Foram encontradas 308 questões.
Uma taxa administrativa sofreu duas alterações
sucessivas ao longo de dois anos. Inicialmente, a taxa
era de 10%. No primeiro ajuste, houve aumento de 30%
sobre o valor da taxa. No segundo ajuste, ocorreu
redução de 20% sobre a taxa já reajustada. Qual é a
taxa final após essas modificações?
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Um convênio de pesquisa dividiu o orçamento total T em
três parcelas: a primeira correspondeu a 2/5 de T, a
segunda equivaleu a 0,35 de T e a terceira foi um
repasse fixo de R$ 18.000,00. Ao conferir a planilha final,
verificou-se que a soma das duas primeiras parcelas foi
de R$ 54.000,00. Qual foi o valor total T do orçamento
deste convênio?
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Em um relatório de controle interno, três grandezas X, Y
e Z foram definidas por relações que devem ser
simultaneamente compatíveis. Sabe-se que X excede Y
em 18 unidades, que Z é igual a 2/3 de X e que a soma
de Y com Z totaliza 102 unidades. Qual é o valor
numérico de Y que satisfaz todas essas condições?
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No caso do Purpureocillium atlanticum, os pesquisadores
localizaram no chão da floresta uma estrutura visível do
fungo.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:
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Novo fungo zumbi é descoberto na Mata Atlântica do
Rio de Janeiro
Cientistas identificaram uma nova espécie de fungo
durante uma expedição científica realizada em uma
reserva florestal de Nova Friburgo, na região serrana do
Rio de Janeiro. O organismo recebeu o nome de
Purpureocillium atlanticum, em referência à coloração
arroxeada de suas estruturas e ao bioma da Mata
Atlântica, onde foi encontrado.
A descoberta ganhou destaque internacional ao ser
incluída entre as descrições mais relevantes de novas
espécies vegetais e fúngicas do ano. O fungo apresenta
um comportamento altamente especializado: ele infecta
aranhas de alçapão, artrópodes que vivem no solo e
constroem armadilhas subterrâneas para capturar
presas.
O termo fungo zumbi é usado para descrever
organismos capazes de invadir o corpo de seus
hospedeiros e controlar processos vitais até a morte. No
caso do Purpureocillium atlanticum, os pesquisadores
localizaram no chão da floresta uma estrutura visível do
fungo, chamada corpo de frutificação, responsável pela
liberação dos esporos. Ao escavar o local, verificaram
que o organismo havia se desenvolvido a partir de uma
aranha já morta.
Os esporos do fungo penetram o exoesqueleto do
hospedeiro e alcançam a hemolinfa, onde passam a se
reproduzir rapidamente. Durante esse processo, o fungo
libera substâncias que neutralizam o sistema de defesa
da aranha, levando-a à morte e permitindo a completa
colonização do corpo.
Espécies semelhantes já haviam sido registradas em
outros países, mas análises genéticas mais detalhadas
mostraram que elas não pertenciam a uma única
espécie, como se pensava anteriormente. O que existia,
na verdade, era um conjunto de espécies distintas,
reunidas sob uma mesma classificação. A nova espécie
brasileira faz parte desse grupo, agora reconhecido
como um complexo mais diverso do que se imaginava.
A identificação só foi possível graças ao uso de
tecnologias portáteis de sequenciamento genético, que
permitem analisar o material ainda fresco no próprio local
da coleta, aumentando a precisão dos estudos.
A descoberta reforça o quanto ainda se conhece pouco
sobre o universo dos fungos. Estimativas indicam que
existam milhões de espécies no planeta, das quais
apenas uma pequena parcela foi descrita. Conhecer
essa diversidade é estratégico, especialmente pelo
potencial desses organismos na produção de
substâncias de interesse médico.
Segundo os pesquisadores, muitos fungos precisam
competir com bactérias e outros microrganismos para sobreviver, o que os leva a produzir compostos com
possível ação antibiótica. Em um cenário de mudanças
climáticas e desafios sanitários, compreender melhor
esse grupo pode abrir caminhos para soluções mais
sustentáveis e inovadoras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o.adaptado
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase,
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Novo fungo zumbi é descoberto na Mata Atlântica do
Rio de Janeiro
Cientistas identificaram uma nova espécie de fungo
durante uma expedição científica realizada em uma
reserva florestal de Nova Friburgo, na região serrana do
Rio de Janeiro. O organismo recebeu o nome de
Purpureocillium atlanticum, em referência à coloração
arroxeada de suas estruturas e ao bioma da Mata
Atlântica, onde foi encontrado.
