Foram encontradas 40 questões.
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemDenotativa, Própria, Referencial, Literal ou Informativa
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemFunção Emotiva ou Expressiva
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemFunção Fática
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemFunção Metalinguística
Lei ao trecho abaixo, retirado do poema de Carlos Drummond de Andrade:

No trecho acima, há predomínio das seguintes funções de linguagem:
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Assinale a alternativa em que o uso do sinal indicativo de crase foi utilizado de maneira correta.
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- FonologiaTonicidadeParoxítonas
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicativo
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Direto
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoEquivalência
Texto para questão 07
Falamos de carambolas
Rubem Braga
Falamos sobre sorvetes, eu disse que tinha tomado um ótimo, de carambola.
– Não sei que graça você acha em carambola.
Falamos sobre carambola, discutimos sobre carambola; passamos a romã e finalmente a jambo; sim, há o jambo moreno e o jambo cor-de-rosa, este é muito sem gosto; aliás, a mais bonita de todas as mangas, a manga-rosa, não tem nem de longe o gosto de uma espada, de uma carlotinha.
Lembrei a história contada por um amigo. Mais de uma vez insistira com certa moça para que fosse ao seu apartamento. Ela não queria ir. Ele um dia telefonou: “Vem almoçar comigo, mando matar uma galinha, fazer molho pardo…” achou que a recusa da moça era menos dura. E insistiu mais: — Vem… tem manga carlotinha…
– Manga carlotinha? Mentira!
E a moça foi. Refugaria talvez promessa de casamento, se irritaria com o presente de joia, mas como resistir a um homem que tem galinha ao molho pardo com angu e manga carlotinha, e faz um convite tão familiar?
Ela não achou muita graça na história. Aliás não simpatizava com aquele amigo meu.
Ficamos um instante em silêncio. Comecei a mexer o gelo dentro do copo com o dedo.
É um hábito brasileiro, mas até que não é meu uso; inclusive, para falar a verdade, acho pouco limpo; entretanto eu mexia com o indicador o gelo que boiava no uísque, e como seria insuportável não fazer a pergunta, ergui os olhos e fiz: — Mas, afinal, o que foi que o médico disse?
E ela encolheu os ombros. Repetiu algumas palavras do médico, principalmente uma: Sindroma… teve uma dúvida: — É síndroma ou sindroma?
Eu disse francamente que não sabia; apenas tinha a impressão de que a palavra era feminina; mas também podia ser masculina; era paroxítona ou átona, mas também podia ser proparoxítona ou esdrúxula; e, ainda por cima, tanto se podia dizer sindroma como síndrome, e até mesmo sindromo.
Em todo o caso — juntei — não era bem uma doença; era um conjunto de sintomas… eu falava assim não para mostrar sabença, mas para mostrar incerteza, e ignorância da verdade verdadeira — ou até uma certa indiferença por essas coisas de palavras.
Confessei-lhe que há muitas palavras que evito dizer porque nunca estou muito seguro da maneira de pronunciar. Por outro lado há palavras que a gente só conhece porque são usadas em palavras cruzadas. Até existe uma cidade assim, uma cidade de que ninguém se lembraria jamais se não tivesse apenas duas letras e não fosse terra de Abraão ou cidade da Caldéia: UR. Se os charadistas do mundo inteiro formassem uma pátria a capital teria de ser UR. Eu falava essas bobagens com volubilidade. Ela disse: — Todo mundo, quando tem uma doença como essa minha, procura se enganar. Eu, não.
Chamei-a de pessimista, aliás ela sempre fora pessimista.
– Não é pessimismo não. É…
Senti que ela ia dizer o nome da doença, e que tudo estaria perdido se ela pronunciasse aquele nome; seria intolerável.
– Você sabe muito bem o que é.
Chamei o garçom, pedi mais um uísque e mais um Alexander’s.
– Sabe quem eu vi hoje?
Era ela que mudava de conversa; senti um alívio. E falamos, e falamos… Eu admirava mais uma vez sua cabeça, os olhos claros, a testa, sua graça tocante.
Era insuportável pensar que alguém assim pudesse estar condenada. Dentro de mim eu sabia, mas não acreditava. Tive a impressão de que sua cabeça estremecia como uma flor. Um anjo se movera junto de nós, na penumbra do bar, era o anjo da morte; e a flor estremecera.
– Acho que o bale russo precisa se renovar…
Ela achava que não era justo falar em virtuosidades acrobáticas; o que havia era uma renúncia a todo expressionismo e a toda pantomima, a beleza do bale puro… E no meio da discussão me chamou de literato; mas juntou logo um sorriso tão amigo. Eu disse o que talvez já tivessse dito uma vez: — Foi uma pena você não ter estudado bale.
Pensava no seu corpo de pernas longas, na linha dura das ancas, nos seios pequenos, e a revia por um instante, toda casta, nua. Ela me censurou por beber tão depressa, e de repente: — E esse seu bigode agora está horrível.
– Por que você não toma conta de mim, não dirige meus uísques e meus bigodes?
