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1399377 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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A questão desta prova baseiam-se em fragmentos textuais adaptados do artigo “Secretário executivo: o que você pode fazer de valioso para ser cobiçado pelo mercado de trabalho?”, escrito por Cláudia Brunelli Rêgo, secretária executiva e professora.
FRAGMENTO 2
POSTURA E APARÊNCIA
O secretário executivo é o cartão de visitas da organização. É a primeira pessoa com quem o cliente interno e o externo se deparam ao buscar contato com a empresa. Por postura, pode-se entender os itens relativos ao modo como se apresentar no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar, é importante trajar-se de modo convencional e sóbrio, ou seja, estar bem vestido sem exagerar na elegância. Cuidado: vestir-se na última moda pode ser contraproducente. O ideal é não se descuidar da aparência.
Disponível em:< http://www.artigos.com/artigos/humanas/educacao/secretario-executivo:-o-que-voce-pode-fazer-de-valioso-para-ser-cobicado-pelo-mercado-de-trabalho?-1302/artigo/>. Acesso em: 5 jan. 2012. [Adaptado]
Nesse mesmo Código de Ética, o Art. 5º estabelece os deveres fundamentais das secretárias e dos secretários executivos. Um desses deveres é:
 

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1399290 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
Para que um computador esteja devidamente conectado a outros computadores através de uma rede, é necessário fazer algumas configurações. Sobre permissões de configuração de DNS, é correto afirmar que
 

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1399066 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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Apenas 6,2% dos municípios têm bons serviços de saúde
De todos os 5.563 municípios brasileiros, apenas 347 oferecem um bom atendimento na área da saúde. Eles representam apenas 6,2% do total e atendem a 3,6 milhões de brasileiros. A maioria está em Estados das regiões Sul (200 municípios) e Sudeste (145). As regiões Norte e Nordeste possuem, cada uma, apenas uma cidade nas condições consideradas ideais pelo Ministério da Saúde (MS). Feito não alcançado por nenhum município da região Centro-Oeste.
O cenário nada animador foi traçado pelo próprio ministério a partir de um novo indicador de qualidade da saúde: o Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde, o IDSUS. Promessa desde a posse do atual ministro Alexandre Padilha, o IDSUS pretende avaliar a 9 atuação das redes públicas de saúde nos municípios brasileiros, em todos os níveis de assistência à população: atenção básica, ambulatorial e hospitalar especializada, e de urgência e emergência.
O índice é composto, basicamente, de duas grandes variáveis: o acesso aos serviços e a efetividade do atendimento. Ao todo, 24 indicadores já conhecidos (como taxa de mortalidade materna e quantidade de mamografias feitas a cada ano) foram usados no 15 cálculo da nota dada a cada cidade, ao Estado e ao próprio País. Os conceitos variam em uma escala de 0 a 10, e a média brasileira de desempenho do SUS ficou em 5,47. Todas as notas do País podem ser conferidas no site do ministério.
“Digamos que cinco é uma nota razoável. O SUS deveria ter de 7 em diante na nossa opinião”, afirma Paulo de Tarso Ribeiro de Oliveira, diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS. De acordo com as metodologias estatísticas aplicadas aos dados, garantir o acesso aos serviços ainda é o maior problema do Brasil.
Para Oliveira, o índice é “exigente”. Os cálculos são baseados na quantidade de pessoas que residem em cada município. Isso significa que as pessoas com plano de saúde, que 24 não usariam o serviço público, são incluídas na totalidade da população a ser atendida em cada cidade. “O SUS é e tem de ser para todos”, diz.
A maioria dos municípios ficou em situação mediana, de acordo com a avaliação do 27 ministério. Na faixa de notas entre 5 e 5,9, estão 2616 cidades (47% do total) responsáveis pelo atendimento de 88.673.765 brasileiros. Outros 1.450 municípios (26,1% do total) ficaram com notas entre 6 e 6,9. Eles atendem a uma população de 46.683.510 pessoas Apenas seis cidades têm nota superior a 8. Quatro delas estão em São Paulo (Arco-Íris, Barueri, Rosana e Cássia dos Coqueiros). As outras duas – Pinhal e Paulo Bento – são do Rio Grande do Sul.
Durante todo o ano passado, técnicos do Ministério da Saúde, especialistas de universidades, representantes de associações, gestores e usuários do SUS discutiram critérios para medir situações tão diversas quanto o País. “Não podemos comparar Belo 36 Horizonte com uma cidade do interior da Amazônia. Por isso, dividimos os municípios em grupos de características semelhantes para darmos visibilidade às diferenças do País”, pondera Oliveira.
Os técnicos do ministério contam que os indicadores foram escolhidos de acordo com a relevância, a confiabilidade, a viabilidade e a validade dos dados disponíveis. São 14 variáveis relacionadas à acessibilidade e 10, à efetividade. Oliveira reconhece que há fragilidade nas bases estatísticas de municípios e estados, mas vê na criação do índice um estímulo à melhoria da informação em todas as cidades brasileiras.
“O mais importante agora é colocar os dados em uma discussão mais ampla e melhorar a sua qualidade”, comenta Renato Assunção, professor do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que participou da elaboração do índice.
O IDSUS foi calculado com as bases de dados referentes aos anos de 2007, 2008, 2009 e 2010, dependendo do indicador. As estatísticas de 2011 ainda não estavam prontas. A proposta do ministério é divulgar um novo índice de cada cidade a cada três anos. Os gestores locais, no entanto, serão acompanhados pela pasta e receberão atualizações anuais das notas.
A proposta do Ministério da Saúde é utilizar os dados com o objetivo de definir estratégias para os serviços junto com os gestores municipais e estaduais, utilizando as notas do IDSUS. É com base nesses conceitos que os pactos e os contratos da pasta serão feitos a partir de agora. A estratégia é semelhante à do Ministério da Educação, que criou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB.) para avaliar a qualidade de ensino nas escolas e propôs metas a cada gestor.
O próximo passo será ouvir os usuários sobre o acesso aos serviços e sobre a qualidade do atendimento prestado pela rede pública de saúde. Oliveira garante que a meta é definir um programa de avaliação e monitoramento do SUS até o fim do ano. As primeiras a participar da pesquisa serão as gestantes. Foram enviadas 1,4 mil cartas às mulheres que deram à luz entre outubro e novembro de 2011.
Texto adaptado.
Disponível em: http://www.pbagora.com.br/conteudo.
php?id=20120301223229&cat=saude&keys=apenas-municipios-tem-bons servicos-saude
Em “A maioria está em Estados das regiões Sul (200 municípios) e Sudeste (145)”, a expressão sublinhada tem a mesma função sintática da expressão destacada em:
 

