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Foram encontradas 88 questões.

2424605 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
Uma empresa realizou seu inventário físico em 1º.8.2011, identificando em seu estoque de mercadorias 8.000 unidades, avaliadas ao custo médio unitário de R$180,00. Em 5.8.2011, vendeu 6.000 unidades à vista por R$1.650.000,00, numa operação isenta de tributos de qualquer natureza. O comprador, no dia 10.8.2011, devolveu 20% da compra e ainda conseguiu obter um abatimento de 20% no preço. Considerando essas transações as únicas do mês de agosto, a empresa apresentou um estoque em 31.8.2011 de:
 

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2420923 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
Uma sociedade empresária apresenta no seu Ativo Não Circulante investimento em uma Subsidiária Integral. Em 31 de dezembro de 2010, foi apresentado o seguinte papel de trabalho para que fossem identificados os registros de eliminações e os saldos consolidados. Não existem lucros não realizados decorrentes de transações entre as companhias.
Contas Controladora Subsidiária Eliminação de Consolidação Saldos
Consolidados
Débito Crédito
ATIVO CIRCULANTE R$525.000,00 R$225.000,00
Caixa R$75.000,00 R$85.000,00
Clientes – Terceiros R$150.000,00 R$40.000,00
Clientes – Subsidiária R$100.000,00 -
Estoques R$200.000,00 R$100.000,00
ATIVO NÃO CIRCULANTE R$475.000,00 R$0,00
Investimentos em Subsidiária R$125.000,00 -
Imobilizado R$350.000,00 -
TOTAL DO ATIVO R$1.000.000,00 R$225.000,00
PASSIVO R$450.000,00 R$100.000,00
Fornecedores – Terceiros R$450.000,00 -
Fornecedores – Controladora - R$100.000,00
PASSIVO NÃO CIRCULANTE R$0,00 R$0,00
PATRIMÔNIO LÍQUIDO R$550.000,00 R$125.000,00
Capital Social R$500.000,00 R$125.000,00
Reserva de Lucro R$50.000,00 -
TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO R$1.000.000,00 R$225.000,00
A partir da elaboração do Balanço Patrimonial Consolidado, assinale a opção INCORRETA.
 

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2411879 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

Gritos que fizeram história

Marta Góes

Num passado não muito remoto, quando uma mulher tinha profissão ou emprego, dizia-se que trabalhava fora. O trabalho dos homens dispensava explicação – só podia mesmo ser fora. Essa diferença nem tão sutil traduz à perfeição o velho modelo da existência feminina: a casa era a regra, o mundo, a exceção, e a atividade doméstica, leve ou pesada, não era reconhecida como ocupação. Agora que a mulher representa metade da mão de obra do mundo acidental (no Brasil, 42,4%), e que a avalanche de informação por vezes obstrui a visão do caminho percorrido, é bom lembrar expressões que envelheceram e saíram de cartaz, ou que entraram em cena, rompendo silêncios seculares. Elas nos devolvem imediatamente a consciência do passado.

“Pai ou responsável”, lia-se, sob a linha destinada à assinatura, abaixo das notas, nas cadernetas escolares que as crianças levavam para casa todo mês. Se o pai não estivesse, ou não pudesse assinar, o.k., a assinatura da mãe servia. [...]

As mulheres das classes D e E – as pobres, como se dizia no passado – continuam a trabalhar dentro e fora, como fizeram suas mães e avós. Entre os raros benefícios conquistados nos últimos anos figuram a aplicação das leis trabalhistas às empregadas domésticas e, em alguns lugares do Brasil, como o estado e a cidade de São Paulo, Belo Horizonte e Recife, a preferência pela mulher na titularidade de imóveis populares financiados com recursos públicos. Programas assistenciais como o Bolsa Escola e o Bolsa Família são registrados prioritariamente em nome da mãe, reconhecida como o elemento mais estável no núcleo familiar. As mulheres ganharam mais poder, mas continuam a lavar a roupa sozinhas. E, nas tristes estatísticas do trabalho infantil doméstico, as meninas representam a maioria das crianças privadas de infância.

