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1505495 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

O texto a seguir servirá de base para os itens 1 a 10.


Texto I


Epidemia de ebola deixa quase um milhão de pessoas sem comida e gera crise

humanitária

Aldeias inteiras foram isoladas em quarentena para limitar o contágio

enunciado 1505495-1

por O GLOBO / COM AGÊNCIAS//18/08/2014 8:27 / Atualizado 18/08/2014 9:52

Mulher suspeita de contrair ebola tem a temperatura medida em hospital em Kenema, em Serra Leoa - CARL DE SOUZA / AFP

__________________________________________________________

Além da morte de mais de mil pessoas desde fevereiro na África Ocidental, a epidemia de ebola tem um efeito colateral tão grave quanto o próprio surto: a crise humanitária na região, onde quase um milhão de pessoas estão privadas de água e comida.

De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 2.100 africanos já foram infectados com o vírus na Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria. Em cinco meses, 1.145 pacientes já morreram.

Para limitar o contágio, regiões gravemente afetadas na fronteira comum entre esses países foram colocadas em quarentena, deixando mais de um milhão de pessoas isoladas e privadas de alimentos e outras necessidades básicas. Médicos e voluntários estrangeiros contam que vilas inteiras foram postas em quarentena e deixadas à própria sorte, “em modo semelhante ao usado em aldeias na Idade Média contaminadas pela peste negra”.

Equipes médicas e agentes de saúde enfrentam problemas e resistência para tentar controlar a epidemia, já que quase não há voluntários para forçar essas comunidades a se isolarem. Parentes também estão trazendo de volta pacientes dos centros de saúde para morrer em suas aldeias de origem, agravando o risco de propagação do vírus.

PACIENTES FOGEM DE CENTRO MÉDICO

Embora o número de mortes causadas pelo vírus cresça a cada dia, muitos habitantes de comunidades começam a demonstrar ceticismo quanto à doença. Na noite de sábado, um grupo de homens armados e uma multidão invadiram um posto médico em Monróvia, capital da Libéria, saqueando equipamentos e destruindo o local. No total, dos 29 pacientes internados no centro com ebola, nove morreram e outros 20 que estavam sendo monitorados tiveram de fugir, aumentando o risco de contaminação.

Ainda não se sabe ao certo o paradeiro desses 20 fugitivos. Um funcionário do ministério da saúde local afirmou que todos os suspeitos de contaminação sobreviventes haviam sido transferidos para outro posto médico. No entanto, de acordo com repórteres de agências internacionais que acompanhavam o tumulto, 17 teriam escapado do hospital.

Ainda não se sabe o motivo para a invasão do posto médico. O ministro da Saúde assistente da Libéria, Tolbert Nyenswah, afirmou que os manifestantes estavam indignados pelo fato de pacientes de todo o país estarem sendo trazidos para a capital Monróvia. Outros relatos dão conta que a multidão queria fechar à força o centro médico de quarentena.

A invasão do hospital é considerada um grande revés na luta contra o ebola, já que a transmissão do vírus é feita pelo contato corporal direto entre a pessoa e o paciente contaminado. De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1.145 pessoas morreram por conta do ebola no Oeste da África, sendo mais de 400 somente na Libéria.

Enquanto isso, a equipe dos Médicos Sem Fronteiras abriu neste domingo uma nova clínica em Monróvia, que pretende ser a maior em tratamento de ebola na Libéria. Já a unidade O centro, que foi invadida no sábado também deve reabrir nesta segunda-feira.

http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/epidemia-de-ebola-deixa-quase-um-milhao-de-pessoas-sem-comida-gera-crisehumanitaria-13638772. Texto adaptado para essa avaliação , acesso em 18.08.2014.

Analise as alternativas abaixo e assinale V para as que estiverem de acordo com o texto e F, para as falsas.

( ) Mais de um milhão de pessoas ficaram isoladas e privadas de alimentos e outras necessidades básicas, devido às tentativas de limitação do contágio com o ebola.

