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2148878 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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A máquina de fotografar mudou a história do olhar humano. Na sequência, o cinema nos ensinou a ver o mundo de um modo diferente. A televisão concentrou nosso olhar dentro da pequena tela doméstica, uma espécie de prisão para os espíritos mais inquietos, um conforto visual para outros menos preocupados. O computador ajudou a concentrar nossos corpos diante de uma tela com possibilidades infinitas, ou aparentemente infinitas. Os tablets hipnotizaram muita gente com a novidade do touchpower. Finalmente, os telefones celulares concentraram todas essas possibilidades, facilitando a relação tanto com o mundo visual quanto com o virtual, e, também por isso, passaram a valer como um órgão do corpo humano.

Isso é provado empiricamente no momento em que alguém perde um celular. É como se esse alguém perdesse o órgão físico que lhe permite conexão com o mundo. Se alguém ainda especula sobre o “sexto sentido”, o celular é o mais forte candidato a ocupar o lugar desse saber além dos sentidos corporais clássicos.

Os aparatos técnicos controlam nossa relação com o mundo visual há muito tempo. Desde que o virtual surgiu, esses aparelhos que conjugam todas essas possibilidades controlam o todo de nossas percepções. Até aí nada demais.

Já sabemos disso. Mas, se sabemos, por que não mudamos aquilo que já conhecemos e aprendemos a criticar tão bem? Essa não é uma pergunta retórica, feita apenas por fazer. É uma pergunta que, levada a sério, nos confronta com nossos próprios limites. Ora, não mudamos nossa relação com esses objetos porque eles criam hábitos. E não há nada mais forte em nossas vidas do que nossos hábitos. Os hábitos nos dão segurança e senso de pertencimento, o conforto do que é conhecido para nós.

O que chamamos de consumismo é, na verdade, um hábito. Não abandonamos os mais diversos produtos que nos fazem mal ou que fazem mal à natureza ou a alguém, não deixamos de lado o cigarro, as comidas industrializadas, o carro ou o sedentarismo porque eles têm a força do hábito. Os hábitos nos dão prazer porque poupam nosso empenho e esforço em uma sociedade que já exige muito de nossos corpos. E quando entram em cena os esforços mentais, tudo o que queremos é ser poupados.

Somos devotos do deus da inércia. O celular vem a ser uma parte do ritual desse culto, pois nos poupa empenho e esforço. E nos dá a sensação de potencialidades abertas. Ele é o melhor exemplo de pequena potencialidade literalmente ao alcance da mão que nos livra de muitos desempenhos que seriam sofríveis se tivéssemos que nos esforçar por eles a todo momento. Nós nos regozijamos com a superficialidade porque, de fato, interpretamos que ela é o que tem que ser. Somos signatários dessa vida instantânea, imediata, sem densidade. Estamos habituados à superfície porque não conhecemos nada melhor do que ela.

Marcia Tiburi. Nós e os aparelhos: sobre hábitos e prazeres na era da automação

humana. Internet: <https://revistacult.uol.com.br> (com adaptações).

No trecho “Nós nos regozijamos com a superficialidade”, o verbo regozijar tem o mesmo sentido de

 

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2148877 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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A máquina de fotografar mudou a história do olhar humano. Na sequência, o cinema nos ensinou a ver o mundo de um modo diferente. A televisão concentrou nosso olhar dentro da pequena tela doméstica, uma espécie de prisão para os espíritos mais inquietos, um conforto visual para outros menos preocupados. O computador ajudou a concentrar nossos corpos diante de uma tela com possibilidades infinitas, ou aparentemente infinitas. Os tablets hipnotizaram muita gente com a novidade do touchpower. Finalmente, os telefones celulares concentraram todas essas possibilidades, facilitando a relação tanto com o mundo visual quanto com o virtual, e, também por isso, passaram a valer como um órgão do corpo humano.

Isso é provado empiricamente no momento em que alguém perde um celular. É como se esse alguém perdesse o órgão físico que lhe permite conexão com o mundo. Se alguém ainda especula sobre o “sexto sentido”, o celular é o mais forte candidato a ocupar o lugar desse saber além dos sentidos corporais clássicos.

Os aparatos técnicos controlam nossa relação com o mundo visual há muito tempo. Desde que o virtual surgiu, esses aparelhos que conjugam todas essas possibilidades controlam o todo de nossas percepções. Até aí nada demais.

