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Foram encontradas 60 questões.

1407528 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A figura abaixo apresenta diversos tipos de cargas elétricas e duas superfícies fechadas, representadas por S1 e S2.

Enunciado 1407528-1

De acordo com a Lei de Gauss, qual o fluxo elétrico (Ψ) que atravessa as superfícies S1 e S2?

 

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Que relação os pronomes demonstrativos estabelecem com as pessoas do discurso nas imagens da charge a seguir?
Enunciado 1407373-1
 

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Qual alternativa justifica o emprego correto da modalidade de concordância nominal?
 

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1406021 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

O uso de condutores de alumínio em instalações industriais é bastante reduzido, inclusive com restrições impostas em norma, tendo em vista, entre outros fatores, a necessidade de cuidados maiores na manipulação e instalação deste tipo de condutor, dadas as suas características mecânicas. Uma das restrições impostas pela norma NBR5410 ao uso de condutores de alumínio é quanto à sua seção nominal que, no caso de estabelecimentos industriais, deve ser maior ou igual a

 

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1404421 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

C o nsidere o circuito representado na figura abaixo, composto de duas portas lógicas, P1 e P2, cada uma com duas entradas.

Enunciado 1404421-1

O arranjo possui a seguinte tabela verdade:

Entradas

Saída

A B C S
0 0 0 0
0 0 1 1
0 1 0 0
0 1 1 1
1 0 0 0
1 0 1 1
1 1 0 1
1 1 1 0

As seguintes portas lógicas, quando posicionadas respectivamente em P1 e P2, atendem à tabela verdade proposta da seguinte forma:

 

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Leia o texto de Ferreira Gullar, poeta maranhense fundador do neoconcretismo.
Traduzir-se
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
[...]
(Disponível em: <http://escolaeducacao.com.br/melhores-poemas-de-ferreira-gullar/>. Acesso em: 20 mar. 2017)
Observe abaixo as palavras grifadas no seu contexto. Em qual alternativa a classificação morfológica está corretamente indicada no colchete?
 

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1402472 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre as máquinas elétricas síncronas.

( ) Em regime permanente, a máquina síncrona é uma máquina CA e sua velocidade é proporcional à sua corrente de armadura.

( ) A indutância própria do enrolamento de campo não depende da posição do rotor, caso o estator seja cilíndrico.

( ) A corrente de excitação pode ser fornecida por uma máquina CC, frequentemente montada no mesmo eixo da máquina síncrona.

( ) Geradores síncronos não podem operar em paralelo.

( ) O Fator de Potência com o qual uma máquina síncrona opera pode ser controlado ajustando a excitação de campo.

A alternativa que apresenta a sequência correta é

 

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Observe os períodos a seguir:
O homem assistia ao jogo de futebol. O homem assistia o doente, no jogo de futebol.
Qual alternativa apresenta informações corretas em relação aos empregos lógico-semânticos do verbo “assistir”?
 

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Leia o fragmento de um texto publicado em agosto de 1957 pelo escritor mineiro João Guimarães Rosa.
“Inconfidente, brasileira, paulista, emboaba, lírica e sábia, lendária, épica, mágica, diamantina, aurífera, ferrífera, ferrosa, férrica, balneária, hidromineral, jê, puri, acroá, goitacá, goianá, cafeeira, agrária, barroca, luzia, árcade, alpestre, rupestre, campestre, de el-rei, das minas, do ouro das minas, das pretas minas, negreira, mandingueira, moçambiqueira, conga, dos templos, santeira, quaresmeira, processional, granítica, de ouro em ferro, siderúrgica, calcárea, das perambeiras, serrana bela, idílica, ilógica, translógica, supralógica, intemporal, interna, leiteira [...] Minas.”
(Disponível em: <http://acervo.revistabula.com/posts/web-stuff/ai-esta-minas-a-mineiridade>. Acesso em: 20 mar. 2017 - Adaptado).
Avalie as afirmativas sobre esse fragmento de texto.
I – O texto é destituído de elementos coesivos, porém é coerente, se considerarmos que tem como fio condutor algumas características de Minas Gerais.
II – O receptor do texto busca interpretá-lo, mas ainda que assuma uma atitude de cooperação, não consegue estabelecer elos coesivos, pela ausência de informações.
III – O leitor consegue produzir sentidos e estabelecer a coerência necessária para a compreensão do texto, a partir dos elementos existentes.
IV – O leitor, em seu trabalho para produzir sentido, deve levar em conta o vocabulário, os recursos sintáticos e a associação a fatos históricos, entre outros aspectos.
Está correto apenas o que se afirma em
 

