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77687 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Os recursos naturais, tais como os advindos da pesca, da exploração de madeiras e da caça e outros produtos florestais, são de grande importância para a economia e subsistência da população rural amazônica. Esses recursos são vendidos para as grandes concentrações urbanas por uma grande rede de intermediários, que, em verdade, formam o poder político local e regional. Por outro lado, o binômio pobreza e devastação parece exercer seus efeitos de forma bastante clara na região. Esse binômio, aparentemente uma referência para a atual discussão ecológica internacional, nos mostra que o subdesenvolvimento leva a uma pressão naturalmente maior sobre os recursos naturais, uma vez que os modelos desenvolvimentistas adotados geralmente estão assentados sobre o uso à exaustão desses recursos.

Plano de manejo mamirauá – introdução e objetivos. Internet:

<www.mamiraua.org.br>. Acesso em 28/12/2005 (com adaptações).

Quanto às idéias do texto acima, julgue o item seguinte.

Interferências no processo de uso de recursos naturais de importância econômica afetam diretamente a economia e a subsistência da população extrativista, mas, praticamente, não têm conseqüência sobre as elites regionais.

 

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77686 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Os recursos naturais, tais como os advindos da pesca, da exploração de madeiras e da caça e outros produtos florestais, são de grande importância para a economia e subsistência da população rural amazônica. Esses recursos são vendidos para as grandes concentrações urbanas por uma grande rede de intermediários, que, em verdade, formam o poder político local e regional. Por outro lado, o binômio pobreza e devastação parece exercer seus efeitos de forma bastante clara na região. Esse binômio, aparentemente uma referência para a atual discussão ecológica internacional, nos mostra que o subdesenvolvimento leva a uma pressão naturalmente maior sobre os recursos naturais, uma vez que os modelos desenvolvimentistas adotados geralmente estão assentados sobre o uso à exaustão desses recursos.

Plano de manejo mamirauá – introdução e objetivos. Internet:

<www.mamiraua.org.br>. Acesso em 28/12/2005 (com adaptações).

Quanto às idéias do texto acima, julgue o item seguinte.

Em regiões como a Amazônia, o melhor modo de reduzir a pobreza e criar condições para o desenvolvimento sustentável é permitir e ampliar o acesso das populações tradicionais aos recursos naturais, pois elas sabem como utilizá-los e, por estarem integradas à natureza, vão evitar a exaustão dos recursos.

 

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77685 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

A produção primária de plantas, algas e algumas bactérias forma a base das cadeias alimentares ecológicas. Animais, fungos e a maioria dos microrganismos obtêm sua energia e a maior parte de seus nutrientes das plantas ou animais ou dos restos mortais deles. Estudos empíricos mostram que, a cada etapa da cadeia alimentar, 80% a 95% da energia são perdidos e, em média, apenas cerca de 10% da energia total assimilada em cada nível trófico ficam disponíveis para o nível superior.

R. E. Ricklefs. A economia da natureza. Rio de Janeiro:

Guanabara Koogan S.A., 2003, p. 124 (com adaptações).

Julgue o item a seguir, relativo ao tema do texto acima.

Para os seres humanos, que já direcionam grande parte da produção primária total da Terra para o seu próprio uso, os suprimentos alimentares podem ser aumentados significativamente, se forem obtidos em patamares mais baixos da cadeia alimentar, isto é, se os humanos se alimentarem mais de produtos vegetais e menos de produtos animais.

 

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77684 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

A produção primária de plantas, algas e algumas bactérias forma a base das cadeias alimentares ecológicas. Animais, fungos e a maioria dos microrganismos obtêm sua energia e a maior parte de seus nutrientes das plantas ou animais ou dos restos mortais deles. Estudos empíricos mostram que, a cada etapa da cadeia alimentar, 80% a 95% da energia são perdidos e, em média, apenas cerca de 10% da energia total assimilada em cada nível trófico ficam disponíveis para o nível superior.

R. E. Ricklefs. A economia da natureza. Rio de Janeiro:

Guanabara Koogan S.A., 2003, p. 124 (com adaptações).

Julgue o item a seguir, relativo ao tema do texto acima.

Se, em média, apenas 10% da energia assimilada em cada nível trófico ficam disponíveis para o nível imediatamente superior, pode-se esperar que as cadeias tróficas em ecossistemas naturais sejam compostas, em média, por 10 níveis tróficos.

 

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77683 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

A produção primária de plantas, algas e algumas bactérias forma a base das cadeias alimentares ecológicas. Animais, fungos e a maioria dos microrganismos obtêm sua energia e a maior parte de seus nutrientes das plantas ou animais ou dos restos mortais deles. Estudos empíricos mostram que, a cada etapa da cadeia alimentar, 80% a 95% da energia são perdidos e, em média, apenas cerca de 10% da energia total assimilada em cada nível trófico ficam disponíveis para o nível superior.