(Veja – edição especial Mulher. Editora Abril, ed. 2166 – ano 43, junho de 2010.)

De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que

 

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2410503 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

Gritos que fizeram história

Marta Góes

Num passado não muito remoto, quando uma mulher tinha profissão ou emprego, dizia-se que trabalhava fora. O trabalho dos homens dispensava explicação – só podia mesmo ser fora. Essa diferença nem tão sutil traduz à perfeição o velho modelo da existência feminina: a casa era a regra, o mundo, a exceção, e a atividade doméstica, leve ou pesada, não era reconhecida como ocupação. Agora que a mulher representa metade da mão de obra do mundo acidental (no Brasil, 42,4%), e que a avalanche de informação por vezes obstrui a visão do caminho percorrido, é bom lembrar expressões que envelheceram e saíram de cartaz, ou que entraram em cena, rompendo silêncios seculares. Elas nos devolvem imediatamente a consciência do passado.

“Pai ou responsável”, lia-se, sob a linha destinada à assinatura, abaixo das notas, nas cadernetas escolares que as crianças levavam para casa todo mês. Se o pai não estivesse, ou não pudesse assinar, o.k., a assinatura da mãe servia. [...]

As mulheres das classes D e E – as pobres, como se dizia no passado – continuam a trabalhar dentro e fora, como fizeram suas mães e avós. Entre os raros benefícios conquistados nos últimos anos figuram a aplicação das leis trabalhistas às empregadas domésticas e, em alguns lugares do Brasil, como o estado e a cidade de São Paulo, Belo Horizonte e Recife, a preferência pela mulher na titularidade de imóveis populares financiados com recursos públicos. Programas assistenciais como o Bolsa Escola e o Bolsa Família são registrados prioritariamente em nome da mãe, reconhecida como o elemento mais estável no núcleo familiar. As mulheres ganharam mais poder, mas continuam a lavar a roupa sozinhas. E, nas tristes estatísticas do trabalho infantil doméstico, as meninas representam a maioria das crianças privadas de infância.

(Veja – edição especial Mulher. Editora Abril, ed. 2166 – ano 43, junho de 2010.)

O texto afirma que

 

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2409058 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

CPC corre para garantir a normatização da convergência

Maristela Girotto

A Lei n.º 11.638/07 foi aprovada no apagar das luzes de 2007 e já era aplicável em 1º de janeiro de 2008, o que gerou uma corrida contra o tempo para que as várias mudanças contábeis pudessem ser normatizadas. Apesar do esforço, uma pesquisa feita com 90 executivos brasileiros – publicada em dezembro de 2008 num jornal de circulação nacional – mostrou que, no final do ano, o processo de migração para o IFRS estava bastante atrasado nas companhias.

Na opinião do coordenador técnico do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, Edison Arisa Pereira, um processo de mudança como o que está sendo vivenciado atualmente é preocupante e requer adequado planejamento e cuidado na implementação. “Temos que levar em consideração que estamos falando da maior alteração de práticas contábeis desde a edição da Lei n.º 6.404, ou seja, há mais de 30 anos”, afirma.

Confiante de que o processo será bem-sucedido, Arisa argumenta que a atual mudança, além de técnica, é cultural, por isso deverá demandar certo tempo para ser plenamente absorvida por todos os usuários das demonstrações contábeis. As normas internacionais de contabilidade, segundo ele, privilegiam a essência sobre a forma e ditam, em geral, o princípio a ser seguido, não trazendo uma formulação detalhada de como proceder em cada tipo de transação, o que implica maior exercício do julgamento profissional quando da aplicação das novas regras.

A adaptação às alterações essenciais promovidas pela Lei n.º 11.638/07, que afeta os balanços de 2008, deverá produzir, na opinião do coordenador técnico do CPC, um efeito importante na percepção dos executivos sobre a relevância de se agilizar o processo de migração plena os IFRS. Para as companhias abertas, instituições financeiras e seguradoras, o processo deverá estar concluído até a divulgação dos balanços consolidados de 2010, por força das disposições dos reguladores dessas entidades (CVM, Banco Central e Superintendência de Seguros Privados). “Cabe ressaltar que para se ter concluído o balanço (consolidado) em IFRS de 2010, necessário se faz elaborar demonstrações contábeis comparativas do exercício precedente (2009)”, explica.

