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Foram encontradas 265 questões.

2482396 Ano: 2014
Disciplina: Direito Processual do Trabalho
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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A respeito do procedimento sumaríssimo no dissídio individual, assinale a alternativa correta.
 

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2482369 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Existem cinco fases no desenvolvimento de sistemas de software. Estas cinco fases não devem ser executadas em uma ordem descrita, mas concomitantemente, de forma que problemas detectados numa certa fase modifiquem e melhorem as fases desenvolvidas anteriormente, de modo que o resultado global gere um produto de alta qualidade e performance.
Assinale a alternativa que apresenta as cinco fases do desenvolvimento de um sistema em UML.
 

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2482362 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Qual índice refere-se ao lucro gerado pela empresa e é de interesse de seus sócios, que, por ele, verifica-se a remuneração do capital aplicado, e de terceiros, como os bancos e fornecedores, que medem a capacidade de pagamento das dívidas assumidas pela empresa?
 

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2482219 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
Qual é o nome atribuído à reunião de material sobre determinado tema, com o objetivo de informar o assessorado ou jornalista, incluindo fartas e variadas informações, como: clipping, releases, documentos, análises, relatórios, dados estruturados ou brutos?
 

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2482211 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
As funções da linguagem influenciam fortemente na construção de textos jornalísticos. Para isso, é necessário conhecer suas estruturas.
Considerando as informações, analise a imagem a seguir e assinale a alternativa correta a respeito de qual função a imagem representa.
Enunciado 2649423-1
 

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2482147 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Sobre a terapia comunitária como estratégia de saúde mental comunitária, assinale a alternativa correta.
 

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2482095 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
“O LEGADO SANTIAGO”
Carlos José Marques
A inaceitável morte de Santiago traz alertas importantes para a democracia brasileira. A escalada da violência promovida por bandos de vândalos, arruaceiros sem causa e extremistas desvairados passou de todos os limites e precisa ser contida – o quanto antes! – na letra da lei. O caráter fascistoide dos chamados black blocs já estava mais do que evidente quando eles se infiltraram nas manifestações de rua ainda em meados do ano passado, mas a indulgência generalizada para com os seus atos só aumentou o tamanho do problema. Setores da sociedade – de entidades de direitos humanos a organizações de classe – saíram em defesa de suas ações, levados por um liberalismo distorcido e inconsequente. A radicalização cresceu com pouca, ou nenhuma, resistência. Os black blocs, equivocadamente glamorizados como meros rebeldes, tomaram conta! Seguiram cometendo barbáries em nome de um anarquismo anacrônico e criminoso, até culminar com o lamentável atentado contra Santiago. Não importa se Santiago, o cinegrafista Santiago Andrade, estava na mira ou não de seus algozes. Foi a vítima fatal de um ataque inclemente contra toda a sociedade. Já está provado que, ao saírem com armas, mascarados e insuflados pelos piores sentimentos, os black blocs atuam como bandidos. Depredam o patrimônio, promovem agressões, aniquilam o direito à informação perseguindo jornalistas e até ceifam vidas. É imprescindível que respondam por isso. E os instrumentos para puni-los exemplarmente e, em alguns casos, trancafiá-los estão aí, sem necessidade de revisões. Os black blocs podem e devem ser enquadrados no Código Penal.
Não são meros manifestantes e, separado o joio do trigo, os protestos legítimos da baderna pura e simples, parece haver na outra ponta do processo riscos crescentes de se responder à violência com mais violência. Um irrefreável pendor autoritário grassa com fervor nesse ambiente. Movido pelo despreparo da força policial e por casuísmos vindos de alas populistas da política. É certo, a radicalização pode tomar corpo de várias maneiras. Na forma de um projeto de lei antiterrorismo como o que está em estudo no Congresso, por exemplo. Com um texto de autoria do petista Paulo Paim, repleto de generalizações que abre margem a interpretações variadas, a proposta, em certos parágrafos, assemelha-se às piores leis praticadas no período dos regimes de exceção. Animados para surfar na indignação geral, parlamentares podem com ela inaugurar uma espécie de nova era de macarthismo à brasileira, na qual autoridades estariam municiadas para perseguir inclusive eventuais opositores do sistema ou desafetos. A lei antiterrorismo em discussão, nos termos em que está posta, não auxilia no processo. Só confunde as ações. De outra parte, o relaxamento ou leniência do aparato policial para com os extremistas contribuiu para entornar o caldo. Há de se perguntar: por que os comandos da PM, com todo o arsenal de informações e tecnologia disponível, não conseguiram aplicar inteligência às suas operações, de modo a distinguir criminosos, facilmente identificáveis, em meio aos populares que muitas vezes foram às ruas em protestos legítimos? Barrar o avanço da delinquência dos black blocs e de suas milícias, que transformam cidades em verdadeiros campos de guerra – e sabotam o impulso democrático de mobilização livre e ordeira para manifestar inconformismos –, é um desafio tão grande como o de garantir o funcionamento sereno e equilibrado das instituições. Vencer esses desafios será o maior legado em memória de Santiago.
Adaptado de http://www.istoe.com.br/assuntos/detalhe/348191_O+LEGADO+SANTIAGO
“Animados para surfar na indignação geral, parlamentares podem com ela inaugurar uma espécie de nova era de macarthismo à brasileira...”
O termo destacado no período acima refere-se
 