R. E. Ricklefs. A economia da natureza. Rio de Janeiro:

Guanabara Koogan S.A., 2003, p. 124 (com adaptações).

Julgue o item a seguir, relativo ao tema do texto acima.

De acordo com a segunda lei da termodinâmica, a energia perdida em cada nível trófico corresponde à soma daquela utilizada na própria manutenção dos organismos que compõem este nível e do calor produzido a cada transformação energética.

 

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77682 Ano: 2006
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

A Região Administrativa (RA) de Planaltina tem grande importância para a economia e, portanto, para a gestão dos recursos hídricos do DF. De acordo com dados da EMATER sobre a safra 1998/99, a área cultivada com todos os tipos de cultivo nessa RA, com e sem irrigação, correspondia a 48,6% da área total cultivada no DF. A área de cultivo irrigado em Planaltina representava cerca de 18,8% da área total irrigada no DF. O setor agrícola empregava 27,4% do total de trabalhadores do DF envolvidos nessa atividade. Naquela safra, Planaltina foi responsável por 45,3% da produção total do DF nas principais culturas permanentes, como as frutíferas e a do café, e também se destacou nas principais culturas temporárias. Com efeito, essa RA foi o maior centro produtor de feijão (62,1% da produção total); milho (54,1%); soja (58,8%) e de outras culturas, como arroz, trigo, amendoim, sorgo e cana-de açúcar, com 42,1% de toda a produção do DF.

Na pecuária, Planaltina destacou-se como a RA mais produtiva do DF. Foi a primeira colocada na produção de leite (35,0%) e na produção de ovos (47,2%); produziu a maior parte (38,3%) da carne bovina, da carne de caprinos (31,03%) e da carne de aves (42,34%), e foi a segunda colocada na produção de carne de suínos (28,3%).

Secretaria de Planejamento. Banco de Dados do Distrito Federal. Brasília, DF, 1999 (com adaptações).

A partir desse texto, julgue o item que se segue.

Considere-se que um grupo de estudantes de Planaltina não filiados a entidade reconhecida pela legislação como de representação estudantil, de classe ou organização não-governamental, ciente de que a participação em decisões que afetam a condução da sociedade é um dos fatores preponderantes para o exercício da cidadania, interessou-se em participar da gestão dos recursos hídricos. Nesse caso, tanto a Lei Federal n.º 9.433/1997 quanto a Lei Distrital n.º 2.725/2001 garantem a participação desse grupo de cidadãos independentes nos comitês de bacia hidrográfica, respectivamente, das bacias federais e distritais da RA de Planaltina.

 

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77681 Ano: 2006
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

A Região Administrativa (RA) de Planaltina tem grande importância para a economia e, portanto, para a gestão dos recursos hídricos do DF. De acordo com dados da EMATER sobre a safra 1998/99, a área cultivada com todos os tipos de cultivo nessa RA, com e sem irrigação, correspondia a 48,6% da área total cultivada no DF. A área de cultivo irrigado em Planaltina representava cerca de 18,8% da área total irrigada no DF. O setor agrícola empregava 27,4% do total de trabalhadores do DF envolvidos nessa atividade. Naquela safra, Planaltina foi responsável por 45,3% da produção total do DF nas principais culturas permanentes, como as frutíferas e a do café, e também se destacou nas principais culturas temporárias. Com efeito, essa RA foi o maior centro produtor de feijão (62,1% da produção total); milho (54,1%); soja (58,8%) e de outras culturas, como arroz, trigo, amendoim, sorgo e cana-de açúcar, com 42,1% de toda a produção do DF.

Na pecuária, Planaltina destacou-se como a RA mais produtiva do DF. Foi a primeira colocada na produção de leite (35,0%) e na produção de ovos (47,2%); produziu a maior parte (38,3%) da carne bovina, da carne de caprinos (31,03%) e da carne de aves (42,34%), e foi a segunda colocada na produção de carne de suínos (28,3%).

Secretaria de Planejamento. Banco de Dados do Distrito Federal. Brasília, DF, 1999 (com adaptações).

A partir desse texto, julgue o item que se segue.

Ao definir critérios para a outorga, a legislação estabelece clara diferença entre os termos água e recursos hídricos. Aquele refere-se ao elemento natural, submetido ao ciclo hidrológico, que pode ser encontrado acumulado na superfície ou em reservatórios subterrâneos; este refere-se ao bem econômico, insumo para o processo produtivo, passível de utilização para gerar riquezas, como se verifica na RA de Planaltina.

