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Foram encontradas 100 questões.

239111 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-9
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.

MEC faz parceria com Conselho Federal de Psicologia para combater violência nas escolas Convênio prevê elaboração de materiais didáticos e formação de professores

20 de setembro de 2012 | 21h 50

Para enfrentar a violência nas escolas brasileiras, o Ministério da Educação assinou uma parceria com o Conselho Federal de Psicologia. A parceria prevê um estudo sobre violência nas escolas, elaboração de materiais didáticos e formação de professores para o combate à violência no ambiente escolar.

De acordo com o ministro Aloizio Mercadante, oito universidades também vão colaborar com o projeto. Entre os temas que serão trabalhados dentro das escolas estão enfrentamento às drogas, gravidez precoce, homofobia, racismo, discriminação, bullying e bullying eletrônico (feito por meio das redes sociais).

"Temos estimado em torno de 8 mil jovens, meninos e meninas, que voltam para casa com todo tipo de constrangimento e que muitas vezes são vítimas de bullying na escola. Precisamos tratar esses temas com responsabilidade e cuidado, mas enfrentá-los no sentido de respeito à diversidade, ao outro, a valores como os direitos humanos. Os professores e alunos também precisam aprender a solução dos conflitos por meio de diálogo", disse o ministro.

Segundo Mercadante, o trabalho de campo será feito em todo o País. "Vamos trabalhar em todas as regiões do País, nos vários níveis do processo educacional - com pais, alunos e professores - e elaborar materiais pedagógicos, programas de prevenção e subsídios para aprimorar a prática pedagógica e criar uma escola mais atrativa, feliz, respeitosa e pacífica."

O projeto, de acordo com o ministro, terá início em breve. "Em duas semanas estaremos iniciando o processo de trabalho, mas eu diria que o desenvolvimento pleno desse trabalho é para 2013."

A expectativa do ministro é que, com esse projeto, os "professores tenham mais subsídios e melhores condições para lidar com esses desafios". Os novos materiais didáticos, voltados para o combate da violência nas escolas, estará disponível logo após a pesquisa de campo ser finalizada. Também será desenvolvido um trabalho de formação de professores para trabalhar com esses temas nas escolas.

Para Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e conselheiro do Conselho Nacional LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), a parceria é positiva.

"Vejo com bons olhos a ampliação dessa parceria. É fundamental não só para a questão da homofobia como também para a que envolve drogas, bullying etc. É fundamental que a escola seja um lugar seguro para que as pessoas possam estudar, não sejam discriminadas e não sofram a violência que muitas vezes faz parte do cotidiano escolar", falou.

Segundo Reis, a escola é um dos ambientes mais importantes para que esse trabalho seja desenvolvido. "A escola é um momento em que as pessoas convivem e as pessoas têm que aprender a respeitar o outro e esse outro pode ser evangélico, católico, ateu, de uma religião africana, judeu ou indígena, mas as pessoas têm que aprender a respeitar o ser humano como um todo", disse.

Durante a 2.^ Mostra Nacional de Práticas de Psicologia, que ocorre até o dia 22 no Anhembi, em São Paulo, o presidente do conselho, Humberto Verona, anunciou também uma parceria entre o órgão e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República para ajudar na criação de comitês de combate à homofobia em todos os estados brasileiros.

(Disponível em www.estodoo.com.br)

Sobre a palavra "que", que aparece em destaque no terceiro parágrafo do texto, analise as afirmações.

I. É uma conjunção.

II. Retoma "jovens".

III. Promove um processo de coesão referencial.

IV. Foi usado corretamente, mantendo a clareza do texto.

É correto o que se afirma em:

 

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239110 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-9
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A questão baseiam-se no trecho de letra de canção a seguir. Leia-o.

Garota de Copacabana (Premeditando O Breque)

Tu pagas um preço elevado por tanta burrice
Não tem neste Rio de Janeiro um sujeito tão bom
Há anos me arrasto a teus pés em total pieguice
E tu, ó mulata cruel, não percebes meu dom

Eu li certa vez num livrinho de psicologia
Que quando uma parte se entrega e outra não quere
Se instala no peito uma dore, c'beça girando, girando
Mulata, amor também mata, estás me acabando

E eu tenho uma casa de sucos em Copacabana
Dinheiro na Caixa, um carrinho bacana, bacana
O que mais que tu queres? Tu queres?
Levanto-me cedo, não bebo
E nem tenho ciúmes demais
Nem peço que mudes de vida
Ó rainha dos bares e dos carnavais
(...)

(Disponível em http://www.vogolume.com.br/)
A expressão "ó mulata cruel", que aparece em destaque no quarto verso, exerce função sintática de:
 

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239109 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-9
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Para crianças, dar é melhor do que receber
Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
próprio a outros


21 de junho de 2012 | 15h 24

Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.

(Disponível em www.estodoo.com.br)
Todas as palavras e expressões abaixo foram retiradas do terceiro parágrafo do texto. Assinale aquela que for um advérbio ou locução adverbial.
 

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239108 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-9
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Para crianças, dar é melhor do que receber
Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
próprio a outros


21 de junho de 2012 | 15h 24

Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.

(Disponível em www.estodoo.com.br)
Em "As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", a oração em destaque pode ser classificada como:
 

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239107 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-9
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Para crianças, dar é melhor do que receber
Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
próprio a outros


21 de junho de 2012 | 15h 24

Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.

(Disponível em www.estodoo.com.br)
Leia o trecho seguinte, extraído do texto:

Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber-
pode também tomar as pessoas mais felizes
.

Sobre ele, assinale a afirmação incorreta.
 

