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(B16) Um estacionamento foi construído em um terreno em forma de triângulo retângulo, sendo que a entrada fica em uma rua perpendicular à rua onde fica a saída, como representado na figura.
Sabemos que:
- O maior lado desse terreno mede 60m;
- O perímetro do terreno mede 144m;
- A área total do terreno mede 864m².
A medida do lado onde se localiza a entrada desse estacionamento, em metros, vale:

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Um estacionamento tem 250 vagas. Ao meio-dia da última segunda-feira, um funcionário observou que o número de vagas ocupadas excedia em 10 vagas ao dobro do número de vagas livres. Quantos carros estavam no estacionamento naquele momento?

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- MorfologiaAdvérbiosGrau dos Advérbios
- MorfologiaSubstantivosGrau (Substantivo)
- Interpretação de Textos
Texto VI
Sobre o texto VI responda ao item 20.

(rozanew.pbworks.com/Acesso em 20.09.2014)
O uso do diminutivo “mundinho” indica
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
Numere os fatos do texto V, na ordem em que foram narrados.
( ) A professora fica feliz com a agitação das crianças.
( ) As tintas esclarecem sobre a importância de cada cor.
( ) As crianças compreendem a forma como as tintas explicam.
( ) Paulina faz o questionamento a sua professora.
( ) As crianças levam um susto, mas depois ficam encantadas.
( ) A professora indica o armário onde as tintas se encontram.
A sequência correta é
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
O texto apresenta relação de causa e consequência resumida nos fatos expostos em todas as alternativas, exceto
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
No trecho “Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!” O vocábulo destacado, de acordo com o contexto, indica
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
Leia atentamente o trecho “Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar...”.
Considere as afirmações:
I. As expressões “ver a vida cor-de-rosa” e “é preciso abrir o coração” estão empregadas em sentido figurado.
II. O vocábulo “porque” inicia oração com ideia de explicação.
III. As formas verbais “pararam” e “olharam” precedidas da palavra “Depois” dão ideia de ação anterior simultânea.
Acerca das afirmações, observa-se que apenas
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
A alternativa cujo sentido da oração em destaque está corretamente identificado nos parênteses encontra-se em
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
Ao obedecerem à ordem para encontrarem o próprio arco-íris, as crianças descobrem que suas ações e sentimentos são representados por cores. Marque a alternativa que relaciona corretamente a cor à ação e/ou sentimento.
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
A respeito dos fatos narrados no texto V, é correto afirmar que
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