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Foram encontradas 265 questões.

2483078 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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A Política Nacional de Saúde Mental busca consolidar um modelo de atenção aberto e de base comunitária.
Com base na Política Nacional de Saúde Mental, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) estabelece os pontos de atenção para o atendimento de pessoas com problemas renais.
II. Constitui diretriz para o funcionamento da Rede de Atenção Psicossocial o respeito aos direitos humanos, garantindo a autonomia e a liberdade das pessoas.
III. São objetivos gerais da Rede de Atenção Psicossocial garantir a articulação e integração dos pontos de atenção das redes de saúde no território.
IV. São objetivos específicos da Rede de Atenção Psicossocial prevenir o consumo e a dependência de crack, álcool e outras drogas.
 

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2483066 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Ao longo da elaboração da teoria do contrato administrativo, emergiram suas notas características que o diferenciavam do contrato de direito privado. Assinale a alternativa que apresenta somente alguns dos aspectos fundamentais do regime jurídico dos contratos administrativos clássicos.
 

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2483001 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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O firewall ou “parede de fogo” é um sistema que atua, como ponto único de defesa entre a rede privada e a rede pública, podendo ainda controlar o tráfego entre as sub-redes de uma rede privada. Embora existam muitos programas que se vendem com a denominação de firewall, um firewall não é um programa e sim um conjunto de hardware e software destinado a garantir a segurança de uma rede que possui várias funções.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma de suas principais funções.
 

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2482937 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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O cinema brasileiro está em constante ascensão em âmbito nacional e internacional. Já é comum a presença de atores e atrizes brasileiros em filmes de hollywood, como o ator Rodrigo Santoro, ou a atriz Alice Braga. Porém não são apenas os atores brasileiros que estão em destaque, um diretor de cinema ganhou destaque no cenário internacional nos últimos anos, principalmente após os filmes “Tropa de Elite” e “Tropa de Elite 2”, e foi chamado para dirigir um filme americano de destaque, o remake do clássico Robocop.
Sobre o assunto, assinale a alternativa que apresenta o nome desse diretor.
 

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2482877 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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A tecnologia AJAX foi desenvolvida para gerar uma maior iteratividade entre o usuário e a aplicação web, proporcionando mais velocidade nos processos executados, baseando-se em requisições assíncronas, nas quais não há a necessidade do carregamento de toda a página da web. A tecnologia AJAX foi desenvolvida com base em uma linguagem de programação, assinale a alternativa que aponta essa linguagem.
 

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2482833 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Assinale a alternativa que apresenta uma ferramenta de testes automatizados amplamente utilizada em desenvolvimento com Java.
 

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2482782 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Violência revolucionária é vista como legítima pela extrema-esquerda
Rodrigo Constantino
Em sua coluna [...] no GLOBO, Denis Rosenfield argumenta, corretamente, que a morte do cinegrafista Santiago Andrade não foi um simples acidente, mas foi um assassinato político, algo que parecia inevitável com o tempo após tantos “formadores” de opinião defenderem os métodos dos black blocs.
Rosenfield afirma que, após a desgraça e a forte reação da opinião pública, esses mesmos que antes aplaudiam os mascarados agora se fazem de inocentes, como se não tivessem nada a ver com a violência perpetrada pelos vândalos sob o manto da ideologia anticapitalista.
Se fossem grupos de extrema-direita nas ruas, a reação seria completamente diferente. Haveria gritos de “fascistas” por todo lugar. Como são criminosos que estão associados à esquerda, então não acontece nada disso. Ficam impunes, a esquerda em si não é acusada, e o que foi um assassinato político se torna um acidente isolado. Como sempre, temos um peso para duas medidas.
O que já está mais do que provado é que boa parte da esquerda mais radical não vê problema algum na violência como arma revolucionária. Para essas pessoas, atos de vandalismo, de depredação, agressão ou mesmo terrorismo são vistos como legítimos para destruir o sistema capitalista e instaurar o “paraíso” socialista. Diz Rosenfield:
Nas Jornadas de Junho já tinha ficado patente o charme que a violência dos black blocs exercia sobre uma esquerda nostálgica do período áureo do marxismo. É como se fosse um recurso legítimo dos descontentes e revoltados contra o status quo, o “capitalismo”, a “burguesia”, os “conservadores” e a direita em geral. Tudo estaria justificado em nome da moralidade de um fim maior, que seria uma sociedade sem classes, chamada de socialismo ou comunismo. Quando a violência era mencionada, o era apenas com o objetivo de denominar a ação policial mediante o recurso da força. O jogo ideologicamente encenado era o seguinte: a violência da extrema-esquerda seria legítima e moralmente justificada, enquanto o uso da polícia para coibir essa violência seria ilegítimo e imoral. Mesmo máscaras chegaram a ser justificadas. Seria a estética de uma violência glamourizada.
A extrema-esquerda, por exemplo, personificada no PSOL, que agora procura se dissociar do assassinato do cinegrafista da Band, ainda dizia há pouco tempo atrás, na fala de seu secretário-geral: “Em tese, as táticas black bloc dispõem-se a proteger manifestações da sociedade civil contra ações truculentas das forças do Estado.” E ainda completou: “Não nos parece que o conceito da tática black bloc seja algo retrógrado ou mesmo indesejável em essência e propósitos originais. É algo progressivo, politicamente moderno, trazido pelas mãos da dialética na história.” Eis a “modernidade dialética” do assassinato, travestido de ato revolucionário.
O crime ou mesmo o assassinato fazem parte do percurso nessa construção de um “mundo melhor”. Por isso um assassino como o italiano Cesare Battisti encontra tanto apoio entre o PSOL e o PT. Para eles, as vítimas inocentes do criminoso são ignoradas, e suas supostas finalidades – lutar pelo socialismo e combater o capitalismo – merecem toda a atenção.
Quando os fins justificam quaisquer meios, temos o caminho aberto para todo tipo de atrocidade, com a consciência limpa dos criminosos, pois se enxergam como os revolucionários da Boa Nova. Os black blocs são apenas a nova roupagem desta velha doença. A extrema- esquerda é responsável pela morte de Santiago Andrade, por mais que se finja de inocente. O vermelho de suas bandeiras se mistura ao sangue das vítimas inocentes de sua violência “revolucionária”.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/lei-e-ordem/
violencia-revolucionaria-e-vista-como-legitima-pela-extrema-esquerda/
Em “Como são criminosos que estão associados à esquerda...”, a crase foi utilizada
 

