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O pregão é modalidade licitatória utilizada para a aquisição de bens e serviços comuns. Sobre o Pregão, assinale a alternativa correta.
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Assinale a alternativa correta acerca da Carteira de Trabalho e Previdência Social, conforme a Consolidação das Leis do Trabalho.
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As despesas com Suprimento de Fundos somente podem ser realizadas na(s) seguinte(s) condição(ões):
I. atender a despesas de pequeno vulto, assim entendidas aquelas cujo valor, em cada caso, não tenha limite estabelecido.
II. atender a despesas eventuais, inclusive em viagens e com serviços especiais, que exijam pronto pagamento (excluída nesse caso a possibilidade de uso do Cartão para o pagamento de bilhetes de passagens e diárias a servidores).
III. quando a despesa deva ser feita em caráter sigiloso, conforme se classificar em regulamento; ou seja, os órgãos e entidades que executarem despesas sigilosas deverão possuir regramento próprio para tal.
É correto o que se apresenta em
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2540143
Ano: 2017
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
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De acordo com o Decreto nº 90.922/85, trata-se de uma atribuição do técnico industrial ou agrícola de nível médio
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Em Matéria de Automóveis
Em matéria de automóveis, seu raciocínio era o seguinte:
— Para que ter automóvel, se eu não sei dirigir?
E se alguém lhe sugeria que aprendesse:
— Para que aprender, se não tenho automóvel?
Um dia, porém, não se sabe como, escapou de seu sofismático raciocínio e apareceu dirigindo um automóvel. Aprendera a dirigir, só Deus sabe como:
— Fazer o carro andar eu faço. Mas não sei como funciona, nem como é lá dentro. Outro dia ameaçou enguiçar e então me perguntaram se não seria o carburador. Só então fiquei sabendo que meu carro dispõe de um carburador.
O que o encanta principalmente é o poder sugestivo de certos nomes: carburador, embreagem, chassi, radiador, cárter, diferencial.
— Fala-se também numa famosa mola de seguimento, que deve ser muito importante. Para mim não há alternativa: se enguiçar, desço e tomo um táxi. Imagine se eu tiver de ficar dentro do carro indagando: será o dínamo? a bateria, os acumuladores? falta de força no chassi? falta de óleo na bateria?
Tive de adverti-lo de que bateria e acumuladores eram uma coisa só, e que no radiador só se coloca água.
— Eu sei, eu sei: aliás, o meu carro, apesar de novo deve estar com algum defeito no radiador, não gasta água nunca! Todas as vezes que mando botar água o homem diz que não é preciso, já tem. Com o óleo é a mesma coisa. Abrem a tampa do carro e retiram lá de dentro, de um lugar que jamais consegui ver direito onde é, um ferrinho comprido, enxugam o ferrinho, tornam a enfiar e retiram de novo, me mostram a ponta pingando óleo e dizem que não é preciso. Nunca é preciso.
— Você não costuma lubrificar o carro?
— Já lubrifiquei uma vez. Isso é fácil: basta levar o carro no posto e dizer: lubrificação geral, trocar o óleo do cárter. Não me esqueço, por causa daquele detetive dos folhetos do meu tempo, o Nick Cárter.
— Convém não esquecer também a água da bateria. Tem de ser água destilada.
Isto ele também já sabia. Um dia o carro não quis pegar e alguém lhe disse que devia ser a água da bateria. Foi a um posto e mandou que olhassem se tinha água na bateria. Tinha. Então tirem, pediu. O sujeito ficou a olhá-lo como se ele fosse doido: tirar a água? Então ele disse apenas a palavra mágica, que resolve tudo:
— Verifiquem.
Verificaram, enquanto ele aguardava, meio ressabiado. O homem do posto se aproximou, misterioso:
— Elemento seco.
Olharam-se mutuamente, em silêncio, sem que qualquer sombra de compreensão perpassasse entre os dois, esclarecendo os mistérios insondáveis da mecânica dos semoventes. Eis que impenetrável é o desígnio dos motores de explosão e traiçoeira a força dos acumuladores.
— Elemento seco?
Elemento seco! Secam-se os elementos e esotérico se torna o segredo que faz o poderio dos seres vivos no comando das máquinas inertes. Num repente de inspiração divinatória, com a voz embargada de emoção, ele sugeriu:
— Deve ser o giguelê.
Giguelê — palavra mágica que ele um dia ouviu alguém pronunciar, denunciando a existência de uma peça pequenina que não sabe para que serve nem onde fica, mas da qual certamente emana a energia que movimenta os automóveis, num fluxo de divina inspiração como o que movimenta a dança religiosa em torno à diminuta imagem de Exu e outros deuses pagãos.
— No mais — arremata ele — tirante o giguelê, para mim um carro se compõe apenas de duas coisas: buzina e volante.
Fernando Sabino. Texto extraído do livro Quadrante 2, 4ª edição – Editora do Autor – Rio de Janeiro, 1963, págs.108-110. Adaptado.
De acordo com o texto, é correto afirmar que
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Em Matéria de Automóveis
Em matéria de automóveis, seu raciocínio era o seguinte:
— Para que ter automóvel, se eu não sei dirigir?
E se alguém lhe sugeria que aprendesse:
— Para que aprender, se não tenho automóvel?
Um dia, porém, não se sabe como, escapou de seu sofismático raciocínio e apareceu dirigindo um automóvel. Aprendera a dirigir, só Deus sabe como:
— Fazer o carro andar eu faço. Mas não sei como funciona, nem como é lá dentro. Outro dia ameaçou enguiçar e então me perguntaram se não seria o carburador. Só então fiquei sabendo que meu carro dispõe de um carburador.
