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TEXTO lI
O que é?
on 11 de maio de 2008 at 6:01

Disponível em: < https;//bichinhosdejardim.com/o-que-e/comment-page-1/ >. Acesso em: 1º set. 2020.
TEXTO I
Fábula da Gotinha
(Caio Ferraz)

Uma gota de esperança num oceano de desilusões
Era uma vez uma simples gotinha de água que vivia em alto mar. Uma hora ela vivia numa calmaria que dava sono, noutra ela vivia sob tormentas que lhe tiravam o sono.
Ela, uma pequena gotinha, nada podia fazer. E, para se proteger das tempestades, se juntou a milhões e milhões de outras gotinhas que assim formaram um grande oceano.
O sol insistentemente a aquecia, e ela, não podendo resistir, evaporou. Viajou por milhares de metros acima do mar. Triste, achou que ficaria perdida no espaço, sozinha, sem nenhuma outra gotinha por perto. Viu que, se assim continuasse, iria sumir naquele lugar.
Um belo dia, ela encontrou um senhor forte e poderoso chamado vento, que lhe deu um sopro de esperança. Com isso, ela vagou por alguns dias, até encontrar outras gotinhas, e assim formarem uma grande nuvem. Então tudo pareceu bem mais suave e agradável. Mas logo, outra gotinha chamou suas amigas, e juntas chegaram à conclusão de que a vida no mundo das nuvens estava meio saturada.
Viajaram, pois, por dezenas de quilômetros e, por fim, encontraram um pequeno e árido vilarejo. Um lugar ermo, sem energia elétrica e sem estradas, quase sem nada.
E a pequena gotinha, que se achava perdida no oceano e no espaço, tomou coragem e desaguou sobre aquele pobre vilarejo toda sua esperança. Todas as outras gotinhas fizeram o mesmo.
E aquelas gatinhas, que sozinhas não pareciam ser importantes, deram frutos capazes de alimentar aquele pequeno lugar, descobrindo-se fortes para ajudar a mudar a vida dos poucos que ali viviam. Até mesmo o vento deu o ar de sua graça, fazendo a brisa daquele lugar outro ambiente.
Assim é a vida. Se você decidir ser uma gota perdida no oceano da vaidade, viverá entre calmarias e tormentas; mas se você se juntar a outras gotinhas, seguramente fará uma grande diferença na vida de alguém.
(Texto adaptado) Disponível em: < https://www.anf.org.br/fa bula-da-gotinha/ >. Acesso em: 1° set. 2020.
Com relação aos textos I e II, ambos apresentam uma mesma relação temática entre fenômenos da natureza e sentimentos, de modo que, no primeiro texto, há um(a)
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
TEXTO lI
O que é?
on 11 de maio de 2008 at 6:01

Disponível em: < https;//bichinhosdejardim.com/o-que-e/comment-page-1/ >. Acesso em: 1º set. 2020.
A partir da análise da tirinha, seu sentido figurado mostra que
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TEXTO I
Fábula da Gotinha
(Caio Ferraz)

Uma gota de esperança num oceano de desilusões
Era uma vez uma simples gotinha de água que vivia em alto mar. Uma hora ela vivia numa calmaria que dava sono, noutra ela vivia sob tormentas que lhe tiravam o sono.
Ela, uma pequena gotinha, nada podia fazer. E, para se proteger das tempestades, se juntou a milhões e milhões de outras gotinhas que assim formaram um grande oceano.
O sol insistentemente a aquecia, e ela, não podendo resistir, evaporou. Viajou por milhares de metros acima do mar. Triste, achou que ficaria perdida no espaço, sozinha, sem nenhuma outra gotinha por perto. Viu que, se assim continuasse, iria sumir naquele lugar.
Um belo dia, ela encontrou um senhor forte e poderoso chamado vento, que lhe deu um sopro de esperança. Com isso, ela vagou por alguns dias, até encontrar outras gotinhas, e assim formarem uma grande nuvem. Então tudo pareceu bem mais suave e agradável. Mas logo, outra gotinha chamou suas amigas, e juntas chegaram à conclusão de que a vida no mundo das nuvens estava meio saturada.
Viajaram, pois, por dezenas de quilômetros e, por fim, encontraram um pequeno e árido vilarejo. Um lugar ermo, sem energia elétrica e sem estradas, quase sem nada.
E a pequena gotinha, que se achava perdida no oceano e no espaço, tomou coragem e desaguou sobre aquele pobre vilarejo toda sua esperança. Todas as outras gotinhas fizeram o mesmo.
E aquelas gatinhas, que sozinhas não pareciam ser importantes, deram frutos capazes de alimentar aquele pequeno lugar, descobrindo-se fortes para ajudar a mudar a vida dos poucos que ali viviam. Até mesmo o vento deu o ar de sua graça, fazendo a brisa daquele lugar outro ambiente.
Assim é a vida. Se você decidir ser uma gota perdida no oceano da vaidade, viverá entre calmarias e tormentas; mas se você se juntar a outras gotinhas, seguramente fará uma grande diferença na vida de alguém.
(Texto adaptado) Disponível em: < https://www.anf.org.br/fa bula-da-gotinha/ >. Acesso em: 1° set. 2020.
Considerando a trajetória da gotinha no texto I, conclui-se que
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TEXTO I
Fábula da Gotinha
(Caio Ferraz)