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239106 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-9
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Para responder à questão, observe o quadrinho abaixo.

enunciado 239106-1
Em "eu sinto-me culpado por estar aqui deitado neste sofá", pode-se afirmar corretamente que:
 

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239104 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-9
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.

MEC faz parceria com Conselho Federal de Psicologia para combater violência nas escolas Convênio prevê elaboração de materiais didáticos e formação de professores

20 de setembro de 2012 | 21h 50

Para enfrentar a violência nas escolas brasileiras, o Ministério da Educação assinou uma parceria com o Conselho Federal de Psicologia. A parceria prevê um estudo sobre violência nas escolas, elaboração de materiais didáticos e formação de professores para o combate à violência no ambiente escolar.

De acordo com o ministro Aloizio Mercadante, oito universidades também vão colaborar com o projeto. Entre os temas que serão trabalhados dentro das escolas estão enfrentamento às drogas, gravidez precoce, homofobia, racismo, discriminação, bullying e bullying eletrônico (feito por meio das redes sociais).

"Temos estimado em torno de 8 mil jovens, meninos e meninas, que voltam para casa com todo tipo de constrangimento e que muitas vezes são vítimas de bullying na escola. Precisamos tratar esses temas com responsabilidade e cuidado, mas enfrentá-los no sentido de respeito à diversidade, ao outro, a valores como os direitos humanos. Os professores e alunos também precisam aprender a solução dos conflitos por meio de diálogo", disse o ministro.

Segundo Mercadante, o trabalho de campo será feito em todo o País. "Vamos trabalhar em todas as regiões do País, nos vários níveis do processo educacional - com pais, alunos e professores - e elaborar materiais pedagógicos, programas de prevenção e subsídios para aprimorar a prática pedagógica e criar uma escola mais atrativa, feliz, respeitosa e pacífica."

O projeto, de acordo com o ministro, terá início em breve. "Em duas semanas estaremos iniciando o processo de trabalho, mas eu diria que o desenvolvimento pleno desse trabalho é para 2013."

A expectativa do ministro é que, com esse projeto, os "professores tenham mais subsídios e melhores condições para lidar com esses desafios". Os novos materiais didáticos, voltados para o combate da violência nas escolas, estará disponível logo após a pesquisa de campo ser finalizada. Também será desenvolvido um trabalho de formação de professores para trabalhar com esses temas nas escolas.

Para Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e conselheiro do Conselho Nacional LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), a parceria é positiva.

"Vejo com bons olhos a ampliação dessa parceria. É fundamental não só para a questão da homofobia como também para a que envolve drogas, bullying etc. É fundamental que a escola seja um lugar seguro para que as pessoas possam estudar, não sejam discriminadas e não sofram a violência que muitas vezes faz parte do cotidiano escolar", falou.

Segundo Reis, a escola é um dos ambientes mais importantes para que esse trabalho seja desenvolvido. "A escola é um momento em que as pessoas convivem e as pessoas têm que aprender a respeitar o outro e esse outro pode ser evangélico, católico, ateu, de uma religião africana, judeu ou indígena, mas as pessoas têm que aprender a respeitar o ser humano como um todo", disse.

Durante a 2.^ Mostra Nacional de Práticas de Psicologia, que ocorre até o dia 22 no Anhembi, em São Paulo, o presidente do conselho, Humberto Verona, anunciou também uma parceria entre o órgão e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República para ajudar na criação de comitês de combate à homofobia em todos os estados brasileiros.

(Disponível em www.estodoo.com.br)

Em "a parceria é positiva", em destaque no texto, pode-se afirmar que:

I. O predicado é Nominal.

II. "Positiva" é predicativo do Sujeito.

III. "Parceria" é o núcleo do Sujeito.

Pode-se afirmar que:

 

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239103 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-9
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A questão baseiam-se no trecho de letra de canção a seguir. Leia-o.

Garota de Copacabana (Premeditando O Breque)

Tu pagas um preço elevado por tanta burrice
Não tem neste Rio de Janeiro um sujeito tão bom
Há anos me arrasto a teus pés em total pieguice
E tu, ó mulata cruel, não percebes meu dom

Eu li certa vez num livrinho de psicologia
Que quando uma parte se entrega e outra não quere
Se instala no peito uma dore, c'beça girando, girando
Mulata, amor também mata, estás me acabando

E eu tenho uma casa de sucos em Copacabana
Dinheiro na Caixa, um carrinho bacana, bacana
O que mais que tu queres? Tu queres?
Levanto-me cedo, não bebo
E nem tenho ciúmes demais
Nem peço que mudes de vida
Ó rainha dos bares e dos carnavais
(...)

(Disponível em http://www.vogolume.com.br/)
Sobre o trecho "Que quando uma parte se entrega e outra não quere", analise as afirmações.

I. O "e" é uma conjunção que, no contexto em que aparece, tem ideia de adversidade.
II. A palavra "não" exerce função de Adjunto Adverbial de Negação.
III. Em "uma parte", "uma" é artigo indefinido.

Pode-se afirmar que:
 

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Questão presente nas seguintes provas
239164 Ano: 2012
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-9
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Para todos os efeitos, será considerada como salário a seguinte utilidade concedida pelo empregador:
Questão Anulada

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239105 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-9
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Para responder às questão, observe o anúncio abaixo.

enunciado 239105-1

Sobre as formas verbais "veja" e "ensine", que aparecem no anúncio, analise as afirmações.
I. Estão no Modo Indicativo. II. Estão na primeira pessoa do singular. III. Foram empregadas adequadamente.
Pode-se afirmar que:
Questão Anulada

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