( ) Os manifestantes se mostraram revoltados pelo fato de pacientes de todo o país estarem sendo trazidos para a capital Monróvia, segundo o ministro da Saúde Tolbert Nyenswah.

( ) A transmissão do vírus é feita pelo contato corporal direto entre a pessoa e o paciente contaminado.

( ) A equipe dos Médicos Sem Fronteiras pretende ser a maior referência em tratamento de ebola no mundo.

( ) Para forçar essas comunidades a se isolarem, as equipes médicas e agentes de saúde combatem os problemas controlando a epidemia.

A sequência correta é

 

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1505494 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

O texto a seguir servirá de base para os itens 1 a 10.


Texto I


Epidemia de ebola deixa quase um milhão de pessoas sem comida e gera crise

humanitária

Aldeias inteiras foram isoladas em quarentena para limitar o contágio

enunciado 1505494-1

por O GLOBO / COM AGÊNCIAS//18/08/2014 8:27 / Atualizado 18/08/2014 9:52

Mulher suspeita de contrair ebola tem a temperatura medida em hospital em Kenema, em Serra Leoa - CARL DE SOUZA / AFP

__________________________________________________________

Além da morte de mais de mil pessoas desde fevereiro na África Ocidental, a epidemia de ebola tem um efeito colateral tão grave quanto o próprio surto: a crise humanitária na região, onde quase um milhão de pessoas estão privadas de água e comida.

De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 2.100 africanos já foram infectados com o vírus na Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria. Em cinco meses, 1.145 pacientes já morreram.

Para limitar o contágio, regiões gravemente afetadas na fronteira comum entre esses países foram colocadas em quarentena, deixando mais de um milhão de pessoas isoladas e privadas de alimentos e outras necessidades básicas. Médicos e voluntários estrangeiros contam que vilas inteiras foram postas em quarentena e deixadas à própria sorte, “em modo semelhante ao usado em aldeias na Idade Média contaminadas pela peste negra”.

Equipes médicas e agentes de saúde enfrentam problemas e resistência para tentar controlar a epidemia, já que quase não há voluntários para forçar essas comunidades a se isolarem. Parentes também estão trazendo de volta pacientes dos centros de saúde para morrer em suas aldeias de origem, agravando o risco de propagação do vírus.

PACIENTES FOGEM DE CENTRO MÉDICO

Embora o número de mortes causadas pelo vírus cresça a cada dia, muitos habitantes de comunidades começam a demonstrar ceticismo quanto à doença. Na noite de sábado, um grupo de homens armados e uma multidão invadiram um posto médico em Monróvia, capital da Libéria, saqueando equipamentos e destruindo o local. No total, dos 29 pacientes internados no centro com ebola, nove morreram e outros 20 que estavam sendo monitorados tiveram de fugir, aumentando o risco de contaminação.

Ainda não se sabe ao certo o paradeiro desses 20 fugitivos. Um funcionário do ministério da saúde local afirmou que todos os suspeitos de contaminação sobreviventes haviam sido transferidos para outro posto médico. No entanto, de acordo com repórteres de agências internacionais que acompanhavam o tumulto, 17 teriam escapado do hospital.

Ainda não se sabe o motivo para a invasão do posto médico. O ministro da Saúde assistente da Libéria, Tolbert Nyenswah, afirmou que os manifestantes estavam indignados pelo fato de pacientes de todo o país estarem sendo trazidos para a capital Monróvia. Outros relatos dão conta que a multidão queria fechar à força o centro médico de quarentena.

A invasão do hospital é considerada um grande revés na luta contra o ebola, já que a transmissão do vírus é feita pelo contato corporal direto entre a pessoa e o paciente contaminado. De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1.145 pessoas morreram por conta do ebola no Oeste da África, sendo mais de 400 somente na Libéria.