Ela riu, e deu uma risada tão alegre como antigamente.
Como as pessoas costumam dizer, uma risada de cristal. Clara, alegre, tilintante como o cristal. O cristal, que se parte tão fácil.
Analise as proposições abaixo como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F).
( ) No período “ – Não sei que graça você acha em carambola.” , há uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
( ) No período “ Confessei-lhe que há muitas palavras que evito dizer porque nunca estou muito seguro da maneira de pronunciar”, o termo destacado classifica-se sintaticamente como objeto direto.
( ) No período “Aliás não simpatizava com aquele amigo meu.”, a regência da forma verbal destacada está errada, pois o verbo em destaque não permite o uso da preposição como.
( ) Considerando a sílaba tônica, a palavra síndrome, segundo a acentuação tônica é classificada como paroxítona.
( ) No trecho “o que havia era uma renúncia a todo expressionismo e a toda pantomima,”, o termo destacado pode ser substituído sem alteração de sentido por verdade.
( ) No período “Chamei-a de pessimista, aliás ela sempre fora pessimista.”, o pronome oblíquo átono classifica-se sintaticamente como objeto direto e o termo de pessimista é classificado sintaticamente como predicativo do objeto.
A sequência correta de cima para baixo é:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Texto para questões de 05 e 06
O Homem Trocado
O homem acorda da anestesia e olha em volta.
Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
– Tudo perfeito - diz a enfermeira, sorrindo.
– Eu estava com medo desta operação... – Por quê? Não havia risco nenhum.
– Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos... E conta que os enganos começaram com seu nascimento.
Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele _______(ser) viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai ____________(abandonar) a mulher depois que esta não ___________( saber) explicar o nascimento de um bebê chinês.
– E o meu nome? Outro engano.
– Seu nome não é Lírio?
– Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...
Os enganos se sucediam.
Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. ___________(Fazer) o vestibular com sucesso, mas não ____________(conseguira) entrar na universidade. O computador se ____________(enganar), seu nome não apareceu na lista.
– Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
– O senhor não faz chamadas interurbanas?
– Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o ___________(confundir) com outro. Não foram felizes.
– Por quê?
– Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até _____________(ter) uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer: - O senhor está desenganado. Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
– Se você diz que a operação foi bem... A enfermeira parou de sorrir.
– Apendicite? - perguntou, hesitante.
– É. A operação era para tirar o apêndice.
– Não era para trocar de sexo?
Luís Fernando Verissimo
Foram retiradas do texto algumas formas verbais empregadas no pretérito mais que perfeito do indicativo. Assinale a alternativa que preenche corretamente os espaços em branco, com a forma verbal entre parênteses conjugada no pretérito mais que perfeito do indicativo, considerando a concordância e o contexto.
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoSujeitoClassificação do Sujeito
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Direto
- SintaxeColocação Pronominal
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemVícios de LinguagemAmbiguidade
Texto para questões de 05 e 06
O Homem Trocado
O homem acorda da anestesia e olha em volta.
Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
– Tudo perfeito - diz a enfermeira, sorrindo.
– Eu estava com medo desta operação... – Por quê? Não havia risco nenhum.
– Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos... E conta que os enganos começaram com seu nascimento.
Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele _______(ser) viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai ____________(abandonar) a mulher depois que esta não ___________( saber) explicar o nascimento de um bebê chinês.
– E o meu nome? Outro engano.
– Seu nome não é Lírio?
– Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...
Os enganos se sucediam.
Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. ___________(Fazer) o vestibular com sucesso, mas não ____________(conseguira) entrar na universidade. O computador se ____________(enganar), seu nome não apareceu na lista.
– Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
– O senhor não faz chamadas interurbanas?
– Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o ___________(confundir) com outro. Não foram felizes.
– Por quê?
– Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até _____________(ter) uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer: - O senhor está desenganado. Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
– Se você diz que a operação foi bem... A enfermeira parou de sorrir.
– Apendicite? - perguntou, hesitante.
– É. A operação era para tirar o apêndice.
– Não era para trocar de sexo?
Luís Fernando Verissimo
Analise as proposições abaixo:
1- No trecho “O senhor está desenganado. Mas também fora um engano do médico.”, o termo destacado expressa ambiguidade.
2- Na oração “ Há uma enfermeira do seu lado” não há sujeito.
3- Na oração “ que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos.”, o termo destacado exerce a função sintática de sujeito.
4- Na oração “– Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório”, o pronome oblíquo átono” Se” está empregado na forma proclítica, mas deveria estar na forma enclítica.
5- No trecho “pois o pai abandonara a mulher depois que esta não soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.”, a forma verbal “esta” foi escrita de maneira incorreta, pois é uma palavra oxítona terminada em “a” e por isso deve ser acentuada e o termo destacado exerce a função sintática de objeto direto.
Está (ão) correta (s):
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoSujeitoClassificação do Sujeito
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoClassificação do Predicado
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplemento Nominal
Texto para questões de 01 a 04.
