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75782 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Cipoal legislativo

A herança cartorialista ibérica nos legou a indisfarçável tendência de tentar resolver toda e qualquer dificuldade que se interponha em nosso caminho editando uma lei ou baixando um decreto. A estratégia, é claro, não apresenta os resultados esperados, do que dá fé a miríade de problemas com os quais o país convive há 500 anos.

O pior é que ninguém se lembra de revogar a profusão de normas quando o problema deixa de existir ou quando as regras são superadas por novas leis ou mesmo pela sucessão de constituições — já estamos na sétima. O resultado é um cipoal legislativo frondoso e, freqüentemente, contraditório, paraíso para advogados dispostos a protelar um processo.

Nesse contexto, é mais do que oportuna a iniciativa da Câmara Municipal de São Paulo de promover uma consolidação da legislação. Na primeira etapa do processo, foram extintas 3.680 leis aprovadas entre 1892 e 1947 que já não faziam sentido. Foram revogadas normas como a de 1896 que obrigava a “assignalar nos cemitérios municipaes as sepulturas dos criminosos celebres”.

Mais importante do que promover esses necessários mutirões é criar mecanismos permanentes que evitem o acúmulo de normas ultrapassadas. Algumas soluções são inquietantemente simples. Por que, em vez de apenas escrever “revogam-se as disposições em contrário” ao pé de cada peça legislativa, vereadores, deputados e senadores não indicam explicitamente quais as leis que deixam de valer no todo ou em parte?

O ideal seria se abandonássemos a idéia de que toda dificuldade social, política ou econômica pode ser contornada com golpes legislativos, mas isso parece ser pedir demais.

Contentemo-nos com os mutirões como o da Câmara paulistana. Espera-se apenas que ninguém tenha a idéia de andar pelas ruas de São Paulo em um carro de boi, proibição que deixou de vigorar após 111 anos de sua aprovação.

Folha de S.Paulo, “Editorial”, 20/11/2005, p. A2 (com adaptações).

Com referência ao texto Cipoal legislativo, julgue o item a seguir.

A expressão “toda e qualquer dificuldade” é enfática, dado que, nessa construção, os pronomes são sinônimos, o que justificaria a supressão de um deles e tornaria o período mais objetivo.

 

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75781 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Cipoal legislativo

A herança cartorialista ibérica nos legou a indisfarçável tendência de tentar resolver toda e qualquer dificuldade que se interponha em nosso caminho editando uma lei ou baixando um decreto. A estratégia, é claro, não apresenta os resultados esperados, do que dá fé a miríade de problemas com os quais o país convive há 500 anos.

O pior é que ninguém se lembra de revogar a profusão de normas quando o problema deixa de existir ou quando as regras são superadas por novas leis ou mesmo pela sucessão de constituições — já estamos na sétima. O resultado é um cipoal legislativo frondoso e, freqüentemente, contraditório, paraíso para advogados dispostos a protelar um processo.

Nesse contexto, é mais do que oportuna a iniciativa da Câmara Municipal de São Paulo de promover uma consolidação da legislação. Na primeira etapa do processo, foram extintas 3.680 leis aprovadas entre 1892 e 1947 que já não faziam sentido. Foram revogadas normas como a de 1896 que obrigava a “assignalar nos cemitérios municipaes as sepulturas dos criminosos celebres”.

Mais importante do que promover esses necessários mutirões é criar mecanismos permanentes que evitem o acúmulo de normas ultrapassadas. Algumas soluções são inquietantemente simples. Por que, em vez de apenas escrever “revogam-se as disposições em contrário” ao pé de cada peça legislativa, vereadores, deputados e senadores não indicam explicitamente quais as leis que deixam de valer no todo ou em parte?

O ideal seria se abandonássemos a idéia de que toda dificuldade social, política ou econômica pode ser contornada com golpes legislativos, mas isso parece ser pedir demais.