Uma gota de esperança num oceano de desilusões
Era uma vez uma simples gotinha de água que vivia em alto mar. Uma hora ela vivia numa calmaria que dava sono, noutra ela vivia sob tormentas que lhe tiravam o sono.
Ela, uma pequena gotinha, nada podia fazer. E, para se proteger das tempestades, se juntou a milhões e milhões de outras gotinhas que assim formaram um grande oceano.
O sol insistentemente a aquecia, e ela, não podendo resistir, evaporou. Viajou por milhares de metros acima do mar. Triste, achou que ficaria perdida no espaço, sozinha, sem nenhuma outra gotinha por perto. Viu que, se assim continuasse, iria sumir naquele lugar.
Um belo dia, ela encontrou um senhor forte e poderoso chamado vento, que lhe deu um sopro de esperança. Com isso, ela vagou por alguns dias, até encontrar outras gotinhas, e assim formarem uma grande nuvem. Então tudo pareceu bem mais suave e agradável. Mas logo, outra gotinha chamou suas amigas, e juntas chegaram à conclusão de que a vida no mundo das nuvens estava meio saturada.
Viajaram, pois, por dezenas de quilômetros e, por fim, encontraram um pequeno e árido vilarejo. Um lugar ermo, sem energia elétrica e sem estradas, quase sem nada.
E a pequena gotinha, que se achava perdida no oceano e no espaço, tomou coragem e desaguou sobre aquele pobre vilarejo toda sua esperança. Todas as outras gotinhas fizeram o mesmo.
E aquelas gatinhas, que sozinhas não pareciam ser importantes, deram frutos capazes de alimentar aquele pequeno lugar, descobrindo-se fortes para ajudar a mudar a vida dos poucos que ali viviam. Até mesmo o vento deu o ar de sua graça, fazendo a brisa daquele lugar outro ambiente.
Assim é a vida. Se você decidir ser uma gota perdida no oceano da vaidade, viverá entre calmarias e tormentas; mas se você se juntar a outras gotinhas, seguramente fará uma grande diferença na vida de alguém.
(Texto adaptado) Disponível em: < https://www.anf.org.br/fa bula-da-gotinha/ >. Acesso em: 1° set. 2020.
No texto I, a expressão "deu o ar de sua graça", em negrito no 7° parágrafo, significa que o vento
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TEXTO I
Fábula da Gotinha
(Caio Ferraz)

Uma gota de esperança num oceano de desilusões
Era uma vez uma simples gotinha de água que vivia em alto mar. Uma hora ela vivia numa calmaria que dava sono, noutra ela vivia sob tormentas que lhe tiravam o sono.
Ela, uma pequena gotinha, nada podia fazer. E, para se proteger das tempestades, se juntou a milhões e milhões de outras gotinhas que assim formaram um grande oceano.
O sol insistentemente a aquecia, e ela, não podendo resistir, evaporou. Viajou por milhares de metros acima do mar. Triste, achou que ficaria perdida no espaço, sozinha, sem nenhuma outra gotinha por perto. Viu que, se assim continuasse, iria sumir naquele lugar.
Um belo dia, ela encontrou um senhor forte e poderoso chamado vento, que lhe deu um sopro de esperança. Com isso, ela vagou por alguns dias, até encontrar outras gotinhas, e assim formarem uma grande nuvem. Então tudo pareceu bem mais suave e agradável. Mas logo, outra gotinha chamou suas amigas, e juntas chegaram à conclusão de que a vida no mundo das nuvens estava meio saturada.
Viajaram, pois, por dezenas de quilômetros e, por fim, encontraram um pequeno e árido vilarejo. Um lugar ermo, sem energia elétrica e sem estradas, quase sem nada.
E a pequena gotinha, que se achava perdida no oceano e no espaço, tomou coragem e desaguou sobre aquele pobre vilarejo toda sua esperança. Todas as outras gotinhas fizeram o mesmo.
E aquelas gatinhas, que sozinhas não pareciam ser importantes, deram frutos capazes de alimentar aquele pequeno lugar, descobrindo-se fortes para ajudar a mudar a vida dos poucos que ali viviam. Até mesmo o vento deu o ar de sua graça, fazendo a brisa daquele lugar outro ambiente.
Assim é a vida. Se você decidir ser uma gota perdida no oceano da vaidade, viverá entre calmarias e tormentas; mas se você se juntar a outras gotinhas, seguramente fará uma grande diferença na vida de alguém.
(Texto adaptado) Disponível em: < https://www.anf.org.br/fa bula-da-gotinha/ >. Acesso em: 1° set. 2020.
A "Fábula da Gatinha" traz uma lição e ao mesmo tempo remete ao Ciclo da Água, processo composto por algumas fases, tais como: evaporação, condensação, precipitação, infiltração e transpiração. Na etapa da "condensação", o vapor da água esfria, se acumula na atmosfera e se condensa na forma de gotículas. A partir dessa informação, qual dos trechos a seguir, retirados do texto, melhor se relaciona a essa fase?
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TEXTO I
Fábula da Gotinha
(Caio Ferraz)

