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Em relação a documentação, julgue o item seguinte.
Documentação é o processo de reunir, classificar e difundir documentos em todos os campos da atividade humana.
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Estamos diante de uma sociedade complexa, multifacetada, tecida pela velocidade das mudanças em todas as esferas, determinando novas relações, onde haja articulação, negociação e participação de todos os sujeitos envolvidos para haver complementaridade entre serviços e atores sociais. Essas exigências apontam para a necessidade do trabalho em rede.
Eliane Vignatti Avancini. Trabalho em rede: um novo desafio para o profissional assistente social e condição de existência
para o programa sentinela. Anais do IX Encontro Nacional de Pesquisadores em Serviço Social (ENPESS), p. 3 (com adaptações).
Em relação aos aspectos do trabalho em rede, julgue o próximo item.
A interligação em redes de pessoas e(ou) entidades se estabelece a partir da identificação de objetivos que podem ser, entre outros, a circulação de informação e a criação de laços de solidariedade.
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Estamos diante de uma sociedade complexa, multifacetada, tecida pela velocidade das mudanças em todas as esferas, determinando novas relações, onde haja articulação, negociação e participação de todos os sujeitos envolvidos para haver complementaridade entre serviços e atores sociais. Essas exigências apontam para a necessidade do trabalho em rede.
Eliane Vignatti Avancini. Trabalho em rede: um novo desafio para o profissional assistente social e condição de existência
para o programa sentinela. Anais do IX Encontro Nacional de Pesquisadores em Serviço Social (ENPESS), p. 3 (com adaptações).
Em relação aos aspectos do trabalho em rede, julgue o próximo item.
Redes são processos formais onde se cruzam (como em uma teia) organizações da sociedade civil, não se admitindo em sua constituição a participação de organismos de origem estatal.
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Estamos diante de uma sociedade complexa, multifacetada, tecida pela velocidade das mudanças em todas as esferas, determinando novas relações, onde haja articulação, negociação e participação de todos os sujeitos envolvidos para haver complementaridade entre serviços e atores sociais. Essas exigências apontam para a necessidade do trabalho em rede.
Eliane Vignatti Avancini. Trabalho em rede: um novo desafio para o profissional assistente social e condição de existência
para o programa sentinela. Anais do IX Encontro Nacional de Pesquisadores em Serviço Social (ENPESS), p. 3 (com adaptações).
Em relação aos aspectos do trabalho em rede, julgue o próximo item.
O conceito de rede transformou-se, nas últimas duas décadas, em uma alternativa prática de organização, possibilitando processos capazes de responder às demandas de flexibilidade, conectividade e descentralização das esferas contemporâneas de atuação e articulação social.
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Para elaborar sua tese na Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a assistente social Lúcia Rosa trabalhou as informações acerca da maneira como a família responde às demandas de provimento de cuidado e ao convívio com o portador de transtorno mental junto aos pacientes do Hospital Areolino de Abreu, serviço de saúde mental de natureza pública, em Teresina – PI. Suas fontes de informação foram: a bibliografia acerca do tema; a observação da rotina dos serviços e do trabalho de grupo com familiares, coordenada pelo serviço social do hospital; os questionários aplicados aos familiares; as entrevistas com as famílias, com os portadores de transtorno mental e com os profissionais que trabalham com eles; o diário de campo da pesquisa; e os registros efetivados no livro de ocorrência do serviço social. Foram utilizadas, simultaneamente, metodologias quantitativas e qualitativas. O uso de entrevista semi-estruturada foi a forma de garantir um roteiro que orientasse a conversa e ao mesmo tempo permitisse que os entrevistados discorressem sobre o tema de forma mais livre e interativa. As informações originadas dos questionários foram tratadas descritivamente, sendo quantificadas por meio de distribuição de freqüência. As informações obtidas por intermédio de entrevistas, pelo livro de ocorrência do serviço social e pelo diário de campo da pesquisa foram examinadas pela metodologia da análise de conteúdo.
