Foram encontradas 67 questões.
O texto a seguir servirá de base para os itens 14 a 19.
Texto III
Brasil tem primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya
Por Lígia Formenti
Doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e tem ciclo de contaminação mais rápido do que a dengue
O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta terça-feira, 16, os primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya no Brasil em toda a história. Trata-se de um pai e uma filha, moradores de Oiapoque, no Amapá e com idade de 53 e 31 anos, respectivamente. Nenhum deles viajou para fora do Brasil, algo que dá certeza de que a transmissão ocorreu no território nacional.
Uma das maiores preocupações é a de que o vírus pode ser transmitido por dois mosquitos conhecidos de brasileiros: o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, ambos transmissores da dengue. O ciclo de transmissão da doença é mais rápido do que o da dengue. Bastam sete dias para que o mosquito contaminado possa transmitir a doença para a população.
Transmitido pela picada de mosquito infectado com o vírus CHIKV, o Chikungunya provoca febre alta, dores de cabeça, erupção de pele, conjuntivite e dor nas articulações. Esta última pode durar meses. O tratamento é feito com medicamentos para combater os sintomas da doença. Alguns pacientes precisam fazer fisioterapia para reduzir as dores nas articulações.
O Chikungunya começou a se espalhar pelo mundo em 2013, quando a doença passou a afetar a região do Caribe. Desde então, foram encontrados casos em Venezuela e Guiana, Panamá, Porto Rico, Suriname. Cerca de 650 mil casos foram suspeitos, com 9 mil confirmados em laboratório. No Brasil, três casos importados haviam sido confirmados em 2010. O número saltou para 37 casos importados.
Os dois casos brasileiros foram confirmados semana passada. Os pacientes passam bem. De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a maior preocupação com o Chikungunya é de janeiro a maio. Ele não quis fazer previsões sobre a dimensão de uma eventual epidemia.
Barbosa lembrou que a transmissão é rápida - a exemplo do que ocorre com a dengue. Mas ele observa que toda a população brasileira é suscetível. Barbosa afirmou que neste ano, o LIRAa, levantamento de infestação rápido de mosquitos, será feito não apenas do Aedes aegypti, mas também do Aedes albopictus. "Estamos nos preparando para o pior cenário. Se houver mosquito, pode haver transmissão. Não vale a pena apostar contra o Chikungunya. É importante que todo município redobre os esforços de prevenção", disse Jarbas Barbosa.
O secretário afirmou que a campanha deste ano vai alertar sobre os riscos de Chikungunya.
Texto adaptado para essa avaliação, acesso em 17/09/14
“Nenhum deles viajou para fora do Brasil, algo que dá certeza de que a transmissão ocorreu no território nacional.” A respeito do uso da vírgula, no período anterior, está correto afirmar que foi utilizada para
Provas
O texto a seguir servirá de base para os itens 14 a 19.
Texto III
Brasil tem primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya
Por Lígia Formenti
Doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e tem ciclo de contaminação mais rápido do que a dengue
O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta terça-feira, 16, os primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya no Brasil em toda a história. Trata-se de um pai e uma filha, moradores de Oiapoque, no Amapá e com idade de 53 e 31 anos, respectivamente. Nenhum deles viajou para fora do Brasil, algo que dá certeza de que a transmissão ocorreu no território nacional.
Uma das maiores preocupações é a de que o vírus pode ser transmitido por dois mosquitos conhecidos de brasileiros: o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, ambos transmissores da dengue. O ciclo de transmissão da doença é mais rápido do que o da dengue. Bastam sete dias para que o mosquito contaminado possa transmitir a doença para a população.
Transmitido pela picada de mosquito infectado com o vírus CHIKV, o Chikungunya provoca febre alta, dores de cabeça, erupção de pele, conjuntivite e dor nas articulações. Esta última pode durar meses. O tratamento é feito com medicamentos para combater os sintomas da doença. Alguns pacientes precisam fazer fisioterapia para reduzir as dores nas articulações.
