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Uma paciente de 26 anos de idade, HIV positiva, usuária de drogas, tabagista, vai ao pronto atendimento com queixa de tosse persistente, produtiva, mucopurulenta com rajas de sangue. Apresenta febre diária nas últimas semanas, principalmente vespertina, e sudorese noturna. Encontra-se bastante emagrecida, desnutrida, desidratada ++ / 4 + e “não consegue comer ou beber nada”. Os sintomas começaram há mais de um mês. A paciente apresenta PA = 110 mmHg x 86 mmHg, FC = 94 bpm, SatO 2 = 92% (ar ambiente) e FR = 24 ipm. A ausculta pulmonar é rica principalmente em ápices com roncos e estertores crepitantes difusos, murmúrio diminuído em bases e presença de sopro anfórico. Os raios X de tórax apresentam consolidações e miliária, além de presença de cavitações em ápice esquerdo grosseiro.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
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Uma paciente de 26 anos de idade, HIV positiva, usuária de drogas, tabagista, vai ao pronto atendimento com queixa de tosse persistente, produtiva, mucopurulenta com rajas de sangue. Apresenta febre diária nas últimas semanas, principalmente vespertina, e sudorese noturna. Encontra-se bastante emagrecida, desnutrida, desidratada ++ / 4 + e “não consegue comer ou beber nada”. Os sintomas começaram há mais de um mês. A paciente apresenta PA = 110 mmHg x 86 mmHg, FC = 94 bpm, SatO 2 = 92% (ar ambiente) e FR = 24 ipm. A ausculta pulmonar é rica principalmente em ápices com roncos e estertores crepitantes difusos, murmúrio diminuído em bases e presença de sopro anfórico. Os raios X de tórax apresentam consolidações e miliária, além de presença de cavitações em ápice esquerdo grosseiro.
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Uma paciente de 26 anos de idade, HIV positiva, usuária de drogas, tabagista, vai ao pronto atendimento com queixa de tosse persistente, produtiva, mucopurulenta com rajas de sangue. Apresenta febre diária nas últimas semanas, principalmente vespertina, e sudorese noturna. Encontra-se bastante emagrecida, desnutrida, desidratada ++ / 4 + e “não consegue comer ou beber nada”. Os sintomas começaram há mais de um mês. A paciente apresenta PA = 110 mmHg x 86 mmHg, FC = 94 bpm, SatO 2 = 92% (ar ambiente) e FR = 24 ipm. A ausculta pulmonar é rica principalmente em ápices com roncos e estertores crepitantes difusos, murmúrio diminuído em bases e presença de sopro anfórico. Os raios X de tórax apresentam consolidações e miliária, além de presença de cavitações em ápice esquerdo grosseiro.
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Uma paciente de 26 anos de idade, HIV positiva, usuária de drogas, tabagista, vai ao pronto atendimento com queixa de tosse persistente, produtiva, mucopurulenta com rajas de sangue. Apresenta febre diária nas últimas semanas, principalmente vespertina, e sudorese noturna. Encontra-se bastante emagrecida, desnutrida, desidratada ++ / 4 + e “não consegue comer ou beber nada”. Os sintomas começaram há mais de um mês. A paciente apresenta PA = 110 mmHg x 86 mmHg, FC = 94 bpm, SatO 2 = 92% (ar ambiente) e FR = 24 ipm. A ausculta pulmonar é rica principalmente em ápices com roncos e estertores crepitantes difusos, murmúrio diminuído em bases e presença de sopro anfórico. Os raios X de tórax apresentam consolidações e miliária, além de presença de cavitações em ápice esquerdo grosseiro.
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Uma paciente de 26 anos de idade, HIV positiva, usuária de drogas, tabagista, vai ao pronto atendimento com queixa de tosse persistente, produtiva, mucopurulenta com rajas de sangue. Apresenta febre diária nas últimas semanas, principalmente vespertina, e sudorese noturna. Encontra-se bastante emagrecida, desnutrida, desidratada ++ / 4 + e “não consegue comer ou beber nada”. Os sintomas começaram há mais de um mês. A paciente apresenta PA = 110 mmHg x 86 mmHg, FC = 94 bpm, SatO 2 = 92% (ar ambiente) e FR = 24 ipm. A ausculta pulmonar é rica principalmente em ápices com roncos e estertores crepitantes difusos, murmúrio diminuído em bases e presença de sopro anfórico. Os raios X de tórax apresentam consolidações e miliária, além de presença de cavitações em ápice esquerdo grosseiro.
