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1319302
Ano: 2010
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Prima Face
Orgão: CRF-MG
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Prima Face
Orgão: CRF-MG
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Ainda de acordo com a Lei 3.820, de 11 de novembro de 1960 e sua atualização pela Lei 9.120, de 26 de outubro de 1995, são atribuições do Conselho Federal de Farmácia, EXCETO:
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Leia com atenção o texto:
Não é preciso ser um especialista para saber que poluição faz mal à saúde. Até agora, no entanto, ninguém havia conseguido medir com precisão o impacto de um dos poluentes mais nocivos: o ozônio. Estudos americanos acabam de relacionar a grande concentração desse gás a mortes prematuras por doenças respiratórias e cardiovasculares.
O primeiro levantamento científico sobre os malefícios causados por esse gás é da década de 60. Oito anos atrás, quando a Organização Mundial de Saúde publicou as primeiras recomendações contra os efeitos nocivos da substância, não havia prova de que em excesso ele poderia matar. A comprovação tardia da relação entre altos níveis de ozônio e o aumento da mortalidade explica-se pelo fato de que o gás é um poluente de difícil medição e controle. Ele não é emitido por motores, mas é subproduto de várias reações químicas entre diversos poluentes, e o principal acelerador desse processo é o calor.
O aumento da concentração de ozônio no ar é fruto de um paradoxo. Nos últimos dez anos, várias cidades do mundo passaram a controlar a emissão de poluentes. Ao mesmo tempo, muitas dessas medidas favoreceram o aparecimento de outros gases tóxicos. Um bom exemplo é o que aconteceu recentemente com o lançamento dos automóveis com motores que funcionam indistintamente com gasolina, álcool ou com uma mistura em qualquer proporção de ambos os combustíveis. Os carros bicombustíveis que hoje respondem por metade das vendas no Brasil, de fato diminuíram a emissão dos gases tóxicos. Por outro lado, porém, passaram a jogar no ar mais resíduos de álcool, que são a matéria-prima do ozônio
Nos anos 70, as projeções sobre o impacto da poluição eram catastróficas. Até o fim do século, dizia-se, seria preciso usar máscaras de oxigênio nas cidades para sobreviver a substâncias tóxicas. Ao contrário dessas previsões, houve uma redução da poluição atmosférica por causa das medidas de controle de emissão de poluentes _ principalmente dos automóveis, a grande fonte de sujeira lançada no ar. Apesar disso, uma outra previsão acabou se confirmando: mais e mais pessoas morrem em virtude disso. A razão é o crescimento exponencial do número de automóveis em circulação. Em menos de trinta anos, a frota de carros brasileiros mais do que duplicou. Por causa de tal expansão, o ganho em saúde obtido com veículos motores menos poluentes não é tão grande quanto poderia ser.
(Revista Veja, 20 de junho de 2006, p.110-112)
Assinale a opção INCORRETA quanto ao comentário gramatical apresentado:
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A escolha e a nomeação do advogado para compor o quinto constitucional é da competência:
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- Organização dos PoderesPoder LegislativoProcesso LegislativoLeis Complementares, Ordinárias e Delegadas
A lei complementar deve ser aprovada por quorum de maioria:
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1307480
Ano: 2010
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Prima Face
Orgão: CRF-MG
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Prima Face
Orgão: CRF-MG
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O Decreto nº 85.878 de 07/04/1981 coloca distinções entre atribuições privativas dos profissionais farmacêuticos e atribuições nas atividades afins, respeitadas as modalidades profissionais, ainda que não privativas ou exclusivas. NÃO são privativos aos profissionais farmacêuticos o assessoramento e responsabilidade técnica em:
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Assinale a conceituação INCORRETA:
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Em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente da República será primeiramente chamado ao exercício da Presidência o:
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1298429
Ano: 2010
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: Prima Face
Orgão: CRF-MG
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: Prima Face
Orgão: CRF-MG
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De acordo com a RDC 44, de 17 de agosto de 2009 o estabelecimento deverá manter afixado, em local visível ao público, cartaz informativo contendo diversas informações. Analise as informações abaixo:
I - razão social;
II - número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica;
III - endereço e telefone(s) do(s) proprietário(s)
IV - número da Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) expedida pela ANVISA;
V - cartão de cadastro no SIMPLES, quando aplicável.