O Chikungunya começou a se espalhar pelo mundo em 2013, quando a doença passou a afetar a região do Caribe. Desde então, foram encontrados casos em Venezuela e Guiana, Panamá, Porto Rico, Suriname. Cerca de 650 mil casos foram suspeitos, com 9 mil confirmados em laboratório. No Brasil, três casos importados haviam sido confirmados em 2010. O número saltou para 37 casos importados.
Os dois casos brasileiros foram confirmados semana passada. Os pacientes passam bem. De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a maior preocupação com o Chikungunya é de janeiro a maio. Ele não quis fazer previsões sobre a dimensão de uma eventual epidemia.
Barbosa lembrou que a transmissão é rápida - a exemplo do que ocorre com a dengue. Mas ele observa que toda a população brasileira é suscetível. Barbosa afirmou que neste ano, o LIRAa, levantamento de infestação rápido de mosquitos, será feito não apenas do Aedes aegypti, mas também do Aedes albopictus. "Estamos nos preparando para o pior cenário. Se houver mosquito, pode haver transmissão. Não vale a pena apostar contra o Chikungunya. É importante que todo município redobre os esforços de prevenção", disse Jarbas Barbosa.
O secretário afirmou que a campanha deste ano vai alertar sobre os riscos de Chikungunya.
Texto adaptado para essa avaliação, acesso em 17/09/14
“Estamos nos preparando para o pior cenário. Se houver mosquito, pode haver transmissão. Não vale a pena apostar contra o Chikungunya.” Na fala de Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde, pode-se inferir que
Provas
O texto a seguir servirá de base para os itens 14 a 19.
Texto III
Brasil tem primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya
Por Lígia Formenti
Doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e tem ciclo de contaminação mais rápido do que a dengue
O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta terça-feira, 16, os primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya no Brasil em toda a história. Trata-se de um pai e uma filha, moradores de Oiapoque, no Amapá e com idade de 53 e 31 anos, respectivamente. Nenhum deles viajou para fora do Brasil, algo que dá certeza de que a transmissão ocorreu no território nacional.
Uma das maiores preocupações é a de que o vírus pode ser transmitido por dois mosquitos conhecidos de brasileiros: o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, ambos transmissores da dengue. O ciclo de transmissão da doença é mais rápido do que o da dengue. Bastam sete dias para que o mosquito contaminado possa transmitir a doença para a população.
Transmitido pela picada de mosquito infectado com o vírus CHIKV, o Chikungunya provoca febre alta, dores de cabeça, erupção de pele, conjuntivite e dor nas articulações. Esta última pode durar meses. O tratamento é feito com medicamentos para combater os sintomas da doença. Alguns pacientes precisam fazer fisioterapia para reduzir as dores nas articulações.
O Chikungunya começou a se espalhar pelo mundo em 2013, quando a doença passou a afetar a região do Caribe. Desde então, foram encontrados casos em Venezuela e Guiana, Panamá, Porto Rico, Suriname. Cerca de 650 mil casos foram suspeitos, com 9 mil confirmados em laboratório. No Brasil, três casos importados haviam sido confirmados em 2010. O número saltou para 37 casos importados.
Os dois casos brasileiros foram confirmados semana passada. Os pacientes passam bem. De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a maior preocupação com o Chikungunya é de janeiro a maio. Ele não quis fazer previsões sobre a dimensão de uma eventual epidemia.
Barbosa lembrou que a transmissão é rápida - a exemplo do que ocorre com a dengue. Mas ele observa que toda a população brasileira é suscetível. Barbosa afirmou que neste ano, o LIRAa, levantamento de infestação rápido de mosquitos, será feito não apenas do Aedes aegypti, mas também do Aedes albopictus. "Estamos nos preparando para o pior cenário. Se houver mosquito, pode haver transmissão. Não vale a pena apostar contra o Chikungunya. É importante que todo município redobre os esforços de prevenção", disse Jarbas Barbosa.