Contentemo-nos com os mutirões como o da Câmara paulistana. Espera-se apenas que ninguém tenha a idéia de andar pelas ruas de São Paulo em um carro de boi, proibição que deixou de vigorar após 111 anos de sua aprovação.

Folha de S.Paulo, “Editorial”, 20/11/2005, p. A2 (com adaptações).

Com referência ao texto Cipoal legislativo, julgue o item a seguir.

Atendendo-se à norma gramatical, assim pode ser sintetizada a idéia central do primeiro parágrafo do texto: caso uma dificuldade se interpuser na sociedade brasileira, edita-se leis e baixa-se decretos, visando-se à solução do problema.

 

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75780 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Cipoal legislativo

A herança cartorialista ibérica nos legou a indisfarçável tendência de tentar resolver toda e qualquer dificuldade que se interponha em nosso caminho editando uma lei ou baixando um decreto. A estratégia, é claro, não apresenta os resultados esperados, do que dá fé a miríade de problemas com os quais o país convive há 500 anos.

O pior é que ninguém se lembra de revogar a profusão de normas quando o problema deixa de existir ou quando as regras são superadas por novas leis ou mesmo pela sucessão de constituições — já estamos na sétima. O resultado é um cipoal legislativo frondoso e, freqüentemente, contraditório, paraíso para advogados dispostos a protelar um processo.

Nesse contexto, é mais do que oportuna a iniciativa da Câmara Municipal de São Paulo de promover uma consolidação da legislação. Na primeira etapa do processo, foram extintas 3.680 leis aprovadas entre 1892 e 1947 que já não faziam sentido. Foram revogadas normas como a de 1896 que obrigava a “assignalar nos cemitérios municipaes as sepulturas dos criminosos celebres”.

Mais importante do que promover esses necessários mutirões é criar mecanismos permanentes que evitem o acúmulo de normas ultrapassadas. Algumas soluções são inquietantemente simples. Por que, em vez de apenas escrever “revogam-se as disposições em contrário” ao pé de cada peça legislativa, vereadores, deputados e senadores não indicam explicitamente quais as leis que deixam de valer no todo ou em parte?

O ideal seria se abandonássemos a idéia de que toda dificuldade social, política ou econômica pode ser contornada com golpes legislativos, mas isso parece ser pedir demais.

Contentemo-nos com os mutirões como o da Câmara paulistana. Espera-se apenas que ninguém tenha a idéia de andar pelas ruas de São Paulo em um carro de boi, proibição que deixou de vigorar após 111 anos de sua aprovação.

Folha de S.Paulo, “Editorial”, 20/11/2005, p. A2 (com adaptações).

Com referência ao texto Cipoal legislativo, julgue o item a seguir.

A principal crítica que o autor do texto apresenta diz respeito à deficiente elaboração de leis e decretos, por vezes, com sentido ambíguo, o que torna esses mecanismos legais ineficazes na resolução de problemas brasileiros seculares.

 

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75779 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Cipoal legislativo

A herança cartorialista ibérica nos legou a indisfarçável tendência de tentar resolver toda e qualquer dificuldade que se interponha em nosso caminho editando uma lei ou baixando um decreto. A estratégia, é claro, não apresenta os resultados esperados, do que dá fé a miríade de problemas com os quais o país convive há 500 anos.

O pior é que ninguém se lembra de revogar a profusão de normas quando o problema deixa de existir ou quando as regras são superadas por novas leis ou mesmo pela sucessão de constituições — já estamos na sétima. O resultado é um cipoal legislativo frondoso e, freqüentemente, contraditório, paraíso para advogados dispostos a protelar um processo.

Nesse contexto, é mais do que oportuna a iniciativa da Câmara Municipal de São Paulo de promover uma consolidação da legislação. Na primeira etapa do processo, foram extintas 3.680 leis aprovadas entre 1892 e 1947 que já não faziam sentido. Foram revogadas normas como a de 1896 que obrigava a “assignalar nos cemitérios municipaes as sepulturas dos criminosos celebres”.

Mais importante do que promover esses necessários mutirões é criar mecanismos permanentes que evitem o acúmulo de normas ultrapassadas. Algumas soluções são inquietantemente simples. Por que, em vez de apenas escrever “revogam-se as disposições em contrário” ao pé de cada peça legislativa, vereadores, deputados e senadores não indicam explicitamente quais as leis que deixam de valer no todo ou em parte?

O ideal seria se abandonássemos a idéia de que toda dificuldade social, política ou econômica pode ser contornada com golpes legislativos, mas isso parece ser pedir demais.

Contentemo-nos com os mutirões como o da Câmara paulistana. Espera-se apenas que ninguém tenha a idéia de andar pelas ruas de São Paulo em um carro de boi, proibição que deixou de vigorar após 111 anos de sua aprovação.

Folha de S.Paulo, “Editorial”, 20/11/2005, p. A2 (com adaptações).

Com referência ao texto Cipoal legislativo, julgue o item a seguir.

No título do texto, foi empregada linguagem conotativa, recurso cuja utilização caracteriza os textos opinativos e literários, mas não, os de caráter essencialmente informativo nem, em particular, as correspondências oficiais.

 

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75778 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Cipoal legislativo

A herança cartorialista ibérica nos legou a indisfarçável tendência de tentar resolver toda e qualquer dificuldade que se interponha em nosso caminho editando uma lei ou baixando um decreto. A estratégia, é claro, não apresenta os resultados esperados, do que dá fé a miríade de problemas com os quais o país convive há 500 anos.

O pior é que ninguém se lembra de revogar a profusão de normas quando o problema deixa de existir ou quando as regras são superadas por novas leis ou mesmo pela sucessão de constituições — já estamos na sétima. O resultado é um cipoal legislativo frondoso e, freqüentemente, contraditório, paraíso para advogados dispostos a protelar um processo.

Nesse contexto, é mais do que oportuna a iniciativa da Câmara Municipal de São Paulo de promover uma consolidação da legislação. Na primeira etapa do processo, foram extintas 3.680 leis aprovadas entre 1892 e 1947 que já não faziam sentido. Foram revogadas normas como a de 1896 que obrigava a “assignalar nos cemitérios municipaes as sepulturas dos criminosos celebres”.

Mais importante do que promover esses necessários mutirões é criar mecanismos permanentes que evitem o acúmulo de normas ultrapassadas. Algumas soluções são inquietantemente simples. Por que, em vez de apenas escrever “revogam-se as disposições em contrário” ao pé de cada peça legislativa, vereadores, deputados e senadores não indicam explicitamente quais as leis que deixam de valer no todo ou em parte?

O ideal seria se abandonássemos a idéia de que toda dificuldade social, política ou econômica pode ser contornada com golpes legislativos, mas isso parece ser pedir demais.

Contentemo-nos com os mutirões como o da Câmara paulistana. Espera-se apenas que ninguém tenha a idéia de andar pelas ruas de São Paulo em um carro de boi, proibição que deixou de vigorar após 111 anos de sua aprovação.

Folha de S.Paulo, “Editorial”, 20/11/2005, p. A2 (com adaptações).

Com referência ao texto Cipoal legislativo, julgue o item a seguir.

A construção “quais as leis que deixam de valer” poderia corretamente assumir as seguintes estruturas: as leis que deixam de valer ou que leis deixam de valer.

 

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75776 Ano: 2006
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
contas inicial (valor em R$) movimentação (valor em R$)
caixa 1.800 3.500
banco 2.500 7.580 2.000
aplicações financeiras de resgate imediato 3.250
poupança 1.000
cartões de crédito a receber 2.580 2.580
cheques a receber 7.400
títulos a receber 8.500
contas a pagar 9.000 2.000
aplicações financeiras de longo prazo 3.698
receita antecipada 8.500
despesa antecipada de seguros 4.520
estoques 5.000 3.000
gastos de expansão 12.500
custo da mercadoria vendida 3.000
capital social 30.000
receita de vendas 8500
lucros/(prejuízos) acumulados 5.248
despesas do período 4.000
52.748 52.748 18.080 18.080

Com base no balancete de verificação apresentado acima, julgue o item seguinte.

