Foram encontradas 265 questões.
A modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação, denomina-se
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“O LEGADO SANTIAGO”
Carlos José Marques
A inaceitável morte de Santiago traz alertas importantes para a democracia brasileira. A escalada da violência promovida por bandos de vândalos, arruaceiros sem causa e extremistas desvairados passou de todos os limites e precisa ser contida – o quanto antes! – na letra da lei. O caráter fascistoide dos chamados black blocs já estava mais do que evidente quando eles se infiltraram nas manifestações de rua ainda em meados do ano passado, mas a indulgência generalizada para com os seus atos só aumentou o tamanho do problema. Setores da sociedade – de entidades de direitos humanos a organizações de classe – saíram em defesa de suas ações, levados por um liberalismo distorcido e inconsequente. A radicalização cresceu com pouca, ou nenhuma, resistência. Os black blocs, equivocadamente glamorizados como meros rebeldes, tomaram conta! Seguiram cometendo barbáries em nome de um anarquismo anacrônico e criminoso, até culminar com o lamentável atentado contra Santiago. Não importa se Santiago, o cinegrafista Santiago Andrade, estava na mira ou não de seus algozes. Foi a vítima fatal de um ataque inclemente contra toda a sociedade. Já está provado que, ao saírem com armas, mascarados e insuflados pelos piores sentimentos, os black blocs atuam como bandidos. Depredam o patrimônio, promovem agressões, aniquilam o direito à informação perseguindo jornalistas e até ceifam vidas. É imprescindível que respondam por isso. E os instrumentos para puni-los exemplarmente e, em alguns casos, trancafiá-los estão aí, sem necessidade de revisões. Os black blocs podem e devem ser enquadrados no Código Penal.
Não são meros manifestantes e, separado o joio do trigo, os protestos legítimos da baderna pura e simples, parece haver na outra ponta do processo riscos crescentes de se responder à violência com mais violência. Um irrefreável pendor autoritário grassa com fervor nesse ambiente. Movido pelo despreparo da força policial e por casuísmos vindos de alas populistas da política. É certo, a radicalização pode tomar corpo de várias maneiras. Na forma de um projeto de lei antiterrorismo como o que está em estudo no Congresso, por exemplo. Com um texto de autoria do petista Paulo Paim, repleto de generalizações que abre margem a interpretações variadas, a proposta, em certos parágrafos, assemelha-se às piores leis praticadas no período dos regimes de exceção. Animados para surfar na indignação geral, parlamentares podem com ela inaugurar uma espécie de nova era de macarthismo à brasileira, na qual autoridades estariam municiadas para perseguir inclusive eventuais opositores do sistema ou desafetos. A lei antiterrorismo em discussão, nos termos em que está posta, não auxilia no processo. Só confunde as ações. De outra parte, o relaxamento ou leniência do aparato policial para com os extremistas contribuiu para entornar o caldo. Há de se perguntar: por que os comandos da PM, com todo o arsenal de informações e tecnologia disponível, não conseguiram aplicar inteligência às suas operações, de modo a distinguir criminosos, facilmente identificáveis, em meio aos populares que muitas vezes foram às ruas em protestos legítimos? Barrar o avanço da delinquência dos black blocs e de suas milícias, que transformam cidades em verdadeiros campos de guerra – e sabotam o impulso democrático de mobilização livre e ordeira para manifestar inconformismos –, é um desafio tão grande como o de garantir o funcionamento sereno e equilibrado das instituições. Vencer esses desafios será o maior legado em memória de Santiago.
Adaptado de http://www.istoe.com.br/assuntos/detalhe/348191_O+LEGADO+SANTIAGO
Em “insuflados pelos piores sentimentos...”, o termo destacado pode ser substituído, sem prejuízo semântico por
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Violência revolucionária é vista como legítima pela extrema-esquerda
Rodrigo Constantino
Em sua coluna [...] no GLOBO, Denis Rosenfield argumenta, corretamente, que a morte do cinegrafista Santiago Andrade não foi um simples acidente, mas foi um assassinato político, algo que parecia inevitável com o tempo após tantos “formadores” de opinião defenderem os métodos dos black blocs.
Rosenfield afirma que, após a desgraça e a forte reação da opinião pública, esses mesmos que antes aplaudiam os mascarados agora se fazem de inocentes, como se não tivessem nada a ver com a violência perpetrada pelos vândalos sob o manto da ideologia anticapitalista.
Se fossem grupos de extrema-direita nas ruas, a reação seria completamente diferente. Haveria gritos de “fascistas” por todo lugar. Como são criminosos que estão associados à esquerda, então não acontece nada disso. Ficam impunes, a esquerda em si não é acusada, e o que foi um assassinato político se torna um acidente isolado. Como sempre, temos um peso para duas medidas.