O secretário afirmou que a campanha deste ano vai alertar sobre os riscos de Chikungunya.
Texto adaptado para essa avaliação, acesso em 17/09/14
Em “O ciclo de transmissão da doença é mais rápido do que o da dengue. Bastam sete dias para que o mosquito contaminado possa transmitir a doença para a população.”, a palavra em destaque encerra a ideia de que:
Provas
O texto a seguir servirá de base para os itens 14 a 19.
Texto III
Brasil tem primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya
Por Lígia Formenti
Doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e tem ciclo de contaminação mais rápido do que a dengue
O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta terça-feira, 16, os primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya no Brasil em toda a história. Trata-se de um pai e uma filha, moradores de Oiapoque, no Amapá e com idade de 53 e 31 anos, respectivamente. Nenhum deles viajou para fora do Brasil, algo que dá certeza de que a transmissão ocorreu no território nacional.
Uma das maiores preocupações é a de que o vírus pode ser transmitido por dois mosquitos conhecidos de brasileiros: o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, ambos transmissores da dengue. O ciclo de transmissão da doença é mais rápido do que o da dengue. Bastam sete dias para que o mosquito contaminado possa transmitir a doença para a população.
Transmitido pela picada de mosquito infectado com o vírus CHIKV, o Chikungunya provoca febre alta, dores de cabeça, erupção de pele, conjuntivite e dor nas articulações. Esta última pode durar meses. O tratamento é feito com medicamentos para combater os sintomas da doença. Alguns pacientes precisam fazer fisioterapia para reduzir as dores nas articulações.
O Chikungunya começou a se espalhar pelo mundo em 2013, quando a doença passou a afetar a região do Caribe. Desde então, foram encontrados casos em Venezuela e Guiana, Panamá, Porto Rico, Suriname. Cerca de 650 mil casos foram suspeitos, com 9 mil confirmados em laboratório. No Brasil, três casos importados haviam sido confirmados em 2010. O número saltou para 37 casos importados.
Os dois casos brasileiros foram confirmados semana passada. Os pacientes passam bem. De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a maior preocupação com o Chikungunya é de janeiro a maio. Ele não quis fazer previsões sobre a dimensão de uma eventual epidemia.
Barbosa lembrou que a transmissão é rápida - a exemplo do que ocorre com a dengue. Mas ele observa que toda a população brasileira é suscetível. Barbosa afirmou que neste ano, o LIRAa, levantamento de infestação rápido de mosquitos, será feito não apenas do Aedes aegypti, mas também do Aedes albopictus. "Estamos nos preparando para o pior cenário. Se houver mosquito, pode haver transmissão. Não vale a pena apostar contra o Chikungunya. É importante que todo município redobre os esforços de prevenção", disse Jarbas Barbosa.
O secretário afirmou que a campanha deste ano vai alertar sobre os riscos de Chikungunya.
Texto adaptado para essa avaliação, acesso em 17/09/14
Sobre as assertivas abaixo todas estão corretas, EXCETO:
Provas
O texto a seguir servirá de base para os itens 11 a 13.
Texto II

A opção que apresenta o tipo de relação estabelecida pela locução prepositiva destacada em “Fora de controle” é de:
Provas
O texto a seguir servirá de base para os itens 11 a 13.
Texto II

No texto, a intenção maior do chargista é de
Provas
O texto a seguir servirá de base para os itens 11 a 13.
Texto II

A respeito da charge está correto afirmar que esta
Provas
O texto a seguir servirá de base para os itens 1 a 10.