A descoberta ganhou destaque internacional ao ser
incluída entre as descrições mais relevantes de novas
espécies vegetais e fúngicas do ano. O fungo apresenta
um comportamento altamente especializado: ele infecta
aranhas de alçapão, artrópodes que vivem no solo e
constroem armadilhas subterrâneas para capturar
presas.
O termo fungo zumbi é usado para descrever
organismos capazes de invadir o corpo de seus
hospedeiros e controlar processos vitais até a morte. No
caso do Purpureocillium atlanticum, os pesquisadores
localizaram no chão da floresta uma estrutura visível do
fungo, chamada corpo de frutificação, responsável pela
liberação dos esporos. Ao escavar o local, verificaram
que o organismo havia se desenvolvido a partir de uma
aranha já morta.
Os esporos do fungo penetram o exoesqueleto do
hospedeiro e alcançam a hemolinfa, onde passam a se
reproduzir rapidamente. Durante esse processo, o fungo
libera substâncias que neutralizam o sistema de defesa
da aranha, levando-a à morte e permitindo a completa
colonização do corpo.
Espécies semelhantes já haviam sido registradas em
outros países, mas análises genéticas mais detalhadas
mostraram que elas não pertenciam a uma única
espécie, como se pensava anteriormente. O que existia,
na verdade, era um conjunto de espécies distintas,
reunidas sob uma mesma classificação. A nova espécie
brasileira faz parte desse grupo, agora reconhecido
como um complexo mais diverso do que se imaginava.
A identificação só foi possível graças ao uso de
tecnologias portáteis de sequenciamento genético, que
permitem analisar o material ainda fresco no próprio local
da coleta, aumentando a precisão dos estudos.
A descoberta reforça o quanto ainda se conhece pouco
sobre o universo dos fungos. Estimativas indicam que
existam milhões de espécies no planeta, das quais
apenas uma pequena parcela foi descrita. Conhecer
essa diversidade é estratégico, especialmente pelo
potencial desses organismos na produção de
substâncias de interesse médico.
Segundo os pesquisadores, muitos fungos precisam
competir com bactérias e outros microrganismos para sobreviver, o que os leva a produzir compostos com
possível ação antibiótica. Em um cenário de mudanças
climáticas e desafios sanitários, compreender melhor
esse grupo pode abrir caminhos para soluções mais
sustentáveis e inovadoras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o.adaptado
De acordo com as regras de regência verbal, é correto afirmar que, na frase apresentada:
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Novo fungo zumbi é descoberto na Mata Atlântica do
Rio de Janeiro
Cientistas identificaram uma nova espécie de fungo
durante uma expedição científica realizada em uma
reserva florestal de Nova Friburgo, na região serrana do
Rio de Janeiro. O organismo recebeu o nome de
Purpureocillium atlanticum, em referência à coloração
arroxeada de suas estruturas e ao bioma da Mata
Atlântica, onde foi encontrado.
A descoberta ganhou destaque internacional ao ser
incluída entre as descrições mais relevantes de novas
espécies vegetais e fúngicas do ano. O fungo apresenta
um comportamento altamente especializado: ele infecta
aranhas de alçapão, artrópodes que vivem no solo e
constroem armadilhas subterrâneas para capturar
presas.
O termo fungo zumbi é usado para descrever
organismos capazes de invadir o corpo de seus
hospedeiros e controlar processos vitais até a morte. No
caso do Purpureocillium atlanticum, os pesquisadores
localizaram no chão da floresta uma estrutura visível do
fungo, chamada corpo de frutificação, responsável pela
liberação dos esporos. Ao escavar o local, verificaram
que o organismo havia se desenvolvido a partir de uma
aranha já morta.
Os esporos do fungo penetram o exoesqueleto do
hospedeiro e alcançam a hemolinfa, onde passam a se
reproduzir rapidamente. Durante esse processo, o fungo
libera substâncias que neutralizam o sistema de defesa
da aranha, levando-a à morte e permitindo a completa
colonização do corpo.
