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Um trem com 400 assentos tem por regra que todos os passageiros viajem sentados, que cada assento seja ocupado por somente um passageiro e que não haja o desembarque fora das estações.
- Certo dia, o trem chegou sem nenhum passageiro à estação A, na qual embarcaram exatamente 240 passageiros.
- Na estação B, primeira parada após a estação A, desembarcaram 25% dos passageiros que havia no trem e, em seguida, embarcou !$ \dfrac{1}{4} !$ da quantidade de passageiros que haviam permanecido no trem.
- Seguindo viagem, na estação C, próxima parada após a estação B, na qual desembarcaram !$ \dfrac{2}{5} !$ dos passageiros que estavam no trem e, em seguida, embarcou !$ \dfrac{1}{2} !$ da quantidade de passageiros que haviam desembarcado nessa parada.
- Finalmente, na estação D, próxima parada após a estação C, desembarcaram !$ \dfrac{3}{10} !$ dos passageiros que ainda restavam no trem e, em seguida, embarcou o triplo de passageiros que havia desembarcado nessa parada.
Após ter saído da estação D, onde fez sua terceira parada, pode-se afirmar que o número de assentos vagos no trem era:
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Leia o texto IV e responda os itens de 19 a 21.
Texto IV

Assinale a única opção que não condiz com as características do texto.
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Leia o texto IV e responda os itens de 19 a 21.
Texto IV

A respeito do texto IV, analise as afirmativas a seguir e marque C para as corretas e E para as que estiverem erradas.
( ) Em: “Não acredito no que estou vendo”, há locução verbal.
( ) O uso da vírgula na frase “Olha, Cascão” é facultativo.
( ) A indignação de Cascão, no quadrinho 2, manifesta-se, entre outras coisas, pela posição das mãos na cintura.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Leia o texto IV e responda os itens de 19 a 21.
Texto IV

