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Considerando a Lei n.º 12.527/2011, que disciplina o acesso à informação, assinale a alternativa correta.
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No Word 2013, caso o usuário deseje realçar determinadas informações na página, como, por exemplo, mudar a cor atrás de um texto, poderá fazer uso do recurso
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No programa de navegação Google Chrome, em sua versão mais recente, ao clicar o botão esquerdo do mouse sobre o cadeado, localizado ao lado do endereço eletrônico do CRC-AC,
, o usuário poderá
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Assinale a alternativa que apresenta o programa que torna inacessíveis os dados armazenados em um equipamento, geralmente usando criptografia, e que exige um pagamento de resgate para restabelecer o acesso do usuário.
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Sou tia há exatos 12 anos. Leandro, meu primeiro sobrinho, chegou a este mundão em março de 2010. Hoje está um pré-adolescente. Menino carinhoso, educado, de sorriso tímido e igualmente bonito. O nascimento dele havia sido marcado para o final da tarde daquela quarta-feira. Por isso, organizei meu dia para chegar mais cedo ao estágio, dar conta das demandas com tranquilidade e ir embora no meu horário. Assim, daria tempo de ver nascer aquele bebezinho tão aguardado.
Eu já estava prestes a desligar meu computador quando uma demanda extra da chefia apareceu.
Lembro-me da sensação de medo que eu senti em dizer “infelizmente eu não vou conseguir cumprir, já passou do meu horário e tenho um compromisso — literalmente inadiável”.
Esbocei as palavras na minha mente, mas elas nunca encontraram o som da minha voz. O sim do medo me silenciou. E o receio de não parecer dedicada o bastante prevaleceu.
Fiquei. Fiz o melhor que pude, o mais rápido que pude, e então fui correndo para a maternidade, na esperança de chegar a tempo de ouvir o chorinho dele pela primeira vez. Mas não deu. Já era tarde.
Amarguei aquela negativa não dita por muito tempo. Talvez, no trabalho, a demanda pudesse ser tranquilamente resolvida na manhã seguinte, mas sequer tive coragem de negociar.
Dessa maneira eu me desrespeitei muitas e muitas vezes, nas mais variadas circunstâncias. Mas a vida não espera. Ao longo do tempo, ganhei maturidade (e mais sobrinhos: Joaquim, o sexto, chegará daqui a pouco!) e aprendi que impor limites é como dizer que a gente também importa. Falar “não” para o mundo às vezes é falar “sim” para você. Que tenhamos sempre coragem para sustentar esse sim!
Débora Zanelato. Um sim para você. In: Vida Simples, ano 20, ed. 241, 2022, p. 6 (com adaptações).
De acordo com as ideias do texto, assinale a alternativa correta.
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Sou tia há exatos 12 anos. Leandro, meu primeiro sobrinho, chegou a este mundão em março de 2010. Hoje está um pré-adolescente. Menino carinhoso, educado, de sorriso tímido e igualmente bonito. O nascimento dele havia sido marcado para o final da tarde daquela quarta-feira. Por isso, organizei meu dia para chegar mais cedo ao estágio, dar conta das demandas com tranquilidade e ir embora no meu horário. Assim, daria tempo de ver nascer aquele bebezinho tão aguardado.
Eu já estava prestes a desligar meu computador quando uma demanda extra da chefia apareceu.
Lembro-me da sensação de medo que eu senti em dizer “infelizmente eu não vou conseguir cumprir, já passou do meu horário e tenho um compromisso — literalmente inadiável”.
Esbocei as palavras na minha mente, mas elas nunca encontraram o som da minha voz. O sim do medo me silenciou. E o receio de não parecer dedicada o bastante prevaleceu.
Fiquei. Fiz o melhor que pude, o mais rápido que pude, e então fui correndo para a maternidade, na esperança de chegar a tempo de ouvir o chorinho dele pela primeira vez. Mas não deu. Já era tarde.
Amarguei aquela negativa não dita por muito tempo. Talvez, no trabalho, a demanda pudesse ser tranquilamente resolvida na manhã seguinte, mas sequer tive coragem de negociar.
