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995329 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: CEPEL
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MACONHA E CLASSE SOCIAL
Em recente entrevista, o presidente Barak Obama afirmou que fumar maconha é menos nocivo do que ingerir álcool. Defensor da legalização do uso recreativo, acrescentou que a criminalização dessa droga prejudica mais os jovens negros e latinos das classes pobres do que os garotos de classe média, que raramente vão para a prisão pelo seu uso.
Os dois argumentos revelam muito da ideologia dita progressista do presidente.
Adepto do que se convencionou chamar de Estado-babá, ele pauta suas opiniões e decisões de acordo com o perigo que determinada atividade possa representar aos cidadãos. Assim, se a maconha é menos nociva que o tolerado álcool, pode ser liberada. Já o argumento segundo qual a legalização beneficiará os mais pobres, que costumam ser punidos com mais rigor pela lei opressora, denota sua firme adesão à teoria da luta de classes.
O consumo e comercialização da maconha devem ser liberados sim, mas não pelos fracos argumentos usados pelo presidente. O primeiro é cientificamente controverso e o segundo, embora verdadeiro, é tosco, uma vez que, no limite, pode ser usado para defender a descriminalização de qualquer atividade ilícita, inclusive os crimes contra a vida e a propriedade. Afinal, os mais pobres costumam ser punidos com mais rigor por quaisquer crimes, e não só tráfico e consumo de drogas. A questão relevante aqui deveria ser: devemos criminalizar atividades que não prejudiquem ninguém, além dos próprios agentes?
Ora, se uma atividade deve ser proibida ou autorizada de acordo com os níveis de risco à vida ou à saúde de seus praticantes, deveríamos aplaudir a proibição de esportes radicais, consumo de açúcares, gorduras, álcool, cigarros e, até mesmo, guiar automóveis. Se tais atividades são admitidas, malgrado todos os perigos a elas inerentes, é porque consideramos que temos o direito de escolher o nosso próprio caminho, de buscar a própria felicidade de acordo com os nossos valores e avaliações, não os do governo, dos cientistas ou de qualquer outra atividade.
João Luiz Mauad, o Globo, 19/02/2014
“Se tais atividades são admitidas, malgrado todos os perigos a elas inerentes, é porque consideramos que temos o direito de escolher o nosso próprio caminho, de buscar a própria felicidade de acordo com os nossos valores e avaliações, não os do governo, dos cientistas ou de qualquer outra atividade”. Nesse segmento do texto, os elementos que se ligam por coesão a qualquer elemento anterior são:
 

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995328 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: CEPEL
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MACONHA E CLASSE SOCIAL
Em recente entrevista, o presidente Barak Obama afirmou que fumar maconha é menos nocivo do que ingerir álcool. Defensor da legalização do uso recreativo, acrescentou que a criminalização dessa droga prejudica mais os jovens negros e latinos das classes pobres do que os garotos de classe média, que raramente vão para a prisão pelo seu uso.
Os dois argumentos revelam muito da ideologia dita progressista do presidente.
Adepto do que se convencionou chamar de Estado-babá, ele pauta suas opiniões e decisões de acordo com o perigo que determinada atividade possa representar aos cidadãos. Assim, se a maconha é menos nociva que o tolerado álcool, pode ser liberada. Já o argumento segundo qual a legalização beneficiará os mais pobres, que costumam ser punidos com mais rigor pela lei opressora, denota sua firme adesão à teoria da luta de classes.
O consumo e comercialização da maconha devem ser liberados sim, mas não pelos fracos argumentos usados pelo presidente. O primeiro é cientificamente controverso e o segundo, embora verdadeiro, é tosco, uma vez que, no limite, pode ser usado para defender a descriminalização de qualquer atividade ilícita, inclusive os crimes contra a vida e a propriedade. Afinal, os mais pobres costumam ser punidos com mais rigor por quaisquer crimes, e não só tráfico e consumo de drogas. A questão relevante aqui deveria ser: devemos criminalizar atividades que não prejudiquem ninguém, além dos próprios agentes?
Ora, se uma atividade deve ser proibida ou autorizada de acordo com os níveis de risco à vida ou à saúde de seus praticantes, deveríamos aplaudir a proibição de esportes radicais, consumo de açúcares, gorduras, álcool, cigarros e, até mesmo, guiar automóveis. Se tais atividades são admitidas, malgrado todos os perigos a elas inerentes, é porque consideramos que temos o direito de escolher o nosso próprio caminho, de buscar a própria felicidade de acordo com os nossos valores e avaliações, não os do governo, dos cientistas ou de qualquer outra atividade.
João Luiz Mauad, o Globo, 19/02/2014
Os termos do título – maconha / classe social aparecem relacionados, no texto, do seguinte modo:
 

