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Pedro, servidor público federal, entendia fazer jus a um direito
previsto no regime jurídico da categoria, o que o levou a formular
requerimento, à autoridade competente, visando à
implementação do referido direito. Para sua surpresa, o seu
requerimento foi indeferido sob o argumento de que não tinha
amparo legal.
Em uma situação dessa natureza, é correto afirmar que:
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João, servidor ocupante de cargo de provimento efetivo, foi
lotado em um setor responsável pela apresentação de respostas
aos requerimentos de acesso à informação mantida pelo poder
público. Ao chegar ao setor, João foi informado a respeito da
existência de três diretrizes fundamentais a serem observadas na
análise dos requerimentos, sem prejuízo de outras a serem
consideradas a partir da análise de normas específicas.
As diretrizes passadas a João foram as seguintes:
I. as informações pessoais devem ser obtidas junto aos respectivos titulares, não podendo ser requeridas ao poder público;
II. a classificação da informação como secreta é realizada conforme o juízo de valor da autoridade administrativa, observadas as diretrizes legais; e
III. o sigilo da informação, como regra geral, deve ser assegurado, salvo se o seu fornecimento for necessário para a defesa de interesse individual ou coletivo.
Após analisar a compatibilidade dessas diretrizes com as normas afetas à temática, João concluiu corretamente que:
As diretrizes passadas a João foram as seguintes:
I. as informações pessoais devem ser obtidas junto aos respectivos titulares, não podendo ser requeridas ao poder público;
II. a classificação da informação como secreta é realizada conforme o juízo de valor da autoridade administrativa, observadas as diretrizes legais; e
III. o sigilo da informação, como regra geral, deve ser assegurado, salvo se o seu fornecimento for necessário para a defesa de interesse individual ou coletivo.
Após analisar a compatibilidade dessas diretrizes com as normas afetas à temática, João concluiu corretamente que:
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A Política Nacional para a População em Situação de Rua, criada
pelo Decreto nº 7.053/2009, contém, entre outras inovações, a
criação de um Comitê Intersetorial de Acompanhamento e
Monitoramento. Para dar consecução a essa política, o governo
federal criou o Plano Ruas Visíveis – Pelo direito ao futuro da
população em situação de rua.
Com relação ao Comitê Intersetorial, levando em conta o modelo usual encontrado, é correto afirmar que:
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O Brasil tem obtido posições históricas no ranking do índice de
serviços on-line da Organização das Nações Unidas.
A transformação digital vem se acelerando, sendo de extrema
relevância a publicação, em 29 de março de 2021, da Lei
nº 14.129, que estabeleceu princípios e diretrizes para o governo
digital. Esse processo traz evidente repercussão sobre as políticas
públicas na sua formulação, implementação e avaliação.
Da transformação digital em andamento e considerando os princípios que a norteiam, é correto esperar:
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Quando se leva em conta a necessidade de formulação e
implementação de políticas públicas voltadas para os grupos
sociais em situação de vulnerabilidade, grupos que são
discriminados e aos quais, muitas vezes, é negada a própria
condição de sujeito de direito, a transversalidade se constitui
como uma diretriz política a ser seguida.
Sobre a transversalidade, é correto afirmar que:
Sobre a transversalidade, é correto afirmar que:
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O ciclo das políticas públicas, como concebido classicamente,
pode ser mais bem compreendido se considerarmos que as várias
etapas se sobrepõem e não se colocam de forma linear na prática
das políticas públicas.
No que tange à avaliação das políticas públicas, é correto afirmar que:
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Como orienta o Guia Prático de Análise ex ante das Políticas
Públicas disponibilizado pela Controladoria-Geral da União e
elaborado pelo Comitê Interministerial de Governança do
Governo Federal, é fundamental o uso de evidências, pois assim
se permite fundamentar a tomada de decisão, constituindo-se
essa prática em insumo que potencializa os resultados do
processo de formulação das políticas públicas.
Com relação ao levantamento de dados acerca do problema público e para o desenho das políticas, é correto afirmar que:
Com relação ao levantamento de dados acerca do problema público e para o desenho das políticas, é correto afirmar que:
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- Teoria Geral da ConstituiçãoTeoria dos Direitos Fundamentais
- Princípios Fundamentais da Constituição
De acordo com Reinhold Zippelius:
"[A] tendência para o liberalismo é a tendência oposta para o totalitarismo. A maioria dos Estados situa-se algures entre o tipo ideal do Estado totalitário e o Estado liberal.
Para a compreensão dessa polaridade é importante não confundir o conceito de liberdade do liberalismo com o conceito democrático de liberdade. Aquele designa a liberdade do status negativus, ou seja, o espaço de liberdade de actuação individual face ao Estado. Este refere-se à liberdade do status activus, ou seja, à liberdade de participação na formação da vontade comum (...). Ambas as liberdades não convergem necessariamente.
A maioria democrática pode exercer uma tirania muito pouco liberal. A liberdade democrática, quando não associada à liberdade liberal, consiste num domínio da multidão sem garantia da liberdade contra ela (...)". (ZIPPELIUS, Reinhold. Teoria Geral do Estado. 3ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1997)
Ao se contextualizarem as observações de Zippelius no processo de formação histórica do Estado Democrático de Direito, conclui-se corretamente que:
"[A] tendência para o liberalismo é a tendência oposta para o totalitarismo. A maioria dos Estados situa-se algures entre o tipo ideal do Estado totalitário e o Estado liberal.
Para a compreensão dessa polaridade é importante não confundir o conceito de liberdade do liberalismo com o conceito democrático de liberdade. Aquele designa a liberdade do status negativus, ou seja, o espaço de liberdade de actuação individual face ao Estado. Este refere-se à liberdade do status activus, ou seja, à liberdade de participação na formação da vontade comum (...). Ambas as liberdades não convergem necessariamente.
A maioria democrática pode exercer uma tirania muito pouco liberal. A liberdade democrática, quando não associada à liberdade liberal, consiste num domínio da multidão sem garantia da liberdade contra ela (...)". (ZIPPELIUS, Reinhold. Teoria Geral do Estado. 3ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1997)
Ao se contextualizarem as observações de Zippelius no processo de formação histórica do Estado Democrático de Direito, conclui-se corretamente que:
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Em determinada legislatura, em discurso apresentado no âmbito
de uma das Casas Legislativas do Congresso Nacional, o
parlamentar João sustentou que um dos desafios do crescimento
do bloco de governo consistia em conjugar os referenciais de
governabilidade e controle, de modo que o crescimento do
primeiro não importe na correlata redução do segundo. Para
tanto, seria necessária uma atuação combativa do bloco de
oposição, independentemente dos referenciais ideológicos que o
impulsionam.
Na perspectiva das relações entre os Poderes Executivo e Legislativo, consoante o discurso de João, é correto afirmar que:
Na perspectiva das relações entre os Poderes Executivo e Legislativo, consoante o discurso de João, é correto afirmar que:
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Benjamin Constant (1767-1830), no contexto da diferenciação
entre a liberdade dos modernos e a liberdade dos antigos,
afirmou o seguinte:
"Perguntai-vos, Senhores, o que em nossos dias um inglês, um francês ou um habitante dos Estados Unidos da América entende pela palavra liberdade?
É para cada um o direito de não ser submetido senão às leis, de não poder ser preso, detido, condenado à morte nem maltratado de maneira alguma pela só vontade arbitrária de um ou de vários indivíduos.
(...)
Enfim, é o direito de cada um influir sobre a administração do governo, seja pela nomeação de todos ou de certos funcionários, seja pelas representações, petições e requerimentos que a autoridade é mais ou menos obrigada a levar em consideração. Comparai agora àquela liberdade dita dos antigos.
Esta última consistia em exercer coletivamente, mas de forma direta, muitas partes da própria soberania, em deliberar, em praça pública, sobre a guerra e a paz (...) Mas ao mesmo tempo em que isso era denominado pelos antigos de liberdade, eles admitiam, como compatível com essa liberdade coletiva, a sujeição completa do indivíduo à autoridade do conjunto. Não encontrareis entre eles quase nenhum dos benefícios que queremos que faça parte da liberdade dos modernos”.
(CONSTANT, Benjamin. A liberdade dos antigos comparada à dos modernos. São Paulo: Editora Atlas, 2015, p. 77-78)
À luz da correlação do texto de Constant com o alicerce de sustentação da atuação estatal, na perspectiva da democracia e dos direitos individuais, é correto afirmar que:
"Perguntai-vos, Senhores, o que em nossos dias um inglês, um francês ou um habitante dos Estados Unidos da América entende pela palavra liberdade?
É para cada um o direito de não ser submetido senão às leis, de não poder ser preso, detido, condenado à morte nem maltratado de maneira alguma pela só vontade arbitrária de um ou de vários indivíduos.
(...)
Enfim, é o direito de cada um influir sobre a administração do governo, seja pela nomeação de todos ou de certos funcionários, seja pelas representações, petições e requerimentos que a autoridade é mais ou menos obrigada a levar em consideração. Comparai agora àquela liberdade dita dos antigos.
Esta última consistia em exercer coletivamente, mas de forma direta, muitas partes da própria soberania, em deliberar, em praça pública, sobre a guerra e a paz (...) Mas ao mesmo tempo em que isso era denominado pelos antigos de liberdade, eles admitiam, como compatível com essa liberdade coletiva, a sujeição completa do indivíduo à autoridade do conjunto. Não encontrareis entre eles quase nenhum dos benefícios que queremos que faça parte da liberdade dos modernos”.
(CONSTANT, Benjamin. A liberdade dos antigos comparada à dos modernos. São Paulo: Editora Atlas, 2015, p. 77-78)
À luz da correlação do texto de Constant com o alicerce de sustentação da atuação estatal, na perspectiva da democracia e dos direitos individuais, é correto afirmar que:
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