Enquanto isso, a equipe dos Médicos Sem Fronteiras abriu neste domingo uma nova clínica em Monróvia, que pretende ser a maior em tratamento de ebola na Libéria. Já a unidade O centro, que foi invadida no sábado também deve reabrir nesta segunda-feira.

http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/epidemia-de-ebola-deixa-quase-um-milhao-de-pessoas-sem-comida-gera-crisehumanitaria-13638772. Texto adaptado para essa avaliação , acesso em 18.08.2014.

Em relação ao 4º parágrafo, só não se pode afirmar que

 

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1505493 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

O texto a seguir servirá de base para os itens 1 a 10.


Texto I


Epidemia de ebola deixa quase um milhão de pessoas sem comida e gera crise

humanitária

Aldeias inteiras foram isoladas em quarentena para limitar o contágio

enunciado 1505493-1

por O GLOBO / COM AGÊNCIAS//18/08/2014 8:27 / Atualizado 18/08/2014 9:52

Mulher suspeita de contrair ebola tem a temperatura medida em hospital em Kenema, em Serra Leoa - CARL DE SOUZA / AFP

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Além da morte de mais de mil pessoas desde fevereiro na África Ocidental, a epidemia de ebola tem um efeito colateral tão grave quanto o próprio surto: a crise humanitária na região, onde quase um milhão de pessoas estão privadas de água e comida.

De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 2.100 africanos já foram infectados com o vírus na Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria. Em cinco meses, 1.145 pacientes já morreram.

Para limitar o contágio, regiões gravemente afetadas na fronteira comum entre esses países foram colocadas em quarentena, deixando mais de um milhão de pessoas isoladas e privadas de alimentos e outras necessidades básicas. Médicos e voluntários estrangeiros contam que vilas inteiras foram postas em quarentena e deixadas à própria sorte, “em modo semelhante ao usado em aldeias na Idade Média contaminadas pela peste negra”.

Equipes médicas e agentes de saúde enfrentam problemas e resistência para tentar controlar a epidemia, já que quase não há voluntários para forçar essas comunidades a se isolarem. Parentes também estão trazendo de volta pacientes dos centros de saúde para morrer em suas aldeias de origem, agravando o risco de propagação do vírus.

PACIENTES FOGEM DE CENTRO MÉDICO

Embora o número de mortes causadas pelo vírus cresça a cada dia, muitos habitantes de comunidades começam a demonstrar ceticismo quanto à doença. Na noite de sábado, um grupo de homens armados e uma multidão invadiram um posto médico em Monróvia, capital da Libéria, saqueando equipamentos e destruindo o local. No total, dos 29 pacientes internados no centro com ebola, nove morreram e outros 20 que estavam sendo monitorados tiveram de fugir, aumentando o risco de contaminação.

Ainda não se sabe ao certo o paradeiro desses 20 fugitivos. Um funcionário do ministério da saúde local afirmou que todos os suspeitos de contaminação sobreviventes haviam sido transferidos para outro posto médico. No entanto, de acordo com repórteres de agências internacionais que acompanhavam o tumulto, 17 teriam escapado do hospital.

Ainda não se sabe o motivo para a invasão do posto médico. O ministro da Saúde assistente da Libéria, Tolbert Nyenswah, afirmou que os manifestantes estavam indignados pelo fato de pacientes de todo o país estarem sendo trazidos para a capital Monróvia. Outros relatos dão conta que a multidão queria fechar à força o centro médico de quarentena.

A invasão do hospital é considerada um grande revés na luta contra o ebola, já que a transmissão do vírus é feita pelo contato corporal direto entre a pessoa e o paciente contaminado. De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1.145 pessoas morreram por conta do ebola no Oeste da África, sendo mais de 400 somente na Libéria.

Enquanto isso, a equipe dos Médicos Sem Fronteiras abriu neste domingo uma nova clínica em Monróvia, que pretende ser a maior em tratamento de ebola na Libéria. Já a unidade O centro, que foi invadida no sábado também deve reabrir nesta segunda-feira.

http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/epidemia-de-ebola-deixa-quase-um-milhao-de-pessoas-sem-comida-gera-crisehumanitaria-13638772. Texto adaptado para essa avaliação , acesso em 18.08.2014.