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2482033 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Violência revolucionária é vista como legítima pela extrema-esquerda
Rodrigo Constantino
Em sua coluna [...] no GLOBO, Denis Rosenfield argumenta, corretamente, que a morte do cinegrafista Santiago Andrade não foi um simples acidente, mas foi um assassinato político, algo que parecia inevitável com o tempo após tantos “formadores” de opinião defenderem os métodos dos black blocs.
Rosenfield afirma que, após a desgraça e a forte reação da opinião pública, esses mesmos que antes aplaudiam os mascarados agora se fazem de inocentes, como se não tivessem nada a ver com a violência perpetrada pelos vândalos sob o manto da ideologia anticapitalista.
Se fossem grupos de extrema-direita nas ruas, a reação seria completamente diferente. Haveria gritos de “fascistas” por todo lugar. Como são criminosos que estão associados à esquerda, então não acontece nada disso. Ficam impunes, a esquerda em si não é acusada, e o que foi um assassinato político se torna um acidente isolado. Como sempre, temos um peso para duas medidas.
O que já está mais do que provado é que boa parte da esquerda mais radical não vê problema algum na violência como arma revolucionária. Para essas pessoas, atos de vandalismo, de depredação, agressão ou mesmo terrorismo são vistos como legítimos para destruir o sistema capitalista e instaurar o “paraíso” socialista. Diz Rosenfield:
Nas Jornadas de Junho já tinha ficado patente o charme que a violência dos black blocs exercia sobre uma esquerda nostálgica do período áureo do marxismo. É como se fosse um recurso legítimo dos descontentes e revoltados contra o status quo, o “capitalismo”, a “burguesia”, os “conservadores” e a direita em geral. Tudo estaria justificado em nome da moralidade de um fim maior, que seria uma sociedade sem classes, chamada de socialismo ou comunismo. Quando a violência era mencionada, o era apenas com o objetivo de denominar a ação policial mediante o recurso da força. O jogo ideologicamente encenado era o seguinte: a violência da extrema-esquerda seria legítima e moralmente justificada, enquanto o uso da polícia para coibir essa violência seria ilegítimo e imoral. Mesmo máscaras chegaram a ser justificadas. Seria a estética de uma violência glamourizada.
A extrema-esquerda, por exemplo, personificada no PSOL, que agora procura se dissociar do assassinato do cinegrafista da Band, ainda dizia há pouco tempo atrás, na fala de seu secretário-geral: “Em tese, as táticas black bloc dispõem-se a proteger manifestações da sociedade civil contra ações truculentas das forças do Estado.” E ainda completou: “Não nos parece que o conceito da tática black bloc seja algo retrógrado ou mesmo indesejável em essência e propósitos originais. É algo progressivo, politicamente moderno, trazido pelas mãos da dialética na história.” Eis a “modernidade dialética” do assassinato, travestido de ato revolucionário.
O crime ou mesmo o assassinato fazem parte do percurso nessa construção de um “mundo melhor”. Por isso um assassino como o italiano Cesare Battisti encontra tanto apoio entre o PSOL e o PT. Para eles, as vítimas inocentes do criminoso são ignoradas, e suas supostas finalidades – lutar pelo socialismo e combater o capitalismo – merecem toda a atenção.
Quando os fins justificam quaisquer meios, temos o caminho aberto para todo tipo de atrocidade, com a consciência limpa dos criminosos, pois se enxergam como os revolucionários da Boa Nova. Os black blocs são apenas a nova roupagem desta velha doença. A extrema- esquerda é responsável pela morte de Santiago Andrade, por mais que se finja de inocente. O vermelho de suas bandeiras se mistura ao sangue das vítimas inocentes de sua violência “revolucionária”.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/lei-e-ordem/
violencia-revolucionaria-e-vista-como-legitima-pela-extrema-esquerda/
“Quando a violência era mencionada, o era apenas com o objetivo de denominar a ação policial mediante o recurso da força.”
A vírgula foi utilizada no período acima para
 

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Questão presente nas seguintes provas
2481998 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Inserir trechos de conteúdo reutilizável, incluindo campos, propriedade de documento como título e autor quaisquer fragmentos de texto pré-formatado, no processador de texto Microsoft Word 2010 (instalação padrão, versão Português/Brasil), é função da ferramenta
 

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2481967 Ano: 2014
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
O empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário
I. até 2 (dois) dias consecutivos, em caso de falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que, declarada em sua carteira de trabalho e previdência social, viva sob sua dependência econômica.
II. até 3 (três) dias consecutivos, em virtude de casamento.
III. por um dia, em caso de nascimento de filho no decorrer da primeira semana.
IV. por um dia, em cada 06 (seis) meses de trabalho, em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada.
 

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