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A questão se refere ao texto a seguir.
Cumulonimbus-informáticos
Há, pairando sobre nossas cabeças, gigantescas nuvens informacionais, ameaçando-nos com seus raios, trovões e ventanias. As tormentas já iniciam suas precipitações e começam a cair sobre nós. Nós somos o seu elemento. A faísca que produz o ribombar do trovão e a própria tempestade.
1. Que estamos fazendo com nossos sistemas cibernético-informacionais? Acaso paramos de pensar autonomamente com nossas próprias cabeças? Quiçá cessamos de procurar e manter o conhecimento por nós mesmos, intuitivamente, sensivelmente, abdutivamente, humanamente – como sempre fizemos, indagamos –, de buscar o sentido, o significado, a importância e a razão seminal de tudo que há à nossa volta? Daquilo que foi concebido, refletido e significado axiologicamente através dos tempos imemoriais, entregando tudo isso “de bandeja” – o melhor de nós e de nossa civilização – às máquinas e aos sistemas informacionais que nós mesmos construímos e usamos? Seria isso – resumidamente – o que está a ocorrer conosco nesses dias velozes e acríticos que vivemos na atualidade?
2. Você que me lê, por exemplo, nesse exato momento, não tem mais sequer que pensar, raciocinar, localizar-se por si, com livre arbítrio e autonomia, pois há – certamente – um aplicativo muito prático e conveniente fazendo isso por você, e muito mais, o tempo todo. Substituindo-nos acintosamente, explicitamente, trivialmente, das tarefas mais banais até às mais complexas, delicadas e especializadas. E nós ainda nos tranquilizamos em saber que, se ocorrer algo de fato importante no nosso planeta, e até fora dele, seremos informados de imediato.
3. O sistema faz isso quase que automaticamente. Do mesmo modo que não é mais necessário também guardar, anotar ou memorizar nomes e sobrenomes do dia a dia das relações societais, ou ainda direções e caminhos a serem trilhados nas urbes ou fora delas. O mesmo acontece com os dados e as imagens, pois certamente seu celular ou seu tablet pretensamente inteligentes, grandes feras no assunto, fazem isso e muito mais por você.
4. Uma delícia – convenhamos – e uma tragédia também. Sim, pois na cibercultura, a verdade, a notícia, o valor, a relevância – e, no extremo, o significado, não têm caráter único, sofrem alterações e são ditados pelo sistema e seus incontáveis aparatos. Todavia, o fato refutável que não pode ser ignorado é que estamos completamente deslumbrados com o que criamos, e que acolhemos essas novas tecnologias sem o menor sacrifício.
5. Não sabemos praticamente quase nada acerca desse novo modo de viver que começamos a cristalizar. Mas é em rede que nos reconhecemos, mensuramos nossas necessidades. E quem não souber decifrar os seus sinais e signos será, simplesmente, tragado por suas imposições, contingências e ressignificações cada vez mais presentes. O que não pode deixar de ser percebido é que uma ubiquidade onipresente está transformando significativamente as relações sociais. E o faz rapidamente. Não é algo simplesmente bom ou ruim, é simplesmente diferente e está marcando a nossa época, os nossos hábitos, a nossa cultura e os nossos tempos.
6. Bem depois, quando tudo se autodeterminar e se acalmar, em conformidade diametral com as sensibilidades sociais, é que nós poderemos – talvez – verificar o que sobrou do nosso antigo e milenarizado mundo não informatizado, analógico e enciclopédico, aquele ao qual estávamos tão confortavelmente acostumados, e, também, sermos capazes de mensurar que outro mundo novo é esse – cibertecnologizado – que edificamos em seu lugar, mesmo que sejamos críticos em relação a ele ou que nos cause desconforto. O resto são arbitrariedades ou especulações.
(QUARESMA, Alexandre. Cumulonimbus-Informáticos. Revista Sociologia, ano VII, edição 67, p. 65 – Adaptado)
Assinale o segmento em que foram empregadas, enfaticamente, palavras ou expressões conotativas.
 

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