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Foram encontradas 308 questões.

1991269 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FIP
Orgão: CIS-URG Oeste

Leia o texto para responder às questões de 01 a 05.

Saúde mental em tempos de aceleração Suicídios aumentaram 65% dos 10 aos 14 anos

Psicóloga Lais Fontenelle

11/09/2019

Vivemos no tempo do consumo e da aceleração. Somos o tempo todo incentivados a consumir, correr e não mais pausar. Com o mundo na palma de nossas mãos, parece que perdemos o sentido de urgência. A portabilidade, através de nossos smartphones, nos trouxe muitos benefícios, que têm também a ver com o tempo. Mas não se pode negar que também nos trouxe uma adicção às imagens e um culto ao imediatismo sem precedentes.

Não nos permitimos adiar uma resposta de e-mail, perder um post, comentário ou notícia. E, assim, vamos nos relacionando com o mundo: através das telas, numa outra relação espaço-tempo. Pensemos nos momentos em que tínhamos tempo de espera e contemplação — como uma viagem de ônibus ou a sala de espera de um médico que antes nos reservavam tantos encontros e trocas sociais. Hoje, parece que estão todos conectados à web, com olhos baixos e fixos nas telas. Só o dedo é capaz de rolar, e isso tem tido consequências devastadoras na psiquê humana e no tecido social.

“Tempo é esperar os outros”, nos colocou uma sábia criança de 9 anos no livro “Casa das Estrelas”. Basta pensarmos que, desde que uma criança é concebida, o tempo é quem dita a saúde e os caminhos do pleno desenvolvimento desse sujeito que está sendo gerado. Pois é… esperamos longos nove meses para a chegada desse bebê que nos ditará uma nova temporalidade — que deve ser respeitada para amadurecer no tempo certo — como tudo na natureza. Precisamos rever nosso sentido de urgência. Desacelerar é imperativo para que possamos nos conectar com o que realmente importa.

Nunca antes experimentamos um momento em que crianças e adolescentes estivessem tão cheios de sintomas por falta de encontro e, principalmente, de escuta. Falta também respiro e pausa. Estamos adoecendo nossas crianças e jovens quando os projetamos somente ao futuro e esperamos uma alta e acelerada performance. Para que alcancem nossos ambiciosos sonhos e desejos para o futuro deles, esquecemos o momento presente e sua importância. Esse comportamento parece estar gerando doenças mentais graves como altos índices de transtornos de ansiedade, problemas relacionados a foco e concentração, além de fobias e manias.

Convoco-nos, então, à reflexão sobre esse cenário, somando-se a ele os crescentes índices de automutilação entre adolescentes e os dados de que no Brasil, entre 2000 a 2015, os suicídios aumentaram 65% dos 10 aos 14 anos e 45% dos 15 aos 19 anos, segundo levantamento do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador do Mapa da Violência no Brasil.

Quando escutamos o outro (e o que ele realmente quer nos dizer), oferecemos a ele não só nosso tempo, mas, principalmente, um espaço em nós e isso lhe dá um sentido de pertencimento — tão importante para aqueles que estão em sofrimento — e assim criamos redes e contribuímos para as chances de cura e de reversão da dor.

A quixotesca missão de prevenir o suicídio e tantas outras patologias entre crianças e jovens é, hoje, de todos nós. Façamos laços. Levantemos os olhos das telas. Estejamos atentos aos sinais de alerta e cuidado como cortes, fala recorrente sobre a falta de vontade de viver, distúrbios do sono, falta de foco, perda ou aumento de peso, queda do desempenho escolar e ansiedade. Cada instante da vida de nossas crianças e adolescentes importa. Não estejamos distraídos nas telas das belezas e poesias cotidianas das relações.

https://oglobo.globo.com

“Desacelerar é imperativo para que possamos nos conectar com o que realmente importa.” 3º§

A oração sublinhada está construída a partir de uma estrutura de:

 

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1991268 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FIP
Orgão: CIS-URG Oeste

Leia o texto para responder às questões de 01 a 05.

Saúde mental em tempos de aceleração Suicídios aumentaram 65% dos 10 aos 14 anos

Psicóloga Lais Fontenelle

11/09/2019

Vivemos no tempo do consumo e da aceleração. Somos o tempo todo incentivados a consumir, correr e não mais pausar. Com o mundo na palma de nossas mãos, parece que perdemos o sentido de urgência. A portabilidade, através de nossos smartphones, nos trouxe muitos benefícios, que têm também a ver com o tempo. Mas não se pode negar que também nos trouxe uma adicção às imagens e um culto ao imediatismo sem precedentes.