Uma gota de esperança num oceano de desilusões
Era uma vez uma simples gotinha de água que vivia em alto mar. Uma hora ela vivia numa calmaria que dava sono, noutra ela vivia sob tormentas que lhe tiravam o sono.
Ela, uma pequena gotinha, nada podia fazer. E, para se proteger das tempestades, se juntou a milhões e milhões de outras gotinhas que assim formaram um grande oceano.
O sol insistentemente a aquecia, e ela, não podendo resistir, evaporou. Viajou por milhares de metros acima do mar. Triste, achou que ficaria perdida no espaço, sozinha, sem nenhuma outra gotinha por perto. Viu que, se assim continuasse, iria sumir naquele lugar.
Um belo dia, ela encontrou um senhor forte e poderoso chamado vento, que lhe deu um sopro de esperança. Com isso, ela vagou por alguns dias, até encontrar outras gotinhas, e assim formarem uma grande nuvem. Então tudo pareceu bem mais suave e agradável. Mas logo, outra gotinha chamou suas amigas, e juntas chegaram à conclusão de que a vida no mundo das nuvens estava meio saturada.
Viajaram, pois, por dezenas de quilômetros e, por fim, encontraram um pequeno e árido vilarejo. Um lugar ermo, sem energia elétrica e sem estradas, quase sem nada.
E a pequena gotinha, que se achava perdida no oceano e no espaço, tomou coragem e desaguou sobre aquele pobre vilarejo toda sua esperança. Todas as outras gotinhas fizeram o mesmo.
E aquelas gatinhas, que sozinhas não pareciam ser importantes, deram frutos capazes de alimentar aquele pequeno lugar, descobrindo-se fortes para ajudar a mudar a vida dos poucos que ali viviam. Até mesmo o vento deu o ar de sua graça, fazendo a brisa daquele lugar outro ambiente.
Assim é a vida. Se você decidir ser uma gota perdida no oceano da vaidade, viverá entre calmarias e tormentas; mas se você se juntar a outras gotinhas, seguramente fará uma grande diferença na vida de alguém.
(Texto adaptado) Disponível em: < https://www.anf.org.br/fa bula-da-gotinha/ >. Acesso em: 1° set. 2020.
No trecho, " ... encontraram um pequeno e árido vilarejo. Um lugar ermo, sem energia elétrica e sem estradas ... ", no 5 ° parágrafo do texto I, a palavra "ermo", em negrito, tem o mesmo significado da palavra sublinhada na frase:
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O gráfico, a seguir, foi utilizado em um levantamento estatístico sobre o efetivo de alunos por ano escolar no CMBel em 2020.
Distribuição dos alunos por ano escolar no CMBel em 2020

Considerando as informações contidas no gráfico, a soma das quantidades de alunos do 6° e 7° anos é:
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Três alunos do sexto ano do CMBel, após uma aula de Matemática, estavam conversando sobre o conteúdo de frações. Cada um deles propôs aos demais uma situação que envolvesse fração. Observe os problemas propostos:

A alternativa que mostra as respostas dos problemas, em ordem crescente, é:
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A corrida foi uma das modalidades dos jogos internos do Colégio Militar de Belém no ano de 2019. O aluno Brasil foi campeão da modalidade e, durante uma entrevista para o Clube de Jornalismo do CMBel, explicou como ocorreu sua preparação:
"Meus treinamentos consistiam em corridas curtas com o máximo de velocidade, chamadas de 'tiros'. Eu utilizava a pista de corrida do 2º BIS - Batalhão de Infantaria de Selva - a qual tem extensão de 400 metros; eu dava 'tiros' de 200 metros.
Ao final de cada tiro, eu tomava 250 mililitros de água visando à hidratação e à recuperação muscular. Contudo, após o último tiro, aquele em que chegava no meu limite, eu não tomava água. Somente descansava e seguia para minha casa."
Aluno Brasil - 1 ° lugar na corrida em 2019.
Considere que o Aluno Brasil, em um dia de treinamento, tenha feito três voltas e meia na pista do 2° BIS. Nesse dia, a quantidade de água ingerida por ele, durante o treino, foi:
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
Observe o quadro a seguir:
CLUBES | NÚMERO DE ALUNOS DO CMBEL PARTICIPANTES DOS CLUBES EM 2019 | ||
1° TRIMESTRE | 2° TRIMESTRE | 3° TRIMESTRE | |
ROBÓTICA | 20 | 15 | 28 |
ATLETISMO | 20 | 26 | 26 |
ASTRONOMIA | 35 | 37 | 30 |
ORIENTAÇÃO | 14 | 28 | 21 |
De acordo com os dados, é correto afirmar que:
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