Texto I
Epidemia de ebola deixa quase um milhão de pessoas sem comida e gera crise
humanitária
Aldeias inteiras foram isoladas em quarentena para limitar o contágio

por O GLOBO / COM AGÊNCIAS//18/08/2014 8:27 / Atualizado 18/08/2014 9:52
Mulher suspeita de contrair ebola tem a temperatura medida em hospital em Kenema, em Serra Leoa - CARL DE SOUZA / AFP
__________________________________________________________
Além da morte de mais de mil pessoas desde fevereiro na África Ocidental, a epidemia de ebola tem um efeito colateral tão grave quanto o próprio surto: a crise humanitária na região, onde quase um milhão de pessoas estão privadas de água e comida.
De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 2.100 africanos já foram infectados com o vírus na Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria. Em cinco meses, 1.145 pacientes já morreram.
Para limitar o contágio, regiões gravemente afetadas na fronteira comum entre esses países foram colocadas em quarentena, deixando mais de um milhão de pessoas isoladas e privadas de alimentos e outras necessidades básicas. Médicos e voluntários estrangeiros contam que vilas inteiras foram postas em quarentena e deixadas à própria sorte, “em modo semelhante ao usado em aldeias na Idade Média contaminadas pela peste negra”.
Equipes médicas e agentes de saúde enfrentam problemas e resistência para tentar controlar a epidemia, já que quase não há voluntários para forçar essas comunidades a se isolarem. Parentes também estão trazendo de volta pacientes dos centros de saúde para morrer em suas aldeias de origem, agravando o risco de propagação do vírus.
PACIENTES FOGEM DE CENTRO MÉDICO
Embora o número de mortes causadas pelo vírus cresça a cada dia, muitos habitantes de comunidades começam a demonstrar ceticismo quanto à doença. Na noite de sábado, um grupo de homens armados e uma multidão invadiram um posto médico em Monróvia, capital da Libéria, saqueando equipamentos e destruindo o local. No total, dos 29 pacientes internados no centro com ebola, nove morreram e outros 20 que estavam sendo monitorados tiveram de fugir, aumentando o risco de contaminação.
Ainda não se sabe ao certo o paradeiro desses 20 fugitivos. Um funcionário do ministério da saúde local afirmou que todos os suspeitos de contaminação sobreviventes haviam sido transferidos para outro posto médico. No entanto, de acordo com repórteres de agências internacionais que acompanhavam o tumulto, 17 teriam escapado do hospital.
Ainda não se sabe o motivo para a invasão do posto médico. O ministro da Saúde assistente da Libéria, Tolbert Nyenswah, afirmou que os manifestantes estavam indignados pelo fato de pacientes de todo o país estarem sendo trazidos para a capital Monróvia. Outros relatos dão conta que a multidão queria fechar à força o centro médico de quarentena.
A invasão do hospital é considerada um grande revés na luta contra o ebola, já que a transmissão do vírus é feita pelo contato corporal direto entre a pessoa e o paciente contaminado. De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1.145 pessoas morreram por conta do ebola no Oeste da África, sendo mais de 400 somente na Libéria.
Enquanto isso, a equipe dos Médicos Sem Fronteiras abriu neste domingo uma nova clínica em Monróvia, que pretende ser a maior em tratamento de ebola na Libéria. Já a unidade O centro, que foi invadida no sábado também deve reabrir nesta segunda-feira.
http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/epidemia-de-ebola-deixa-quase-um-milhao-de-pessoas-sem-comida-gera-crisehumanitaria-13638772. Texto adaptado para essa avaliação , acesso em 18.08.2014.
Observe:
I. “A invasão do hospital é considerada um grande revés na luta contra o ebola...”
II. “Para limitar o contágio, regiões gravemente afetadas na fronteira comum entre esses países foram colocadas em quarentena...”
III. “No entanto, de acordo com repórteres de agências internacionais que acompanhavam o tumulto, 17 teriam escapado do hospital.”
Os termos em destaque, sintaticamente, classificam-se como
Provas
O texto a seguir servirá de base para os itens 1 a 10.