Traduzir-se
Ferreira Gullar
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
Analise as proposições abaixo, considerando o texto:
I- Nos versos “Uma parte de mim/ é todo mundo:” , o predicado é nominal.
II- Na última estrofe, a expressão entre os travessões exerce a função sintática de complemento nominal.
III- Na quarta estrofe, a expressão “outra parte” exerce a função sintática de sujeito simples.
A(s) proposição(ões) correta(s) é (são):
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Instituto Bahia
Orgão: CLINAB
Texto para questões de 01 a 04.
Traduzir-se
Ferreira Gullar
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
Analise as assertivas abaixo, considerando o poema “Traduzir-se”:
01- A reiteração, presente até o sexto verso no uso das expressões "Uma parte de mim/outra parte", dá ao poema um tom melódico quase como de um refrão.
02- Enquanto que “Uma parte” vem identificada pelos termos "todo mundo" e "multidão", e recebe em atributivo os verbos “pesa e pondera", indicando ser esta a parte racional. A "outra parte" é "ninguém", "fundo sem fundo", "estranheza e solidão.
04- A estrofe final apresenta a proposta do poeta: a síntese da existência humana. Em outras palavras, Gullar pretende, ainda que apenas no universo poético, traduzir uma parte na outra parte, até que sejam uma.
08- O título aponta a tentativa do eu lírico de tentar traduzir ou explicar, entender suas próprias contradições.
A alternativa que corresponde a soma das alternativas corretas é:
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- Interpretação de TextosAnálise de Estruturas Linguísticas
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetáfora
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemOximoro
Texto para questões de 01 a 04.
Traduzir-se
Ferreira Gullar
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
Analise as proposições abaixo colocando (V) para o que for verdadeiro e (F) para o que for falso, considerando o poema de Ferreira Gullar.
( ) O poema Traduzir-se corporifica e transgride os liames impostos por uma estrutura antinômica, em que o eu lírico encontra o limite e a transgressão como condição imanente (textocomposição) e latente (ressonâncias do desejo, da falta, do trágico, dada a consciência de precariedade da linguagem, sugerida pelo eu lírico).
( ) No poema há predomínio da figura de linguagem denominada oxímoro.
( ) A predileção pelo verbo ser atribui uma semântica existencial que é subsumida pelo valor de transitividade da despersonalização marcada pela metáfora da “estranheza”.
( ) Recorrendo a metáfora que sugere dispersão, queda e aniquilação (mundo, ninguém, fundo sem fundo, multidão, estranheza, delírio etc.), o eu lírico projeta uma identificação e solidariedade com o mundo, sem, com efeito, encontrar nela uma saída existencial.
( ) O poema Traduzir-se evidencia um discurso poético de cunho social, investigando de forma acurada sua subjetividade. O tom que emana dos versos é soturno.
( ) O recurso estilístico adotado pelo autor é o de ajustar dois vocábulos de significação universal, embora oponentes. Assim, temos: "mundo/fundo", "multidão/solidão", “pondera/delira”.
A sequência correta de cima para baixo é:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Instituto Bahia
Orgão: CLINAB
Texto para questões de 01 a 04.
Traduzir-se
Ferreira Gullar
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
Considerando o poema “Traduzir-se “de Ferreira Gullar, analise as proposições a seguir:
I- O poema apresenta um exercício líricoexistencial, cuja elaboração estética articula metáforas sintomáticas de uma subjetividade cindida.
II- O poema alude a uma autorreferencialidade do eu lírico e de suas marcas narcísicas.
III- O poema delineia um horizonte de ordem intersubjetiva, no qual se vislumbra um potencial autoritário do sujeito lírico, a emergência de uma subjetividade que se prenuncia híbrida, conflituosa.
IV- No poema de Gullar, o mote da tradução elabora um conjunto metafórico: o título reivindica uma hermenêutica de si.
Está correto o que se afirma em:
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O Serviço Social contemporâneo tem como objeto as expressões da questão social, o reconhecimento das demandas profissionais e dos campos de trabalho em relação ao debate contemporâneo sobre o Serviço Social e as demandas sociais para a profissão. Analise as proposições abaixo;
I- As condições que circunscrevem o trabalho do assistente social estão muito distantes da dinâmica das relações sociais vigentes na sociedade.
II- O exercício profissional é necessariamente polarizado pela trama de interesses sociais. Participa dos mecanismos de exploração e dominação, e ao mesmo tempo, da negligência às necessidades de sobrevivência das classes trabalhadoras. O exercício profissional participa de um processo que tanto impede a continuidade da sociedade de classes quanto obstaculiza as possibilidades de sua transformação.
III- As forças contraditórias, inscritas na própria dinâmica dos processos sociais, criam as bases reais para a renovação do estatuto da profissão, reforçando os princípios que fazem parte das conquistas e do ideário dos trabalhadores.
IV- A presença de forças sociais e políticas reais permitem à categoria profissional estabelecer estratégias político-profissionais com vistas a redirecionar os interesses das classes subalternas.
É correto o que se afirma em:
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