Já sabemos disso. Mas, se sabemos, por que não mudamos aquilo que já conhecemos e aprendemos a criticar tão bem? Essa não é uma pergunta retórica, feita apenas por fazer. É uma pergunta que, levada a sério, nos confronta com nossos próprios limites. Ora, não mudamos nossa relação com esses objetos porque eles criam hábitos. E não há nada mais forte em nossas vidas do que nossos hábitos. Os hábitos nos dão segurança e senso de pertencimento, o conforto do que é conhecido para nós.

O que chamamos de consumismo é, na verdade, um hábito. Não abandonamos os mais diversos produtos que nos fazem mal ou que fazem mal à natureza ou a alguém, não deixamos de lado o cigarro, as comidas industrializadas, o carro ou o sedentarismo porque eles têm a força do hábito. Os hábitos nos dão prazer porque poupam nosso empenho e esforço em uma sociedade que já exige muito de nossos corpos. E quando entram em cena os esforços mentais, tudo o que queremos é ser poupados.

Somos devotos do deus da inércia. O celular vem a ser uma parte do ritual desse culto, pois nos poupa empenho e esforço. E nos dá a sensação de potencialidades abertas. Ele é o melhor exemplo de pequena potencialidade literalmente ao alcance da mão que nos livra de muitos desempenhos que seriam sofríveis se tivéssemos que nos esforçar por eles a todo momento. Nós nos regozijamos com a superficialidade porque, de fato, interpretamos que ela é o que tem que ser. Somos signatários dessa vida instantânea, imediata, sem densidade. Estamos habituados à superfície porque não conhecemos nada melhor do que ela.

Marcia Tiburi. Nós e os aparelhos: sobre hábitos e prazeres na era da automação

humana. Internet: <https://revistacult.uol.com.br> (com adaptações).

Sem alteração dos sentidos do texto, o segmento “diante de uma tela com possibilidades infinitas” poderia ser reescrito, corretamente, da seguinte forma:

 

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2148564 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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No sistema operacional Windows 8, a ferramenta que permite ao usuário inserir, em um documento, símbolos especiais é o(a)

 

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2148563 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Caso um usuário de computador, conectado à Internet, precise transferir um arquivo para o computador de outra pessoa, também conectado à rede mundial de computadores, ele poderá fazer uso do

 

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2148562 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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O aplicativo para a segurança da informação que funciona como uma barreira, que protege, monitora e restringe as informações passadas entre o computador do usuário e uma rede interna ou a Internet, é o

 

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2148462 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Desabamentos e deslizamentos nas encostas, pessoas ilhadas e inundações são registrados em pontos críticos de cada município. Até o início deste ano, ao menos 33 pessoas foram resgatadas na aeronave Arcanjo do Corpo de Bombeiros.

Internet: <https://g1.globo.com>.

O texto acima refere-se

 

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2148461 Ano: 2022
Disciplina: Sociologia
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Com relação às noções básicas de cidadania, assinale a alternativa correta.

 

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2148402 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Com o orçamento do Censo Demográfico 2022, aprovado e sancionado, na íntegra, em R$ 2.292.957.087, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou, em janeiro de 2022, que a coleta da pesquisa terá início no dia 1.º de agosto. Antes prevista para 1.º de junho, a data precisou ser ajustada em decorrência da troca, em novembro de 2021, da banca responsável pela organização do processo seletivo para a contratação de 183.021 recenseadores e 23.870 agentes censitários.

Internet: <https://agenciabrasil.ebc.com.br>.

A respeito do Censo Demográfico 2022, assinale a alternativa correta.

 

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2148209 Ano: 2022
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Os princípios de contabilidade não estão mais positivados nas normativas brasileiras, haja vista a revogação da Resolução CFC n.º 750/1993. No entanto, ainda têm valor doutrinário e sua aplicação na escrituração contábil é decorrência expressa da Interpretação Técnica Geral 2000 (R1) – escrituração contábil, do Conselho Federal de Contabilidade. Sendo assim, o contador que apropria mensalmente os direitos proporcionais de férias e de 13.º salário dos funcionários de uma empresa, para pagamento em momento oportuno, está observando, diretamente, o princípio do(da)

 

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2148208 Ano: 2022
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Na etapa de execução do orçamento, para que seja realizada a despesa, faz-se necessária a observância de certos estágios previstos na Lei n.º 4.320/1964, cujo conhecimento é de essencial importância para os contadores atuantes no Setor Público.

Considerando essa informação, assinale a alternativa correta.

 

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