 

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77680 Ano: 2006
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

A Região Administrativa (RA) de Planaltina tem grande importância para a economia e, portanto, para a gestão dos recursos hídricos do DF. De acordo com dados da EMATER sobre a safra 1998/99, a área cultivada com todos os tipos de cultivo nessa RA, com e sem irrigação, correspondia a 48,6% da área total cultivada no DF. A área de cultivo irrigado em Planaltina representava cerca de 18,8% da área total irrigada no DF. O setor agrícola empregava 27,4% do total de trabalhadores do DF envolvidos nessa atividade. Naquela safra, Planaltina foi responsável por 45,3% da produção total do DF nas principais culturas permanentes, como as frutíferas e a do café, e também se destacou nas principais culturas temporárias. Com efeito, essa RA foi o maior centro produtor de feijão (62,1% da produção total); milho (54,1%); soja (58,8%) e de outras culturas, como arroz, trigo, amendoim, sorgo e cana-de açúcar, com 42,1% de toda a produção do DF.

Na pecuária, Planaltina destacou-se como a RA mais produtiva do DF. Foi a primeira colocada na produção de leite (35,0%) e na produção de ovos (47,2%); produziu a maior parte (38,3%) da carne bovina, da carne de caprinos (31,03%) e da carne de aves (42,34%), e foi a segunda colocada na produção de carne de suínos (28,3%).

Secretaria de Planejamento. Banco de Dados do Distrito Federal. Brasília, DF, 1999 (com adaptações).

A partir desse texto, julgue o item que se segue.

A decisão administrativa de outorgar o direito de uso da água em uma bacia hidrográfica distrital deve estar vinculada às diretrizes e às prioridades definidas pelo Conselho de Recursos Hídricos do Distrito Federal.

 

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77679 Ano: 2006
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

A Região Administrativa (RA) de Planaltina tem grande importância para a economia e, portanto, para a gestão dos recursos hídricos do DF. De acordo com dados da EMATER sobre a safra 1998/99, a área cultivada com todos os tipos de cultivo nessa RA, com e sem irrigação, correspondia a 48,6% da área total cultivada no DF. A área de cultivo irrigado em Planaltina representava cerca de 18,8% da área total irrigada no DF. O setor agrícola empregava 27,4% do total de trabalhadores do DF envolvidos nessa atividade. Naquela safra, Planaltina foi responsável por 45,3% da produção total do DF nas principais culturas permanentes, como as frutíferas e a do café, e também se destacou nas principais culturas temporárias. Com efeito, essa RA foi o maior centro produtor de feijão (62,1% da produção total); milho (54,1%); soja (58,8%) e de outras culturas, como arroz, trigo, amendoim, sorgo e cana-de açúcar, com 42,1% de toda a produção do DF.

Na pecuária, Planaltina destacou-se como a RA mais produtiva do DF. Foi a primeira colocada na produção de leite (35,0%) e na produção de ovos (47,2%); produziu a maior parte (38,3%) da carne bovina, da carne de caprinos (31,03%) e da carne de aves (42,34%), e foi a segunda colocada na produção de carne de suínos (28,3%).

Secretaria de Planejamento. Banco de Dados do Distrito Federal. Brasília, DF, 1999 (com adaptações).

A partir desse texto, julgue o item que se segue.

Considerando-se que existissem comitês de bacia hidrográfica nas bacias do DF, estando regulamentada e implementada a Lei Distrital n.º 2.725/2001, diversas atividades desenvolvidas na RA de Planaltina, que podem estar distribuídas por mais de uma bacia hidrográfica, dependeriam de outorga para o uso da água. Dada a distribuição espacial das atividades agropecuárias nessa RA, é muito provável que, para a prática da pecuária de bovinos, suínos e aves, seria preciso obter outorga tanto para a captação de água quanto para a diluição de efluentes nas bacias dos rios Preto e São Bartolomeu; para a irrigação, seria necessária a outorga para a retirada de água das bacias dos rios São Bartolomeu e Maranhão, mas não, para a diluição dos efluentes.

 

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77678 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Vinod Thomas, um dos diretores do BIRD, acaba de lançar livro no qual sustenta visão que a ortodoxia da política econômica brasileira ainda se recusa a compartilhar: a de que a manutenção do patrimônio natural nacional é o único jeito de acabar com a pobreza. “É impossível ter crescimento de qualidade, de longo prazo, sem proteção ambiental, sem medir a poupança total — não só a poupança financeira. Quer dizer, o país pode ter uma poupança de 15% a 17% do PIB, mas, se, ao mesmo tempo, destrói o patrimônio natural, restam apenas cerca de 10%. E, com 10%, o país não vai crescer. A experiência do Brasil é chave para esse debate”, afirma o autor.

BIRD apóia carbono de floresta, diz diretor. In:

Folha de S.Paulo, p. A14, 29/12/2005 (com adaptações).

Acerca do tema abordado no texto acima, julgue o seguinte item.

Com o apoio técnico e financeiro adequado, o extrativismo oferece importantes alternativas econômicas sustentáveis de geração de emprego e renda. Entretanto, são conhecidos casos em que a superexploração de recursos levou à degradação ambiental. O conceito ecológico de resiliência é relevante para a definição de limites toleráveis para a exploração de recursos biológicos naturais.

 

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