Lúcia Cristina dos Santos Rosa. Transtorno mental e o cuidado
na família. São Paulo: Cortez, 2003, p. 31-2 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
A análise de conteúdo, por tratar, exclusivamente, de indicadores qualitativos, não é recomendada em situações como a apresentada.
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Para elaborar sua tese na Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a assistente social Lúcia Rosa trabalhou as informações acerca da maneira como a família responde às demandas de provimento de cuidado e ao convívio com o portador de transtorno mental junto aos pacientes do Hospital Areolino de Abreu, serviço de saúde mental de natureza pública, em Teresina – PI. Suas fontes de informação foram: a bibliografia acerca do tema; a observação da rotina dos serviços e do trabalho de grupo com familiares, coordenada pelo serviço social do hospital; os questionários aplicados aos familiares; as entrevistas com as famílias, com os portadores de transtorno mental e com os profissionais que trabalham com eles; o diário de campo da pesquisa; e os registros efetivados no livro de ocorrência do serviço social. Foram utilizadas, simultaneamente, metodologias quantitativas e qualitativas. O uso de entrevista semi-estruturada foi a forma de garantir um roteiro que orientasse a conversa e ao mesmo tempo permitisse que os entrevistados discorressem sobre o tema de forma mais livre e interativa. As informações originadas dos questionários foram tratadas descritivamente, sendo quantificadas por meio de distribuição de freqüência. As informações obtidas por intermédio de entrevistas, pelo livro de ocorrência do serviço social e pelo diário de campo da pesquisa foram examinadas pela metodologia da análise de conteúdo.
Lúcia Cristina dos Santos Rosa. Transtorno mental e o cuidado
na família. São Paulo: Cortez, 2003, p. 31-2 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
A porcentagem pode ser utilizada para padronizar e comparar informações originadas de questionários.
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Para elaborar sua tese na Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a assistente social Lúcia Rosa trabalhou as informações acerca da maneira como a família responde às demandas de provimento de cuidado e ao convívio com o portador de transtorno mental junto aos pacientes do Hospital Areolino de Abreu, serviço de saúde mental de natureza pública, em Teresina – PI. Suas fontes de informação foram: a bibliografia acerca do tema; a observação da rotina dos serviços e do trabalho de grupo com familiares, coordenada pelo serviço social do hospital; os questionários aplicados aos familiares; as entrevistas com as famílias, com os portadores de transtorno mental e com os profissionais que trabalham com eles; o diário de campo da pesquisa; e os registros efetivados no livro de ocorrência do serviço social. Foram utilizadas, simultaneamente, metodologias quantitativas e qualitativas. O uso de entrevista semi-estruturada foi a forma de garantir um roteiro que orientasse a conversa e ao mesmo tempo permitisse que os entrevistados discorressem sobre o tema de forma mais livre e interativa. As informações originadas dos questionários foram tratadas descritivamente, sendo quantificadas por meio de distribuição de freqüência. As informações obtidas por intermédio de entrevistas, pelo livro de ocorrência do serviço social e pelo diário de campo da pesquisa foram examinadas pela metodologia da análise de conteúdo.
Lúcia Cristina dos Santos Rosa. Transtorno mental e o cuidado
na família. São Paulo: Cortez, 2003, p. 31-2 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
Na entrevista semi-estruturada, a interatividade não ocorre, pois os temas são propostos pelo pesquisador e cerceiam a fala dos entrevistados.