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1398615 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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Com base no conceito de “Comunicação Interna”, consideram-se uma extensão de público interno:
 

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1398357 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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Felicidade em excesso pode fazer mal
June Gruber*
Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida - os 3 pilares da felicidade. No entanto, essa história também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.
É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não. Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos 9arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes. Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E encontramos os maiores 12 níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de sintomas de depressão e ansiedade, além 15 do aumento da satisfação pessoal.
[...]
A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.
O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena 24 nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter 27 os pés no chão.
Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.
* June Gruber é professora de Psicologia na Universidade de Yale, nos EUA.
Disponível em:<http://super.abril.com.br/cotidiano/felicidade-excesso-pode-fazer-mal-674821.shtml>. Acesso em: 5 mar. 2012. [Adaptado]
O termo “inclusive”
 

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1398148 Ano: 2012
Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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A Lei 11.101, de 09 de fevereiro de 2005, que trata da recuperação judicial e da falência, é aplicável a
 

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1397898 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
Uma rede em um escritório é composta por 15 computadores, cada um independentemente ligados por cabos categoria 5 a um switch e identificados por um endereço de MAC. A classificação desta rede, de acordo com sua arquitetura, sua extensão geográfica, sua topologia e seu meio de transmissão é
 

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1397839 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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“É livre o exercício da enfermagem em todo o território nacional, observadas as disposições desta lei”. Esse fragmento de texto refere-se ao Art. 1º da:

 

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1397823 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
Provas:
O foco do programa de media training é a oferta de
 

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1397749 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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A capacidade atribuída ao administrador público para distribuir funções e organizar as atividades administrativas é denominada
 

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