(A migração das normas contábeis brasileiras para o padrão internacional: especialistas analisam o processo. In: Revista Brasileira de Contabilidade. Janeiro / fevereiro 2009 – nº 175, p. 8.)

Conforme o texto,

 

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2408760 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

Gritos que fizeram história

Marta Góes

Num passado não muito remoto, quando uma mulher tinha profissão(c) ou emprego(c), dizia-se que trabalhava fora. O trabalho dos homens dispensava explicação – só podia mesmo ser fora. Essa diferença nem tão sutil traduz à perfeição o velho modelo da existência feminina: a casa era a regra, o mundo, a exceção, e a atividade doméstica, leve ou pesada, não era reconhecida como ocupação. Agora que a mulher representa metade da mão de obra(b) do mundo acidental (no Brasil, 42,4%), e que a avalanche de informação por vezes obstrui a visão do caminho percorrido(a), é bom lembrar expressões que envelheceram e saíram de cartaz, ou que entraram em cena, rompendo silêncios seculares. Elas nos devolvem imediatamente a consciência do passado.

“Pai ou responsável”, lia-se, sob a linha destinada à assinatura, abaixo das notas, nas cadernetas escolares que as crianças levavam para casa todo mês. Se o pai não estivesse, ou não pudesse assinar, o.k., a assinatura da mãe servia. [...]

As mulheres das classes D e E – as pobres, como se dizia no passado – continuam a trabalhar dentro e fora, como fizeram suas mães e avós(d). Entre os raros benefícios conquistados nos últimos anos figuram a aplicação das leis trabalhistas às empregadas domésticas e, em alguns lugares do Brasil, como o estado e a cidade de São Paulo(d), Belo Horizonte e Recife, a preferência pela mulher na titularidade de imóveis populares financiados com recursos públicos. Programas assistenciais como o Bolsa Escola e o Bolsa Família são registrados prioritariamente em nome da mãe, reconhecida como o elemento mais estável no núcleo familiar. As mulheres ganharam mais poder, mas continuam a lavar a roupa sozinhas. E, nas tristes estatísticas do trabalho infantil doméstico, as meninas representam a maioria das crianças privadas de infância.

(Veja – edição especial Mulher. Editora Abril, ed. 2166 – ano 43, junho de 2010.)

No texto, é CORRETO afirmar que

 

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2408273 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

CPC corre para garantir a normatização da convergência

Maristela Girotto

A Lei n.º 11.638/07 foi aprovada no apagar das luzes de 2007 e já era aplicável em 1º de janeiro de 2008, o que gerou uma corrida contra o tempo para que as várias mudanças contábeis pudessem ser normatizadas. Apesar do esforço, uma pesquisa feita com 90 executivos brasileiros – publicada em dezembro de 2008 num jornal de circulação nacional – mostrou que, no final do ano, o processo de migração para o IFRS estava bastante atrasado nas companhias.

Na opinião do coordenador técnico do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, Edison Arisa Pereira, um processo de mudança como o que está sendo vivenciado atualmente é preocupante e requer adequado planejamento e cuidado na implementação. “Temos que levar em consideração que estamos falando da maior alteração de práticas contábeis desde a edição da Lei n.º 6.404, ou seja, há mais de 30 anos”, afirma.

Confiante de que o processo será bem-sucedido, Arisa argumenta que a atual mudança, além de técnica, é cultural, por isso deverá demandar certo tempo para ser plenamente absorvida por todos os usuários das demonstrações contábeis. As normas internacionais de contabilidade, segundo ele, privilegiam a essência sobre a forma e ditam, em geral, o princípio a ser seguido, não trazendo uma formulação detalhada de como proceder em cada tipo de transação, o que implica maior exercício do julgamento profissional quando da aplicação das novas regras.