Espécies semelhantes já haviam sido registradas em
outros países, mas análises genéticas mais detalhadas
mostraram que elas não pertenciam a uma única
espécie, como se pensava anteriormente. O que existia,
na verdade, era um conjunto de espécies distintas,
reunidas sob uma mesma classificação. A nova espécie
brasileira faz parte desse grupo, agora reconhecido
como um complexo mais diverso do que se imaginava.
A identificação só foi possível graças ao uso de
tecnologias portáteis de sequenciamento genético, que
permitem analisar o material ainda fresco no próprio local
da coleta, aumentando a precisão dos estudos.
A descoberta reforça o quanto ainda se conhece pouco
sobre o universo dos fungos. Estimativas indicam que
existam milhões de espécies no planeta, das quais
apenas uma pequena parcela foi descrita. Conhecer
essa diversidade é estratégico, especialmente pelo
potencial desses organismos na produção de
substâncias de interesse médico.
Segundo os pesquisadores, muitos fungos precisam
competir com bactérias e outros microrganismos para sobreviver, o que os leva a produzir compostos com
possível ação antibiótica. Em um cenário de mudanças
climáticas e desafios sanitários, compreender melhor
esse grupo pode abrir caminhos para soluções mais
sustentáveis e inovadoras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o.adaptado
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
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Questão presente nas seguintes provas
Novo fungo zumbi é descoberto na Mata Atlântica do
Rio de Janeiro
Cientistas identificaram uma nova espécie de fungo
durante uma expedição científica realizada em uma
reserva florestal de Nova Friburgo, na região serrana do
Rio de Janeiro. O organismo recebeu o nome de
Purpureocillium atlanticum, em referência à coloração
arroxeada de suas estruturas e ao bioma da Mata
Atlântica, onde foi encontrado.
A descoberta ganhou destaque internacional ao ser
incluída entre as descrições mais relevantes de novas
espécies vegetais e fúngicas do ano. O fungo apresenta
um comportamento altamente especializado: ele infecta
aranhas de alçapão, artrópodes que vivem no solo e
constroem armadilhas subterrâneas para capturar
presas.
O termo fungo zumbi é usado para descrever
organismos capazes de invadir o corpo de seus
hospedeiros e controlar processos vitais até a morte. No
caso do Purpureocillium atlanticum, os pesquisadores
localizaram no chão da floresta uma estrutura visível do
fungo, chamada corpo de frutificação, responsável pela
liberação dos esporos. Ao escavar o local, verificaram
que o organismo havia se desenvolvido a partir de uma
aranha já morta.
Os esporos do fungo penetram o exoesqueleto do
hospedeiro e alcançam a hemolinfa, onde passam a se
reproduzir rapidamente. Durante esse processo, o fungo
libera substâncias que neutralizam o sistema de defesa
da aranha, levando-a à morte e permitindo a completa
colonização do corpo.
Espécies semelhantes já haviam sido registradas em
outros países, mas análises genéticas mais detalhadas
mostraram que elas não pertenciam a uma única
espécie, como se pensava anteriormente. O que existia,
na verdade, era um conjunto de espécies distintas,
reunidas sob uma mesma classificação. A nova espécie
brasileira faz parte desse grupo, agora reconhecido
como um complexo mais diverso do que se imaginava.
A identificação só foi possível graças ao uso de
tecnologias portáteis de sequenciamento genético, que
permitem analisar o material ainda fresco no próprio local
da coleta, aumentando a precisão dos estudos.
A descoberta reforça o quanto ainda se conhece pouco
sobre o universo dos fungos. Estimativas indicam que
existam milhões de espécies no planeta, das quais
apenas uma pequena parcela foi descrita. Conhecer
essa diversidade é estratégico, especialmente pelo
potencial desses organismos na produção de
substâncias de interesse médico.
Segundo os pesquisadores, muitos fungos precisam
competir com bactérias e outros microrganismos para sobreviver, o que os leva a produzir compostos com
possível ação antibiótica. Em um cenário de mudanças
climáticas e desafios sanitários, compreender melhor
esse grupo pode abrir caminhos para soluções mais
sustentáveis e inovadoras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o.adaptado
Morfologicamente, os termos destacados, nesta frase, são, respectivamente:
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