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2482672 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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A Constituição Federal atribui à União a prestação dos seguintes serviços públicos, EXCETO

 

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2482663 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Do ponto de vista cognitivo, é correto afirmar que a construção das operações lógicas é a ocorrência mais importante que se dá no período
 

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2482446 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Violência revolucionária é vista como legítima pela extrema-esquerda
Rodrigo Constantino
Em sua coluna [...] no GLOBO, Denis Rosenfield argumenta, corretamente, que a morte do cinegrafista Santiago Andrade não foi um simples acidente, mas foi um assassinato político, algo que parecia inevitável com o tempo após tantos “formadores” de opinião defenderem os métodos dos black blocs.
Rosenfield afirma que, após a desgraça e a forte reação da opinião pública, esses mesmos que antes aplaudiam os mascarados agora se fazem de inocentes, como se não tivessem nada a ver com a violência perpetrada pelos vândalos sob o manto da ideologia anticapitalista.
Se fossem grupos de extrema-direita nas ruas, a reação seria completamente diferente. Haveria gritos de “fascistas” por todo lugar. Como são criminosos que estão associados à esquerda, então não acontece nada disso. Ficam impunes, a esquerda em si não é acusada, e o que foi um assassinato político se torna um acidente isolado. Como sempre, temos um peso para duas medidas.
O que já está mais do que provado é que boa parte da esquerda mais radical não vê problema algum na violência como arma revolucionária. Para essas pessoas, atos de vandalismo, de depredação, agressão ou mesmo terrorismo são vistos como legítimos para destruir o sistema capitalista e instaurar o “paraíso” socialista. Diz Rosenfield:
Nas Jornadas de Junho já tinha ficado patente o charme que a violência dos black blocs exercia sobre uma esquerda nostálgica do período áureo do marxismo. É como se fosse um recurso legítimo dos descontentes e revoltados contra o status quo, o “capitalismo”, a “burguesia”, os “conservadores” e a direita em geral. Tudo estaria justificado em nome da moralidade de um fim maior, que seria uma sociedade sem classes, chamada de socialismo ou comunismo. Quando a violência era mencionada, o era apenas com o objetivo de denominar a ação policial mediante o recurso da força. O jogo ideologicamente encenado era o seguinte: a violência da extrema-esquerda seria legítima e moralmente justificada, enquanto o uso da polícia para coibir essa violência seria ilegítimo e imoral. Mesmo máscaras chegaram a ser justificadas. Seria a estética de uma violência glamourizada.
A extrema-esquerda, por exemplo, personificada no PSOL, que agora procura se dissociar do assassinato do cinegrafista da Band, ainda dizia há pouco tempo atrás, na fala de seu secretário-geral: “Em tese, as táticas black bloc dispõem-se a proteger manifestações da sociedade civil contra ações truculentas das forças do Estado.” E ainda completou: “Não nos parece que o conceito da tática black bloc seja algo retrógrado ou mesmo indesejável em essência e propósitos originais. É algo progressivo, politicamente moderno, trazido pelas mãos da dialética na história.” Eis a “modernidade dialética” do assassinato, travestido de ato revolucionário.
O crime ou mesmo o assassinato fazem parte do percurso nessa construção de um “mundo melhor”. Por isso um assassino como o italiano Cesare Battisti encontra tanto apoio entre o PSOL e o PT. Para eles, as vítimas inocentes do criminoso são ignoradas, e suas supostas finalidades – lutar pelo socialismo e combater o capitalismo – merecem toda a atenção.
Quando os fins justificam quaisquer meios, temos o caminho aberto para todo tipo de atrocidade, com a consciência limpa dos criminosos, pois se enxergam como os revolucionários da Boa Nova. Os black blocs são apenas a nova roupagem desta velha doença. A extrema- esquerda é responsável pela morte de Santiago Andrade, por mais que se finja de inocente. O vermelho de suas bandeiras se mistura ao sangue das vítimas inocentes de sua violência “revolucionária”.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/lei-e-ordem/
violencia-revolucionaria-e-vista-como-legitima-pela-extrema-esquerda/
Em “... e o que foi um assassinato político se torna um acidente isolado...”, o termo destacado exerce função de
 

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