Texto I
Epidemia de ebola deixa quase um milhão de pessoas sem comida e gera crise
humanitária
Aldeias inteiras foram isoladas em quarentena para limitar o contágio

por O GLOBO / COM AGÊNCIAS//18/08/2014 8:27 / Atualizado 18/08/2014 9:52
Mulher suspeita de contrair ebola tem a temperatura medida em hospital em Kenema, em Serra Leoa - CARL DE SOUZA / AFP
__________________________________________________________
Além da morte de mais de mil pessoas desde fevereiro na África Ocidental, a epidemia de ebola tem um efeito colateral tão grave quanto o próprio surto: a crise humanitária na região, onde quase um milhão de pessoas estão privadas de água e comida.
De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 2.100 africanos já foram infectados com o vírus na Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria. Em cinco meses, 1.145 pacientes já morreram.
Para limitar o contágio, regiões gravemente afetadas na fronteira comum entre esses países foram colocadas em quarentena, deixando mais de um milhão de pessoas isoladas e privadas de alimentos e outras necessidades básicas. Médicos e voluntários estrangeiros contam que vilas inteiras foram postas em quarentena e deixadas à própria sorte, “em modo semelhante ao usado em aldeias na Idade Média contaminadas pela peste negra”.
Equipes médicas e agentes de saúde enfrentam problemas e resistência para tentar controlar a epidemia, já que quase não há voluntários para forçar essas comunidades a se isolarem. Parentes também estão trazendo de volta pacientes dos centros de saúde para morrer em suas aldeias de origem, agravando o risco de propagação do vírus.
PACIENTES FOGEM DE CENTRO MÉDICO
Embora o número de mortes causadas pelo vírus cresça a cada dia, muitos habitantes de comunidades começam a demonstrar ceticismo quanto à doença. Na noite de sábado, um grupo de homens armados e uma multidão invadiram um posto médico em Monróvia, capital da Libéria, saqueando equipamentos e destruindo o local. No total, dos 29 pacientes internados no centro com ebola, nove morreram e outros 20 que estavam sendo monitorados tiveram de fugir, aumentando o risco de contaminação.
Ainda não se sabe ao certo o paradeiro desses 20 fugitivos. Um funcionário do ministério da saúde local afirmou que todos os suspeitos de contaminação sobreviventes haviam sido transferidos para outro posto médico. No entanto, de acordo com repórteres de agências internacionais que acompanhavam o tumulto, 17 teriam escapado do hospital.
Ainda não se sabe o motivo para a invasão do posto médico. O ministro da Saúde assistente da Libéria, Tolbert Nyenswah, afirmou que os manifestantes estavam indignados pelo fato de pacientes de todo o país estarem sendo trazidos para a capital Monróvia. Outros relatos dão conta que a multidão queria fechar à força o centro médico de quarentena.
A invasão do hospital é considerada um grande revés na luta contra o ebola, já que a transmissão do vírus é feita pelo contato corporal direto entre a pessoa e o paciente contaminado. De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1.145 pessoas morreram por conta do ebola no Oeste da África, sendo mais de 400 somente na Libéria.
Enquanto isso, a equipe dos Médicos Sem Fronteiras abriu neste domingo uma nova clínica em Monróvia, que pretende ser a maior em tratamento de ebola na Libéria. Já a unidade O centro, que foi invadida no sábado também deve reabrir nesta segunda-feira.
http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/epidemia-de-ebola-deixa-quase-um-milhao-de-pessoas-sem-comida-gera-crisehumanitaria-13638772. Texto adaptado para essa avaliação , acesso em 18.08.2014.
Considere os termos em destaque: Em (I) “De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 2.100 africanos já foram infectados (II) com o vírus na Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria. (III) Em cinco meses, 1.145 pacientes já (IV) morreram.”. Analise as assertivas abaixo:
I. É um adjunto adverbial.
II. É um agente da passiva.
III. Aposto.
IV. Núcleo do predicado verbo-nominal.
Estão corretas:
Provas
O texto a seguir servirá de base para os itens 1 a 10.