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Considere um paciente de 58 anos de idade, etilista, com hipertensão arterial e doença renal crônica. Apresenta irregularidade nas sessões de terapia renal substitutiva e comparece a consulta médica com histórico de batedeira, ortopneia, PA = 89 mmHg x 43 mmHg; FC = 126 bpm; SatO2 = 95% (ar ambiente), FR = 26 ipm, ausculta pulmonar limpa e ausculta cardíaca quase inaudível. Encaminhado para sala de ecofluxo, retorna com o ecocardiograma mostrado: dilatação acentuada do átrio esquerdo e moderada do VE; hipertrofia excêntrica do VE; função sistólica do VE deprimida em grau moderado; hipocinesia difusa do VE; insuficiência mitral discreta; e derrame pericárdico de grau acentuado com sinais ecocardiográficos de aumento das pressões intrapericárdicas – sinal de “swimming heart”.
Quanto a esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
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Considere um paciente de 58 anos de idade, etilista, com hipertensão arterial e doença renal crônica. Apresenta irregularidade nas sessões de terapia renal substitutiva e comparece a consulta médica com histórico de batedeira, ortopneia, PA = 89 mmHg x 43 mmHg; FC = 126 bpm; SatO2 = 95% (ar ambiente), FR = 26 ipm, ausculta pulmonar limpa e ausculta cardíaca quase inaudível. Encaminhado para sala de ecofluxo, retorna com o ecocardiograma mostrado: dilatação acentuada do átrio esquerdo e moderada do VE; hipertrofia excêntrica do VE; função sistólica do VE deprimida em grau moderado; hipocinesia difusa do VE; insuficiência mitral discreta; e derrame pericárdico de grau acentuado com sinais ecocardiográficos de aumento das pressões intrapericárdicas – sinal de “swimming heart”.
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Considere um paciente de 58 anos de idade, etilista, com hipertensão arterial e doença renal crônica. Apresenta irregularidade nas sessões de terapia renal substitutiva e comparece a consulta médica com histórico de batedeira, ortopneia, PA = 89 mmHg x 43 mmHg; FC = 126 bpm; SatO2 = 95% (ar ambiente), FR = 26 ipm, ausculta pulmonar limpa e ausculta cardíaca quase inaudível. Encaminhado para sala de ecofluxo, retorna com o ecocardiograma mostrado: dilatação acentuada do átrio esquerdo e moderada do VE; hipertrofia excêntrica do VE; função sistólica do VE deprimida em grau moderado; hipocinesia difusa do VE; insuficiência mitral discreta; e derrame pericárdico de grau acentuado com sinais ecocardiográficos de aumento das pressões intrapericárdicas – sinal de “swimming heart”.
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Considere um paciente de 58 anos de idade, etilista, com hipertensão arterial e doença renal crônica. Apresenta irregularidade nas sessões de terapia renal substitutiva e comparece a consulta médica com histórico de batedeira, ortopneia, PA = 89 mmHg x 43 mmHg; FC = 126 bpm; SatO2 = 95% (ar ambiente), FR = 26 ipm, ausculta pulmonar limpa e ausculta cardíaca quase inaudível. Encaminhado para sala de ecofluxo, retorna com o ecocardiograma mostrado: dilatação acentuada do átrio esquerdo e moderada do VE; hipertrofia excêntrica do VE; função sistólica do VE deprimida em grau moderado; hipocinesia difusa do VE; insuficiência mitral discreta; e derrame pericárdico de grau acentuado com sinais ecocardiográficos de aumento das pressões intrapericárdicas – sinal de “swimming heart”.
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Considere um paciente de 58 anos de idade, etilista, com hipertensão arterial e doença renal crônica. Apresenta irregularidade nas sessões de terapia renal substitutiva e comparece a consulta médica com histórico de batedeira, ortopneia, PA = 89 mmHg x 43 mmHg; FC = 126 bpm; SatO2 = 95% (ar ambiente), FR = 26 ipm, ausculta pulmonar limpa e ausculta cardíaca quase inaudível. Encaminhado para sala de ecofluxo, retorna com o ecocardiograma mostrado: dilatação acentuada do átrio esquerdo e moderada do VE; hipertrofia excêntrica do VE; função sistólica do VE deprimida em grau moderado; hipocinesia difusa do VE; insuficiência mitral discreta; e derrame pericárdico de grau acentuado com sinais ecocardiográficos de aumento das pressões intrapericárdicas – sinal de “swimming heart”.
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