VI - número da Autorização Especial de Funcionamento (AE) para farmácias, quando aplicável;
VII - nome do Farmacêutico Responsável Técnico, e de seu(s) substituto(s), seguido do número de inscrição no Conselho Regional de Farmácia;
VIII - horário de trabalho de cada farmacêutico;
IX - números atualizados de telefone do Conselho Regional de Farmácia e do órgão Estadual e Municipal de Vigilância Sanitária.
X – números atualizados de telefone do PROCON e da JUNTA COMERCIAL do Estado.
As informações obrigatórias que deverão constar no cartaz informativo, segundo a RDC 44 são:
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Sabemos que o computador atual é desenvolvido com a tecnologia da Eletrônica Digital, que utiliza os dígitos 0 (zero) e 1 (um) para estabelecer os estados DESLIGADO e LIGADO da parte eletrônica do hardware. Esses dígitos são denominados de:
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Leia com atenção o texto:
Não é preciso ser um especialista para saber que poluição faz mal à saúde. Até agora, no entanto, ninguém havia conseguido medir com precisão o impacto de um dos poluentes mais nocivos: o ozônio. Estudos americanos acabam de relacionar a grande concentração desse gás a mortes prematuras por doenças respiratórias e cardiovasculares.
O primeiro levantamento científico sobre os malefícios causados por esse gás é da década de 60. Oito anos atrás, quando a Organização Mundial de Saúde publicou as primeiras recomendações contra os efeitos nocivos da substância, não havia prova de que em excesso ele poderia matar. A comprovação tardia da relação entre altos níveis de ozônio e o aumento da mortalidade explica-se pelo fato de que o gás é um poluente de difícil medição e controle. Ele não é emitido por motores, mas é subproduto de várias reações químicas entre diversos poluentes, e o principal acelerador desse processo é o calor.
O aumento da concentração de ozônio no ar é fruto de um paradoxo. Nos últimos dez anos, várias cidades do mundo passaram a controlar a emissão de poluentes. Ao mesmo tempo, muitas dessas medidas favoreceram o aparecimento de outros gases tóxicos. Um bom exemplo é o que aconteceu recentemente com o lançamento dos automóveis com motores que funcionam indistintamente com gasolina, álcool ou com uma mistura em qualquer proporção de ambos os combustíveis. Os carros bicombustíveis que hoje respondem por metade das vendas no Brasil, de fato diminuíram a emissão dos gases tóxicos. Por outro lado, porém, passaram a jogar no ar mais resíduos de álcool, que são a matéria-prima do ozônio
Nos anos 70, as projeções sobre o impacto da poluição eram catastróficas. Até o fim do século, dizia-se, seria preciso usar máscaras de oxigênio nas cidades para sobreviver a substâncias tóxicas. Ao contrário dessas previsões, houve uma redução da poluição atmosférica por causa das medidas de controle de emissão de poluentes _ principalmente dos automóveis, a grande fonte de sujeira lançada no ar. Apesar disso, uma outra previsão acabou se confirmando: mais e mais pessoas morrem em virtude disso. A razão é o crescimento exponencial do número de automóveis em circulação. Em menos de trinta anos, a frota de carros brasileiros mais do que duplicou. Por causa de tal expansão, o ganho em saúde obtido com veículos motores menos poluentes não é tão grande quanto poderia ser.
(Revista Veja, 20 de junho de 2006, p.110-112)
O paradoxo apontado no texto (3º parágrafo) é percebido como:
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