Foram encontradas 38 questões.
Considere as seguintes afirmações, respectivamente, verdadeira e falsa:
- Quem faz exercícios emagrece.
- Comer chocolate todos os dias é saudável.
Dessa forma, é verdadeiro que:
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Fazer exercício ajuda a envelhecer melhor e viver mais
Alguns de nós, corredores, acabamos parecendo evangelistas, apóstolos de determinadas ideias. Saímos por aí tentando convencer os outros de que a razão é nossa: correr descalço é a solução, fazer a dieta paleolítica é o ó do borogodó, virar vegano é o caminho para a salvação e outras afirmações absolutas a que faltam corroboração científica e o saudável benefício da dúvida.
Cá comigo, eu prefiro não advogar para nada. Por experiência própria, sei o quanto fazer exercício ajuda a melhorar a qualidade de vida. Sei também o quanto pode piorar a qualidade de vida (meu rosário de lesões fala por si só ).
Quando nós falamos de exercício de necessariamente estamos nos referindo à mesma coisa __ médicos e cientistas falam quando mencionam os benefícios da atividade física ou da vida ativa. Para mim, exercício é correr percursos encabritados durante umas duas horas, quatro a seis vezes por semana. É como me sinto bem, o corpo sua e a mente voa.
Não é um critério médico, como se pode perceber por um dos mais recentes e amplos estudos sobre o impacto da atividade física na saúde e na longevidade das pessoas. Trata-se de um trabalho publicado no "British Journal of Sports Medicine", revista especializada em medicina esportiva, em que os artigos só são aceitos depois de revisados por uma junta de revisores qualificados.
A pesquisa usou informações de uma gigantesca base de dados médicos da Grã-Bretanha, o English Longitudinal Study of Ageing, que estuda o envelhecimento de dezenas de milhares de pessoas ao longo de décadas. Para avaliar o efeito da atividade física no envelhecimento, os pesquisadores selecionaram 3.454 homens e mulheres de 55 a 73 anos, que se declararam saudáveis no ano-base da pesquisa.
Eles foram separados em dois grupos, o de sedentários e o dos que tinham atividade física. Estes não eram necessariamente ultramaratonistas nem jogadores de futebol de fim de semana, tenistas amadores ou caminhantes dedicados.
Nada disso. Para se enquadrar na lista de não sedentário, bastava uma hora por semana de exercício moderado ou vigoroso. O exercício não precisava ser algo formal (corrida, aulas de ginástica, caminhada, natação); atividades como jardinagem, lavação de carro ou dança de salão já são suficientes para o sujeito ser considerado fisicamente ativo.
Feito isso, os pesquisadores voltaram a analisar as informações do mesmo grupo oito anos depois - ou seja, quando tinham de 63 a 81 anos. Quantos morreram, quantos ficaram vivos e, dos vivos, quantos passaram a fazer , . atividade física ou deixaram de praticar exercício (considerada aquela generosa definição de exercício).
Também fizeram o recenseamento do estado de saúde do grupo ao longo dos anos, baseados em diagnósticos de diabetes, doenças cardíacas, demências e outras condições graves. Para completar, os cientistas entraram em contato com os indivíduos e fizeram testes específicos de memória e capacidade de raciocínio; alguns poucos usaram por uma semana um monitor de atividades físicas, para confirmar se o registrado batia com o informado nas entrevistas.
Resumo da ópera: os que faziam atividade viveram mais (ou, colocado de outra forma, houve mais mortes entre os sedentários) e apresentaram melhores condições de saúde em geral.
Usando a linguagem do estudo: os que tinham algum tipo de atividade física conseguiram um envelhecimento mais saudável, com menor incidência de doenças crônicas, perda de memória e incapacitação física de algum tipo.
O mais legal é que os que não eram fisicamente ativos no início do estudo, mas passaram a ter alguma atividade física no período, também se beneficiaram muito. Seu risco de doenças crônicas e problemas físicos é de 1/7 dos que continuaram sedentários ou abandonaram a atividade física.
Sobre o risco de mortalidade, outros estudos já apontavam o mesmo caminho, indicando que vale a pena começar a fazer exercício mesmo em idade considerada "avançada". Um estudo que acompanhou 2.000 homens de meia idade mostrou que aqueles que iniciaram a prática de atividade física depois dos 50 anos tinham menor risco de morte nos 35 anos seguintes do que os sedentários.
A pesquisa britânica agora demonstra que os que se exercitam não apenas vivem mais, mas vivem melhor. Portanto, bora correr!
(http://rodolfolucena.blogfolha.uol.com.br/ )
Pode-se compreender, pelo contexto, que a expressão "rosário de lesões", no texto, significa:
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Com relação ao armazenamento de informações, considerando inclusive as tecnologias de "nuvem", avalie as afirmações e assinale a correta.
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Fazer exercício ajuda a envelhecer melhor e viver mais
Alguns de nós, corredores, acabamos parecendo evangelistas, apóstolos de determinadas ideias. Saímos por aí tentando convencer os outros de que a razão é nossa: correr descalço é a solução, fazer a dieta paleolítica é o ó do borogodó, virar vegano é o caminho para a salvação e outras afirmações absolutas a que faltam corroboração científica e o saudável benefício da dúvida.
