Foram encontradas 80 questões.
De acordo com o princípio da autotutela administrativa, para que um agente público possa anular seus atos ilegais ou revogar os inconvenientes
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Em relação aos poderes administrativos, assinale a alternativa correta.
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Os atos administrativos são classificados doutrinariamente em atos vinculados e atos discricionários. Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de ato administrativo discricionário.
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De acordo com a doutrina majoritária, são elementos ou requisitos dos atos administrativos:
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O conceito de direito administrativo enquanto sistema de princípios jurídicos que regulam a atividade do Estado para o cumprimento dos seus fins adota o critério
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Pesquisas comprovam que adolescentes pais fumam são mais propensos fumarem. Além disso, nas famílias os pais são fumantes verificou-se maior prejuízo saúde dos filhos, mesmo que estes ainda não tenham adquirido esse hábito.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
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Assinale a alternativa em que se observa emprego e colocação dos pronomes de acordo com a norma-padrão.
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08.
Enquanto um mundo novo repleto de oportunidades se abre ao adolescente que vislumbra a fase adulta, é possível que aos seus responsáveis reste uma sensação oposta, de um mundo com menos brilho do que havia antes de os filhos crescerem. E não precisa nem que o tal ninho vazio se concretize — muitas vezes, a dor já começa antes.
A educadora e pesquisadora do comportamento adolescente Carolina Delboni diz que, para muitos pais, a sensação nessa fase da vida é de que perderam os filhos. “E, como os pais não sabem se relacionar com essa ‘perda’, muitas vezes eles acabam se relacionando pela raiva”, afirma. Com isso, a distância em casa só aumenta: adultos num canto, magoados, e os jovens no outro, se sentindo incompreendidos e buscando compreensão lá fora.
Também é papel dos pais, segundo Delboni, quebrar os estereótipos da adolescência — evitar cair na tentação, por exemplo, de acusar os filhos de serem lacônicos, de não saírem do quarto e do celular, ou de dizer que conversar com eles é impossível. “A gente tem o costume de rebater tudo o que vem do universo adolescente, de dizer que é coisa fútil, de chamar a música que eles gostam de ruim, de falar que o lugar que eles escolheram para ir passear não é o melhor etc. Sempre temos algo a dizer que mostra que eles deveriam estar fazendo diferente”, afirma a pesquisadora.
Para ela, este hábito “corta todos os vínculos” com o jovem. “O que isso vai acrescentar às relações? Nada. Não vai melhorar o vínculo, pelo contrário, e ainda não vai tirar ele dali do celular. Por outro lado, você já experimentou perguntar o que ele está vendo? Pode ser que ele não mostre, mas você fez uma pergunta, demonstrou interesse. Nesse cotidiano, estamos sempre querendo tirar o adolescente à força do seu lugar em vez de nos deslocarmos para o canto dele, sem reclamar”.
(Marcella Franco. Estamos sempre querendo tirar o adolescente à força do seu lugar, diz educadora. Folha de S. Paulo, 12.10.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a exclusão da vírgula no trecho original mantém a norma-padrão de emprego da vírgula.
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08.
Enquanto um mundo novo repleto de oportunidades se abre ao adolescente que vislumbra a fase adulta, é possível que aos seus responsáveis reste uma sensação oposta, de um mundo com menos brilho do que havia antes de os filhos crescerem. E não precisa nem que o tal ninho vazio se concretize — muitas vezes, a dor já começa antes.
A educadora e pesquisadora do comportamento adolescente Carolina Delboni diz que, para muitos pais, a sensação nessa fase da vida é de que perderam os filhos. “E, como os pais não sabem se relacionar com essa ‘perda’, muitas vezes eles acabam se relacionando pela raiva”, afirma. Com isso, a distância em casa só aumenta: adultos num canto, magoados, e os jovens no outro, se sentindo incompreendidos e buscando compreensão lá fora.
Também é papel dos pais, segundo Delboni, quebrar os estereótipos da adolescência — evitar cair na tentação, por exemplo, de acusar os filhos de serem lacônicos, de não saírem do quarto e do celular, ou de dizer que conversar com eles é impossível. “A gente tem o costume de rebater tudo o que vem do universo adolescente, de dizer que é coisa fútil, de chamar a música que eles gostam de ruim, de falar que o lugar que eles escolheram para ir passear não é o melhor etc. Sempre temos algo a dizer que mostra que eles deveriam estar fazendo diferente”, afirma a pesquisadora.
Para ela, este hábito “corta todos os vínculos” com o jovem. “O que isso vai acrescentar às relações? Nada. Não vai melhorar o vínculo, pelo contrário, e ainda não vai tirar ele dali do celular. Por outro lado, você já experimentou perguntar o que ele está vendo? Pode ser que ele não mostre, mas você fez uma pergunta, demonstrou interesse. Nesse cotidiano, estamos sempre querendo tirar o adolescente à força do seu lugar em vez de nos deslocarmos para o canto dele, sem reclamar”.
(Marcella Franco. Estamos sempre querendo tirar o adolescente à força do seu lugar, diz educadora. Folha de S. Paulo, 12.10.2023. Adaptado)
Em “Enquanto um mundo novo repleto de oportunidades se abre ao adolescente...” (1º parágrafo), as expressões em destaque exercem, respectivamente, as funções de
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08.
Enquanto um mundo novo repleto de oportunidades se abre ao adolescente que vislumbra a fase adulta, é possível que aos seus responsáveis reste uma sensação oposta, de um mundo com menos brilho do que havia antes de os filhos crescerem. E não precisa nem que o tal ninho vazio se concretize — muitas vezes, a dor já começa antes.
A educadora e pesquisadora do comportamento adolescente Carolina Delboni diz que, para muitos pais, a sensação nessa fase da vida é de que perderam os filhos. “E, como os pais não sabem se relacionar com essa ‘perda’, muitas vezes eles acabam se relacionando pela raiva”, afirma. Com isso, a distância em casa só aumenta: adultos num canto, magoados, e os jovens no outro, se sentindo incompreendidos e buscando compreensão lá fora.
Também é papel dos pais, segundo Delboni, quebrar os estereótipos da adolescência — evitar cair na tentação, por exemplo, de acusar os filhos de serem lacônicos, de não saírem do quarto e do celular, ou de dizer que conversar com eles é impossível. “A gente tem o costume de rebater tudo o que vem do universo adolescente, de dizer que é coisa fútil, de chamar a música que eles gostam de ruim, de falar que o lugar que eles escolheram para ir passear não é o melhor etc. Sempre temos algo a dizer que mostra que eles deveriam estar fazendo diferente”, afirma a pesquisadora.
Para ela, este hábito “corta todos os vínculos” com o jovem. “O que isso vai acrescentar às relações? Nada. Não vai melhorar o vínculo, pelo contrário, e ainda não vai tirar ele dali do celular. Por outro lado, você já experimentou perguntar o que ele está vendo? Pode ser que ele não mostre, mas você fez uma pergunta, demonstrou interesse. Nesse cotidiano, estamos sempre querendo tirar o adolescente à força do seu lugar em vez de nos deslocarmos para o canto dele, sem reclamar”.
(Marcella Franco. Estamos sempre querendo tirar o adolescente à força do seu lugar, diz educadora. Folha de S. Paulo, 12.10.2023. Adaptado)
Com base no texto, é correto afirmar que a adolescência
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