No excerto “...que vilas inteiras foram postas em quarentena e deixadas à própria sorte...”, a expressão em destaque pode ser substituída, sem prejuízo de significado, por

 

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1505492 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

O texto a seguir servirá de base para os itens 1 a 10.


Texto I


Epidemia de ebola deixa quase um milhão de pessoas sem comida e gera crise

humanitária

Aldeias inteiras foram isoladas em quarentena para limitar o contágio

enunciado 1505492-1

por O GLOBO / COM AGÊNCIAS//18/08/2014 8:27 / Atualizado 18/08/2014 9:52

Mulher suspeita de contrair ebola tem a temperatura medida em hospital em Kenema, em Serra Leoa - CARL DE SOUZA / AFP

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Além da morte de mais de mil pessoas desde fevereiro na África Ocidental, a epidemia de ebola tem um efeito colateral tão grave quanto o próprio surto: a crise humanitária na região, onde quase um milhão de pessoas estão privadas de água e comida.

De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 2.100 africanos já foram infectados com o vírus na Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria. Em cinco meses, 1.145 pacientes já morreram.

Para limitar o contágio, regiões gravemente afetadas na fronteira comum entre esses países foram colocadas em quarentena, deixando mais de um milhão de pessoas isoladas e privadas de alimentos e outras necessidades básicas. Médicos e voluntários estrangeiros contam que vilas inteiras foram postas em quarentena e deixadas à própria sorte, “em modo semelhante ao usado em aldeias na Idade Média contaminadas pela peste negra”.

Equipes médicas e agentes de saúde enfrentam problemas e resistência para tentar controlar a epidemia, já que quase não há voluntários para forçar essas comunidades a se isolarem. Parentes também estão trazendo de volta pacientes dos centros de saúde para morrer em suas aldeias de origem, agravando o risco de propagação do vírus.

PACIENTES FOGEM DE CENTRO MÉDICO

Embora o número de mortes causadas pelo vírus cresça a cada dia, muitos habitantes de comunidades começam a demonstrar ceticismo quanto à doença. Na noite de sábado, um grupo de homens armados e uma multidão invadiram um posto médico em Monróvia, capital da Libéria, saqueando equipamentos e destruindo o local. No total, dos 29 pacientes internados no centro com ebola, nove morreram e outros 20 que estavam sendo monitorados tiveram de fugir, aumentando o risco de contaminação.

Ainda não se sabe ao certo o paradeiro desses 20 fugitivos. Um funcionário do ministério da saúde local afirmou que todos os suspeitos de contaminação sobreviventes haviam sido transferidos para outro posto médico. No entanto, de acordo com repórteres de agências internacionais que acompanhavam o tumulto, 17 teriam escapado do hospital.

Ainda não se sabe o motivo para a invasão do posto médico. O ministro da Saúde assistente da Libéria, Tolbert Nyenswah, afirmou que os manifestantes estavam indignados pelo fato de pacientes de todo o país estarem sendo trazidos para a capital Monróvia. Outros relatos dão conta que a multidão queria fechar à força o centro médico de quarentena.

A invasão do hospital é considerada um grande revés na luta contra o ebola, já que a transmissão do vírus é feita pelo contato corporal direto entre a pessoa e o paciente contaminado. De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1.145 pessoas morreram por conta do ebola no Oeste da África, sendo mais de 400 somente na Libéria.

Enquanto isso, a equipe dos Médicos Sem Fronteiras abriu neste domingo uma nova clínica em Monróvia, que pretende ser a maior em tratamento de ebola na Libéria. Já a unidade O centro, que foi invadida no sábado também deve reabrir nesta segunda-feira.

http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/epidemia-de-ebola-deixa-quase-um-milhao-de-pessoas-sem-comida-gera-crisehumanitaria-13638772. Texto adaptado para essa avaliação , acesso em 18.08.2014.