Cá comigo, eu prefiro não advogar para nada. Por experiência própria, sei o quanto fazer exercício ajuda a melhorar a qualidade de vida. Sei também o quanto pode piorar a qualidade de vida (meu rosário de lesões fala por si só ).
Quando nós falamos de exercício de necessariamente estamos nos referindo à mesma coisa __ médicos e cientistas falam quando mencionam os benefícios da atividade física ou da vida ativa. Para mim, exercício é correr percursos encabritados durante umas duas horas, quatro a seis vezes por semana. É como me sinto bem, o corpo sua e a mente voa.
Não é um critério médico, como se pode perceber por um dos mais recentes e amplos estudos sobre o impacto da atividade física na saúde e na longevidade das pessoas. Trata-se de um trabalho publicado no "British Journal of Sports Medicine", revista especializada em medicina esportiva, em que os artigos só são aceitos depois de revisados por uma junta de revisores qualificados.
A pesquisa usou informações de uma gigantesca base de dados médicos da Grã-Bretanha, o English Longitudinal Study of Ageing, que estuda o envelhecimento de dezenas de milhares de pessoas ao longo de décadas. Para avaliar o efeito da atividade física no envelhecimento, os pesquisadores selecionaram 3.454 homens e mulheres de 55 a 73 anos, que se declararam saudáveis no ano-base da pesquisa.
Eles foram separados em dois grupos, o de sedentários e o dos que tinham atividade física. Estes não eram necessariamente ultramaratonistas nem jogadores de futebol de fim de semana, tenistas amadores ou caminhantes dedicados.
Nada disso. Para se enquadrar na lista de não sedentário, bastava uma hora por semana de exercício moderado ou vigoroso. O exercício não precisava ser algo formal (corrida, aulas de ginástica, caminhada, natação); atividades como jardinagem, lavação de carro ou dança de salão já são suficientes para o sujeito ser considerado fisicamente ativo.
Feito isso, os pesquisadores voltaram a analisar as informações do mesmo grupo oito anos depois - ou seja, quando tinham de 63 a 81 anos. Quantos morreram, quantos ficaram vivos e, dos vivos, quantos passaram a fazer , . atividade física ou deixaram de praticar exercício (considerada aquela generosa definição de exercício).
Também fizeram o recenseamento do estado de saúde do grupo ao longo dos anos, baseados em diagnósticos de diabetes, doenças cardíacas, demências e outras condições graves. Para completar, os cientistas entraram em contato com os indivíduos e fizeram testes específicos de memória e capacidade de raciocínio; alguns poucos usaram por uma semana um monitor de atividades físicas, para confirmar se o registrado batia com o informado nas entrevistas.
Resumo da ópera: os que faziam atividade viveram mais (ou, colocado de outra forma, houve mais mortes entre os sedentários) e apresentaram melhores condições de saúde em geral.
Usando a linguagem do estudo: os que tinham algum tipo de atividade física conseguiram um envelhecimento mais saudável, com menor incidência de doenças crônicas, perda de memória e incapacitação física de algum tipo.
O mais legal é que os que não eram fisicamente ativos no início do estudo, mas passaram a ter alguma atividade física no período, também se beneficiaram muito. Seu risco de doenças crônicas e problemas físicos é de 1/7 dos que continuaram sedentários ou abandonaram a atividade física.
Sobre o risco de mortalidade, outros estudos já apontavam o mesmo caminho, indicando que vale a pena começar a fazer exercício mesmo em idade considerada "avançada". Um estudo que acompanhou 2.000 homens de meia idade mostrou que aqueles que iniciaram a prática de atividade física depois dos 50 anos tinham menor risco de morte nos 35 anos seguintes do que os sedentários.
A pesquisa britânica agora demonstra que os que se exercitam não apenas vivem mais, mas vivem melhor. Portanto, bora correr!
(http://rodolfolucena.blogfolha.uol.com.br/ )
A lacuna que aparece no terceiro parágrafo, de acordo com a construção do período, seria corretamente preenchida por:
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João, zelador de um condomínio com 392 apartamentos, divididos em 13 blocos, certo dia entregou 1.569 correspondências entre esses apartamentos. Diante disso, são feitas as seguintes afirmações.
I. Cada bloco tem cerca de 30 apartamentos.
II. Ao menos um apartamento recebeu 5 cartas ou mais.
III. Cada bloco recebeu mais de 100 cartas.
IV. Alguns apartamentos não receberam cartas.
A quantidade de afirmações necessariamente verdadeiras é:
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Fazer exercício ajuda a envelhecer melhor e viver mais
Alguns de nós, corredores, acabamos parecendo evangelistas, apóstolos de determinadas ideias. Saímos por aí tentando convencer os outros de que a razão é nossa: correr descalço é a solução, fazer a dieta paleolítica é o ó do borogodó, virar vegano é o caminho para a salvação e outras afirmações absolutas a que faltam corroboração científica e o saudável benefício da dúvida.