Não nos permitimos adiar uma resposta de e-mail, perder um post, comentário ou notícia. E, assim, vamos nos relacionando com o mundo: através das telas, numa outra relação espaço-tempo. Pensemos nos momentos em que tínhamos tempo de espera e contemplação — como uma viagem de ônibus ou a sala de espera de um médico que antes nos reservavam tantos encontros e trocas sociais. Hoje, parece que estão todos conectados à web, com olhos baixos e fixos nas telas. Só o dedo é capaz de rolar, e isso tem tido consequências devastadoras na psiquê humana e no tecido social.

“Tempo é esperar os outros”, nos colocou uma sábia criança de 9 anos no livro “Casa das Estrelas”. Basta pensarmos que, desde que uma criança é concebida, o tempo é quem dita a saúde e os caminhos do pleno desenvolvimento desse sujeito que está sendo gerado. Pois é… esperamos longos nove meses para a chegada desse bebê que nos ditará uma nova temporalidade — que deve ser respeitada para amadurecer no tempo certo — como tudo na natureza. Precisamos rever nosso sentido de urgência. Desacelerar é imperativo para que possamos nos conectar com o que realmente importa.

Nunca antes experimentamos um momento em que crianças e adolescentes estivessem tão cheios de sintomas por falta de encontro e, principalmente, de escuta. Falta também respiro e pausa. Estamos adoecendo nossas crianças e jovens quando os projetamos somente ao futuro e esperamos uma alta e acelerada performance. Para que alcancem nossos ambiciosos sonhos e desejos para o futuro deles, esquecemos o momento presente e sua importância. Esse comportamento parece estar gerando doenças mentais graves como altos índices de transtornos de ansiedade, problemas relacionados a foco e concentração, além de fobias e manias.

Convoco-nos, então, à reflexão sobre esse cenário, somando-se a ele os crescentes índices de automutilação entre adolescentes e os dados de que no Brasil, entre 2000 a 2015, os suicídios aumentaram 65% dos 10 aos 14 anos e 45% dos 15 aos 19 anos, segundo levantamento do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador do Mapa da Violência no Brasil.

Quando escutamos o outro (e o que ele realmente quer nos dizer), oferecemos a ele não só nosso tempo, mas, principalmente, um espaço em nós e isso lhe dá um sentido de pertencimento — tão importante para aqueles que estão em sofrimento — e assim criamos redes e contribuímos para as chances de cura e de reversão da dor.

A quixotesca missão de prevenir o suicídio e tantas outras patologias entre crianças e jovens é, hoje, de todos nós. Façamos laços. Levantemos os olhos das telas. Estejamos atentos aos sinais de alerta e cuidado como cortes, fala recorrente sobre a falta de vontade de viver, distúrbios do sono, falta de foco, perda ou aumento de peso, queda do desempenho escolar e ansiedade. Cada instante da vida de nossas crianças e adolescentes importa. Não estejamos distraídos nas telas das belezas e poesias cotidianas das relações.

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Classifica-se o texto como predominantemente:

 

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1991267 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FIP
Orgão: CIS-URG Oeste

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Saúde mental em tempos de aceleração Suicídios aumentaram 65% dos 10 aos 14 anos

Psicóloga Lais Fontenelle

11/09/2019

Vivemos no tempo do consumo e da aceleração. Somos o tempo todo incentivados a consumir, correr e não mais pausar. Com o mundo na palma de nossas mãos, parece que perdemos o sentido de urgência. A portabilidade, através de nossos smartphones, nos trouxe muitos benefícios, que têm também a ver com o tempo. Mas não se pode negar que também nos trouxe uma adicção às imagens e um culto ao imediatismo sem precedentes.

Não nos permitimos adiar uma resposta de e-mail, perder um post, comentário ou notícia. E, assim, vamos nos relacionando com o mundo: através das telas, numa outra relação espaço-tempo. Pensemos nos momentos em que tínhamos tempo de espera e contemplação — como uma viagem de ônibus ou a sala de espera de um médico que antes nos reservavam tantos encontros e trocas sociais. Hoje, parece que estão todos conectados à web, com olhos baixos e fixos nas telas. Só o dedo é capaz de rolar, e isso tem tido consequências devastadoras na psiquê humana e no tecido social.

“Tempo é esperar os outros”, nos colocou uma sábia criança de 9 anos no livro “Casa das Estrelas”. Basta pensarmos que, desde que uma criança é concebida, o tempo é quem dita a saúde e os caminhos do pleno desenvolvimento desse sujeito que está sendo gerado. Pois é… esperamos longos nove meses para a chegada desse bebê que nos ditará uma nova temporalidade — que deve ser respeitada para amadurecer no tempo certo — como tudo na natureza. Precisamos rever nosso sentido de urgência. Desacelerar é imperativo para que possamos nos conectar com o que realmente importa.