O que o encanta principalmente é o poder sugestivo de certos nomes: carburador, embreagem, chassi, radiador, cárter, diferencial.
— Fala-se também numa famosa mola de seguimento, que deve ser muito importante. Para mim não há alternativa: se enguiçar, desço e tomo um táxi. Imagine se eu tiver de ficar dentro do carro indagando: será o dínamo? a bateria, os acumuladores? falta de força no chassi? falta de óleo na bateria?
Tive de adverti-lo de que bateria e acumuladores eram uma coisa só, e que no radiador só se coloca água.
— Eu sei, eu sei: aliás, o meu carro, apesar de novo deve estar com algum defeito no radiador, não gasta água nunca! Todas as vezes que mando botar água o homem diz que não é preciso, já tem. Com o óleo é a mesma coisa. Abrem a tampa do carro e retiram lá de dentro, de um lugar que jamais consegui ver direito onde é, um ferrinho comprido, enxugam o ferrinho, tornam a enfiar e retiram de novo, me mostram a ponta pingando óleo e dizem que não é preciso. Nunca é preciso.
— Você não costuma lubrificar o carro?
— Já lubrifiquei uma vez. Isso é fácil: basta levar o carro no posto e dizer: lubrificação geral, trocar o óleo do cárter. Não me esqueço, por causa daquele detetive dos folhetos do meu tempo, o Nick Cárter.
— Convém não esquecer também a água da bateria. Tem de ser água destilada.
Isto ele também já sabia. Um dia o carro não quis pegar e alguém lhe disse que devia ser a água da bateria. Foi a um posto e mandou que olhassem se tinha água na bateria. Tinha. Então tirem, pediu. O sujeito ficou a olhá-lo como se ele fosse doido: tirar a água? Então ele disse apenas a palavra mágica, que resolve tudo:
— Verifiquem.
Verificaram, enquanto ele aguardava, meio ressabiado. O homem do posto se aproximou, misterioso:
— Elemento seco.
Olharam-se mutuamente, em silêncio, sem que qualquer sombra de compreensão perpassasse entre os dois, esclarecendo os mistérios insondáveis da mecânica dos semoventes. Eis que impenetrável é o desígnio dos motores de explosão e traiçoeira a força dos acumuladores.
— Elemento seco?
Elemento seco! Secam-se os elementos e esotérico se torna o segredo que faz o poderio dos seres vivos no comando das máquinas inertes. Num repente de inspiração divinatória, com a voz embargada de emoção, ele sugeriu:
— Deve ser o giguelê.
Giguelê — palavra mágica que ele um dia ouviu alguém pronunciar, denunciando a existência de uma peça pequenina que não sabe para que serve nem onde fica, mas da qual certamente emana a energia que movimenta os automóveis, num fluxo de divina inspiração como o que movimenta a dança religiosa em torno à diminuta imagem de Exu e outros deuses pagãos.
— No mais — arremata ele — tirante o giguelê, para mim um carro se compõe apenas de duas coisas: buzina e volante.
Fernando Sabino. Texto extraído do livro Quadrante 2, 4ª edição – Editora do Autor – Rio de Janeiro, 1963, págs.108-110. Adaptado.
Leia a oração abaixo.
“Aprendera a dirigir, só Deus sabe como”
Assinale a alternativa que contém um verbo ou uma locução verbal que se apresenta no mesmo tempo e modo verbal de “aprendera”.
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Em relação ao dispositivo de rede Bridge (Ponte), assinale a alternativa correta.
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Os atos administrativos ordinatórios são aqueles que disciplinam o funcionamento da administração e a conduta funcional de seus agentes, prestando-se também à investidura de servidores e à transmissão de determinações superiores. Esses atos são expedidos em decorrência do exercício do poder hierárquico. Por isso, em regra, criam direitos e obrigações apenas para os agentes públicos, não alcançando os particulares que dependam dos serviços desses agentes. Esse ato é emitido pelos Ministros de Estado sobre assuntos pertinentes aos seus ministérios, servindo também para dar notícia ou conhecimento de assuntos referentes à atividade administrativa, trata-se do(a)
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A Lei nº 8.666/93 institui normas para licitações e contratos da Administração Pública entre outras providências. De acordo com essa lei, assinale a alternativa correta.
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Read the extract below in order to answer question.
After Ransomware Attack, Windows XP Is Not Back From the Dead
Q. With the recent ransomware attacks, I was wondering if Microsoft will once again have security updates for Windows XP. There are millions of people who are still using XP, and it is one way hackers can use to infect newer computers, especially if XP is no longer secure.
A. The global WannaCry ransomware attack that hit unpatched Windows systems in May and spread rapidly around the world over the course of several hours did prompt Microsoft to issue a security update for its retired Windows XP system; that fix also blocks last week’s Petya worm. Do not expect regular updates, however.
According to Microsfoft, the decision to release updates for Windows XP was an exception based on threat risks and the potential impact to its customers and does not signal a change to its policy. The company recommends that customers upgrade to the latest version of Windows.
Perhaps the safest way to still use an old XP machine is to disconnect it from the internet and relegate it to being a PC gaming console or an offline word processor directly connected to a local printer. As the years go on, finding programs for the outdated system (first introduced back in 2001) will be difficult, as most companies stopped developing software for Windows XP years ago.
For example, Mozilla Firefox is one of the few major web browsers that still support Windows XP, although the company says it will provide Firefox security updates only until September. If you want to keep using a Windows XP machine on the internet, third-party security software may be the only shield you have left from online threats. Avast and Kaspersky are two companies that still offer XP-compatible programs.
Source: https://www.nytimes.com/2017/07/03/technology/personaltech/windows-xp-cyberattack-security.html
People are worried about the security of Windows XP because
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