espera por um segmento de ACK, ou pelo recebimento de três segmentos de ACK com números de reconhecimento iguais.
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