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Para elaborar sua tese na Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a assistente social Lúcia Rosa trabalhou as informações acerca da maneira como a família responde às demandas de provimento de cuidado e ao convívio com o portador de transtorno mental junto aos pacientes do Hospital Areolino de Abreu, serviço de saúde mental de natureza pública, em Teresina – PI. Suas fontes de informação foram: a bibliografia acerca do tema; a observação da rotina dos serviços e do trabalho de grupo com familiares, coordenada pelo serviço social do hospital; os questionários aplicados aos familiares; as entrevistas com as famílias, com os portadores de transtorno mental e com os profissionais que trabalham com eles; o diário de campo da pesquisa; e os registros efetivados no livro de ocorrência do serviço social. Foram utilizadas, simultaneamente, metodologias quantitativas e qualitativas. O uso de entrevista semi-estruturada foi a forma de garantir um roteiro que orientasse a conversa e ao mesmo tempo permitisse que os entrevistados discorressem sobre o tema de forma mais livre e interativa. As informações originadas dos questionários foram tratadas descritivamente, sendo quantificadas por meio de distribuição de freqüência. As informações obtidas por intermédio de entrevistas, pelo livro de ocorrência do serviço social e pelo diário de campo da pesquisa foram examinadas pela metodologia da análise de conteúdo.
Lúcia Cristina dos Santos Rosa. Transtorno mental e o cuidado
na família. São Paulo: Cortez, 2003, p. 31-2 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
A busca de informações em diversas fontes é conhecida como triangulação.
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Para elaborar sua tese na Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a assistente social Lúcia Rosa trabalhou as informações acerca da maneira como a família responde às demandas de provimento de cuidado e ao convívio com o portador de transtorno mental junto aos pacientes do Hospital Areolino de Abreu, serviço de saúde mental de natureza pública, em Teresina – PI. Suas fontes de informação foram: a bibliografia acerca do tema; a observação da rotina dos serviços e do trabalho de grupo com familiares, coordenada pelo serviço social do hospital; os questionários aplicados aos familiares; as entrevistas com as famílias, com os portadores de transtorno mental e com os profissionais que trabalham com eles; o diário de campo da pesquisa; e os registros efetivados no livro de ocorrência do serviço social. Foram utilizadas, simultaneamente, metodologias quantitativas e qualitativas. O uso de entrevista semi-estruturada foi a forma de garantir um roteiro que orientasse a conversa e ao mesmo tempo permitisse que os entrevistados discorressem sobre o tema de forma mais livre e interativa. As informações originadas dos questionários foram tratadas descritivamente, sendo quantificadas por meio de distribuição de freqüência. As informações obtidas por intermédio de entrevistas, pelo livro de ocorrência do serviço social e pelo diário de campo da pesquisa foram examinadas pela metodologia da análise de conteúdo.
Lúcia Cristina dos Santos Rosa. Transtorno mental e o cuidado
na família. São Paulo: Cortez, 2003, p. 31-2 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
No trabalho citado no texto, a pesquisadora lançou mão, exclusivamente, de fontes consideradas primárias.
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Para elaborar sua tese na Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a assistente social Lúcia Rosa trabalhou as informações acerca da maneira como a família responde às demandas de provimento de cuidado e ao convívio com o portador de transtorno mental junto aos pacientes do Hospital Areolino de Abreu, serviço de saúde mental de natureza pública, em Teresina – PI. Suas fontes de informação foram: a bibliografia acerca do tema; a observação da rotina dos serviços e do trabalho de grupo com familiares, coordenada pelo serviço social do hospital; os questionários aplicados aos familiares; as entrevistas com as famílias, com os portadores de transtorno mental e com os profissionais que trabalham com eles; o diário de campo da pesquisa; e os registros efetivados no livro de ocorrência do serviço social. Foram utilizadas, simultaneamente, metodologias quantitativas e qualitativas. O uso de entrevista semi-estruturada foi a forma de garantir um roteiro que orientasse a conversa e ao mesmo tempo permitisse que os entrevistados discorressem sobre o tema de forma mais livre e interativa. As informações originadas dos questionários foram tratadas descritivamente, sendo quantificadas por meio de distribuição de freqüência. As informações obtidas por intermédio de entrevistas, pelo livro de ocorrência do serviço social e pelo diário de campo da pesquisa foram examinadas pela metodologia da análise de conteúdo.
Lúcia Cristina dos Santos Rosa. Transtorno mental e o cuidado
na família. São Paulo: Cortez, 2003, p. 31-2 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
A combinação de metodologias quantitativas e qualitativas não é recomendada em situações como a descrita.
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