Cá comigo, eu prefiro não advogar para nada. Por experiência própria, sei o quanto fazer exercício ajuda a melhorar a qualidade de vida. Sei também o quanto pode piorar a qualidade de vida (meu rosário de lesões fala por si só ).
Quando nós falamos de exercício de necessariamente estamos nos referindo à mesma coisa __ médicos e cientistas falam quando mencionam os benefícios da atividade física ou da vida ativa. Para mim, exercício é correr percursos encabritados durante umas duas horas, quatro a seis vezes por semana. É como me sinto bem, o corpo sua e a mente voa.
Não é um critério médico, como se pode perceber por um dos mais recentes e amplos estudos sobre o impacto da atividade física na saúde e na longevidade das pessoas. Trata-se de um trabalho publicado no "British Journal of Sports Medicine", revista especializada em medicina esportiva, em que os artigos só são aceitos depois de revisados por uma junta de revisores qualificados.
A pesquisa usou informações de uma gigantesca base de dados médicos da Grã-Bretanha, o English Longitudinal Study of Ageing, que estuda o envelhecimento de dezenas de milhares de pessoas ao longo de décadas. Para avaliar o efeito da atividade física no envelhecimento, os pesquisadores selecionaram 3.454 homens e mulheres de 55 a 73 anos, que se declararam saudáveis no ano-base da pesquisa.
Eles foram separados em dois grupos, o de sedentários e o dos que tinham atividade física. Estes não eram necessariamente ultramaratonistas nem jogadores de futebol de fim de semana, tenistas amadores ou caminhantes dedicados.
Nada disso. Para se enquadrar na lista de não sedentário, bastava uma hora por semana de exercício moderado ou vigoroso. O exercício não precisava ser algo formal (corrida, aulas de ginástica, caminhada, natação); atividades como jardinagem, lavação de carro ou dança de salão já são suficientes para o sujeito ser considerado fisicamente ativo.
Feito isso, os pesquisadores voltaram a analisar as informações do mesmo grupo oito anos depois - ou seja, quando tinham de 63 a 81 anos. Quantos morreram, quantos ficaram vivos e, dos vivos, quantos passaram a fazer , . atividade física ou deixaram de praticar exercício (considerada aquela generosa definição de exercício).
Também fizeram o recenseamento do estado de saúde do grupo ao longo dos anos, baseados em diagnósticos de diabetes, doenças cardíacas, demências e outras condições graves. Para completar, os cientistas entraram em contato com os indivíduos e fizeram testes específicos de memória e capacidade de raciocínio; alguns poucos usaram por uma semana um monitor de atividades físicas, para confirmar se o registrado batia com o informado nas entrevistas.
Resumo da ópera: os que faziam atividade viveram mais (ou, colocado de outra forma, houve mais mortes entre os sedentários) e apresentaram melhores condições de saúde em geral.
Usando a linguagem do estudo: os que tinham algum tipo de atividade física conseguiram um envelhecimento mais saudável, com menor incidência de doenças crônicas, perda de memória e incapacitação física de algum tipo.
O mais legal é que os que não eram fisicamente ativos no início do estudo, mas passaram a ter alguma atividade física no período, também se beneficiaram muito. Seu risco de doenças crônicas e problemas físicos é de 1/7 dos que continuaram sedentários ou abandonaram a atividade física.
Sobre o risco de mortalidade, outros estudos já apontavam o mesmo caminho, indicando que vale a pena começar a fazer exercício mesmo em idade considerada "avançada". Um estudo que acompanhou 2.000 homens de meia idade mostrou que aqueles que iniciaram a prática de atividade física depois dos 50 anos tinham menor risco de morte nos 35 anos seguintes do que os sedentários.
A pesquisa britânica agora demonstra que os que se exercitam não apenas vivem mais, mas vivem melhor. Portanto, bora correr!
(http://rodolfolucena.blogfolha.uol.com.br/
Sobre o texto, de uma maneira geral, analise as afirmações.
I. A linguagem é, eminentemente, não verbal.
II. A linguagem é absolutamente impessoal, formal e rebuscada, com alguns arcaísmos.
III. Não há uso de primeira pessoa em nenhuma das passagens do texto.
Está correto o que se afirma em:
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Considere a seguinte tabela verdade, na qual p e q são duas proposições lógicas:

Considerando as duas primeiras colunas, podemos afirmar que os valores lógicos da última coluna, em ordem (de cima para baixo) são:
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Para o exercício da função de Responsável Técnico o Profissional de Educação Física deve considerar, conforme Resolução CONFEF nº 134/07, exceto que:
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A solução de problemas e a padronização de rotinas, utilizando as ferramentas e métodos da Qualidade Total por meio do Ciclo PDCA Plan (Planejar), Do (Fazer), Check (Verificar), Action (Agir para corrigir), são hoje amplamente utilizadas na análise e melhoria dos processos nas empresas. Sobre o fluxograma, uma das ferramentas da Qualidade Total, assinale a afirmativa correta.
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Avalie as afirmações abaixo e assinale a correta.
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