A adaptação às alterações essenciais promovidas pela Lei n.º 11.638/07, que afeta os balanços de 2008, deverá produzir, na opinião do coordenador técnico do CPC, um efeito importante na percepção dos executivos sobre a relevância de se agilizar o processo de migração plena os IFRS. Para as companhias abertas, instituições financeiras e seguradoras, o processo deverá estar concluído até a divulgação dos balanços consolidados de 2010, por força das disposições dos reguladores dessas entidades (CVM, Banco Central e Superintendência de Seguros Privados). “Cabe ressaltar que para se ter concluído o balanço (consolidado) em IFRS de 2010, necessário se faz elaborar demonstrações contábeis comparativas do exercício precedente (2009)”, explica.

(A migração das normas contábeis brasileiras para o padrão internacional: especialistas analisam o processo. In: Revista Brasileira de Contabilidade. Janeiro / fevereiro 2009 – nº 175, p. 8.)

De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que

 

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2407712 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

CPC corre para garantir a normatização da convergência

Maristela Girotto

A Lei n.º 11.638/07 foi aprovada no apagar das luzes(a) de 2007 e já era aplicável em 1º de janeiro de 2008, o que gerou uma corrida contra o tempo para que as várias mudanças contábeis pudessem ser normatizadas. Apesar do esforço, uma pesquisa feita com 90 executivos brasileiros – publicada em dezembro de 2008 num jornal de circulação nacional – mostrou que, no final do ano(c), o processo de migração para o IFRS estava bastante atrasado nas companhias.

Na opinião do coordenador técnico do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, Edison Arisa Pereira, um processo de mudança como o que está sendo vivenciado atualmente é preocupante e requer adequado planejamento e cuidado na implementação. “Temos que levar em consideração que estamos falando da maior alteração de práticas contábeis desde a edição da Lei n.º 6.404, ou seja, há mais de 30 anos”, afirma.

Confiante de que o processo será bem-sucedido(b), Arisa argumenta que a atual mudança, além de técnica, é cultural, por isso deverá demandar certo tempo para ser plenamente absorvida por todos os usuários das demonstrações contábeis. As normas internacionais de contabilidade, segundo ele, privilegiam a essência sobre a forma e ditam, em geral, o princípio a ser seguido, não trazendo uma formulação detalhada de como proceder em cada tipo de transação, o que implica maior exercício do julgamento profissional quando da aplicação das novas regras.

A adaptação às alterações(d) essenciais promovidas pela Lei n.º 11.638/07, que afeta os balanços de 2008, deverá produzir, na opinião do coordenador técnico do CPC, um efeito importante na percepção dos executivos sobre a relevância de se agilizar o processo de migração plena os IFRS. Para as companhias abertas, instituições financeiras e seguradoras, o processo deverá estar concluído até a divulgação dos balanços consolidados de 2010, por força das disposições dos reguladores dessas entidades (CVM, Banco Central e Superintendência de Seguros Privados). “Cabe ressaltar que para se ter concluído o balanço (consolidado) em IFRS de 2010, necessário se faz elaborar demonstrações contábeis comparativas do exercício precedente (2009)”, explica.

(A migração das normas contábeis brasileiras para o padrão internacional: especialistas analisam o processo. In: Revista Brasileira de Contabilidade. Janeiro / fevereiro 2009 – nº 175, p. 8.)

Identifique a descrição gramatical INCORRETA no texto.

 

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1073233 Ano: 2011
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: CFC
Orgão: CFC
Em uma determinada empresa industrial, ocorreu um acidente de trabalho e o operário acidentado foi afastado para tratamento, ficando ausente por seis meses seguidos.
Assim, com relação ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, assinale a opção CORRETA.
 

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1073232 Ano: 2011
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: CFC
Orgão: CFC
Três funcionários de uma determinada sociedade, após doze meses de trabalho, no regime de tempo integral tinham a seguinte quantidade de faltas não justificadas:
Funcionário n.º 1 – 5 faltas.
Funcionário n.º 2 – 12 faltas.
Funcionário n.º 3 – 8 faltas.
Nesses casos, de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), os três funcionários terão, respectivamente, a seguinte quantidade de dias de férias:
 

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