O passivo final corresponde a R$ 11.000,00.

 

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75775 Ano: 2006
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
contas inicial (valor em R$) movimentação (valor em R$)
caixa 1.800 3.500
banco 2.500 7.580 2.000
aplicações financeiras de resgate imediato 3.250
poupança 1.000
cartões de crédito a receber 2.580 2.580
cheques a receber 7.400
títulos a receber 8.500
contas a pagar 9.000 2.000
aplicações financeiras de longo prazo 3.698
receita antecipada 8.500
despesa antecipada de seguros 4.520
estoques 5.000 3.000
gastos de expansão 12.500
custo da mercadoria vendida 3.000
capital social 30.000
receita de vendas 8500
lucros/(prejuízos) acumulados 5.248
despesas do período 4.000
52.748 52.748 18.080 18.080

Com base no balancete de verificação apresentado acima, julgue o item seguinte.

O lucro bruto obtido no período totaliza R$ 5.500,00.

 

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75774 Ano: 2006
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
contas inicial (valor em R$) movimentação (valor em R$)
caixa 1.800 3.500
banco 2.500 7.580 2.000
aplicações financeiras de resgate imediato 3.250
poupança 1.000
cartões de crédito a receber 2.580 2.580
cheques a receber 7.400
títulos a receber 8.500
contas a pagar 9.000 2.000
aplicações financeiras de longo prazo 3.698
receita antecipada 8.500
despesa antecipada de seguros 4.520
estoques 5.000 3.000
gastos de expansão 12.500
custo da mercadoria vendida 3.000
capital social 30.000
receita de vendas 8500
lucros/(prejuízos) acumulados 5.248
despesas do período 4.000
52.748 52.748 18.080 18.080

Com base no balancete de verificação apresentado acima, julgue o item seguinte.

O ativo circulante disponível apresentou saldo final de R$ 17.630,00.

 

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75773 Ano: 2006
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
contas inicial (valor em R$) movimentação (valor em R$)
caixa 1.800 3.500
banco 2.500 7.580 2.000
aplicações financeiras de resgate imediato 3.250
poupança 1.000
cartões de crédito a receber 2.580 2.580
cheques a receber 7.400
títulos a receber 8.500
contas a pagar 9.000 2.000
aplicações financeiras de longo prazo 3.698
receita antecipada 8.500
despesa antecipada de seguros 4.520
estoques 5.000 3.000
gastos de expansão 12.500
custo da mercadoria vendida 3.000
capital social 30.000
receita de vendas 8500
lucros/(prejuízos) acumulados 5.248
despesas do período 4.000
52.748 52.748 18.080 18.080

Com base no balancete de verificação apresentado acima, julgue o item seguinte.

A empresa reduziu suas obrigações de curto prazo em R$ 2.000,00.

 

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Questão presente nas seguintes provas
75772 Ano: 2006
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
contas inicial (valor em R$) movimentação (valor em R$)
caixa 1.800 3.500
banco 2.500 7.580 2.000
aplicações financeiras de resgate imediato 3.250
poupança 1.000
cartões de crédito a receber 2.580 2.580
cheques a receber 7.400
títulos a receber 8.500
contas a pagar 9.000 2.000
aplicações financeiras de longo prazo 3.698
receita antecipada 8.500
despesa antecipada de seguros 4.520
estoques 5.000 3.000
gastos de expansão 12.500
custo da mercadoria vendida 3.000
capital social 30.000
receita de vendas 8500
lucros/(prejuízos) acumulados 5.248
despesas do período 4.000
52.748 52.748 18.080 18.080

Com base no balancete de verificação apresentado acima, julgue o item seguinte.

A empresa auferiu lucros no valor de R$ 4.500,00.

 

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