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Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
Observe a figura abaixo.

Fonte: SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2011.
Essa figura representa o processo de:
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Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: CEFET-MG
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- Engenharia de SoftwareEngenharia de Requisitos
- Engenharia de SoftwareGerenciamento de Projetos de Software
A engenharia de requisitos abrange sete tarefas distintas: concepção, levantamento, elaboração, negociação, especificação, validação e gestão.
Fonte: PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software: uma abordagem profissional. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2016.
A respeito das tarefas, é INCORRETO afirmar que:
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CREATE TABLE disciplinas (
disciplina varchar(6) not null, descricao varchar(80) not null, constraint disciplinas_pk primary key (disciplina)
); COMMENT ON TABLE disciplinas IS ‘Tabela que registra as disciplinas’;
INSERT INTO disciplinas VALUES(‘POR001’,‘PORTUGUÊS’); INSERT INTO disciplinas VALUES(‘MAT001’,‘MATEMÁTICA’); INSERT INTO disciplinas VALUES(‘HIS001’,‘HISTÓRIA’);
CREATE TABLE alunos (
matricula varchar(6) not null, nome varchar(80) not null, constraint alunos_pk primary key (matricula)
); COMMENT ON TABLE alunos IS ‘Tabela que registra os alunos’;
INSERT INTO alunos VALUES(‘202101’,‘JOÃO’); INSERT INTO alunos VALUES(‘202102’,‘JOSÉ’); INSERT INTO alunos VALUES(‘202103’,‘MARIA’); INSERT INTO alunos VALUES(‘202104’,‘JOAQUIM’);
CREATE TABLE turmas (
turma varchar(1) not null, disciplina varchar(6) not null, matricula varchar(6) not null, constraint disciplinas_fk foreign key (disciplina) references disciplinas (disciplina),
constraint alunos_fk foreign key (matricula)references alunos (matricula)
);
COMMENT ON TABLE turmas IS ‘Tabela que registra as disciplinas em que os alunos estão matriculados’; INSERT INTO turmas VALUES(‘A’,‘POR001’,‘202101’); INSERT INTO turmas VALUES(‘A’,‘POR001’,‘202102’); INSERT INTO turmas VALUES(‘B’,‘MAT001’,‘202101’); INSERT INTO turmas VALUES(‘B’,‘MAT001’,‘202103’); INSERT INTO turmas VALUES(‘C’,‘HIS001’,‘202102’); INSERT INTO turmas VALUES(‘C’,‘HIS001’,‘202104’);
Deseja-se fazer um comando SQL para apagar todos os registros da tabela turmas, preservando a tabela. O comando SQL desejado é
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Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Fila
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Lista
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Pilha
Sobre as estruturas de dados pilha e fila, é correto afirmar que
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Na vida comum, nas conversas informais, costumam-se ouvir frases sonoras e emblemáticas. Com base nessa ideia, a alternativa que apresenta um apelo popular é:
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A alternativa abaixo que contém uma proposição é:
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O Artigo 5º da Constituição Federal do Brasil afirma que “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo- se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.
De acordo com o texto constitucional, é INCORRETO afirmar que
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Defender a ideia do mérito no Brasil significa, de alguma maneira, advogar a superioridade branca, uma vez que são esses grupos que detêm a riqueza e os cargos mais altos em todas as instituições, públicas e privadas, do país. Também detêm a possibilidade da ascensão social.
Se fôssemos comparar a situação com uma corrida de obstáculos, seria igual a imaginar que uma parte dos atletas começa a prova a 500 metros à frente dos outros, ou até que “correm sozinhos”. O que essas elites não reconhecem – ou fazem questão de não enxergar – é como o fato de ser branco ou branca traz todo tipo de vantagens numa sociedade estruturada pelo racismo. A produção do lugar de superioridade por parte das elites dirigentes, a produção da subalternidade por parte do colonizador por sobre o colonizado e a construção de um racismo anti-indígena e antinegro conformam uma política longeva e que tem nome: branquitude.
A branquitude também produz padrões brancos de beleza (ditos) universais. Isto significa entender que estamos diante de uma particularidade social que se pretende universal. O padrão de beleza, herdado da Renascença, é esse: musas brancas e bem aquinhoadas socialmente. O problema não é o padrão em si. Assim como não se trata de uma questão de gosto ou de mau gosto. Trata-se de observar como se dá a produção dos gostos do colonizador que se impõe por sobre o do colonizado. Esse é um outro poder – o poder de produção de subjetividades do colonizador que estabiliza hierarquias de superioridade e de inferioridade.
Fonte: SCHWARCZ, Lilia. Branquitude: a hora de tocar o despertador da nossa cidadania. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2021/Branquitude-hora-de-tocar-odespertador- da-nossa- cidadania. Acesso em: 16 ago. 2021. (Adaptado)
A autora utiliza o neologismo “branquitude” para se referir a uma situação que, no Brasil,
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De acordo com a teoria do Big Bang, há 13,8 bilhões de anos, um ponto menor do que um átomo produziu uma grande explosão. A partir daí, foi criada toda a matéria do Universo, que continua a se expandir até hoje. E foi também nesse momento que o tempo começou a correr [...]. A grande explosão lançou partículas em todas as direções, que então se agruparam para formar estrelas, planetas e galáxias que viajam pelo Universo.
O tempo, entretanto, parece viajar em apenas uma direção, sempre para a frente, como uma flecha que voa pelo ar. Mas se o espaço e a matéria estão se expandindo em todas as direções, por que o tempo se moveria apenas para a frente
Um cientista teórico desafia essa ideia. Na verdade, questiona a narrativa clássica do Big Bang e propõe uma nova concepção do tempo. Julian Barbour é um professor aposentado que ensinou física na Universidade de Oxford e publicou pesquisas nas mais prestigiadas revistas científicas. [...] Trata-se de uma ideia provocativa que nos leva a questões profundas sobre nossa própria existência.?
Fonte: Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-55805371. Acesso em: 25 ago. 2021.
No fragmento, extraído de uma matéria de divulgação científica, a pergunta formulada no segundo parágrafo
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Lembrou-se de seu Tomás da bolandeira. Dos homens do sertão o mais arrasado era seu Tomás da bolandeira. Por quê? Só se era porque lia demais. Fabiano muitas vezes dissera: — “Seu Tomás, vossemecê não regula. Para que tanto papel? Quando a desgraça chegar, seu Tomás se estrepa, igualzinho aos outros”.
Em hora de maluqueira Fabiano desejava imitá-lo: dizia palavras difíceis, truncando tudo, convencia-se de que melhorava. Tolice. [...].
Seu Tomás da bolandeira falava bem, estragava os olhos em cima dos jornais e livros, mas não sabia mandar: pedia. Esquisitice um homem remediado ser cortês. Até o povo censurava aquelas maneiras. Mas todos obedeciam a ele. Ah! Quem disse que não obedeciam?
Fonte: RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. 59. ed. São Paulo: Record, 1989.
Nesse excerto, as reflexões sobre a linguagem revelam
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