Foram encontradas 160 questões.
De bem com o planeta
Você compra produtos orgânicos achando que está fazendo bem ao planeta, mas eles vêm embalados em isopor e filme plástico. Você deixou de contribuir para a contaminação do lençol freático e a intoxicação do agricultor, uma vez que o alimento não possui agrotóxicos, mas joga na natureza materiais que demoram uma eternidade para se decompor. Para ser totalmente “verde”, seria preciso procurar feiras orgânicas, onde os produtores vendem diretamente para o consumidor, sem as embalagens dos supermercados. Na falta de opções orgânicas, os alimentos da estação costumam ser mais bonitos e gostosos. Se não se dispõe de uma listinha dos melhores meses para comprar cada produto, basta observar a oferta e o preço.
Outro fator que se deve avaliar é quanto o alimento viajou até chegar a sua casa. Quanto mais distante a origem, mais poluição provavelmente foi gerada no transporte. Selos de certificação indicam que alguma etapa da produção, ou o processo inteiro, passou por critérios de proteção ao meio ambiente ou à sociedade.
E seu bife? Ajuda a derrubar florestas? No Brasil, 70% das emissões de gases do efeito estufa são decorrentes do desmatamento e das queimadas na Amazônia, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Se 80% da carne produzida na Amazônia é consumida no próprio Brasil, o melhor é diminuir o consumo ou exigir que os supermercados indiquem a procedência do alimento. Se comer carne contribui para o desmatamento, a forma mais “verde” de consumir proteína é a soja? Não. Uma pesquisa do Idec com 28 indústrias mostrou que 12 vendem produtos com soja transgênica sem informar o consumidor. Plantações transgênicas podem pôr em risco o equilíbrio dos ecossistemas e diminuir a biodiversidade.
A população brasileira se acostumou a fazer grandes compras de mês em épocas de inflação. Hoje, esse hábito resulta em desperdício de alimentos. Antes de sair de casa, fazer uma listinha com o que é preciso para a semana permite evitar as compras por impulso. Nas refeições, convém preparar apenas o que a família vai consumir: alimentos em decomposição liberam gás metano, um dos causadores do efeito estufa. Separar o lixo orgânico do reciclável e escolher produtos com menos embalagem possível, contanto caixa, sacos e saquinhos – de preferência, sem embalagem alguma, o que pode ser indício de menos produtos químicos –, também contribui.
(Letícia Sorg e Laura Lopes, Revista ÉPOCA, 18 de maio de 2009)
“Se não se dispõe de uma listinha dos melhores meses para comprar cada produto, basta observar a oferta e o preço.” Os sufixos inha/inho significam diminutivo. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um vocábulo com sufixo de grau diminutivo:
Provas
Qual é a modalidade de licitação para aquisição de bens e serviços comuns em que a disputa pelo fornecimento é feita em sessão pública, por meio de propostas e lances, para classificação e habilitação do licitante com a proposta de menor preço?
Provas
Quando confrontados pelos aspectos mais obscuros ou espinhosos da existência, os antigos gregos costumavam consultar os deuses (naquela época, não havia psicanalistas). Para isso, existiam os oráculos – locais sagrados onde os seres imortais se manifestavam, devidamente encarnados em suas sacerdotisas. Certa vez, talvez por brincadeira, um ateniense perguntou ao conceituado oráculo de Delfos se haveria na Grécia alguém mais sábio que o esquisitão Sócrates. A resposta foi sumária: “Não”.
O inesperado elogio divino chegou aos ouvidos de Sócrates, causando-lhe uma profunda sensação de estranheza. Afinal de contas, ele jamais havia se considerado um grande sábio. Pelo contrário: considerava-se tão ignorante quanto o resto da humanidade. Após muito meditar sobre as palavras do oráculo, Sócrates chegou à conclusão de que mudaria sua vida (e a história do pensamento). Se ele era o homem mais sábio da Grécia, então o verdadeiro sábio é aquele que tem consciência da própria ignorância. Para colocar à prova sua descoberta, ele foi ter com um dos figurões intelectuais da época. Após algumas horas de conversa, percebeu que a autoproclamada sabedoria do sujeito era uma casca vazia. E concluiu: “Mais sábio que esse homem eu sou. É provável que nenhum de nós saiba nada de bom, mas ele supõe saber alguma coisa e não sabe, enquanto eu, se não sei, tampouco suponho saber. Parece que sou um tantinho mais sábio que ele exatamente por não supor saber o que não sei”. A partir daí, Sócrates começou uma cruzada pessoal contra a falsa sabedoria humana – e não havia melhor palco para essa empreitada que a vaidosíssima Atenas. Em suas próprias palavras, ele se tornou um “vagabundo loquaz” – uma usina ambulante de insolência iluminadora, movida pelo célebre bordão que Sócrates legou à posteridade: “Só sei que nada sei”.
Para sua tarefa audaz, Sócrates empregou o método aprendido com os professores sofistas. Mas havia grandes diferenças entre a dialética de Sócrates e a de seus antigos mestres. Em primeiro lugar, Sócrates não cobrava dinheiro por suas “lições” – aceitava conversar com qualquer pessoa, desde escravos até políticos poderosos, sem ganhar um tostão. Além disso, os diálogos de Sócrates não serviam para defender essa ou aquela posição ideológica, mas para questionar a tudo e a todos sem distinção. Ele geralmente começava seus debates com perguntas diretas sobre temas elementares: “O que é o Amor?” “O que é a Virtude?” “O que é a Mentira?” Em seguida, destrinchava as respostas que lhe eram dadas, questionando o significado de cada palavra. E continuava fazendo perguntas em cima de perguntas, até levar os exaustos interlocutores a conclusões opostas às que haviam dado inicialmente – e tudo isso num tom perfeitamente amigável. Assim, o pensador demonstrava uma verdade que até hoje continua universal: na maior parte do tempo, a grande maioria das pessoas (especialmente as que se consideram mais sabichonas) não sabe do que está falando.
(José Francisco Botelho. Revista Vida Simples, edição 91, abril de 2010 / com adaptações)
Em “percebeu que a autoproclamada sabedoria do sujeito era uma casca vazia” (2º§) temos uma:
Provas
Provas
Provas
Provas
Provas
“A responsabilidade técnica no campo de alimentação e nutrição humanas é exclusiva do Nutricionista, não podendo ser assumida por outro profissional ou por preposto da pessoa jurídica. No entanto, alguns aspectos devem ser avaliados na assunção dessa responsabilidade.” Nesse contexto, marque V para as afirmativas verdadeiras F para as falsas:
( ) O Nutricionista responsável técnico só poderá assinar atestado de capacidade técnica de pessoas jurídicas onde exerça efetivamente a sua atividade durante o período declarado no atestado.
( ) Para assumir a responsabilidade técnica, deve ser avaliado o grau de complexidade dos serviços, em especial: tipo de serviço, número de Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN’s), número de refeições produzidas, turnos de produção da UAN e características da clientela.
( ) A regularidade perante ao CRN pode ser dispensada na assunção da responsabilidade técnica, desde que devidamente justificada pelo Nutricionista.
A sequência está correta em:
Provas

Provas
Sobre o tratamento que a Constituição da República Federativa do Brasil dá ao tema Saúde, marque a afirmativa INCORRETA:
Provas
Caderno Container