Dessa maneira eu me desrespeitei muitas e muitas vezes, nas mais variadas circunstâncias. Mas a vida não espera. Ao longo do tempo, ganhei maturidade (e mais sobrinhos: Joaquim, o sexto, chegará daqui a pouco!) e aprendi que impor limites é como dizer que a gente também importa. Falar “não” para o mundo às vezes é falar “sim” para você. Que tenhamos sempre coragem para sustentar esse sim!
Débora Zanelato. Um sim para você. In: Vida Simples, ano 20, ed. 241, 2022, p. 6 (com adaptações).
Com base nas informações do texto, é correto afirmar que o trecho ‘infelizmente eu não vou conseguir cumprir, já passou do meu horário e tenho um compromisso — literalmente inadiável’ representa o(a)
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Sou tia há exatos 12 anos. Leandro, meu primeiro sobrinho, chegou a este mundão em março de 2010. Hoje está um pré-adolescente. Menino carinhoso, educado, de sorriso tímido e igualmente bonito. O nascimento dele havia sido marcado para o final da tarde daquela quarta-feira. Por isso, organizei meu dia para chegar mais cedo ao estágio, dar conta das demandas com tranquilidade e ir embora no meu horário. Assim, daria tempo de ver nascer aquele bebezinho tão aguardado.
Eu já estava prestes a desligar meu computador quando uma demanda extra da chefia apareceu.
Lembro-me da sensação de medo que eu senti em dizer “infelizmente eu não vou conseguir cumprir, já passou do meu horário e tenho um compromisso — literalmente inadiável”.
Esbocei as palavras na minha mente, mas elas nunca encontraram o som da minha voz. O sim do medo me silenciou. E o receio de não parecer dedicada o bastante prevaleceu.
Fiquei. Fiz o melhor que pude, o mais rápido que pude, e então fui correndo para a maternidade, na esperança de chegar a tempo de ouvir o chorinho dele pela primeira vez. Mas não deu. Já era tarde.
Amarguei aquela negativa não dita por muito tempo. Talvez, no trabalho, a demanda pudesse ser tranquilamente resolvida na manhã seguinte, mas sequer tive coragem de negociar.
Dessa maneira eu me desrespeitei muitas e muitas vezes, nas mais variadas circunstâncias. Mas a vida não espera. Ao longo do tempo, ganhei maturidade (e mais sobrinhos: Joaquim, o sexto, chegará daqui a pouco!) e aprendi que impor limites é como dizer que a gente também importa. Falar “não” para o mundo às vezes é falar “sim” para você. Que tenhamos sempre coragem para sustentar esse sim!
Débora Zanelato. Um sim para você. In: Vida Simples, ano 20, ed. 241, 2022, p. 6 (com adaptações).
Os sentidos e a correção gramatical do texto seriam preservados se, imediatamente antes do vocábulo “já”, fosse inserida a palavra
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A máquina de fotografar mudou a história do olhar humano. Na sequência, o cinema nos ensinou a ver o mundo de um modo diferente. A televisão concentrou nosso olhar dentro da pequena tela doméstica, uma espécie de prisão para os espíritos mais inquietos, um conforto visual para outros menos preocupados. O computador ajudou a concentrar nossos corpos diante de uma tela com possibilidades infinitas, ou aparentemente infinitas. Os tablets hipnotizaram muita gente com a novidade do touchpower. Finalmente, os telefones celulares concentraram todas essas possibilidades, facilitando a relação tanto com o mundo visual quanto com o virtual, e, também por isso, passaram a valer como um órgão do corpo humano.
Isso é provado empiricamente no momento em que alguém perde um celular. É como se esse alguém perdesse o órgão físico que lhe permite conexão com o mundo. Se alguém ainda especula sobre o “sexto sentido”, o celular é o mais forte candidato a ocupar o lugar desse saber além dos sentidos corporais clássicos.
Os aparatos técnicos controlam nossa relação com o mundo visual há muito tempo. Desde que o virtual surgiu, esses aparelhos que conjugam todas essas possibilidades controlam o todo de nossas percepções. Até aí nada demais.
