A presidência de um determinado órgão público solicitou à
Assessoria de Comunicação Integrada que desenvolvesse um
projeto para que se obtivesse, de forma gratuita, maior exposição
na mídia. Assim, foi elaborado um briefing com os objetivos
pretendidos, missão e valores da instituição, público-alvo,
recursos humanos disponíveis e resultados esperados, dentre
outros aspectos. A presidência aprovou o planejamento de
comunicação, e a execução foi posta em prática.
No checklist com as providências a serem desempenhadas ao
longo do tempo, é apropriado conter:
Uma das vertentes da comunicação pública contempla o
engajamento da população nas políticas de governo. O estímulo à
participação coletiva na definição, implementação,
monitoramento, controle, viabilização, avaliação e/ou revisão das
políticas públicas por intermédio da intitulada Comunicação do
Estado e/ou Governamental é ponto pacífico no que tange à
consolidação da democracia.
Dentre os desafios encontrados para desenvolver a comunicação
pública como estratégia de comunicação da sociedade civil,
destaca-se:
Um servidor pretende melhorar a estrutura de atendimento aos cidadãos da unidade em que trabalha. Para isso, selecionou cinco usuários ao acaso para avaliar, em uma escala de 0 a 10, dois aspectos do serviço prestado: (a) tempo de espera e (b) clareza das informações fornecidas. Os dados obtidos com as avaliações realizadas foram:
Usuário
Tempo de espera (A)
Clareza das informações
fornecidas (B)
1
7,0
6,0
2
8,0
6,0
3
9,0
7,0
4
8,0
6,0
5
9,0
7,0
Com base nesses dados, e sabendo que a distribuição das diferenças de avaliação entre os critérios (A – B) pode ser considerada aproximadamente normal, o erro padrão da média das diferenças é igual a:
Analistas do Ministério das Cidades estão estudando o tempo
médio de deslocamento casa-trabalho em uma metrópole
brasileira. A população é composta por 40 mil trabalhadores
formais e, segundo estudos anteriores, o tempo de deslocamento
segue uma distribuição aproximadamente normal, com média
μ=60 minutos e desvio padrão populacional σ=20 minutos.
Três diferentes amostras aleatórias simples foram selecionadas
com o objetivo de estimar a média de deslocamento da
população:
• amostra 1: 25 pessoas
• amostra 2: 100 pessoas
• amostra 3: 400 pessoas
Considerando que o objetivo é estimar se a probabilidade de que
a média amostral difira da média populacional por, no máximo,
2 minutos (ou seja, esteja no intervalo entre 58 e 62 minutos), os
analistas devem considerar que:
Um analista do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deseja
estimar a média do tempo de espera entre o agendamento e o
atendimento presencial dos segurados. Para isso, ele decide
realizar uma amostragem aleatória simples com reposição a
partir do banco de registros dos últimos meses. O analista deseja
que o erro padrão da média amostral seja igual a 5% do desvio
padrão populacional do tempo de espera.
Com base nessa exigência, o tamanho mínimo da amostra para
garantir esse nível de precisão deve ser de:
Dois analistas foram designados para estimar a proporção de empresas prestadoras de serviço de um ministério que tinham dívidas tributárias. Eles sabiam que o universo era de 500 empresas. O primeiro analista selecionou 50 empresas sem sorteio, com base em sua experiência, considerando uma probabilidade subjetiva de inadimplência de 50% entre as selecionadas. O segundo utilizou amostragem aleatória estratificada: dividiu as empresas em dois estratos e selecionou 25 empresas de cada um. Os estratos, o número de empresas em cada estrato e os erros padrão obtidos para o estimador da proporção em cada estrato foram:
Porte
Quantidade
de empresas
Erro
padrão
Pequenas e médias
300
0,05
Grandes
200
0,10
Em relação às variâncias dos estimadores obtidos pelas duas análises, é correto afirmar que:
Com a publicação da Lei Geral de Proteção de Dados
Pessoais (LGPD), entendeu-se necessária a criação de uma
autarquia de natureza especial, dotada de autonomia técnica e
decisória, conhecida como Autoridade Nacional de Proteção de
Dados (ANPD), para auxiliar na implementação da nova lei no
Brasil, tendo suas atribuições e competências previstas na própria
LGPD.
Representa uma das atribuições da ANPD:
Considerando aspectos como o grau do dano, a boa-fé e a
condição econômica do infrator, a Lei Geral de Proteção de
Dados Pessoais (LGPD) estabeleceu sanções administrativas a
serem aplicadas aos agentes de tratamento de dados em caso de
infração aos seus dispositivos.
Constitui exemplo de sanção prevista na LGPD:
A Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) estabelece
diferentes competências para a classificação de informações
sigilosas, definindo prazos e os agentes públicos autorizados a
realizá-la conforme o grau de sensibilidade da informação.
Destaca-se, ainda, que aquele que possui competência para
aplicar prazos maiores de sigilo também pode aplicar prazos
menores, conforme a necessidade.
Durante a análise de documentos estratégicos de sua pasta, um
ministro de Estado identifica determinada informação como de
altíssima sensibilidade e considera necessária sua classificação no
grau máximo de sigilo permitido para o seu cargo, a fim de
prevenir riscos ao interesse da sociedade.
Nessa situação, de acordo com a Lei de Acesso à Informação, o
ministro poderá classificar essa informação, da forma mais
restritiva permitida para a sua função, como:
A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018 -
LGPD), ao orientar o tratamento de dados pessoais no Brasil,
estabelece princípios que devem ser observados pelos agentes de
tratamento.
Nesse contexto, a ausência de medidas técnicas e administrativas
destinadas a prevenir acessos não autorizados ou situações
acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração,
comunicação ou difusão de dados pessoais configura violação ao
princípio da: