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The recent drastic development of agriculture,
together with the growing societal interest in agricultural
practices and their consequences, pose a challenge to
agricultural science. There is a need for rethinking the
general methodology of agricultural research. This paper
takes some steps towards developing a systemic research
methodology that can meet this challenge — a general
self-reflexive methodology that forms a basis for doing
holistic or (with a better term) wholeness-oriented research
and provides appropriate criteria of scientific quality. From
a philosophy of research perspective, science is seen as an
interactive learning process with both a cognitive and a
social communicative aspect. This means, first of all, that
science plays a role in the world that it studies. A science that
influences its own subject area, such as agricultural science,
is named a systemic science. From this perspective, there is
a need to reconsider the role of values in science. Science is
not objective in the sense of being value-free. Values play,
and ought to play, an important role in science — not only in
form of constitutive values such as the norms of good
science, but also in the form of contextual values that enter
into the very process of science. This goes against the
traditional criterion of objectivity. Therefore, reflexive
objectivity is suggested as a new criterion for doing good
science, along with the criterion of relevance. Reflexive
objectivity implies that the communication of science must
include the cognitive context, which comprises the societal,
intentional, and observational context.
Internet:www.springerlink.com/(ki41qf55sf3ene3ldnx4vy55)/app/home/contribution.asp?referrer=parent&backto=issue,2,12;journal,15,80;linkingpublicationresults,1:102841,1 (with adaptations).
Based on the text above, judge the following items.
Never before has agricultural science faced the challenge it is now experiencing.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisAspectos Gerais da Redação Oficial
- Outros Manuais de RedaçãoManual de Redação da Presidência da República (2ªEd)
Até algumas décadas atrás, emoções eram um
assunto inacessível para a ciência. Como medir e reproduzir,
em condições de laboratório, estados de raiva, alegria,
depressão? Até mesmo os tratados de psicologia
confessavam sua dificuldade ao lidar com o tema. Mas a
neurociência começou a mudar esse quadro a partir dos anos
80, e suas descobertas sobre o lado físico das emoções estão
enriquecendo nossa compreensão sobre conceitos como a
memória, a realidade e a capacidade que temos de beneficiar
ou prejudicar nossa saúde.
A chave das investigações científicas na área são
moléculas de proteínas — de um lado, os neuropeptídios, e
de outro, os receptores. Os primeiros, elaborados e liberados
por células do cérebro e de outras partes do corpo, levam
mensagens e unem-se aos segundos, distribuídos pelo
organismo.
As pesquisas ainda não chegaram a determinar com
exatidão quais neuropeptídios respondem pela felicidade,
pela tristeza ou por outros estados do gênero. Mas os
cientistas sabem que eles existem por diversas evidências
colhidas nas últimas décadas.
Eduardo Araia. Planeta, nov./2005, p. 52-3 (com adaptações)
A partir do texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Por apresentar clareza, formalidade, objetividade e obediência às regras do padrão de língua portuguesa próprio de documentos oficiais, o terceiro parágrafo do texto está adequado para encerrar um relatório a que fosse acrescentado o seguinte fecho:
Brasília, 23 de março de 2006
Cleonaldo Vigêncio Netto
Cleonaldo Vigêncio Netto
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Até algumas décadas atrás, emoções eram um
assunto inacessível para a ciência. Como medir e reproduzir,
em condições de laboratório, estados de raiva, alegria,
depressão? Até mesmo os tratados de psicologia
confessavam sua dificuldade ao lidar com o tema. Mas a
neurociência começou a mudar esse quadro a partir dos anos
80, e suas descobertas sobre o lado físico das emoções estão
enriquecendo nossa compreensão sobre conceitos como a
memória, a realidade e a capacidade que temos de beneficiar
ou prejudicar nossa saúde.
A chave das investigações científicas na área são
moléculas de proteínas — de um lado, os neuropeptídios, e
de outro, os receptores. Os primeiros, elaborados e liberados
por células do cérebro e de outras partes do corpo, levam
mensagens e unem-se aos segundos, distribuídos pelo
organismo.
As pesquisas ainda não chegaram a determinar com
exatidão quais neuropeptídios respondem pela felicidade,
pela tristeza ou por outros estados do gênero. Mas os
cientistas sabem que eles existem por diversas evidências
colhidas nas últimas décadas.
Eduardo Araia. Planeta, nov./2005, p. 52-3 (com adaptações)
A partir do texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Subentende-se do segundo parágrafo do texto que “receptores” são moléculas; por isso, torna-se mais claro o texto se for escrito, explicitamente as moléculas dos segundos em lugar de, apenas, “aos segundos” (l.15).
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Até algumas décadas atrás, emoções eram um
assunto inacessível para a ciência. Como medir e reproduzir,
em condições de laboratório, estados de raiva, alegria,
depressão? Até mesmo os tratados de psicologia
confessavam sua dificuldade ao lidar com o tema. Mas a
neurociência começou a mudar esse quadro a partir dos anos
80, e suas descobertas sobre o lado físico das emoções estão
enriquecendo nossa compreensão sobre conceitos como a
memória, a realidade e a capacidade que temos de beneficiar
ou prejudicar nossa saúde.
A chave das investigações científicas na área são
moléculas de proteínas — de um lado, os neuropeptídios, e
de outro, os receptores. Os primeiros, elaborados e liberados
por células do cérebro e de outras partes do corpo, levam
mensagens e unem-se aos segundos, distribuídos pelo
organismo.
As pesquisas ainda não chegaram a determinar com
exatidão quais neuropeptídios respondem pela felicidade,
pela tristeza ou por outros estados do gênero. Mas os
cientistas sabem que eles existem por diversas evidências
colhidas nas últimas décadas.
Eduardo Araia. Planeta, nov./2005, p. 52-3 (com adaptações)
A partir do texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Preserva-se a coerência textual e respeitam-se as regras gramaticais do padrão culto ao se substituir “são” (l.11) por está nas.
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Até algumas décadas atrás, emoções eram um
assunto inacessível para a ciência. Como medir e reproduzir,
em condições de laboratório, estados de raiva, alegria,
depressão? Até mesmo os tratados de psicologia
confessavam sua dificuldade ao lidar com o tema. Mas a
neurociência começou a mudar esse quadro a partir dos anos
80, e suas descobertas sobre o lado físico das emoções estão
enriquecendo nossa compreensão sobre conceitos como a
memória, a realidade e a capacidade que temos de beneficiar
ou prejudicar nossa saúde.
A chave das investigações científicas na área são
moléculas de proteínas — de um lado, os neuropeptídios, e
de outro, os receptores. Os primeiros, elaborados e liberados
por células do cérebro e de outras partes do corpo, levam
mensagens e unem-se aos segundos, distribuídos pelo
organismo.
As pesquisas ainda não chegaram a determinar com
exatidão quais neuropeptídios respondem pela felicidade,
pela tristeza ou por outros estados do gênero. Mas os
cientistas sabem que eles existem por diversas evidências
colhidas nas últimas décadas.
Eduardo Araia. Planeta, nov./2005, p. 52-3 (com adaptações)
A partir do texto acima, julgue os itens subseqüentes.
O desenvolvimento das idéias do texto permite que se substitua o termo “os tratados de psicologia” (l.4) por a psicologia, identificando-se apenas a área do conhecimento, sem que a correção gramatical do texto fique prejudicada.
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Até algumas décadas atrás, emoções eram um
assunto inacessível para a ciência. Como medir e reproduzir,
em condições de laboratório, estados de raiva, alegria,
depressão? Até mesmo os tratados de psicologia
confessavam sua dificuldade ao lidar com o tema. Mas a
neurociência começou a mudar esse quadro a partir dos anos
80, e suas descobertas sobre o lado físico das emoções estão
enriquecendo nossa compreensão sobre conceitos como a
memória, a realidade e a capacidade que temos de beneficiar
ou prejudicar nossa saúde.
A chave das investigações científicas na área são
moléculas de proteínas — de um lado, os neuropeptídios, e
de outro, os receptores. Os primeiros, elaborados e liberados
por células do cérebro e de outras partes do corpo, levam
mensagens e unem-se aos segundos, distribuídos pelo
organismo.
As pesquisas ainda não chegaram a determinar com
exatidão quais neuropeptídios respondem pela felicidade,
pela tristeza ou por outros estados do gênero. Mas os
cientistas sabem que eles existem por diversas evidências
colhidas nas últimas décadas.
Eduardo Araia. Planeta, nov./2005, p. 52-3 (com adaptações)
A partir do texto acima, julgue os itens subseqüentes.
A expressão “Até mesmo” (l.4) enfatiza a dificuldade para se lidar com as emoções em condições de laboratório; mas sua retirada do texto, com os devidos ajustes nas letras minúsculas, não provoca erro gramatical ou textual.
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Até algumas décadas atrás, emoções eram um
assunto inacessível para a ciência. Como medir e reproduzir,
em condições de laboratório, estados de raiva, alegria,
depressão? Até mesmo os tratados de psicologia
confessavam sua dificuldade ao lidar com o tema. Mas a
neurociência começou a mudar esse quadro a partir dos anos
80, e suas descobertas sobre o lado físico das emoções estão
enriquecendo nossa compreensão sobre conceitos como a
memória, a realidade e a capacidade que temos de beneficiar
ou prejudicar nossa saúde.
A chave das investigações científicas na área são
moléculas de proteínas — de um lado, os neuropeptídios, e
de outro, os receptores. Os primeiros, elaborados e liberados
por células do cérebro e de outras partes do corpo, levam
mensagens e unem-se aos segundos, distribuídos pelo
organismo.
As pesquisas ainda não chegaram a determinar com
exatidão quais neuropeptídios respondem pela felicidade,
pela tristeza ou por outros estados do gênero. Mas os
cientistas sabem que eles existem por diversas evidências
colhidas nas últimas décadas.
Eduardo Araia. Planeta, nov./2005, p. 52-3 (com adaptações)
A partir do texto acima, julgue os itens subseqüentes.
O deslocamento do termo “em condições de laboratório” (l.3) para depois de “depressão” (l.4) preserva a coerência e a correção gramatical do texto, desde que sejam feitos ajustes na pontuação obtendo-se: Como medir e reproduzir estados de raiva, alegria, depressão em condições de laboratório?
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Até algumas décadas atrás, emoções eram um
assunto inacessível para a ciência. Como medir e reproduzir,
em condições de laboratório, estados de raiva, alegria,
depressão? Até mesmo os tratados de psicologia
confessavam sua dificuldade ao lidar com o tema. Mas a
neurociência começou a mudar esse quadro a partir dos anos
80, e suas descobertas sobre o lado físico das emoções estão
enriquecendo nossa compreensão sobre conceitos como a
memória, a realidade e a capacidade que temos de beneficiar
ou prejudicar nossa saúde.
A chave das investigações científicas na área são
moléculas de proteínas — de um lado, os neuropeptídios, e
de outro, os receptores. Os primeiros, elaborados e liberados
por células do cérebro e de outras partes do corpo, levam
mensagens e unem-se aos segundos, distribuídos pelo
organismo.
As pesquisas ainda não chegaram a determinar com
exatidão quais neuropeptídios respondem pela felicidade,
pela tristeza ou por outros estados do gênero. Mas os
cientistas sabem que eles existem por diversas evidências
colhidas nas últimas décadas.
Eduardo Araia. Planeta, nov./2005, p. 52-3 (com adaptações)
A partir do texto acima, julgue os itens subseqüentes.
A inserção da forma verbal há depois de “Até” (l.1) preserva a coerência e a correção gramatical do texto, com a vantagem de enfatizar o tempo transcorrido.
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Até algumas décadas atrás, emoções eram um
assunto inacessível para a ciência. Como medir e reproduzir,
em condições de laboratório, estados de raiva, alegria,
depressão? Até mesmo os tratados de psicologia
confessavam sua dificuldade ao lidar com o tema. Mas a
neurociência começou a mudar esse quadro a partir dos anos
80, e suas descobertas sobre o lado físico das emoções estão
enriquecendo nossa compreensão sobre conceitos como a
memória, a realidade e a capacidade que temos de beneficiar
ou prejudicar nossa saúde.
A chave das investigações científicas na área são
moléculas de proteínas — de um lado, os neuropeptídios, e
de outro, os receptores. Os primeiros, elaborados e liberados
por células do cérebro e de outras partes do corpo, levam
mensagens e unem-se aos segundos, distribuídos pelo
organismo.
As pesquisas ainda não chegaram a determinar com
exatidão quais neuropeptídios respondem pela felicidade,
pela tristeza ou por outros estados do gênero. Mas os
cientistas sabem que eles existem por diversas evidências
colhidas nas últimas décadas.
Eduardo Araia. Planeta, nov./2005, p. 52-3 (com adaptações)
A partir do texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Depreende-se da argumentação do texto que as emoções estão enriquecendo nossa compreensão sobre a memória desde que a neurociência vem demonstrando que elas também têm um lado físico prejudicial à saúde do cérebro.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisAspectos Gerais da Redação Oficial
A tentativa de entender o mundo esbarra, logo de
cara, em um obstáculo formidável: não sabemos como existe,
nem como funciona, nossa principal ferramenta para lidar
com o universo, a mente. É que graças a ela temos
consciência, individualidade e desenvolvemos técnicas como
aprender, avaliar, detestar, opinar. Também é por meio da
mente que detectamos os “sintomas” biológicos de um estado
de espírito, como o amor e o prazer. Em um caminho
inverso, por meio de estímulos químicos, chegamos a
resultados comportamentais. Mas a ponte entre um lado e
outro ainda é um mistério. A mente é mais do que a atividade
elétrica e química do cérebro.
Revista do Correio, 12/2/2006, p. 23 (com adaptações).
Julgue os seguintes itens a respeito da organização das estruturas lingüísticas no texto.
Para que o texto faça parte de um documento oficial, como um relatório, por exemplo, as normas do padrão culto da língua portuguesa devem ser respeitadas; isso é possível substituindo-se “esbarra” (l.1) por encontra; “de cara” (l.1-2) por de início; “É que graças” (l.4) por Graças; ‘sintomas’ (l.7) por indícios; “ponte” (l.10) por ligação.
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