Já sabemos disso. Mas, se sabemos, por que não mudamos aquilo que já conhecemos e aprendemos a criticar tão bem? Essa não é uma pergunta retórica, feita apenas por fazer. É uma pergunta que, levada a sério, nos confronta com nossos próprios limites. Ora, não mudamos nossa relação com esses objetos porque eles criam hábitos. E não há nada mais forte em nossas vidas do que nossos hábitos. Os hábitos nos dão segurança e senso de pertencimento, o conforto do que é conhecido para nós.
O que chamamos de consumismo é, na verdade, um hábito. Não abandonamos os mais diversos produtos que nos fazem mal ou que fazem mal à natureza ou a alguém, não deixamos de lado o cigarro, as comidas industrializadas, o carro ou o sedentarismo porque eles têm a força do hábito. Os hábitos nos dão prazer porque poupam nosso empenho e esforço em uma sociedade que já exige muito de nossos corpos. E quando entram em cena os esforços mentais, tudo o que queremos é ser poupados.
Somos devotos do deus da inércia. O celular vem a ser uma parte do ritual desse culto, pois nos poupa empenho e esforço. E nos dá a sensação de potencialidades abertas. Ele é o melhor exemplo de pequena potencialidade literalmente ao alcance da mão que nos livra de muitos desempenhos que seriam sofríveis se tivéssemos que nos esforçar por eles a todo momento. Nós nos regozijamos com a superficialidade porque, de fato, interpretamos que ela é o que tem que ser. Somos signatários dessa vida instantânea, imediata, sem densidade. Estamos habituados à superfície porque não conhecemos nada melhor do que ela.
Marcia Tiburi. Nós e os aparelhos: sobre hábitos e prazeres na era da automação
humana. Internet: <https://revistacult.uol.com.br> (com adaptações).
De acordo com o texto, o telefone celular se destaca de outras tecnologias por
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A máquina de fotografar mudou a história do olhar humano. Na sequência, o cinema nos ensinou a ver o mundo de um modo diferente. A televisão concentrou nosso olhar dentro da pequena tela doméstica, uma espécie de prisão para os espíritos mais inquietos, um conforto visual para outros menos preocupados. O computador ajudou a concentrar nossos corpos diante de uma tela com possibilidades infinitas, ou aparentemente infinitas. Os tablets hipnotizaram muita gente com a novidade do touchpower. Finalmente, os telefones celulares concentraram todas essas possibilidades, facilitando a relação tanto com o mundo visual quanto com o virtual, e, também por isso, passaram a valer como um órgão do corpo humano.
Isso é provado empiricamente no momento em que alguém perde um celular. É como se esse alguém perdesse o órgão físico que lhe permite conexão com o mundo. Se alguém ainda especula sobre o “sexto sentido”, o celular é o mais forte candidato a ocupar o lugar desse saber além dos sentidos corporais clássicos.
Os aparatos técnicos controlam nossa relação com o mundo visual há muito tempo. Desde que o virtual surgiu, esses aparelhos que conjugam todas essas possibilidades controlam o todo de nossas percepções. Até aí nada demais.
Já sabemos disso. Mas, se sabemos, por que não mudamos aquilo que já conhecemos e aprendemos a criticar tão bem? Essa não é uma pergunta retórica, feita apenas por fazer. É uma pergunta que, levada a sério, nos confronta com nossos próprios limites. Ora, não mudamos nossa relação com esses objetos porque eles criam hábitos. E não há nada mais forte em nossas vidas do que nossos hábitos. Os hábitos nos dão segurança e senso de pertencimento, o conforto do que é conhecido para nós.
O que chamamos de consumismo é, na verdade, um hábito. Não abandonamos os mais diversos produtos que nos fazem mal ou que fazem mal à natureza ou a alguém, não deixamos de lado o cigarro, as comidas industrializadas, o carro ou o sedentarismo porque eles têm a força do hábito. Os hábitos nos dão prazer porque poupam nosso empenho e esforço em uma sociedade que já exige muito de nossos corpos. E quando entram em cena os esforços mentais, tudo o que queremos é ser poupados.