O que já está mais do que provado é que boa parte da esquerda mais radical não vê problema algum na violência como arma revolucionária. Para essas pessoas, atos de vandalismo, de depredação, agressão ou mesmo terrorismo são vistos como legítimos para destruir o sistema capitalista e instaurar o “paraíso” socialista. Diz Rosenfield:
Nas Jornadas de Junho já tinha ficado patente o charme que a violência dos black blocs exercia sobre uma esquerda nostálgica do período áureo do marxismo. É como se fosse um recurso legítimo dos descontentes e revoltados contra o status quo, o “capitalismo”, a “burguesia”, os “conservadores” e a direita em geral. Tudo estaria justificado em nome da moralidade de um fim maior, que seria uma sociedade sem classes, chamada de socialismo ou comunismo. Quando a violência era mencionada, o era apenas com o objetivo de denominar a ação policial mediante o recurso da força. O jogo ideologicamente encenado era o seguinte: a violência da extrema-esquerda seria legítima e moralmente justificada, enquanto o uso da polícia para coibir essa violência seria ilegítimo e imoral. Mesmo máscaras chegaram a ser justificadas. Seria a estética de uma violência glamourizada.
A extrema-esquerda, por exemplo, personificada no PSOL, que agora procura se dissociar do assassinato do cinegrafista da Band, ainda dizia há pouco tempo atrás, na fala de seu secretário-geral: “Em tese, as táticas black bloc dispõem-se a proteger manifestações da sociedade civil contra ações truculentas das forças do Estado.” E ainda completou: “Não nos parece que o conceito da tática black bloc seja algo retrógrado ou mesmo indesejável em essência e propósitos originais. É algo progressivo, politicamente moderno, trazido pelas mãos da dialética na história.” Eis a “modernidade dialética” do assassinato, travestido de ato revolucionário.
O crime ou mesmo o assassinato fazem parte do percurso nessa construção de um “mundo melhor”. Por isso um assassino como o italiano Cesare Battisti encontra tanto apoio entre o PSOL e o PT. Para eles, as vítimas inocentes do criminoso são ignoradas, e suas supostas finalidades – lutar pelo socialismo e combater o capitalismo – merecem toda a atenção.
Quando os fins justificam quaisquer meios, temos o caminho aberto para todo tipo de atrocidade, com a consciência limpa dos criminosos, pois se enxergam como os revolucionários da Boa Nova. Os black blocs são apenas a nova roupagem desta velha doença. A extrema- esquerda é responsável pela morte de Santiago Andrade, por mais que se finja de inocente. O vermelho de suas bandeiras se mistura ao sangue das vítimas inocentes de sua violência “revolucionária”.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/lei-e-ordem/
violencia-revolucionaria-e-vista-como-legitima-pela-extrema-esquerda/
De acordo com o texto, podemos afirmar que
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Sobre as competências da Comissão Nacional de Ética, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Julgar, em primeira e última instância, os recursos contra decisões de competência das comissões de ética dos sindicatos.
( ) Tomar iniciativa referente a questões de âmbito nacional que firam a ética jornalística;
( ) Fazer denúncias de caráter privado sobre casos de desrespeito aos princípios deste Código.
( ) Receber representação de competência da primeira instância quando ali houver incompatibilidade ou impedimento legal e em casos especiais definidos no Regimento Interno.
( ) Processar e julgar, originariamente, denúncias de transgressão ao Código de Ética cometidas por jornalistas integrantes da diretoria e do Conselho Fiscal da FENAJ, da Comissão Nacional de Ética e das comissões de ética dos sindicatos.
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Sobre a Psicoterapia Breve Dinâmica, assinale a alternativa correta.
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Em redes de computadores, existe alguns tipos de dispositivos nos quais uma de suas funções é fazer o gerenciamento dos pacotes que trafegam entre os computadores interligados na rede.
Assinale a alternativa que indica o dispositivo que interliga vários computadores em uma rede e gerencia os pacotes que por ela trafega.
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Para pacientes com depressão maior que tenham dificuldades interpessoais associadas ao luto ou perdas significativas, bem como mudanças de papéis, ou déficits em habilidades sociais, é indicada
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X mililitros de uma solução inicial de hidróxido de sódio 0,5M foram misturados com Y mililitros de uma solução de hidróxido de sódio 0,1M, perfazendo uma solução final de volume 1L e concentração 0,4M.
Diante destas informações, assinale a alternativa que indica o volume X da solução inicial.
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
Depois de mais de dois meses de votação aberta aos internautas e da participação de 1,7 milhão de pessoas, foi anunciado o nome oficial da mascote da Copa do Mundo da FIFA 2014. O Tolypeutes tricinctus, o famoso , é uma criatura nativa do Brasil e foi escolhida para representar o Mundial. Com 48% dos votos o nome escolhido foi . O nome da bola oficial da Copa do mundo também foi escolhido através de votação popular e contou com mais de um milhão de participantes, que definiram como o nome oficial da bola da Copa de 2014.
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Sobre os processos de execução na justiça do trabalho, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Aos trâmites e incidentes do processo da execução são aplicáveis, naquilo em que não contravierem às disposições da CLT, os preceitos que regem o processo dos executivos fiscais para a cobrança judicial da dívida ativa da Fazenda Pública Federal.
II. É competente para a execução das decisões o Juiz ou Presidente do Tribunal que tiver conciliado ou julgado originariamente o dissídio.
III. É competente para a execução de título executivo extrajudicial o juiz que teria competência para o processo de conhecimento relativo à matéria.
IV. Além de outros, são princípios da execução trabalhista: a efetividade, o meio menos oneroso para o devedor, o impulso oficial e a patrimonialidade.
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