Observe as afirmações a respeito do período abaixo:

“... a epidemia de ebola tem um efeito colateral tão grave quanto o próprio surto: a crise humanitária na região...”

I. As palavras “tão” e “quanto” indicam uma comparação entre a gravidade da contaminação e o surto do vírus ebola.

II. O efeito colateral do ebola é tão grave quanto o próprio surto.

III. A crise humanitária é consequência do surto do ebola.

IV. A expressão “de ebola” particulariza a palavra “epidemia”.

Estão corretas, apenas

 

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1505491 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

O texto a seguir servirá de base para os itens 1 a 10.


Texto I


Epidemia de ebola deixa quase um milhão de pessoas sem comida e gera crise

humanitária

Aldeias inteiras foram isoladas em quarentena para limitar o contágio

enunciado 1505491-1

por O GLOBO / COM AGÊNCIAS//18/08/2014 8:27 / Atualizado 18/08/2014 9:52

Mulher suspeita de contrair ebola tem a temperatura medida em hospital em Kenema, em Serra Leoa - CARL DE SOUZA / AFP

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Além da morte de mais de mil pessoas desde fevereiro na África Ocidental, a epidemia de ebola tem um efeito colateral tão grave quanto o próprio surto: a crise humanitária na região, onde quase um milhão de pessoas estão privadas de água e comida.

De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 2.100 africanos já foram infectados com o vírus na Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria. Em cinco meses, 1.145 pacientes já morreram.

Para limitar o contágio, regiões gravemente afetadas na fronteira comum entre esses países foram colocadas em quarentena, deixando mais de um milhão de pessoas isoladas e privadas de alimentos e outras necessidades básicas. Médicos e voluntários estrangeiros contam que vilas inteiras foram postas em quarentena e deixadas à própria sorte, “em modo semelhante ao usado em aldeias na Idade Média contaminadas pela peste negra”.

Equipes médicas e agentes de saúde enfrentam problemas e resistência para tentar controlar a epidemia, já que quase não há voluntários para forçar essas comunidades a se isolarem. Parentes também estão trazendo de volta pacientes dos centros de saúde para morrer em suas aldeias de origem, agravando o risco de propagação do vírus.

PACIENTES FOGEM DE CENTRO MÉDICO

Embora o número de mortes causadas pelo vírus cresça a cada dia, muitos habitantes de comunidades começam a demonstrar ceticismo quanto à doença. Na noite de sábado, um grupo de homens armados e uma multidão invadiram um posto médico em Monróvia, capital da Libéria, saqueando equipamentos e destruindo o local. No total, dos 29 pacientes internados no centro com ebola, nove morreram e outros 20 que estavam sendo monitorados tiveram de fugir, aumentando o risco de contaminação.

Ainda não se sabe ao certo o paradeiro desses 20 fugitivos. Um funcionário do ministério da saúde local afirmou que todos os suspeitos de contaminação sobreviventes haviam sido transferidos para outro posto médico. No entanto, de acordo com repórteres de agências internacionais que acompanhavam o tumulto, 17 teriam escapado do hospital.

Ainda não se sabe o motivo para a invasão do posto médico. O ministro da Saúde assistente da Libéria, Tolbert Nyenswah, afirmou que os manifestantes estavam indignados pelo fato de pacientes de todo o país estarem sendo trazidos para a capital Monróvia. Outros relatos dão conta que a multidão queria fechar à força o centro médico de quarentena.

A invasão do hospital é considerada um grande revés na luta contra o ebola, já que a transmissão do vírus é feita pelo contato corporal direto entre a pessoa e o paciente contaminado. De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1.145 pessoas morreram por conta do ebola no Oeste da África, sendo mais de 400 somente na Libéria.

Enquanto isso, a equipe dos Médicos Sem Fronteiras abriu neste domingo uma nova clínica em Monróvia, que pretende ser a maior em tratamento de ebola na Libéria. Já a unidade O centro, que foi invadida no sábado também deve reabrir nesta segunda-feira.

http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/epidemia-de-ebola-deixa-quase-um-milhao-de-pessoas-sem-comida-gera-crisehumanitaria-13638772. Texto adaptado para essa avaliação , acesso em 18.08.2014.