Somos devotos do deus da inércia. O celular vem a ser uma parte do ritual desse culto, pois nos poupa empenho e esforço. E nos dá a sensação de potencialidades abertas. Ele é o melhor exemplo de pequena potencialidade literalmente ao alcance da mão que nos livra de muitos desempenhos que seriam sofríveis se tivéssemos que nos esforçar por eles a todo momento. Nós nos regozijamos com a superficialidade porque, de fato, interpretamos que ela é o que tem que ser. Somos signatários dessa vida instantânea, imediata, sem densidade. Estamos habituados à superfície porque não conhecemos nada melhor do que ela.
Marcia Tiburi. Nós e os aparelhos: sobre hábitos e prazeres na era da automação
humana. Internet: <https://revistacult.uol.com.br> (com adaptações).
Conclui-se do texto que a reação de uma pessoa ao perder seu celular revela
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A máquina de fotografar mudou a história do olhar humano. Na sequência, o cinema nos ensinou a ver o mundo de um modo diferente. A televisão concentrou nosso olhar dentro da pequena tela doméstica, uma espécie de prisão para os espíritos mais inquietos, um conforto visual para outros menos preocupados. O computador ajudou a concentrar nossos corpos diante de uma tela com possibilidades infinitas, ou aparentemente infinitas. Os tablets hipnotizaram muita gente com a novidade do touchpower. Finalmente, os telefones celulares concentraram todas essas possibilidades, facilitando a relação tanto com o mundo visual quanto com o virtual, e, também por isso, passaram a valer como um órgão do corpo humano.
Isso é provado empiricamente no momento em que alguém perde um celular. É como se esse alguém perdesse o órgão físico que lhe permite conexão com o mundo. Se alguém ainda especula sobre o “sexto sentido”, o celular é o mais forte candidato a ocupar o lugar desse saber além dos sentidos corporais clássicos.
Os aparatos técnicos controlam nossa relação com o mundo visual há muito tempo. Desde que o virtual surgiu, esses aparelhos que conjugam todas essas possibilidades controlam o todo de nossas percepções. Até aí nada demais.
Já sabemos disso. Mas, se sabemos, por que não mudamos aquilo que já conhecemos e aprendemos a criticar tão bem? Essa não é uma pergunta retórica, feita apenas por fazer. É uma pergunta que, levada a sério, nos confronta com nossos próprios limites. Ora, não mudamos nossa relação com esses objetos porque eles criam hábitos. E não há nada mais forte em nossas vidas do que nossos hábitos. Os hábitos nos dão segurança e senso de pertencimento, o conforto do que é conhecido para nós.
O que chamamos de consumismo é, na verdade, um hábito. Não abandonamos os mais diversos produtos que nos fazem mal ou que fazem mal à natureza ou a alguém, não deixamos de lado o cigarro, as comidas industrializadas, o carro ou o sedentarismo porque eles têm a força do hábito. Os hábitos nos dão prazer porque poupam nosso empenho e esforço em uma sociedade que já exige muito de nossos corpos. E quando entram em cena os esforços mentais, tudo o que queremos é ser poupados.
Somos devotos do deus da inércia. O celular vem a ser uma parte do ritual desse culto, pois nos poupa empenho e esforço. E nos dá a sensação de potencialidades abertas. Ele é o melhor exemplo de pequena potencialidade literalmente ao alcance da mão que nos livra de muitos desempenhos que seriam sofríveis se tivéssemos que nos esforçar por eles a todo momento. Nós nos regozijamos com a superficialidade porque, de fato, interpretamos que ela é o que tem que ser. Somos signatários dessa vida instantânea, imediata, sem densidade. Estamos habituados à superfície porque não conhecemos nada melhor do que ela.
Marcia Tiburi. Nós e os aparelhos: sobre hábitos e prazeres na era da automação
humana. Internet: <https://revistacult.uol.com.br> (com adaptações).
Sintática e semanticamente, o pronome “lhe” é equivalente à expressão
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