A existência da Comunicação de Risco «está diretamente relacionada à necessidade que determinados assuntos têm em ser esclarecidos a certas audiências/ populações/usuários» (Enciclopédia INTERCOM de Comunicação, 2010). Nesse sentido, define-se Comunicação de Risco:
Quando os repórteres procuram seus “próprios especialistas” visando uma informação sobre um desastre natural e se antecipando aos comunicados oficiais e a outros meios de comunicação, conceitualmente à preocupação é com:
As redes sociais assumem um papel importante na difusão de informação na atualidade. Nesse contexto, podem existir diversos Sites, Blogs, páginas no Facebook, Twitter, etc. de cidadãos que, por iniciativa própria decidam divulgar informações sobre desastres. Relativamente à situação exposta, o CEMADEN deverá proceder da seguinte maneira:
Dentre as especificidades da «comunicação social em desastres naturais» destaca-se o fato de ter que estar obrigatoriamente embasada no rigor técnico, não incluir linguagem que conduza ao pânico exagerado da população e o consequente descontrole comportamental (sobretudo em situação de pré-desastre). Assim, a redação de boletins, informativos, comunicados e a preparação da matéria jornalística deve respeitar as seguintes regras:
Relativamente aos desastres naturais, a disseminação de informações sobre medidas de prevenção e o procedimento a adotar nas situações de pré- e pós-desastre são fundamentais para minimizar os impactos negativos para a população local. Nesse contexto, o nível de capital social de uma dada região é determinante para facilitar a disseminação da informação porque: