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1866409 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: EMBRAPA
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Nenhum autor sintetiza melhor do que Pico della

Mirandola a imagem que os pensadores italianos tinham

do homem. Ele nos fala de maneira eloqüente desse ser

cheio de potencialidades que, ao contrário dos outros

animais, recebeu de Deus o direito de forjar o próprio

rosto.

Um homem assim constituído certamente não

pode compreender sua passagem pelo mundo da mesma

forma que os homens a compreendiam em plena Idade

Média. Pico sugere não só que não somos prisioneiros de

nenhuma lei externa, mas que podemos escolher nossa

própria natureza, moldando-a segundo nossos desejos e

criando nossas próprias leis. O que essa imagem de um

homem totalmente livre tem de encantadora não é a

descoberta do caráter não necessário das escolhas que

operamos no mundo, os medievais já sabiam disso, e sim

o fato de que o pensador italiano sugere que podemos

inventar uma natureza e também sua forma de estar no

mundo. Em outras palavras, somos os inventores de nossa

natureza e também de nossa história.

Newton Bignotto, O círculo e a linha. In: Adauto Novaes (org.), Tempo e história (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

Para se evitar o uso excessivo da palavra que, poderia ser feita a substituição do trecho “o fato de que o pensador” (l.17) por o fato do pensador, sem prejuízo da argumentação e correção gramatical do texto.

 

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1866408 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: EMBRAPA
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Nenhum autor sintetiza melhor do que Pico della

Mirandola a imagem que os pensadores italianos tinham

do homem. Ele nos fala de maneira eloqüente desse ser

cheio de potencialidades que, ao contrário dos outros

animais, recebeu de Deus o direito de forjar o próprio

rosto.

Um homem assim constituído certamente não

pode compreender sua passagem pelo mundo da mesma

forma que os homens a compreendiam em plena Idade

Média. Pico sugere não só que não somos prisioneiros de

nenhuma lei externa, mas que podemos escolher nossa

própria natureza, moldando-a segundo nossos desejos e

criando nossas próprias leis. O que essa imagem de um

homem totalmente livre tem de encantadora não é a

descoberta do caráter não necessário das escolhas que

operamos no mundo, os medievais já sabiam disso, e sim

o fato de que o pensador italiano sugere que podemos

inventar uma natureza e também sua forma de estar no

mundo. Em outras palavras, somos os inventores de nossa

natureza e também de nossa história.

Newton Bignotto, O círculo e a linha. In: Adauto Novaes (org.), Tempo e história (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

Pela natureza da informação, a oração “os medievais já sabiam disso” (l.16) poderia ser iniciada pela conjunção pois e demarcada pelo sinal de parênteses ou de duplo travessão no lugar de vírgulas.

 

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1866407 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: EMBRAPA
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Nenhum autor sintetiza melhor do que Pico della

Mirandola a imagem que os pensadores italianos tinham

do homem. Ele nos fala de maneira eloqüente desse ser

cheio de potencialidades que, ao contrário dos outros

animais, recebeu de Deus o direito de forjar o próprio

rosto.

Um homem assim constituído certamente não

pode compreender sua passagem pelo mundo da mesma

forma que os homens a compreendiam em plena Idade

Média. Pico sugere não só que não somos prisioneiros de

nenhuma lei externa, mas que podemos escolher nossa

própria natureza, moldando-a segundo nossos desejos e

criando nossas próprias leis. O que essa imagem de um

homem totalmente livre tem de encantadora não é a

descoberta do caráter não necessário das escolhas que

operamos no mundo, os medievais já sabiam disso, e sim

o fato de que o pensador italiano sugere que podemos

inventar uma natureza e também sua forma de estar no

mundo. Em outras palavras, somos os inventores de nossa

natureza e também de nossa história.

Newton Bignotto, O círculo e a linha. In: Adauto Novaes (org.), Tempo e história (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

Nas linhas 10 e 11, a repetição da conjunção “que” indica que a forma verbal “sugere” é complementada pelas duas orações iniciadas por essa conjunção, sendo, nesse caso, facultativa a segunda ocorrência da conjunção.

 

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1866406 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: EMBRAPA
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Nenhum autor sintetiza melhor do que Pico della

Mirandola a imagem que os pensadores italianos tinham

do homem. Ele nos fala de maneira eloqüente desse ser

cheio de potencialidades que, ao contrário dos outros

animais, recebeu de Deus o direito de forjar o próprio

rosto.

Um homem assim constituído certamente não

pode compreender sua passagem pelo mundo da mesma

forma que os homens a compreendiam em plena Idade

Média. Pico sugere não só que não somos prisioneiros de

nenhuma lei externa, mas que podemos escolher nossa

própria natureza, moldando-a segundo nossos desejos e

criando nossas próprias leis. O que essa imagem de um

homem totalmente livre tem de encantadora não é a

descoberta do caráter não necessário das escolhas que

operamos no mundo, os medievais já sabiam disso, e sim

o fato de que o pensador italiano sugere que podemos

inventar uma natureza e também sua forma de estar no

mundo. Em outras palavras, somos os inventores de nossa

natureza e também de nossa história.

Newton Bignotto, O círculo e a linha. In: Adauto Novaes (org.), Tempo e história (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

O pronome “a” (l.9) está empregado no feminino singular porque se refere a “sua passagem pelo mundo” (l.8).

 

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1866405 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: EMBRAPA
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Nenhum autor sintetiza melhor do que Pico della

Mirandola a imagem que os pensadores italianos tinham

do homem. Ele nos fala de maneira eloqüente desse ser

cheio de potencialidades que, ao contrário dos outros

animais, recebeu de Deus o direito de forjar o próprio

rosto.

Um homem assim constituído certamente não

pode compreender sua passagem pelo mundo da mesma

forma que os homens a compreendiam em plena Idade

Média. Pico sugere não só que não somos prisioneiros de

nenhuma lei externa, mas que podemos escolher nossa

própria natureza, moldando-a segundo nossos desejos e

criando nossas próprias leis. O que essa imagem de um

homem totalmente livre tem de encantadora não é a

descoberta do caráter não necessário das escolhas que

operamos no mundo, os medievais já sabiam disso, e sim

o fato de que o pensador italiano sugere que podemos

inventar uma natureza e também sua forma de estar no

mundo. Em outras palavras, somos os inventores de nossa

natureza e também de nossa história.

Newton Bignotto, O círculo e a linha. In: Adauto Novaes (org.), Tempo e história (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

Apesar de, no texto, serem focalizadas reflexões sobre situações e eventos passados e empregados vários verbos no pretérito, o que se diz a respeito de “Um homem assim constituído” (R.7) está no presente, pois, se a oração fosse considerada de pretérito, o verbo seria grafado podia ou pôde, em vez de “pode” (l.8).

 

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1866404 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: EMBRAPA
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Nenhum autor sintetiza melhor do que Pico della

Mirandola a imagem que os pensadores italianos tinham

do homem. Ele nos fala de maneira eloqüente desse ser

cheio de potencialidades que, ao contrário dos outros

animais, recebeu de Deus o direito de forjar o próprio

rosto.

Um homem assim constituído certamente não

pode compreender sua passagem pelo mundo da mesma

forma que os homens a compreendiam em plena Idade

Média. Pico sugere não só que não somos prisioneiros de

nenhuma lei externa, mas que podemos escolher nossa

própria natureza, moldando-a segundo nossos desejos e

criando nossas próprias leis. O que essa imagem de um

homem totalmente livre tem de encantadora não é a

descoberta do caráter não necessário das escolhas que

operamos no mundo, os medievais já sabiam disso, e sim

o fato de que o pensador italiano sugere que podemos

inventar uma natureza e também sua forma de estar no

mundo. Em outras palavras, somos os inventores de nossa

natureza e também de nossa história.

Newton Bignotto, O círculo e a linha. In: Adauto Novaes (org.), Tempo e história (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

Preservam-se a coerência e a correção gramatical do texto ao se utilizar, alternativamente, a preposição a no lugar da preposição “de” em “o direito de forjar” (l.5).

 

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1866403 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: EMBRAPA
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Nenhum autor sintetiza melhor do que Pico della

Mirandola a imagem que os pensadores italianos tinham

do homem. Ele nos fala de maneira eloqüente desse ser

cheio de potencialidades que, ao contrário dos outros

animais, recebeu de Deus o direito de forjar o próprio

rosto.

Um homem assim constituído certamente não

pode compreender sua passagem pelo mundo da mesma

forma que os homens a compreendiam em plena Idade

Média. Pico sugere não só que não somos prisioneiros de

nenhuma lei externa, mas que podemos escolher nossa

própria natureza, moldando-a segundo nossos desejos e

criando nossas próprias leis. O que essa imagem de um

homem totalmente livre tem de encantadora não é a

descoberta do caráter não necessário das escolhas que

operamos no mundo, os medievais já sabiam disso, e sim

o fato de que o pensador italiano sugere que podemos

inventar uma natureza e também sua forma de estar no

mundo. Em outras palavras, somos os inventores de nossa

natureza e também de nossa história.

Newton Bignotto, O círculo e a linha. In: Adauto Novaes (org.), Tempo e história (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

A expressão “ser cheio de potencialidades” (l.3-4), que qualifica “Pico della Mirandola”, evidencia a admiração do autor do texto por esse “pensador italiano” (l.17).

 

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1866402 Ano: 2006
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: EMBRAPA
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Nenhum autor sintetiza melhor do que Pico della

Mirandola a imagem que os pensadores italianos tinham

do homem. Ele nos fala de maneira eloqüente desse ser

cheio de potencialidades que, ao contrário dos outros

animais, recebeu de Deus o direito de forjar o próprio

rosto.

Um homem assim constituído certamente não

pode compreender sua passagem pelo mundo da mesma

forma que os homens a compreendiam em plena Idade

Média. Pico sugere não só que não somos prisioneiros de

nenhuma lei externa, mas que podemos escolher nossa

própria natureza, moldando-a segundo nossos desejos e

criando nossas próprias leis. O que essa imagem de um

homem totalmente livre tem de encantadora não é a

descoberta do caráter não necessário das escolhas que

operamos no mundo, os medievais já sabiam disso, e sim

o fato de que o pensador italiano sugere que podemos

inventar uma natureza e também sua forma de estar no

mundo. Em outras palavras, somos os inventores de nossa

natureza e também de nossa história.

Newton Bignotto, O círculo e a linha. In: Adauto Novaes (org.), Tempo e história (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

Para que esse texto faça parte de um documento oficial, respeitando-se as normas do padrão culto da língua portuguesa, a contração da preposição em “do” (l.1) deveria ser omitida ou, ao menos, o artigo nela presente deveria ser retirado.

 

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1866401 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: EMBRAPA
Provas:

A cada dia que passa, mais me convenço de que

vivemos num mundo inventado, e não apenas no que se

refere às tecnologias e valores que sustentam a vida, mas

no que diz respeito à história ou histórias que constituem

nosso passado.

Ferreira Gullar. Folha de S. Paulo. 29/1/2006 (com adaptações).

Julgue os seguintes itens a respeito do fragmento de texto acima.

Na linha 2, a repetição do termo “inventado” depois de “e” produziria redundância, que funcionaria como ênfase para a idéia expressa, sem prejudicar a coerência argumentativa ou a correção gramatical do texto.

 

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1866400 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: EMBRAPA
Provas:

A cada dia que passa, mais me convenço de que

vivemos num mundo inventado, e não apenas no que se

refere às tecnologias e valores que sustentam a vida, mas

no que diz respeito à história ou histórias que constituem

nosso passado.

Ferreira Gullar. Folha de S. Paulo. 29/1/2006 (com adaptações).

Julgue os seguintes itens a respeito do fragmento de texto acima.

A presença da preposição “de” (l.1) antes da conjunção “que” indica que esta introduz uma oração, de função substantiva, que complementa o verbo convencer.

 

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