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No Brasil atual, especialmente na Amazônia, está em jogo o controle do patrimônio genético que implica a operacionalização de estratégias empresariais. Esse controle é central para responder à questão relativa à valorização das florestas. Está ocorrendo a mercantilização da “floresta em pé”. Há todo um conjunto de estratégias de empresas muito sofisticadas, com seus especialistas, economistas, biólogos, antropólogos e advogados para definir esse valor mercantil, para definir o circuito de comercialização desse patrimônio genético e a sua utilização industrial.
ALMEIDA, A. A reconfiguração das agroestratégias: novo capítulo da guerra ecológica. In. Sauer, S. e Almeida, W. (org.) Terra e territórios na Amazônia: demandas desafios e perspectivas. Brasília: UnB/Abaré, 2011, p. 39. Adaptado.
No contexto descrito acima, o controle mencionado é fundamental para o êxito das estratégias de acumulação das
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Um aspecto fundamental da territorialidade humana é que ela tem uma multiplicidade de expressões, referentes a vários tipos de territórios, com suas particularidades socioculturais. Assim, demandam-se abordagens etnográficas. No intuito de entender a relação particular que um grupo social mantém com seu território, uso um conceito definido como os saberes ambientais, ideologias e identidades – coletivamente criados e historicamente situados – que um grupo social utiliza para estabelecer e manter seu território.
LITTLE, P. Territórios sociais e povos tradicionais no Brasil: por uma antropologia da territorialidade. Série Antropologia, n. 322, 2002, p. 4. Adaptado.
No texto acima, a definição apresentada por Paul Little corresponde ao seguinte conceito:
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A região de Belo Monte, no Pará, comporta uma realidade geográfica e social específica. No plano da organização civil, o surgimento do Movimento pela Sobrevivência da Transamazônica (MPST) foi a principal novidade dos anos 1980.Reunindo diversos municípios e as principais lideranças políticas, econômicas e populares da região, o movimento conseguiu uma notável mobilização em torno da causa do asfaltamento da Transamazônica. Durante a década de 1990, o movimento foi rebatizado, passando a ser denominado Movimento pelo Desenvolvimento da Transamazônica e Xingu (MDTX).
DRUMMOND, J.; NASCIMENTO, E. Invenção e realidade da Região de Belo Monte. In: Nascimento, E.; Drummond, J. (org.) Amazônia. Dinamismo econômico e conservação ambiental. Rio de Janeiro: Garamond, 2003, p.48. Adaptado.
No contexto da atuação do MDTX, identifica-se a seguinte reivindicação:
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Em muitos países, a sustentabilidade social é mais frágil do que a sustentabilidade ambiental [...].
SACHS, Ignacy. Desenvolvimento includente, sustentável, sustentado. Rio de Janeiro: Garamond, 2008. Adaptado.
No caso mencionado, uma importante estratégia para revigorar as economias em crise é o
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A partir de um exemplo concreto, obtido através de uma pesquisa realizada junto a populações ribeirinhas do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, afetadas pela construção de uma barragem, Andréa Zhouri, professora da UFMG, problematizou o discurso ambientalista hegemônico, [...]. A pesquisadora contou que, durante um trabalho de campo realizado na região, em 2006, [...] ouviu-se dos moradores ribeirinhos uma série de denúncias. “Eles relataram que a inauguração da barragem acarretou uma grande mortandade de peixes, a água do rio Jequitinhonha passou a apresentar odores fétidos e as pessoas reclamavam de alergias na pele e nos olhos.” [...] Segundo ela, a equipe de pesquisadores relatou a situação ao Ministério Público que, por sua vez, instaurou um inquérito e designou um engenheiro sanitarista para investigar a pertinência das críticas feitas pelos ribeirinhos. [...] o caso serve para ilustrar como as diferentes posições dos atores sociais fazem emergir significados diferentes de meio ambiente. “Diferentes pessoas e organismos tecem engajamentos distintos com o chamado meio ambiente. Por um lado, os ribeirinhos, que nunca tiveram a água tratada e usam a água do rio de forma direta, sentindo na pele literalmente as transformações daquela água. De outro lado, o perito técnico, que com sua análise objetiva, muito provavelmente vindo de uma experiência urbana e de classe social que tem acesso à água tratada e ao saneamento, atribui o uso da água do rio à ignorância da população local”, observou Andréa, [...].
Disponível em: <http://www.epsjv.fi ocruz.br/index.php? Area=Noticia&Num=646>. Acesso em: 27 jul. 2012.
Segundo a posição da pesquisadora, o discurso ambientalista hegemônico é equivocado porque concebe o meio ambiente como um(a)
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Relacione as tecnologias para disposição e tratamento dos resíduos sólidos com suas características.
| I - Aterro sanitário | P - Ocorre liberação de gás metano que se acumula nas partes superiores das câmaras, devendo ser drenado(a) para queima ou beneficiamento. |
| II - Usina de compostagem | Q - Tem como principais desvantagens do processo o alto investimento na operação e na manutenção, além da exigência de mão de obra qualificada. |
| III - Incinerador de lixo | R - Reduz o lixo a cinzas e gases, sendo recomendado(a) para resíduos perigosos hospitalares. |
| S - Possibilita a reciclagem de materiais e inibe a presença de catadores, sendo indicado(a) para regiões não muito populosas. |
As associações corretas são:
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A companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) desenvolveu uma planilha para avaliação de risco de populações expostas a passivos de contaminação de solos e águas subterrâneas.
DEMAJOROVIC, Jacques ; VILELA, Alcir Junior. Modelos e Ferramentas De Gestão Ambiental. São Paulo: Editora Senac, p. 268.
Em relação à avaliação de risco das populações mencionadas, considere as afirmações abaixo.
I - O resultado da avaliação de risco orientará a definição da faixa de concentração dos contaminantes que serão alcançados pela remediação.
II - A avaliação de risco é usada para a quantificação das consequências de um episódio de contaminação.
III - A base para a avaliação de risco é a quantificação de risco à saúde da fauna.
IV - A qualidade das informações levantadas em campo é indiferente para a qualidade dos resultados obtidos na avaliação de risco.
Estão corretas as afirmações
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Por suas dimensões continentais, o Brasil possui regiões (também chamadas de biomas) que apresentam diferentes padrões referentes às suas características ecossistêmicas e territoriais.
Associe cada bioma às suas respectivas características.
| I - Mata Atlântica | P - Alagamentos e caráter brejoso bem marcantes. |
| II - Caatinga | Q - O maior bioma brasileiro. |
| III - Amazônia | R - Ocorrência pronunciada de períodos de seca. |
| IV - Pantanal | S - Influenciado pelo clima subtropical, com ocorrência no sul do Brasil. |
| T - O mais comum na faixa litorânea. |
As associações corretas são:
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As duas principais acepções no planejamento de sistemas elétricos são planejamentos da(s)
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De acordo com a definição constante na Resolução ANP nº 7, de 19/03/2008, o biodiesel é um combustível derivado de óleos vegetais ou de gorduras animais. Ele pode ser produzido tanto por reação de transesterificação como por esterificação, em rota metílica ou etílica.
Disponível em: <http://www.anp.gov.br>. Acesso em 14 out. 2011.
Por comparação entre essas duas rotas, constata-se que a rota
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