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995325 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: CEPEL
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MACONHA E CLASSE SOCIAL
Em recente entrevista, o presidente Barak Obama afirmou que fumar maconha é menos nocivo do que ingerir álcool. Defensor da legalização do uso recreativo, acrescentou que a criminalização dessa droga prejudica mais os jovens negros e latinos das classes pobres do que os garotos de classe média, que raramente vão para a prisão pelo seu uso.
Os dois argumentos revelam muito da ideologia dita progressista do presidente.
Adepto do que se convencionou chamar de Estado-babá, ele pauta suas opiniões e decisões de acordo com o perigo que determinada atividade possa representar aos cidadãos. Assim, se a maconha é menos nociva que o tolerado álcool, pode ser liberada. Já o argumento segundo qual a legalização beneficiará os mais pobres, que costumam ser punidos com mais rigor pela lei opressora, denota sua firme adesão à teoria da luta de classes.
O consumo e comercialização da maconha devem ser liberados sim, mas não pelos fracos argumentos usados pelo presidente. O primeiro é cientificamente controverso e o segundo, embora verdadeiro, é tosco, uma vez que, no limite, pode ser usado para defender a descriminalização de qualquer atividade ilícita, inclusive os crimes contra a vida e a propriedade. Afinal, os mais pobres costumam ser punidos com mais rigor por quaisquer crimes, e não só tráfico e consumo de drogas. A questão relevante aqui deveria ser: devemos criminalizar atividades que não prejudiquem ninguém, além dos próprios agentes?
Ora, se uma atividade deve ser proibida ou autorizada de acordo com os níveis de risco à vida ou à saúde de seus praticantes, deveríamos aplaudir a proibição de esportes radicais, consumo de açúcares, gorduras, álcool, cigarros e, até mesmo, guiar automóveis. Se tais atividades são admitidas, malgrado todos os perigos a elas inerentes, é porque consideramos que temos o direito de escolher o nosso próprio caminho, de buscar a própria felicidade de acordo com os nossos valores e avaliações, não os do governo, dos cientistas ou de qualquer outra atividade.
João Luiz Mauad, o Globo, 19/02/2014
“Em recente entrevista, o presidente Barak Obama afirmou que fumar maconha é menos nocivo do que ingerir álcool. Defensor da legalização do uso recreativo, acrescentou que a criminalização dessa droga prejudica mais os jovens negros e latinos das classes pobres do que os garotos de classe média...”. Entre esses dois períodos, poderíamos, respeitando o sentido do texto, inserir o seguinte conectivo:
 

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120275 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: BIO-RIO
Orgão: CEPEL

De acordo com a NR 10 (Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade), os estabelecimentos com carga instalada superior a 75kW devem manter e constituir Prontuário de Instalações Elétricas contendo:

 

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120274 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: BIO-RIO
Orgão: CEPEL
ATENÇÃO: A figura abaixo apresenta um ponto energizado (PE) e as zonas de risco (ZR), controlada (ZC) e livre (ZL) e refere-se à próxima questão.

Enunciado 120274-1

Sobre o acesso às zonas de risco e controlada, leia atentamente asafirmativasabaixo:

I- O acesso à zona controlada é permitido a qualquer profissional.

II- Oacessoàzonaderiscoépermitidoapenasaprofissionais autorizados e, além disso, com adoção de técnicas e instrumentos apropriados de trabalho.

III- O acesso à zona de risco para intervenção no ponto energizado pode ser realizado com os dispositivos de religamentoautomáticodesbloqueados.

Assinale:
 

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120273 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: BIO-RIO
Orgão: CEPEL
Sobre os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), uma responsabilidadedoempregadoé:
 

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120272 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: BIO-RIO
Orgão: CEPEL
A NR 21 determina medidas de segurança para trabalho a céu aberto. Identifique a afirmativa correta em relação às determinações da NR 21.
 

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120271 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: BIO-RIO
Orgão: CEPEL
De acordo com a NR 10 – Segurança em instalações e serviços em eletricidade, em todos os serviços executados em instalações elétricas devem ser previstas e adotadas, prioritariamente, medidas de proteção coletiva aplicáveis, mediante procedimentos, às atividades a serem desenvolvidas, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores.

As medidas de proteção coletiva compreendem, prioritariamente, a elétrica conforme estabelece esta NR e, na sua impossibilidade, o emprego de .

As lacunas ficam corretamente preenchidas respectivamente por:
 

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120270 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: BIO-RIO
Orgão: CEPEL
Em relação aos pontos de ancoragem e as providências de segurança estabelecidas pela NR-35 (trabalho em altura) é correto afirmar que:
 

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120269 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: BIO-RIO
Orgão: CEPEL
A NR 10 determina a necessidade da elaboração de procedimentos de trabalho para a realização dos serviços em eletricidade. Sobre a elaboração de procedimentos, em conformidade com a NR 10, é correto afirmar que:
 

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