Nunca antes experimentamos um momento em que crianças e adolescentes estivessem tão cheios de sintomas por falta de encontro e, principalmente, de escuta. Falta também respiro e pausa. Estamos adoecendo nossas crianças e jovens quando os projetamos somente ao futuro e esperamos uma alta e acelerada performance. Para que alcancem nossos ambiciosos sonhos e desejos para o futuro deles, esquecemos o momento presente e sua importância. Esse comportamento parece estar gerando doenças mentais graves como altos índices de transtornos de ansiedade, problemas relacionados a foco e concentração, além de fobias e manias.

Convoco-nos, então, à reflexão sobre esse cenário, somando-se a ele os crescentes índices de automutilação entre adolescentes e os dados de que no Brasil, entre 2000 a 2015, os suicídios aumentaram 65% dos 10 aos 14 anos e 45% dos 15 aos 19 anos, segundo levantamento do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador do Mapa da Violência no Brasil.

Quando escutamos o outro (e o que ele realmente quer nos dizer), oferecemos a ele não só nosso tempo, mas, principalmente, um espaço em nós e isso lhe dá um sentido de pertencimento — tão importante para aqueles que estão em sofrimento — e assim criamos redes e contribuímos para as chances de cura e de reversão da dor.

A quixotesca missão de prevenir o suicídio e tantas outras patologias entre crianças e jovens é, hoje, de todos nós. Façamos laços. Levantemos os olhos das telas. Estejamos atentos aos sinais de alerta e cuidado como cortes, fala recorrente sobre a falta de vontade de viver, distúrbios do sono, falta de foco, perda ou aumento de peso, queda do desempenho escolar e ansiedade. Cada instante da vida de nossas crianças e adolescentes importa. Não estejamos distraídos nas telas das belezas e poesias cotidianas das relações.

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O título dado ao texto:
 

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1991266 Ano: 2020
Disciplina: Administração Geral
Banca: FIP
Orgão: CIS-URG Oeste
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Estrutura organizacional é a forma como a organização se articula para desenvolver suas atividades. Não existe uma estrutura organizacional ótima, ela precisa ser flexível para se ajustar ao momento que a organização está vivenciando, a fim de suprir suas necessidades. O tipo de organização que aplica o princípio da especialização das atividades e das pessoas, que separa, distingue e especializa o trabalho a ser feito, recebe o nome de:

 

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1991265 Ano: 2020
Disciplina: Administração Geral
Banca: FIP
Orgão: CIS-URG Oeste
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A comunicação desempenha um vasto conjunto de funções indispensáveis à própria natureza da existência humana. Comunicamos para informar e estarmos informados, para formar e influenciar atitudes e crenças, por simples prazer, para realizar tarefas em grupo, para criar e manter organizações, ou para inovar. Quando um servidor público telefona para o ramal de um colega e faz um questionamento utilizando termos técnicos da profissão de ambos, o telefone teve função de:

 

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1991264 Ano: 2020
Disciplina: Administração Geral
Banca: FIP
Orgão: CIS-URG Oeste
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Um diagrama composto por símbolos e cores convencionados, cujo objetivo é apresentar um processo de trabalho em sua integralidade de procedimentos, de maneira lógica, ou seja, traduz o passo-a-passo de processos de trabalho. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, os símbolos de processamento e fim de um fluxograma:

 

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1991263 Ano: 2020
Disciplina: Administração Geral
Banca: FIP
Orgão: CIS-URG Oeste
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O estilo de negociação em que o elemento não é cooperativo, visa à obtenção de ganho independentemente do resultado para a outra parte, é chamado de:

 

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1991262 Ano: 2020
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FIP
Orgão: CIS-URG Oeste
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O método de resolução de conflito em que se insere a resolução consensual, ocorrendo quando as próprias partes envolvidas no litígio conseguem chegar a uma solução, exercendo a autonomia das vontades, é classificado como:

 

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1991261 Ano: 2020
Disciplina: Administração Geral
Banca: FIP
Orgão: CIS-URG Oeste
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O gestor que procura preservar o “status quo” e age para evitar mudanças, trabalha para manter as condições atuais já que, mesmo não sendo o resultado ideal de um processo de decisão gerencial, são mais práticas para ele. Quando enfrenta dificuldades, ele busca minimizar os conflitos ou simplesmente ignora-o. A descrição apresentada se refere ao estilo de tomada de decisão denominado:

 

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1991260 Ano: 2020
Disciplina: Administração Geral
Banca: FIP
Orgão: CIS-URG Oeste
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Um gestor deve possuir a habilidade em tomar decisões, que é a chave para o planejamento bem-sucedido em todos os níveis da gestão. Isto envolve mais que uma simples seleção de planos de ação. Os critérios que o tomador de decisão usa para fazer sua escolha, são chamados de:

 

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