Acerca do texto IV, analise os itens a seguir.
I. Os dois personagens da tirinha encontram-se indignados pelo mesmo motivo.
II. Há uma expressão de espanto no rosto de Marcelinho ao perceber o motivo da indignação de Cascão.
III. Os dois personagens encontram-se indignados com a torneira aberta, mas por razões distintas.
IV. O motivo da indignação de Cascão ocorre por encontrar uma torneira aberta, provocando desperdício de muita água.
Está (ão) correto (s) o que se afirma em:
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto III e responda os itens de 14 a 18.
Texto III
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
01___William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
05 comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a
10 plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
15 biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
20 significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
25___Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
30 chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
35 motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Analise o elemento destacado no fragmento. Depois responda ao que se pede.
“Nascido no Malawi, país da África Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a comunidade.” (1º parágrafo)
A fim de manter o mesmo sentido, qual alternativa não pode substituir o termo destacado no fragmento?
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Leia o texto III e responda os itens de 14 a 18.
Texto III
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
01___William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
05 comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a
10 plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
15 biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
20 significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
25___Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
30 chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
35 motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Releia o segundo parágrafo do texto III.
“William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome da região.”
Sobre o fragmento acima, assinale V para as informações verdadeiras e F para as informações falsas.
( ) William era o único filho homem.
( ) A causa da temporada de fome foi a seca.
( ) A família de William só consumia milho nas refeições.
( ) A família de William era pobre devido à seca de 2001.
( ) Com exceção de William, todos de sua família eram camponeses.
A sequência correta, de cima para baixo, é
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Leia o texto III e responda os itens de 14 a 18.
Texto III
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
01___William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
05 comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a
10 plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
15 biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
20 significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
25___Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
30 chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
35 motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Qual semelhança pode ser estabelecida entre os textos II e III?
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Leia o texto III e responda os itens de 14 a 18.
Texto III
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
01___William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
05 comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a
10 plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
15 biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
20 significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
25___Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
30 chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
35 motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
No trecho “Apesar da euforia e da pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal” (linhas 20-21). Realizando as adequações necessárias, a palavra em destaque não pode ser substituída, sob pena de alterar o sentido, por:
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Leia o fragmento de texto a seguir:
[...] E o príncipe Cluzir Schá narrou o seguinte:
- Um navio que voltava de Serendibe (nome antigo de Ceilão, atual Sri Lanka), trazendo grande quantidade de especiarias, foi atingido por violenta tempestade. A embarcação teria sido destruída pela fúria das ondas, se não fosse a bravura e o esforço de três marinheiros que, no meio da tormenta, manejaram as velas com extrema perícia. O comandante, querendo recompensar os valentes marujos, deu-lhes 241 catis (Catil, moeda; unidade de peso). As moedas foram colocadas em uma caixa, para que no dia seguinte, por ocasião do desembarque, o almoxarife as repartisse entre os três corajosos marinheiros. Aconteceu, porém, que durante a noite, um dos marinheiros acordou, lembrou-se das moedas e pensou: “Será melhor que eu tire a minha parte. Assim não terei ocasião de discutir ou brigar com os meus amigos”. E, sem nada dizer aos companheiros, foi, pé ante pé, até onde se achava guardado o dinheiro. Dividiu-o em três partes iguais, mas notou que a divisão não era exata e que sobrava um catil. “Por causa dessa mísera moedinha é capaz de haver, amanhã, discussão e rixa. O melhor é jogá-la fora.” E o marinheiro atirou a moeda ao mar, retirandose, cauteloso. Levava a sua parte e deixava no mesmo lugar a que cabia aos companheiros. Horas depois, o segundo marinheiro teve a mesma ideia. Foi à arca em que se depositara o prêmio coletivo e dividiu-o em três partes iguais. Sobrava uma moeda. Ao marujo, para evitar futuras dúvidas, veio à lembrança atirá-la ao mar. E dali voltou levando consigo a parte a que se julgava com direito. O terceiro marinheiro, ignorando a antecipação dos colegas por completo, teve a mesma iniciativa. Levantou-se de madrugada e foi, pé ante pé, à caixa dos catis. Dividiu as moedas que lá encontrou em três partes iguais; a divisão não foi exata. Sobrou um catil. Não querendo complicar o caso, o marujo atirou ao mar a moedinha excedente, retirou a terça parte para si e voltou tranquilo para o seu leito. No dia seguinte, na ocasião do desembarque, o almoxarife do navio encontrou um punhado de catis na caixa. Soube que essas moedas pertenciam aos três marinheiros. Dividiu-as em três partes iguais, dando a cada um dos marujos uma dessas partes. Ainda dessa vez, a divisão não foi exata. Sobrava uma moeda, que o almoxarife guardou como paga do seu trabalho e de sua habilidade. É claro que nenhum dos marinheiros reclamou, pois cada um deles estava convencido de que já havia retirado da caixa a parte que lhe cabia do dinheiro.
Adaptado de: TAHAN, Malba. O homem que calculava. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2017 – Problema 19: O problema dos marinheiros, pp. 141-145.
Com base no texto, qual seria a diferença entre a quantidade de moedas do primeiro marujo para o terceiro marujo?
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- FundamentosNúmeros Primos e DivisibilidadeNúmeros Primos
- FunçõesFunção ExponencialEquações exponenciais
Marin Mersenne (1588 – 1648) foi um monge francês que tinha muito interesse pela ciência. Nos dias atuais, ele é lembrado principalmente pelos números primos de Mersenne. Esses números podem ser escritos da forma 2n - 1 em que n é um número natural. O número 7, por exemplo, é um número primo de Mersenne, pois pode ser escrito como 23 - 1 . O número 11, apesar de ser primo, não é um primo de Mersenne, pois não há um número natural p tal que 2p - 1 = 11. Já o número 15, pode ser escrito como 24 - 1, mas não é um número primo de Mersenne, por não ser primo.
Atualmente, há apenas 51 números primos de Mersenne descobertos, sendo que o último corresponde a n = 82.589.933 e tem 24.862.048 algarismos. Essa última descoberta ocorreu em 7 de dezembro de 2018, por Patrick Laroche, profissional de TI (Tecnologia da Informação) que trabalha na Flórida, Estados Unidos.
Com base nas informações anteriores, quantos números primos de Mersenne existem entre 1 e 10.000?
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