Em “Para limitar o contágio, regiões gravemente afetadas na fronteira comum entre esses países foram colocadas em quarentena...” o termo em destaque encerra uma ideia de

 

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1505490 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

O texto a seguir servirá de base para os itens 1 a 10.


Texto I


Epidemia de ebola deixa quase um milhão de pessoas sem comida e gera crise

humanitária

Aldeias inteiras foram isoladas em quarentena para limitar o contágio

enunciado 1505490-1

por O GLOBO / COM AGÊNCIAS//18/08/2014 8:27 / Atualizado 18/08/2014 9:52

Mulher suspeita de contrair ebola tem a temperatura medida em hospital em Kenema, em Serra Leoa - CARL DE SOUZA / AFP

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Além da morte de mais de mil pessoas desde fevereiro na África Ocidental, a epidemia de ebola tem um efeito colateral tão grave quanto o próprio surto: a crise humanitária na região, onde quase um milhão de pessoas estão privadas de água e comida.

De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 2.100 africanos já foram infectados com o vírus na Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria. Em cinco meses, 1.145 pacientes já morreram.

Para limitar o contágio, regiões gravemente afetadas na fronteira comum entre esses países foram colocadas em quarentena, deixando mais de um milhão de pessoas isoladas e privadas de alimentos e outras necessidades básicas. Médicos e voluntários estrangeiros contam que vilas inteiras foram postas em quarentena e deixadas à própria sorte, “em modo semelhante ao usado em aldeias na Idade Média contaminadas pela peste negra”.

Equipes médicas e agentes de saúde enfrentam problemas e resistência para tentar controlar a epidemia, já que quase não há voluntários para forçar essas comunidades a se isolarem. Parentes também estão trazendo de volta pacientes dos centros de saúde para morrer em suas aldeias de origem, agravando o risco de propagação do vírus.

PACIENTES FOGEM DE CENTRO MÉDICO

Embora o número de mortes causadas pelo vírus cresça a cada dia, muitos habitantes de comunidades começam a demonstrar ceticismo quanto à doença. Na noite de sábado, um grupo de homens armados e uma multidão invadiram um posto médico em Monróvia, capital da Libéria, saqueando equipamentos e destruindo o local. No total, dos 29 pacientes internados no centro com ebola, nove morreram e outros 20 que estavam sendo monitorados tiveram de fugir, aumentando o risco de contaminação.

Ainda não se sabe ao certo o paradeiro desses 20 fugitivos. Um funcionário do ministério da saúde local afirmou que todos os suspeitos de contaminação sobreviventes haviam sido transferidos para outro posto médico. No entanto, de acordo com repórteres de agências internacionais que acompanhavam o tumulto, 17 teriam escapado do hospital.

Ainda não se sabe o motivo para a invasão do posto médico. O ministro da Saúde assistente da Libéria, Tolbert Nyenswah, afirmou que os manifestantes estavam indignados pelo fato de pacientes de todo o país estarem sendo trazidos para a capital Monróvia. Outros relatos dão conta que a multidão queria fechar à força o centro médico de quarentena.

A invasão do hospital é considerada um grande revés na luta contra o ebola, já que a transmissão do vírus é feita pelo contato corporal direto entre a pessoa e o paciente contaminado. De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1.145 pessoas morreram por conta do ebola no Oeste da África, sendo mais de 400 somente na Libéria.

Enquanto isso, a equipe dos Médicos Sem Fronteiras abriu neste domingo uma nova clínica em Monróvia, que pretende ser a maior em tratamento de ebola na Libéria. Já a unidade O centro, que foi invadida no sábado também deve reabrir nesta segunda-feira.

http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/epidemia-de-ebola-deixa-quase-um-milhao-de-pessoas-sem-comida-gera-crisehumanitaria-13638772. Texto adaptado para essa avaliação , acesso em 18.08.2014.

