Foram encontradas 520 questões.
Respondida
Com base nas disposições constitucionais sobre a Lei Orçamentária Anual,
Respondida
Os embates na história do financiamento do SUS têm sido presentes desde sua criação e não foram resolvidos mesmo com a
vinculação de recursos federais para a saúde, seja por meio da Emenda Constitucional (EC) 29/2000, com o frágil esquema
baseado no montante aplicado no ano anterior corrigido pela variação nominal do PIB, até a Lei n° 141/2012 (regulamentação da
EC n° 29) que não modificou essa base de cálculo. Além disso, o subfinanciamento do SUS foi intensificado pelas recentes
Emendas Constitucionais (EC), pois a EC n° :
A
95/2016 revogou o escalonamento previsto na EC 86, congelando o valor para a saúde para os próximos
20 anos, em 15% da Receita Corrente Líquida (RCL) e o Decreto n° 7.508/2011 que dispõe sobre a organização do SUS.
B
86/2015 alterou a base de cálculo de aplicação do governo federal para 13,2% da Receita Corrente Líquida (RCL), em
2016, elevando-se de forma escalonada, até alcançar 15% da RCL, em 2020; e a Lei n° 13.097/2015 que permite a
entrada de capital estrangeiro na saúde.
C
86/2015 alterou a base de cálculo de aplicação do governo federal para 13,2% da Receita Corrente Líquida (RCL), em
2016, elevando-se de forma escalonada, até alcançar 15% da RCL, em 2020; e a EC n° 95/2016 que revogou o
escalonamento previsto na EC n° 86, congelando o valor para a saúde para os próximos 20 anos, em 15% da RCL.
D
93/2016 altera o percentual de aplicação em ações e serviços de saúde para 10% da Receita Corrente Líquida (RCL); e a
EC n° 95/2016 que revogou o escalonamento previsto na EC n° 86, congelando o valor para a saúde para os próximos 20
anos, em 15% da RCL.
E
95/2016 revogou o escalonamento previsto na EC n° 86, congelando o valor para a saúde para os próximos 20 anos, em
15% da Receita Corrente Líquida (RCL) e a EC n° 42/2003 que altera o Sistema Tributário Nacional.
Respondida
Ao abordar o conceito de serviço público, diferentes classificações ou categorizações são apresentadas pela doutrina, a
depender do prisma de análise, entre as quais se insere a divisão entre serviços públicos exclusivos e não exclusivos do Estado,
sendo que
Respondida
Entre as modalidades de extinção do contrato de concessão de serviços públicos, previstas na legislação de regência, insere-se a
A
caducidade, decretada quando a concessionária perder as condições econômicas, técnicas ou operacionais para manter a adequada prestação do serviço concedido, condicionada à prévia indenização pelo poder concedente, descontadas as multas contratuais eventualmente aplicadas.
B
intervenção, mediante decreto do poder concedente, com a retomada do objeto da concessão a fim de assegurar a adequação na prestação do serviço, bem como o fiel cumprimento das normas contratuais, regulamentares e legais pertinentes.
C
encampação, consistente na retomada do serviço pelo poder concedente durante o prazo da concessão, por motivo de interesse público, mediante lei autorizativa específica e prévio pagamento da indenização das parcelas dos investimentos vinculados a bens reversíveis, ainda não amortizados ou depreciados, que tenham sido realizados com o objetivo de garantir a continuidade e atualidade do serviço concedido.
D
rescisão por parte do poder concedente, pelo advento do termo contratual, com a retomada dos serviços e bens reversíveis, condicionada à indenização à concessionária dos investimentos realizados nos 180 dias anteriores ao encerramento do prazo da concessão que não tenham sido passíveis de amortização.
E
rescisão administrativa pelo concessionário, na hipótese de descumprimento das obrigações do poder concedente que ensejem desequilíbrio econômico-financeiro da concessão ou onerosidade excessiva, obrigando-se a manter a prestação dos serviços até a assunção por novo concessionário ou pelos financiadores.
Respondida
Editado decreto de declaração de utilidade pública e ajuizada a ação de desapropriação para aquisição de uma faixa de terras destinada a ampliação de uma rodovia, a Administração pública identificou a necessidade de utilizar um perímetro com largura maior de uma mesma matrícula em determinado trecho, para execução de uma alça de acesso. Considerando que o decreto de declaração de utilidade pública já abrange a área cuja desapropriação passou a ser necessária, bem como que já havia sido ajuizada ação de desapropriação para aquisição da parte inicialmente identificada da mesma matrícula, pendente citação dos réus,
Respondida
Considere, hipoteticamente, contrato firmado pelo Poder público e a iniciativa privada, cujo objeto seja a construção e a exploração, pelo prazo necessário à amortização dos investimentos, de unidade de produção e tratamento de água. A concessionária contratada tem relação direta com o Poder concedente, usuário dos serviços. Há previsão de pagamento de contraprestação do parceiro público ao privado. Dado o ordenamento jurídico nacional, em relação à repartição dos riscos e ao prazo contratual,
A
há ampla liberdade para estabelecimento do prazo de vigência da avença, o que não se aplica à repartição de riscos, pois, a depender da natureza dos mesmos, devem ser obrigatoriamente atribuídos ao Poder público, ante o princípio da gestão eficiente.
B
este pode ser estabelecido entre o mínimo de 5 e o máximo de 30 anos, estipulação que não precisa guardar compatibilidade com a amortização dos investimentos, isso em razão da possibilidade de recebimento pela concessionária de contraprestação do Poder público.