Texto I
Epidemia de ebola deixa quase um milhão de pessoas sem comida e gera crise
humanitária
Aldeias inteiras foram isoladas em quarentena para limitar o contágio

por O GLOBO / COM AGÊNCIAS//18/08/2014 8:27 / Atualizado 18/08/2014 9:52
Mulher suspeita de contrair ebola tem a temperatura medida em hospital em Kenema, em Serra Leoa - CARL DE SOUZA / AFP
__________________________________________________________
Além da morte de mais de mil pessoas desde fevereiro na África Ocidental, a epidemia de ebola tem um efeito colateral tão grave quanto o próprio surto: a crise humanitária na região, onde quase um milhão de pessoas estão privadas de água e comida.
De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 2.100 africanos já foram infectados com o vírus na Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria. Em cinco meses, 1.145 pacientes já morreram.
Para limitar o contágio, regiões gravemente afetadas na fronteira comum entre esses países foram colocadas em quarentena, deixando mais de um milhão de pessoas isoladas e privadas de alimentos e outras necessidades básicas. Médicos e voluntários estrangeiros contam que vilas inteiras foram postas em quarentena e deixadas à própria sorte, “em modo semelhante ao usado em aldeias na Idade Média contaminadas pela peste negra”.
Equipes médicas e agentes de saúde enfrentam problemas e resistência para tentar controlar a epidemia, já que quase não há voluntários para forçar essas comunidades a se isolarem. Parentes também estão trazendo de volta pacientes dos centros de saúde para morrer em suas aldeias de origem, agravando o risco de propagação do vírus.
PACIENTES FOGEM DE CENTRO MÉDICO
Embora o número de mortes causadas pelo vírus cresça a cada dia, muitos habitantes de comunidades começam a demonstrar ceticismo quanto à doença. Na noite de sábado, um grupo de homens armados e uma multidão invadiram um posto médico em Monróvia, capital da Libéria, saqueando equipamentos e destruindo o local. No total, dos 29 pacientes internados no centro com ebola, nove morreram e outros 20 que estavam sendo monitorados tiveram de fugir, aumentando o risco de contaminação.
Ainda não se sabe ao certo o paradeiro desses 20 fugitivos. Um funcionário do ministério da saúde local afirmou que todos os suspeitos de contaminação sobreviventes haviam sido transferidos para outro posto médico. No entanto, de acordo com repórteres de agências internacionais que acompanhavam o tumulto, 17 teriam escapado do hospital.
Ainda não se sabe o motivo para a invasão do posto médico. O ministro da Saúde assistente da Libéria, Tolbert Nyenswah, afirmou que os manifestantes estavam indignados pelo fato de pacientes de todo o país estarem sendo trazidos para a capital Monróvia. Outros relatos dão conta que a multidão queria fechar à força o centro médico de quarentena.
A invasão do hospital é considerada um grande revés na luta contra o ebola, já que a transmissão do vírus é feita pelo contato corporal direto entre a pessoa e o paciente contaminado. De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1.145 pessoas morreram por conta do ebola no Oeste da África, sendo mais de 400 somente na Libéria.
Enquanto isso, a equipe dos Médicos Sem Fronteiras abriu neste domingo uma nova clínica em Monróvia, que pretende ser a maior em tratamento de ebola na Libéria. Já a unidade O centro, que foi invadida no sábado também deve reabrir nesta segunda-feira.
http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/epidemia-de-ebola-deixa-quase-um-milhao-de-pessoas-sem-comida-gera-crisehumanitaria-13638772. Texto adaptado para essa avaliação , acesso em 18.08.2014.
Em “Embora o número de mortes causadas pelo vírus cresça a cada dia, muitos habitantes de comunidades começam a demonstrar ceticismo quanto à doença.”, sobre a palavra em destaque, em relação ao período seguinte, é correto afirmar que
Provas
Caderno Container