A assertiva que apresenta o tema do texto é:

 

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1505489 Ano: 2014
Disciplina: Português
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O texto a seguir servirá de base para os itens 1 a 10.


Texto I


Epidemia de ebola deixa quase um milhão de pessoas sem comida e gera crise

humanitária

Aldeias inteiras foram isoladas em quarentena para limitar o contágio

enunciado 1505489-1

por O GLOBO / COM AGÊNCIAS//18/08/2014 8:27 / Atualizado 18/08/2014 9:52

Mulher suspeita de contrair ebola tem a temperatura medida em hospital em Kenema, em Serra Leoa - CARL DE SOUZA / AFP

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Além da morte de mais de mil pessoas desde fevereiro na África Ocidental, a epidemia de ebola tem um efeito colateral tão grave quanto o próprio surto: a crise humanitária na região, onde quase um milhão de pessoas estão privadas de água e comida.

De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 2.100 africanos já foram infectados com o vírus na Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria. Em cinco meses, 1.145 pacientes já morreram.

Para limitar o contágio, regiões gravemente afetadas na fronteira comum entre esses países foram colocadas em quarentena, deixando mais de um milhão de pessoas isoladas e privadas de alimentos e outras necessidades básicas. Médicos e voluntários estrangeiros contam que vilas inteiras foram postas em quarentena e deixadas à própria sorte, “em modo semelhante ao usado em aldeias na Idade Média contaminadas pela peste negra”.

Equipes médicas e agentes de saúde enfrentam problemas e resistência para tentar controlar a epidemia, já que quase não há voluntários para forçar essas comunidades a se isolarem. Parentes também estão trazendo de volta pacientes dos centros de saúde para morrer em suas aldeias de origem, agravando o risco de propagação do vírus.

PACIENTES FOGEM DE CENTRO MÉDICO

Embora o número de mortes causadas pelo vírus cresça a cada dia, muitos habitantes de comunidades começam a demonstrar ceticismo quanto à doença. Na noite de sábado, um grupo de homens armados e uma multidão invadiram um posto médico em Monróvia, capital da Libéria, saqueando equipamentos e destruindo o local. No total, dos 29 pacientes internados no centro com ebola, nove morreram e outros 20 que estavam sendo monitorados tiveram de fugir, aumentando o risco de contaminação.

Ainda não se sabe ao certo o paradeiro desses 20 fugitivos. Um funcionário do ministério da saúde local afirmou que todos os suspeitos de contaminação sobreviventes haviam sido transferidos para outro posto médico. No entanto, de acordo com repórteres de agências internacionais que acompanhavam o tumulto, 17 teriam escapado do hospital.

Ainda não se sabe o motivo para a invasão do posto médico. O ministro da Saúde assistente da Libéria, Tolbert Nyenswah, afirmou que os manifestantes estavam indignados pelo fato de pacientes de todo o país estarem sendo trazidos para a capital Monróvia. Outros relatos dão conta que a multidão queria fechar à força o centro médico de quarentena.

A invasão do hospital é considerada um grande revés na luta contra o ebola, já que a transmissão do vírus é feita pelo contato corporal direto entre a pessoa e o paciente contaminado. De acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1.145 pessoas morreram por conta do ebola no Oeste da África, sendo mais de 400 somente na Libéria.

Enquanto isso, a equipe dos Médicos Sem Fronteiras abriu neste domingo uma nova clínica em Monróvia, que pretende ser a maior em tratamento de ebola na Libéria. Já a unidade O centro, que foi invadida no sábado também deve reabrir nesta segunda-feira.

http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/epidemia-de-ebola-deixa-quase-um-milhao-de-pessoas-sem-comida-gera-crisehumanitaria-13638772. Texto adaptado para essa avaliação , acesso em 18.08.2014.

O título e o subtítulo do texto, em relação ao desenvolvimento,

 

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