C
ambos encontram parâmetros legais, podendo os riscos serem objetivamente repartidos entre as partes, inclusive os referentes a caso fortuito, força maior, fato do príncipe e álea econômica extraordinária.
D
não há regra legal que discipline a matéria, as cláusulas do contrato devem obediência apenas aos mecanismos de eficiência e desempenho do serviço e do parceiro privado.
E
este pode ser estabelecido entre o mínimo de 5 e o máximo de 35 anos, excluindo eventual prorrogação, estipulação que deve guardar compatibilidade com a amortização dos investimentos.
Respondida
Entre os poderes próprios da Administração, decorrentes do regime jurídico administrativo que lhe atribui determinadas prerrogativas
e sujeições, insere-se o poder disciplinar, que
A
possui, como uma das suas manifestações, o poder-dever de apurar infrações e aplicar penalidades aos servidores públicos,
comportando alguma margem de discricionariedade no que concerne à dosimetria das sanções.
B
também alcança os particulares que não possuem vínculo laboral ou contratual com a Administração, coibindo condutas
nocivas ou perigosas, como expressão do princípio da supremacia do interesse público sobre o privado.
C
corresponde ao poder dos superiores de proferir ordens a seus subordinados, constituindo expressão da hierarquia, excluídas
as aplicações de penalidades, que se inserem no bojo do poder sancionador.
D
constitui o poder de organizar as atividades administrativas, mediante expedição de instruções, portarias, ordens de serviços
e outros atos infralegais, decorrendo do poder normativo, exercido nos limites da lei.
E
corresponde à parcela do poder de polícia exercido preventivamente pela Administração, disciplinando o exercício de atividades
de particulares que ensejem risco à segurança, saúde ou incolumidade pública.
Respondida
A aquisição de imóveis pelos entes públicos pode se dar de forma voluntária ou compulsória, estando previsto na Lei
n° 10.257/2001, consubstanciando-se em instituto para aquela finalidade e cuja motivação não se funda na pretensão da
Administração pública de utilizar direta e especificamente o imóvel para política pública predeterminada,
A
a servidão administrativa, em que determinado imóvel fica gravado definitivamente em favor de determinada utilidade
pública, prevista indenização em títulos da dívida pública.
B
desapropriação por utilidade pública, precedida de decreto editado pelo Chefe do Executivo, instituto que exige sempre
indenização prévia, justa e em dinheiro em favor do proprietário expropriado, sob pena de enriquecimento ilícito.
C
instituição de operação urbana consorciada, por meio da qual são alterados e disciplinados os usos, zoneamento e
usuários de determinado perímetro urbano, com vistas a adequação ao planejamento constante do plano diretor.
D
desapropriação-urbanística, que permite seja declarada a perda da propriedade do particular para adequação do perímetro
em que está inserido ao que está previsto no plano diretor, exigida a indenização prévia, justa e em títulos da dívida
pública municipal ou federal, sob pena de enriquecimento ilícito.
E
desapropriação como sanção pelo solo urbano que não cumpra sua função social, respeitadas as imposições prévias
obrigatoriamente anteriores e não atendidas pelo proprietário, com indenização paga em títulos da dívida pública, em
exceção à regra da indenização em dinheiro.
Respondida
A atuação da Administração no exercício do poder de polícia, de acordo com os limites do regime jurídico administrativo que a
informa,
A
é dotada de exigibilidade, representada por meios indiretos de coerção, como aplicação de multa, e, quando expressamente
previsto em lei, de auto- executoriedade, que autoriza a Administração a por em execução suas decisões, sem
necessidade de ordem judicial.
B
corresponde a atividades de natureza negativa, impondo aos particulares vedações ou restrições no exercício de seus
direitos em prol do interesse público, daí porque as atividades positivas, como concessão de licenças e autorizações,
escapam a tal atuação, configurando prestação de serviço público.
C
é exercida exclusivamente mediante atos materiais praticados pela Administração, de conteúdo preventivo ou repressivo,
não abrangendo os atos normativos que estabeleçam, em caráter geral e impessoal, restrições ou limitações ao exercício
de atividades privadas.
D
é exercida nos limites e condições autorizados por lei, o que significa que não comporta margem de discricionariedade
pela Administração, correspondendo a atos materiais de natureza vinculada e sempre de cunho repressivo.
E
corresponde apenas à polícia judiciária, responsável pela repressão de crimes e proteção à segurança e à ordem pública,
sendo as restrições e limitações às atividades econômicas impostas aos particulares campo reservado à atividade de
regulação estatal.
Respondida
De acordo com o que dispõe a Lei federal n° 9.784, de 1999, que regula o processo administrativo no âmbito federal, aplicada ao
Distrito Federal por força da Lei distrital n° 2.834, de 2001, a competência dos órgãos públicos
A
não pode ser delegada, salvo em situações excepcionais e devidamente justificadas, em caráter temporário, não
importando renúncia da autoridade delegante, que continua exercendo a competência concomitantemente.
B
pode ser objeto de delegação, parcial ou total, apenas a órgãos subordinados hierarquicamente e vedada a delegação da
competência para decisão de recursos.
C
não pode ser objeto de avocação, salvo em relação à anulação de atos eivados de vício, cuja revisão independe da
interposição de recurso, podendo ser procedida de oficio.
D
deve ser exercida nos limites cometidos por lei, o que não impede a delegação de competência exclusiva do órgão, por
diploma infralegal, a órgão hierarquicamente superior.
E
é irrenunciável, o que não impede a delegação, nas hipóteses previstas em lei, expressamente vedada em relação a
edição de atos de caráter normativo.